severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.935,10
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e duas candidatas do PSOL de MG, com valores que retornam quase integralmente à empresa (R$ 5.612,00 doados por EVOE a Sandra e R$ 8.105,61 pagos por Áurea à EVOE). O elo intermediário é uma campanha de Dário Ricardo Braga de Moura (deputado estadual), que recebe R$ 520,00 de Sandra e devolve R$ 351,45 a Áurea, sem que os fatos expliquem a relação entre essas campanhas. A coincidência de partido entre as duas candidatas não cobre a presença da empresa de serviços culturais no centro do loop, cujo ramo não tem relação óbvia com campanha eleitoral. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.366,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.366,11, com uma transação de R$ 9.000,00 (JUHLIA -> TAINA) que é uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 261,45 a R$ 5.612,00). Além disso, a EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA doa para uma campanha do PSOL e depois recebe despesa de outra campanha do mesmo partido, fechando o loop, sem que o ramo de intermediação de serviços culturais tenha relação óbvia com as demais movimentações. O conjunto de vínculos entre pessoas e empresas sem coligação explícita em comum e o salto de valor justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.311,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos (R$ 13,3 mil no total) e as transações de volta à empresa EVOE somam apenas R$ 201,08, muito abaixo das doações recebidas. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta montante relevante, e a cadeia pode ser explicada por doações de uma empresa a candidatos e posterior pagamento de despesas à mesma empresa.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.664,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL mineiro e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, mas o valor é modesto (R$ 12,6 mil no total) e o ramo de intermediação de serviços culturais pode ter relação com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.940,06
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de saída é uma empresa (EVOE) que doou R$ 5.612,00 à campanha de Sandra Maria da Silva (PSOL) e depois recebeu R$ 1.465,25 da campanha de Pollyana do Amaral Ferreira (PSOL), configurando um retorno parcial de recursos à mesma empresa. Embora as duas candidatas sejam do PSOL/MG, a empresa não é coligação nem partido, e o fluxo de ida e volta entre campanhas e uma mesma fornecedora/contratada merece checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados. Não há prova de irregularidade, mas o padrão de dinheiro saindo de uma campanha e retornando à empresa que doou a outra é um fato concreto que foge do rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.630,42
IA · deepseek-flash O loop envolve duas candidaturas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Sandra e recebeu um valor muito menor de Gustavo (R$ 155,60), compatível com pagamento de serviço, não com devolução de doação. Os valores são modestos (total R$ 12.630,42) e as transações se concentram em 2018, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.705,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do PSOL (duas candidatas e a direção estadual), o que é compatível com repasses internos de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas os valores são pequenos (R$ 5.612,00 e R$ 230,40) e não há indício de que o dinheiro retorne à empresa em montante relevante. O total movimentado (R$ 12.705,21) é baixo e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral, sem elementos que fujam do padrão de financiamento de campanhas de pequeno porte.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 94.932,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores que fecham o ciclo de volta à EVOE são muito pequenos (R$ 53,36 e R$ 58,37) em comparação com a doação inicial de R$ 5.612,00 e o repasse partidário de R$ 89.208,95, sugerindo que o 'loop' é um artefato de agregação de transações de anos diferentes, não um fluxo circular relevante. Não há indício de que a empresa EVOE tenha recebido de volta valor expressivo ou que o fornecedor atue em ramo alheio ao serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.864,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e recebedora de despesa da outra, mas os valores são modestos (R$ 5.612,00 doados e R$ 402,00 pagos) e podem refletir contratação de serviços culturais ou devolução. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o ramo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 209.178,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 5.612,00 para a campanha de Sandra Maria da Silva em 2018 e, dois anos depois, recebe R$ 356,25 de Guilherme Tampieri, que não tem vínculo partidário declarado com Sandra. Além disso, há uma despesa de R$ 120.000,00 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (que somam cerca de R$ 14 mil), sem que os fatos expliquem a origem ou a justificativa desse pagamento. A mistura de anos, partidos e a ausência de uma coligação comum entre todos os elos dificultam uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.197,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais em 2018: uma empresa doou para uma candidata, que teve despesa com a direção estadual do partido; a direção repassou recursos a outro candidato, que doou a uma vereadora, que pagou serviços à mesma empresa. Todos os elos são compatíveis com movimentação partidária e prestação de serviços culturais, sem valores discrepantes ou fornecedor de ramo alheio. O fechamento do ciclo pode ser coincidência de uma rede pequena de candidatos do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.369,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 14.369,08 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados e pagamentos por serviços de campanha. A empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA doou para Sandra Maria da Silva e recebeu pagamento de Leandra Du Art, o que é compatível com contratação de serviços culturais para campanha. Não há indício de valores anômalos ou fornecedor sem relação com o ramo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 23.418,73
