severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 583.856,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 583.856,77, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e incluem uma doação da direção estadual do PSB para Maria de Lourdes Abadia (PSD), partidos distintos. A maior transação (R$ 525.000,00) é uma despesa de Rodrigo Rollemberg para a direção estadual do PSB, o que pode ser repasse partidário legítimo, mas o retorno via Adriano S. Borges e Maria de Lourdes Abadia não tem explicação simples nos dados. Faltam informações sobre vínculos entre as pessoas e a natureza dos serviços para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 547.556,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, há vínculos partidários: Rodrigo Sobral Rollemberg é do PSB e a direção estadual/distrital do PSB aparece na cadeia, o que pode explicar repasses internos legítimos. O valor de R$ 525.000,00 pago por Rodrigo à direção do PSB em 2022 é alto, mas pode ser contribuição partidária ou repasse estatutário, sem elemento que o torne inexplicável só pelos dados apresentados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 565.856,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB e PSD) e valores de ordens de grandeza distintas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há um repasse de R$ 525.000,00 de Rodrigo Sobral Rollemberg para a direção estadual do PSB, o que pode ser uma contribuição partidária ou devolução. Não há um fato único que destoe claramente de um padrão legítimo, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor absurdamente fora de contexto. Contudo, a existência de um ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos e a falta de detalhamento sobre a natureza do pagamento de Maria de Lourdes Abadia a Sebastião Melchior Pinheiro impedem uma classificação como rotineira. Assim, os fatos não apontam nem para um lado nem para o outro, justificando uma triagem inconclusiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 546.356,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas: R$ 525.000,00 de Rodrigo para a direção estadual do PSB, R$ 19.856,77 da direção para Maria de Lourdes, R$ 1.000,00 de Maria para Neide e R$ 500,00 de Neide para Rodrigo. Não há um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período, e a maior transação é compatível com repasse partidário. Os fatos não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 546.856,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e há vínculos partidários parcialmente sobrepostos: Rodrigo Rollemberg e o diretório estadual do PSB no DF, enquanto Maria de Lourdes Abadia é do PSD. O valor mais alto (R$ 525 mil) é uma despesa de Rollemberg ao diretório do PSB, o que pode ser repasse partidário legal, e as demais transações são de valores menores. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.880,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSB do DF (Rodrigo Rollemberg e Luzia de Lourdes) e dois intermediários sem partido/cargo informado (Sheila Borges Elias e Ailton Junio Gomes de Lima). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos (R$ 1.000 a R$ 5.980), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não há explicação simples evidente para o encadeamento exato.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2022, com valores idênticos de R$ 2.000 em três das quatro pontas, o que sugere um encadeamento artificial de doações e despesas. Embora Beatriz Kicis (PL-DF) e Rafael Borges Bueno (PL-GO) sejam do mesmo partido, os demais elos são pessoas sem partido/cargo declarado e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por mera coincidência partidária. O valor de R$ 5.000 pago por Rafael a Andreia é 2,5 vezes maior que os demais elos, destoando do restante da cadeia. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 251.420,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 2.000, R$ 1.500, R$ 1.225) entre campanhas de partidos diferentes (PL e PRTB) e uma despesa de R$ 44.000 com o Facebook em 2018, fora do ciclo de 2022. As transações não formam um loop fechado no mesmo ano nem com valores equivalentes, e a maior parte do volume (R$ 202.695) é uma despesa com a Adyen, que não participa do ciclo. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 249.941,65
IA · deepseek-flash O suposto ciclo envolve entidades com partidos diferentes (PL e PRTB) e valores muito díspares, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de pessoas físicas para campanhas e despesas para empresas de tecnologia/pagamento, sem que o dinheiro retorne de forma identificável à origem. A menção a 'FACEBOOK PROCESSADO POR ADYEN' e 'ADYEN BR LTDA' sugere apenas intermediação de pagamentos, não um repasse direto entre campanhas. Não há um fato concreto que configure ciclo suspeito entre os mesmos agentes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 57.409,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (NOVO/MG 2020, NOVO/SP 2020, PRTB/BR 2022-2026), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos e as transações incluem despesas com fornecedores conhecidos (Google) e doações de diretório municipal, padrões comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.882,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (NOVO/PR, PP/ES, PL/PR) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações normais e pagamentos a fornecedores comuns (DLocal/Facebook), sem um fato concreto que destoe. Não há elemento claro que justifique priorização manual.
