severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.290,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT, MDB, PL) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Além disso, há uma assimetria temporal: JOSE APARECIDO DOS SANTOS (PT) paga despesa a ROSIMEI PELISSARI em 2020, e ROSIMEI só doa a WELERSON (PL) em 2024, enquanto WELERSON paga despesa a JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS em 2024, que doou a ROBSON (MDB) em 2020. O valor de R$ 29.820,00 pago por WELERSON a JESSICA é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, sem lote ou justificativa aparente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.864,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (MDB e PL) e pessoas físicas sem cargo/partido identificado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Além disso, há uma assimetria grande de valores: a despesa de R$ 29.820,00 de WELERSON (PL) para JESSICA é cerca de 60 vezes maior que a doação inicial de R$ 500,00, e a doação de ROSIMEI para WELERSON (R$ 2.700,00) ocorre em 2024, enquanto a despesa de BERNARDO para ROSIMEI (R$ 1.567,50) é de 2020. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 35.147,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PTB, MDB, PL) e cargos/anos distintos, sem coligação comum evidente que explique a circulação. Chama atenção que a maior transação (R$ 29.820,00) seja uma despesa de campanha de WELERSON (2024) para JESSICA, que em 2020 doou para ROBSON, e que PAULO (2020) tenha pago despesa a ROSIMEI, que em 2024 doou para WELERSON — valores e papéis que se cruzam em anos diferentes. O loop fechado com valores de ordens de grandeza distintas (R$ 500 a R$ 29.820) e a presença de pessoas físicas sem cargo/partido identificado nas pontas justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 43.470,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatas a prefeito por partidos diferentes (MDB e PL) em anos distintos, sem coligação ou partido comum evidente. As transações formam um loop fechado: Robson (MDB) paga despesa a Rosimei, que doa a Welerson (PL), que paga despesa a Jessica, que doa a Robson. Os valores são expressivos (R$ 43.470 no total) e a diferença de partidos e anos dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou conta partidária. Merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações cruzadas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 35.253,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, MDB, PL) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um repasse coordenado legítimo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 29.820,00 de WELERSON para JESSICA é cerca de 60 vezes maior que a doação inicial de R$ 500,00, e o dinheiro retorna à cadeia via ROSIMEI PELISSARI, que também doou para WELERSON. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.245,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PTB, MDB, PL) e anos distintos (2016, 2020, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Chama atenção o salto de valor: uma despesa de R$ 29.820,00 de WELERSON (2024) para JESSICA, enquanto as demais transações do loop ficam entre R$ 500 e R$ 3.657,50. Além disso, ROSIMEI PELISSARI aparece como doadora de WELERSON em 2024 e como recebedora de despesa de FELIPE GARCIA em 2020, conectando pessoas do mesmo sobrenome em pontas opostas do ciclo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB e PL) e anos distintos (2020 e 2024), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 29.820,00 paga por WELERSON DE OLIVEIRA DIAS a JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS é cerca de 10 vezes maior que as demais transações do loop (que giram em torno de R$ 500 a R$ 2.700). Esse salto de ordem de grandeza, somado ao fechamento do ciclo entre pessoas aparentemente sem vínculo partidário comum, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.630,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (MDB e PL) e pessoas físicas sem cargo/partido identificado, o que dificulta explicar como mera movimentação interna de uma mesma coligação. Além disso, há uma despesa de R$ 29.820,00 paga por WELERSON (PL) a JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS, valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 500 a R$ 3.042), sem que os fatos indiquem lote ou serviço que justifique. O conjunto fecha um ciclo de 5 entidades em anos distintos (2020 e 2024), o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (CIDADANIA, MDB, PL) em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma despesa de R$ 29.820,00 paga por WELERSON a JESSICA, valor cerca de 10 vezes maior que as demais transações do loop, sem que os fatos indiquem serviço ou lote que justifique a diferença. Esses dois elementos pedem checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.245,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38.245,00, com transações que se fecham entre 2020 e 2024. Chama atenção que a maior transação (R$ 29.820,00) seja uma despesa de WELERSON (PL) para JESSICA, que não aparece como candidata e cujo sobrenome coincide com ROSIMEI PELISSARI, doadora de WELERSON em 2024. Além disso, há um fluxo de ida e volta entre EDNAMAR (MDB) e ROSIMEI (R$ 1.567,50 de despesa em 2020 e R$ 2.700,00 de doação em 2024), e a cadeia conecta partidos diferentes (MDB e PL) sem coligação declarada. Esses elementos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.542,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 