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 5.612,00 a Sandra Maria da Silva e recebendo de volta R$ 8.105,61 em despesas pagas por Áurea Carolina, valor 44% maior que o doado. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com campanha eleitoral, e o retorno financeiro à mesma empresa que iniciou o fluxo, dentro de um ciclo curto e fechado, dificulta uma explicação simples de coincidência entre aliados. Embora todos sejam do mesmo partido, o padrão de saída e retorno de recursos à mesma empresa merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.116,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14 mil, mas todas as transações são de 2018 e a maioria dos atores é do PSOL mineiro, o que permite explicar como movimentação dentro da mesma coligação/partido. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor é baixo e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.694,68
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em 2018 entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais), duas candidatas do PSOL e uma do PT, com valores que somam R$ 14,7 mil. Chama atenção que a empresa doe R$ 5.612 a Sandra Maria da Silva e depois receba R$ 727,60 de volta como despesa da campanha de Andreia de Jesus Silva, criando um retorno direto de dinheiro à doadora original. Embora o PSOL e o PT fossem aliados em 2018, o ramo da empresa (serviços culturais) não tem relação óbvia com o serviço prestado a uma campanha de deputado estadual, e o ciclo curto e fechado entre as mesmas pessoas justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.269,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas candidatas do PSOL mineiro e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Sandra e recebeu pagamentos de Dario, mas os valores são modestos (R$ 5.612,00 doados vs R$ 551,97 pagos) e podem refletir contratação de serviços culturais ou de intermediação. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quase o mesmo que doou, nem de ramo incompatível ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.168,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do partido, um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações são compatíveis com despesas de campanha de pequeno porte, como serviços de intermediação cultural. Não há indício de desproporção ou de fornecedor fora do ramo que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.476,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Sandra e também como fornecedora de Jorgetania, mas o valor pago (R$ 1.509,89) é modesto e compatível com serviços de intermediação cultural. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.432,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesas de outra campanha do mesmo campo político, o que pode ser contratação de serviços culturais ou de intermediação. Os valores são modestos (R$ 15,4 mil no total) e as transações se concentram em 2018, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. Não há um fato concreto que fuja do roteiro de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.122,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 14 mil no total) e transações que somam pequenas quantias. A empresa EVOE doou R$ 5.612 a Sandra, que repassou R$ 53 ao partido; Dário recebeu R$ 6.573 da direção estadual e doou R$ 250 a Gustavo, que pagou R$ 155 à EVOE. O padrão é compatível com movimentação interna de campanha (doações entre aliados, repasses partidários e despesas), sem valores atípicos ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.420,09
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de volta é uma despesa de campanha de ÁUREA CAROLINA (PSOL) para a empresa EVOE, que é justamente a doadora inicial de SANDRA MARIA (também PSOL). A empresa EVOE aparece doando R$ 5.612,00 a uma candidata e recebendo R$ 8.105,61 da outra, valores da mesma ordem de grandeza, sem que o ramo de 'intermediação de serviços culturais' explique o serviço prestado à campanha. Embora as duas candidatas sejam do mesmo partido, o retorno de recursos à empresa doadora original em ciclo curto e fechado é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.953,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17,9 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanhas do mesmo partido. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas os valores são baixos e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.044,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 18 mil no total). A empresa EVOE aparece tanto doando para uma candidata do PSOL quanto recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser explicado por serviços de intermediação cultural ou financiamento coletivo. Não há um fato agudo que destoe do padrão de movimentação partidária, mas a conexão entre a empresa e o partido merece uma olhada mais atenta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.426,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). A maior parte do fluxo é doação da direção estadual do partido para candidatos do próprio partido, padrão comum e legítimo. As despesas de candidatos com a empresa EVOE e entre candidatos podem ser ressarcimentos ou serviços de campanha, sem valores atípicos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.155,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Sandra Maria da Silva e recebeu pagamentos de Juhlia de Paula André Santos, mas os valores são pequenos (R$ 5.612,00 de doação e R$ 149,10 em despesas) e compatíveis com serviços de intermediação cultural. O fluxo de volta à empresa é de baixa magnitude e pode ser explicado por contratação de serviços, não configurando um loop suspeito de autofinanciamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.978,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23.978,69, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2024) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com uma rede partidária legítima. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores são modestos e não há indício de que o ramo de serviços culturais seja incompatível com os serviços prestados. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações e despesas de campanha dentro de um mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.247,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 14,2 mil no total) e todas as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. Há conexão partidária parcial: Sandra é do PSOL e o diretório estadual do PSOL-MG aparece no ciclo, enquanto Andreia é do PT, partido diferente. A empresa EVOE recebeu doação de Sandra e pagou despesa a Andreia, mas os valores são pequenos e podem refletir contratação de serviços culturais ou ressarcimento, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.832,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,8 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas a maior parte do fluxo é uma doação de R$ 5.612 da EVOE para Sandra (PSOL) e uma despesa de R$ 112 da Cassia (PSOL) de volta à EVOE, o que não configura retorno significativo. A conexão entre Andreia (PT) e as demais é uma doação de apenas R$ 200, e a passagem pela direção estadual do PSOL é compatível com repasses partidários rotineiros. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre mesmas pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é totalmente explicável sem checar os vínculos entre EVOE e as campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.834,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,8 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há conexões partidárias plausíveis: Sandra e Nilce são do PSOL, e a direção estadual do PSOL repassou recursos a Andreia (PT). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato. A empresa EVOE aparece doando para Sandra e recebendo despesa de Nilce, mas sem informações sobre o ramo de atividade ou vínculo com as campanhas, não é possível afirmar que seja um padrão anômalo. Faltam elementos concretos que justifiquem priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.925,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação cultural, uma candidata do PSOL e outra candidata do mesmo partido, com valores que não são absurdamente discrepantes entre si. A empresa doou para Sandra e recebeu despesas de Áurea, ambas do PSOL, o que pode indicar relação partidária ou de prestação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo com uma empresa que doa e depois recebe de volta merece uma checagem humana para confirmar se há vínculo legítimo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.696,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, mas o valor que a campanha de ÁUREA pagou à EVOE (R$ 8.105,61) é cerca de 58 vezes maior que a doação que a EVOE fez à campanha de JUHLIA (R$ 1.395,00), o que quebra a simetria esperada num loop de mesma coligação. Além disso, a EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais, ramo que não tem relação óbvia com campanha eleitoral, e o ciclo envolve uma campanha de terceiro (BRUNO HENRIQUE NOGUEIRA CARDOSO) como elo intermediário. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 90.718,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 89.208,95 do diretório estadual do PSOL para Wallace) domina o total, enquanto as demais somam cerca de R$ 1.500. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) e os anos são distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas em valores pequenos e em anos diferentes, sem indicar um padrão claro de retorno. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 204.964,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa privada (EVOE) que doa para uma candidata do PSOL, cujo partido repassa recursos a outra candidata, que por sua vez paga R$ 120.000,00 a um terceiro, e esse terceiro tem despesa com a mesma EVOE. O valor de R$ 120.000,00 pago por DUDA SALABERT a GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 10 mil), e o retorno do dinheiro à EVOE via despesa de campanha fecha um ciclo com a empresa que iniciou a cadeia. Embora todos os agentes políticos sejam do PSOL, a presença de uma empresa privada no início e no fim do ciclo, aliada ao salto de valor, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
severidade média5 nósR$ 10.154,58
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.204,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e fornecedora de serviços para outra, algo que pode ocorrer dentro de uma mesma rede de campanha, sem valores discrepantes. O montante total é modesto (cerca de R$ 19 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósR$ 10.299,58
severidade média5 nósR$ 10.480,18
severidade média4 nósR$ 10.054,55
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.262,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores modestos (R$ 11,2 mil no total) e transações concentradas em 2018. A maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários a candidatos e despesas de campanha, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de uma candidata, o que pode ser contratação de serviços culturais. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.217,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores modestos (R$ 11,2 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que se trate de movimentação interna de campanhas da mesma coligação/partido. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, mas o valor recebido (R$ 1.465,25) é próximo do doado (R$ 1.395,00), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas o fechamento do ciclo em 2018–2020 merece uma conferência simples para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.205,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL mineiro e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamentos da outra, mas os valores são modestos (R$ 1.395 de doação e R$ 8.105,61 de despesa) e podem refletir contratação de serviços culturais ou de intermediação dentro da mesma campanha. Não há indício de que a empresa tenha doado milhões e recebido de volta quase o mesmo, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O caso é explicável por movimentação rotineira entre aliados e prestador de serviço, sem fato que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.738,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 13,7 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL-MG), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas os montantes são pequenos e dispersos em anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal ou valor que indique um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.829,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL-MG e a direção estadual do próprio partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, mas o valor é modesto (R$ 2.140,22) e o ramo de intermediação de serviços culturais pode ter relação com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.212,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14,2 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível uma explicação por movimentação interna do partido ou entre aliados. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 44,64) é irrisório e pode ser ressarcimento ou despesa operacional. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de transações partidárias de pequeno porte.
severidade média4 nósR$ 10.033,28
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.708,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e duas candidatas do PSOL de MG, com valores que não são triviais: a empresa doa R$ 1.395 a Juhlia, e Áurea paga R$ 8.105,61 à mesma empresa, um fluxo de retorno quase 6x maior. Embora o partido em comum (PSOL/MG) e o intervalo de anos possam sugerir relação legítima de campanha, o fato de a empresa doar para uma candidata e receber pagamentos substanciais de outra do mesmo grupo, fechando o ciclo, merece checagem humana para entender a natureza desses serviços e a conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.409,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e há elos intermediários (SAMIR SOARES PEREIRA GUIMARÃES) que não são campanhas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há vínculos partidários (PSOL e PT) e valores compatíveis com despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou retorno exato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas a presença de uma empresa intermediária e a sequência de anos distintos impedem descartar totalmente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.971,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do PSOL de MG em anos distintos, o que pode explicar parte das conexões por aliança partidária. A empresa EVOE aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo despesas de outra, mas os valores e anos são dispersos (2018, 2020, 2024) e não há um padrão claro de retorno imediato. O total de R$ 12,9 mil é baixo e as transações não mostram um ciclo curto e fechado no mesmo ano ou com valores equivalentes. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.086,65
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado de recursos entre a empresa EVOE e duas campanhas do PSOL/MG: a empresa doa R$ 1.535,00 a Edmar Pereira da Cruz (vereador) em 2020, enquanto Áurea Carolina (senadora) paga R$ 8.105,61 à mesma empresa em 2018/2020, e Edmar paga R$ 1.000,00 a Felipe Nogueira Godoy, que doou R$ 100,00 a Áurea. O elo de volta à EVOE via despesa de campanha, combinado com a doação da empresa a um candidato do mesmo partido, forma um circuito que não se explica apenas por coincidência de coligação e merece checagem humana. A diferença de valores e a presença de uma empresa intermediária de serviços culturais como nó do ciclo reforçam o alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.280,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.280,50, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários (PSOL e PT) e valores moderados, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem completamente o ciclo.