severidade média5 nósR$ 10.132,95
severidade média5 nósR$ 10.835,56
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.272,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de pagamento/aplicativos (DLocal e Moux) e dois candidatos do PP em estados diferentes (SP e ES), sem coligação comum evidente. As transações são de anos distintos (2020 e 2022) e valores díspares: doações pequenas (R$ 40 e R$ 500) e despesas maiores (R$ 8.700 e R$ 23.000) com a DLocaL, que é fornecedora de serviços de pagamento. Não há um fato único que destoe de forma gritante, mas a combinação de ciclo fechado, partido comum e empresas do setor financeiro não permite descartar coincidência nem confirmar padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.742,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos e estados diferentes (Ricardo Meirelles, NOVO-SP; Andressa Moreno, PP-ES) e duas empresas de ramos distintos (fintech de pagamentos e aplicativos móveis), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. O valor de R$ 14.000,00 pago por Ricardo Meirelles à DLOCAL é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 210, R$ 500 e R$ 32,95), o que foge do padrão do loop. A soma desses fatores dificulta uma explicação simples de coincidência entre campanhas aliadas e justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 140.947,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao NOVO em MG, e as transações passam pela direção municipal do partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 480 a R$ 138.250) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações partidárias rotineiras, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 139.535,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (NOVO) e atuam em Minas Gerais, o que torna plausível uma explicação por repasses internos da coligação. A empresa MOUX doou apenas R$ 480,00 à candidata Mirian, enquanto o valor principal (R$ 138.250,00) veio da direção municipal para o candidato Marcio, e a despesa de Mirian com a direção foi de R$ 800,00 — valores pequenos que não configuram um loop financeiro expressivo. Não há indício de que a empresa MOUX tenha recebido de volta valores equivalentes aos doados, nem de que o ciclo feche com montantes relevantes. Diante disso, os fatos não apontam para um padrão claramente anômalo, mas também não permitem descartar totalmente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 165.085,14
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas há dois pontos que dificultam a explicação simples: uma empresa (MOUX) doa R$ 480 a uma candidata do NOVO e, no mesmo ano, recebe R$ 555,14 em despesas de um candidato do AVANTE, partido diferente; além disso, o valor que retorna à empresa é quase idêntico ao que ela doou, sugerindo um possível ressarcimento ou acerto entre campanhas de partidos distintos. A maior transação (R$ 25.000 de Márcio para André) ocorre em 2022, fora do ciclo eleitoral de 2020, e não tem relação partidária clara. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 28.996,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (MOUX) e campanhas de partidos diferentes (NOVO e PSDB), sem coligação comum aparente. A MOUX doou R$ 3.530,00 para Millena (NOVO) em 2020 e, no mesmo ano, recebeu R$ 1.180,38 de despesa da campanha de Juliana (PSDB), criando um retorno direto de dinheiro à empresa doadora. Além disso, a maior transação da cadeia (R$ 23.606,00 de Bernardo para Gabriel) é uma despesa de campanha de valor muito superior às demais, sem explicação pelo ramo da empresa ou por lote.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 40.710,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (MOUX) e três pessoas físicas com vínculos familiares aparentes (sobrenomes Menezes/Torres), sendo que duas delas são filiadas ao NOVO e uma ao PSDB — partidos diferentes, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A empresa doa para Millena (NOVO), Millena doa para Thais (NOVO), Thais paga despesa à direção municipal, e Juliana (PSDB) paga despesa à própria MOUX, fechando o loop. O retorno de R$ 1.180,38 da campanha de Juliana à MOUX, empresa que também doou na mesma cadeia, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.249,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas de pagamento/tecnologia e dois candidatos de partidos e estados diferentes), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes. A DLOCAL é uma instituição de pagamento que pode aparecer como intermediária de doações e despesas, e a MOUX recebeu apenas R$ 32,95 de uma campanha. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte o suficiente para justificar checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.367,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 18,3 mil no total) e transações típicas de campanha: doações de diretório municipal a candidato, doação entre candidatos do mesmo partido e pagamentos a uma empresa de aplicativos móveis. A empresa MOUX aparece como fornecedora de serviços para a campanha de Felipe Zortea, o que é compatível com gastos de campanha digital. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível; o fluxo circular é explicável por repasses internos e prestação de serviços dentro do mesmo grupo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 87.011,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha. A empresa MOUX recebeu pagamento de Felipe Zortea Camozzato por serviços, o que é uma relação comercial comum, e as doações entre candidatos e direção municipal são típicas de repasses internos. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média4 nósR$ 10.406,23