37,5 mil, mas o elo mais chamativo é a despesa de R$ 29.820,00 paga por WELERSON DE OLIVEIRA DIAS a JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS em 2024, cerca de 10 vezes o valor da doação inicial de R$ 500,00 que abriu a cadeia. Além disso, as entidades centrais pertencem a partidos diferentes (MDB, UNIÃO e PL) e a anos eleitorais distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. O conjunto fecha um loop entre pessoas físicas/campanhas sem vínculo partidário comum evidente, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 36.307,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (MDB e PL) e pessoas físicas sem cargo/partido identificado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Além disso, há uma assimetria grande de valores: a despesa de R$ 29.820,00 de WELERSON (PL) para JESSICA é cerca de 10 vezes maior que as demais transações do loop, e JESSICA aparece apenas como doadora inicial de R$ 500,00 a ROBSON (MDB). O conjunto fecha um ciclo com saltos de partido e de magnitude que merecem checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.245,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PTB, MDB, PL) e anos distintos (2020 e 2024), sem coligação comum declarada que explique a circulação. Chama atenção que a maior transação (R$ 29.820,00) seja uma despesa de campanha de WELERSON (PL) para JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS, que também aparece como doadora de ROBSON (MDB), e que ROSIMEI PELISSARI apareça como doadora de WELERSON e recebedora de despesa de HELIO (PTB). O sobrenome PELISSARI repetido em três entidades sugere possível vínculo familiar, mas a cadeia cruza partidos e anos, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.879,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PL) e cargos distintos, sem coligação comum declarada, o que enfraquece a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria grande de valores: a despesa de R$ 29.820,00 de WELERSON para JESSICA é cerca de 10x a doação inicial de R$ 500,00 que abre o ciclo, e a doação de ROSIMEI a WELERSON (R$ 2.700,00) ocorre em 2024, enquanto a despesa de ROSINEIDE a ROSIMEI (R$ 1.567,50) é de 2020. O conjunto fecha um loop entre pessoas físicas/campanhas sem vínculo partidário evidente, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.521,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PL) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há um salto de ordem de grandeza: uma despesa de R$ 29.820,00 da campanha de WELERSON (2024) para JESSICA, enquanto as demais transações do ciclo ficam entre R$ 500 e R$ 4.933,78. O elo entre ROSIMEI PELISSARI e JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS (mesmo sobrenome) sugere possível relação familiar, mas isso não explica sozinho o fechamento do ciclo entre partidos e anos tão distintos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.726,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PTB, MDB, PL) e anos distintos (2016, 2020, 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo final é uma despesa de R$ 29.820,00 paga por WELERSON (PL) a JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS, que havia doado apenas R$ 500,00 a ROBSON (MDB) em 2020 — uma diferença de quase 60 vezes entre o que entra e o que sai da cadeia. Além disso, ROSIMEI PELISSARI aparece como doadora de R$ 2.700,00 a WELERSON em 2024 e como recebedora de R$ 1.567,50 de CARLA (PTB) em 2020, sugerindo um núcleo familiar (sobrenome Pelissari) conectando campanhas de partidos e anos diferentes. Esses fatos dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.587,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSB, MDB, PL) em Mato Grosso, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 39,5 mil no total) e há variação de nomes (JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX vs. JESSICA FERNANDA PELISSARI FELIX RAMOS; ROSIMEI PELISSARI), sugerindo possível confusão de homônimos ou parentes. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.191,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,2 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades têm partidos diferentes (PSB e MDB), mas há conexões indiretas (Robson e Vanderlei ambos do MDB em 2020) e as doações podem ser repasses internos de campanha ou devoluções. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.602,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSB, UNIÃO, MDB) em Mato Grosso, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 3.657) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor muito acima do padrão, ciclo curto entre mesmas pessoas), mas também não há uma explicação simples e única que cubra todas as setas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 479.135,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e NOVO) e uma direção estadual não identificada, o que poderia sugerir algo atípico. Porém, os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 356 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. Além disso, parte das movimentações é compatível com repasses partidários rotineiros e doações entre pessoas físicas, sem indício de anormalidade evidente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 8.231.272,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Lula, Lindbergh, Erivelton e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. As maiores transações são doações da empresa UM A MAIS à campanha de Lula (R$ 598 mil em 2018 e R$ 1,6 milhão em 2022), valores expressivos mas não desproporcionais ao porte de uma campanha presidencial. As demais transações são de menor monta (R$ 2 mil, R$ 4,2 mil, R$ 80 mil, R$ 732 mil) e se encaixam em padrões de despesa de campanha e repasse partidário. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.963,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são filiadas ao PT no RJ, o que torna plausível que sejam repasses internos de campanha ou despesas compartilhadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, exceto o pagamento de R$ 50.000 de Luiz Lindbergh à campanha de Marcia Tiburi, que pode ser uma despesa de campanha conjunta. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 63.023,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, três delas filiadas ao PT no Rio de Janeiro, e a campanha de Márcia Angelita Tiburi (também PT) no mesmo estado, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações são de valores modestos (R$ 2 mil a R$ 50 mil) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre campanhas aliadas, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem conhecer os serviços prestados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 71.023,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PT/RJ em 2018 (LUIZ LINDBERGH, ANDRE LUIZ CECILIANO, ERIVELTON DIAS COSTA e a campanha de MARCIA ANGELITA TIBURI), o que é um padrão comum de repasses internos de campanha/coligação. As transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e os valores não são absurdamente díspares (R$ 2 mil a R$ 50 mil), sem um fato concreto que destoe. O loop pode ser coincidência de fluxos dentro do mesmo grupo político, mas a menção a 'ANA PAULA PEREIRA ALVES/LVES' sem partido e a variação de grafia do nome impedem uma explicação totalmente simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do PT/RJ e duas têm histórico de candidaturas em anos próximos (2018 e 2022), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 7.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de retorno imediato ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre campanhas do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do PT/RJ (LUIZ LINDBERGH, ANDRE LUIZ CECILIANO e ERIVELTON DIAS COSTA), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação/partido. As outras duas entidades (DIOGO DA SILVA DIAS e ANA PAULA PEREIRA ALVES/LVES) não têm partido informado, mas aparecem como doadoras ou fornecedoras em transações de valores moderados (R$ 550 a R$ 12.000). Não há um fato isolado que destoe claramente — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível —, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar quem são essas duas pessoas e qual o vínculo com as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.577,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (UNIÃO e PSDB), partidos distintos. Os valores são modestos (R$ 17,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas em campanhas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.263,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes em comum (Ontiveros/Machado), sugerindo possível vínculo familiar, e valores modestos (R$ 16,2 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e parte delas pode ser explicada por repasses partidários ou devoluções, mas a direção das setas e a mistura de doações e despesas não formam um padrão claramente legítimo nem claramente suspeito. Faltam informações sobre a empresa sem nome e sobre a relação entre as campanhas para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 75.951,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSOL) e uma empresa privada (BG Studios), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A BG Studios recebeu R$ 7.740,68 de Jean Wylls (PT) como despesa e doou R$ 32.436,00 para Luciana Boiteux (PSOL), valor quatro vezes maior, o que foge do padrão de uma simples prestação de serviço. Além disso, a doação de Luciana (PSOL) para Monica (PT) e a despesa de Monica para a direção estadual do PSOL fecham o loop, sugerindo possível triangulação que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.251,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, PDT) e uma empresa, mas todas as transações ocorrem em 2018 e os valores são modestos (R$ 34 mil no total). A presença de uma empresa de tecnologia (BG Studios) pagando doações a um candidato e recebendo despesas de outro é um ponto que merece verificação, porém não há um fato isolado que destoe drasticamente do padrão de financiamento de campanha. O loop pode ser explicado por repasses partidários e contratações de serviços, mas a interconexão entre candidatos de legendas distintas justifica uma checagem humana mais detida.