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.244,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes, PL e PP) e valores que não são equivalentes: a maior transação é um pagamento de R$ 9.111,82 do candidato Halpher à DLOCAL, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 2.100. Não há evidência de que os candidatos pertençam à mesma coligação, mas também não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço). O caso merece checagem apenas se houver outros indícios, mas os dados apresentados não permitem classificar como rotineiro nem como claramente bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.574,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (Republicanos e PP) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Além disso, a DLOCAL aparece simultaneamente como doadora de uma campanha e fornecedora (via Wix) de outra, e a MOUX doa para um candidato e recebe despesa de outra campanha, fechando o loop. Esses cruzamentos entre empresas, partidos e anos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.963,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de naturezas distintas (empresas de pagamento/aplicativos e candidatos de partidos e estados diferentes) e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 500 a R$ 20.020). As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e não há indício de coordenação entre as campanhas de PL/SP e PP/ES. Os fatos apresentados não permitem afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem, sendo necessária análise humana para contextualizar as relações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.258,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PT-SC, REDE-MG) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são pequenos e desproporcionais entre si (R$ 759 a R$ 10.000), e as transações parecem doações e despesas normais de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há um padrão legítimo claro que explique todo o ciclo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.782,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PL-SP e PP-ES), o que enfraquece a hipótese de mesma coligação, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), sugerindo coincidência temporal mais do que um loop deliberado. A DLOCAL é uma instituição de pagamento, ramo compatível com despesas de campanha, e a MOUX recebeu doação de Maria Luiza mas devolveu valor irrisório via Andressa. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.817,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (NOVO) e valores modestos, compatíveis com doações internas entre candidatos e despesas de campanha. A passagem por MOUX e Google se explica como fornecedores de serviços digitais pagos pela campanha, não como retorno de dinheiro. O total de R$ 28,8 mil é baixo e as transações se distribuem em anos diferentes (2020 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.273,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 12,2 mil no total) e transações de naturezas distintas: doações de campanha, despesa com Google e despesa com a Moux. As duas pessoas físicas são do mesmo partido (NOVO), mas de estados e cargos diferentes, o que enfraquece a explicação por coligação única. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.433,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/MT, REPUBLICANOS/MT, NOVO/SP) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações incluem pagamentos a fornecedores conhecidos (Google) e doações entre candidatos, padrões comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação), mas a combinação de atores sem vínculo partidário óbvio e a formação de um loop fechado justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 158.222,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/MT, REPUBLICANOS/MT, PP/ES) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, a DLOCAL aparece como doadora de uma campanha e receptora de despesa de outra campanha na mesma cadeia, com valores de ordens de grandeza distintas (R$ 500 a R$ 150.000). O elo GABRIEL -> FABIO (R$ 4.000) entre partidos distintos e a volta via DLOCAL merecem checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.956,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (REPUBLICANOS-MT e PP-ES), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de campanha. Porém, a DLOCAL é uma instituição de pagamento e as transações com ela podem ser operacionais (taxas, repasses), e os valores são modestos (R$ 19,9 mil no total). Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos pagamentos à DLOCAL.
severidade média4 nósR$ 10.419,86
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.096,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (NOVO/SP e PL/PR) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, o elo central é o pagamento de R$ 24.998,08 a GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA., fornecedor típico de serviços de publicidade online, e o valor de R$ 28.096,23 movimentado é baixo para justificar atenção prioritária. Não há um fato concreto que destoe do padrão de despesas de campanha, mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo entre campanhas sem vínculo partidário evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.551,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 11,5 mil no total) e transações que podem ser explicadas por padrões comuns: doação de empresa a candidato, repasse entre candidatos da mesma coligação e pagamento de despesa a fornecedor de serviços digitais (Google). Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. A menção a partidos diferentes (NOVO e REPUBLICANOS) não é suficiente para caracterizar algo bizarro, pois coligações municipais frequentemente reúnem legendas distintas.
severidade média4 nósR$ 10.212,95
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.133,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PCDOB e NOVO) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por coligação comum. Porém, a maior transação (R$ 25.000 para o Google) é uma despesa típica de campanha digital, e os demais valores são pequenos (R$ 1.700, R$ 1.390, R$ 43,15), sem indício de enriquecimento ou desvio. O loop pode ser coincidência contábil entre campanhas sem relação direta, não havendo um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral.
severidade média4 nósR$ 10.497,95
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.682,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PP) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações normais entre aliados ou pagamentos a fornecedores comuns, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.543,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO) em 2020, o que é um padrão comum de campanhas coordenadas. A empresa Moux doou R$ 11.300 a Orestes e recebeu R$ 43,15 de Rosemary, valores pequenos e compatíveis com serviços de aplicativo/impulsionamento. O pagamento de R$ 1.500 ao Google por Orestes é despesa típica de campanha digital, e a doação de Rosemary a Moux pode ser ressarcimento por serviço prestado. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valores desproporcionais.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.990,39
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (NOVO, AVANTE, PP) e UFs diferentes (MG, ES), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A maior transação é uma despesa de R$ 25.000 de Marcio Almeida Bernardino (NOVO/MG) para Andre Falcao de Faria (AVANTE/MG), valor uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, sem justificativa de lote ou serviço. A cadeia ainda passa por uma empresa de pagamentos (DLOCAL) que doa para uma vereadora do ES e recebe despesa de um vereador de MG, o que dificulta a explicação por simples coincidência de coligação.
severidade média5 nósR$ 10.462,95
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.692,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PDT-PR e PP-ES), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, os valores são pequenos (R$ 37,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A DLOCAL é uma instituição de pagamento que pode aparecer tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços, o que é comum no setor.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 61.072,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PRD-CE e PP-ES), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A maior transação é uma despesa de R$ 60.000 de Francisco Disraelli para a DLOCAL, uma instituição de pagamento, valor muito acima das demais transações da cadeia (R$ 500 e R$ 540). A DLOCAL aparece simultaneamente como doadora de Andressa Moreno e recebedora de Francisco, fechando um loop com valores desproporcionais que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.600,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 37,6 mil no total) e transações de anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PSDB e NOVO) e não há indício de coligação comum, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. A empresa MOUX aparece doando e recebendo pagamento, o que poderia ser apenas relação comercial, mas sem detalhes do serviço prestado não dá para afirmar que é bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 56.336,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Moux) que doa a Felipe Zortea Camozzato, que repassa recursos à direção municipal do NOVO, que doa a Greg Baptista Schneider, que paga despesa à Eighty-eight. Todos os personagens com partido declarado são do NOVO/RS e as transações ocorrem em 2020, o que é compatível com movimentação interna de campanha e repasses partidários. Não há indício de que a empresa Moux tenha recebido dinheiro de volta, nem valores discrepantes ou fornecedor fora do ramo. O loop é fechado apenas no papel, mas os fatos não permitem afirmar que seja anômalo nem que seja totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.724,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO) e uma empresa de tecnologia (MOUX) que doou para a campanha de Felipe Zortea em 2020. As despesas de Rosemary com a MOUX (R$ 43,15) e de Felipe com o Google (R$ 51,80 e R$ 4.000,00) são gastos típicos de campanha digital, e os valores são modestos perto da doação total. O 'loop' parece ser um artefato de como as transações foram encadeadas, não um fluxo circular de recursos entre as mesmas partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.053,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e NOVO) e inclui uma empresa privada (Moux) que doa a um candidato e recebe despesa de outra candidata, além de pagamento ao Google. Não há coligação ou partido comum que explique naturalmente o fluxo, mas os valores são baixos e as transações podem ser coincidências de mercado (ex.: serviços de aplicativo e publicidade). Faltam detalhes sobre a natureza dos serviços e a relação entre as campanhas para afirmar que é um padrão legítimo ou um caso que exija checagem prioritária.