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 76.672,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 76,7 mil, mas o ponto que chama atenção é a BG Studios Tecnologia Ltda: uma empresa de tecnologia recebendo R$ 7.740,68 em despesas de campanha de Jean Wylls (PT-SP) e, no mesmo ano de 2018, doando R$ 8.217,00 ao candidato Glauber Braga (PSOL-RJ). Não há partido ou coligação em comum entre Jean Wylls (PT) e Glauber Braga (PSOL), o que enfraquece a explicação por aliança partidária. O ramo da empresa (tecnologia) não tem relação óbvia com serviços de campanha, e o valor doado é quase idêntico ao recebido, sugerindo possível repasse. Isso justifica checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 132.592,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 132,6 mil, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia LTDA: ela doa R$ 76,5 mil a Tarcísio Motta (PSOL) e, no mesmo ano de 2018, recebe R$ 7,7 mil como despesa da campanha de Jean Wylls (PT), partido diferente e sem coligação indicada. Uma empresa de tecnologia aparecer doando valor alto a uma campanha e simultaneamente ser fornecedora paga por outra campanha de partido distinto no mesmo ciclo eleitoral não tem explicação simples nos dados. O restante do loop (doação partidária a Jean e despesa de Tarcísio à direção estadual) é compatível com movimentação partidária rotineira, mas o trecho BG Studios merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 52.010,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 52 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que Jean Wylls (PT-SP) tenha pago R$ 7.740,68 à BG Studios Tecnologia e, no mesmo ano de 2018, essa empresa tenha doado R$ 7.995,00 à Maria Naustria (PT-RJ), criando um fluxo cruzado entre campanhas de estados diferentes. Além disso, a doação de Maria Naustria para Monica Santos (PT-RJ) em 2024 e a despesa de Monica para a direção estadual do PSOL em 2022 não têm explicação simples por coligação ou partido comum.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 84.512,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 84,5 mil, com Jean Wyllis (PT-SP) pagando despesas à BG Studios, que doa valores maiores à Mônica Santos (PT-RJ), que por sua vez repassa recursos à direção estadual do PSOL-RJ, que doa de volta a Jean Wyllis. Embora haja elos partidários (PT) e possível coligação, a presença de uma empresa de tecnologia como intermediária de doações e o fechamento do ciclo entre campanhas de partidos diferentes (PT e PSOL) dificultam uma explicação simples. O valor de R$ 41,5 mil doado pela BG Studios a Mônica é uma ordem de grandeza superior à despesa de R$ 7,7 mil que Jean Wyllis pagou à mesma empresa, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.647,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26,6 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre TATIANNY, LILIANE e a direção estadual do PSOL, mas JEAN WYLLYS é do PT e a BG Studios é uma empresa privada, sem relação partidária explícita. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, não havendo um fato isolado que destoe ou que exija checagem urgente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 62.488,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 62,4 mil, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia Ltda: ela recebeu R$ 7.740,68 em despesas da campanha de Jean Wylls (PT-SP) e, no mesmo ano de 2018, doou R$ 29.973,00 à campanha de Taliria Petrone (PSOL-RJ), que por sua vez repassou R$ 18.500,00 à direção estadual do PSOL-RJ em 2022. Não há partido ou coligação comum entre Jean Wylls (PT) e Taliria Petrone (PSOL) que explique naturalmente esse fluxo, e a empresa de tecnologia aparece como intermediária entre campanhas de partidos diferentes. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 121.622,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT (Jean Wyllys e Marcelo Ribeiro Freixo) e a direção estadual do PSOL-RJ, partidos diferentes, mas todos atuando no mesmo campo político e no mesmo ano (2018). A BG Studios Tecnologia recebeu despesas de Jean Wyllys e doou para Marcelo Freixo, o que pode ser coincidência de fornecedor comum ou repasse entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 121 mil no total) e não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 68.959,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 68,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, não um loop curto e fechado no mesmo período. Jean Wyllis (PT) e Renata Souza (PSOL) são de partidos diferentes, mas o PSOL-RJ aparece como direção estadual que doou a Jean em 2018 e recebeu despesa de Renata em 2022, o que pode refletir alianças pontuais ou repasses partidários. A BG Studios aparece como fornecedora de Jean e doadora de Renata no mesmo ano, o que é atípico, mas os valores são pequenos e não há indício de que o dinheiro tenha voltado enriquecido a qualquer agente. Faltam elementos para dizer se é coincidência ou algo a checar.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 51.122,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 51 mil, com Jean Wyllis (PT-SP) pagando despesas à BG Studios e essa mesma empresa doando à Daniella Monteiro (PSOL-RJ), que por sua vez repassa à direção estadual do PSOL-RJ. O ponto que chama atenção é a BG Studios aparecer simultaneamente como fornecedora paga por uma campanha e como doadora de outra campanha dentro do mesmo loop, sem que os fatos expliquem a relação entre as partes. Isso não é prova de irregularidade, mas é um encadeamento que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 102.550,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito desiguais: a maior transação é uma doação de R$ 87.738,95 da BG Studios a Jean Wyllis, enquanto as demais somam cerca de R$ 14.811,24. Não há evidência de que o dinheiro retorne ao ponto de partida em montante relevante, e as entidades têm partidos diferentes (PT e PSOL), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária simples. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a relação entre as pessoas para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.389,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro entidades e valores modestos (R$ 37,4 mil no total), todos dentro do mesmo campo político (PSOL/PT) e em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). As transações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha entre aliados, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 113.589,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos e entidades de partidos diferentes (PT e PSOL), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há um elo sem partido identificado (Carolina Brulher Mendonça). A BG Studios aparece tanto como doadora de Jean Wyllys quanto como fornecedora de Francisco de Alencar, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor, ramo ou ciclo fechado no mesmo ano), mas a combinação de partidos distintos e o elo sem informação partidária impedem uma explicação simples e automática.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 106.035,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e entidades do mesmo campo político (PT) e valores de ordens de grandeza muito diferentes: a BG Studios doou R$ 87.738,95 a Jean Wylls, enquanto a campanha de Ana Carolina pagou apenas R$ 96,88 à mesma empresa e Jean Wylls pagou R$ 17.900 a Carolina Brulher. O elo de volta à cadeia é fraco e os montantes não são compatíveis, o que é compatível com coincidências de rede partidária, ressarcimentos ou despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 91.493,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito desiguais: a maior transação é uma doação de R$ 87.738,95 da BG Studios a Jean Wylls, enquanto as demais somam apenas alguns milhares de reais. Não há partido ou coligação em comum entre Jean Wylls (PT) e Leci Carvalho (PSOL), mas o elo entre eles é uma empresa (BG Studios) que doou a um e recebeu despesa do outro, o que pode ser apenas uma relação comercial normal. O valor total do loop (R$ 91,4 mil) é modesto e a assimetria das transações não configura, por si só, um padrão típico de lavagem ou fraude. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a existência de vínculos societários para uma triagem mais conclusiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 101.383,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: a maior parte (R$ 87.738,95) é doação da BG Studios a Jean Wylls, enquanto as demais transações somam valores pequenos (R$ 1.590, R$ 54,40 e R$ 12.000). Não há partido ou coligação em comum evidente entre Jean Wylls (PT) e Leci Carvalho (PSOL), mas o elo intermediário (Orlando Zaccone D'Elia Filho) não tem partido informado, o que impede afirmar que se trata de rede partidária. O padrão não é claramente rotineiro nem claramente bizarro com os dados disponíveis.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 391.324,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PDT-RJ): a direção estadual doa R$ 390 mil a Ailton Basilio Marques (prefeito), que paga R$ 300 a Maria Stela, que doa R$ 100 a Leonardo Odilon de Novais (vereador), que devolve R$ 24 à direção. Os valores das setas de retorno são irrisórios (R$ 300 e R$ 24) perto da doação principal, compatíveis com ressarcimentos ou despesas miúdas de campanha, e todas as pessoas estão filiadas ao PDT, o que explica a circulação dentro da mesma estrutura partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.218.188,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,2 milhão, mas as transações individuais são de baixo valor (R$ 462 a R$ 30 mil) e ocorrem em anos distintos (2018 a 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Além disso, Hugo Leal e Luis Antonio são ambos do PSD-RJ, e o repasse final à direção estadual do partido é compatível com contribuições partidárias rotineiras. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados e o partido, mas a menção a Cândido de Castro (PMB) no meio da cadeia impede uma explicação totalmente automática.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 250.455,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB) e uma empresa privada (Facebook), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 35 a R$ 202.695). A maior parte do fluxo é explicável por despesas de campanha com fornecedores de serviços digitais (Facebook, Adyen) e uma doação de empresa a candidato, o que é comum. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como um ciclo fechado no mesmo ano com valores equivalentes entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 248.976,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PRTB) e uma empresa de mídia social, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes. A maior parte do fluxo é explicável como gastos comuns de campanha (impulsionamento no Facebook, pagamentos à Adyen), e não há um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período. Faltam elementos concretos que sugiram algo além de coincidências entre campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 250.521,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 500 a R$ 202.695) e entidades de partidos diferentes (PL, PRTB) e anos distintos (2018, 2022), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado. A maior transação é um pagamento de R$ 202.695 da campanha de Beatriz Kicis à Adyen BR, que não fecha o ciclo descrito e parece ser uma despesa operacional comum. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão.