severidade média4 nósIA: plausívelR$ 125.454,79
IA · deepseek-flash O loop envolve três políticos do PDT de MG (Marcelo Heringer, Mario Lucio Heringer e Bruno Martuchele de Sales), com valores modestos e concentrados em doações entre aliados do mesmo partido/coligação. A maior transação (R$ 106 mil) é de Mario Lucio para Marcelo Heringer, ambos com sobrenome Heringer e histórico de candidaturas no PDT mineiro, o que sugere relação familiar/política legítima. As demais transações são de baixo valor (R$ 1 mil a R$ 20 mil) e podem ser ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma chapa. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 110.800,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas membros do PDT de MG, incluindo dois Heringer (possivelmente parentes) e um correligionário, o que é compatível com doações e despesas dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 1.060, R$ 1.000, R$ 2.000, R$ 1.800) e distribuídos ao longo de vários anos, sem concentração temporal ou montante anômalo. A cadeia fecha um ciclo, mas a conexão partidária e a escala pequena tornam a explicação rotineira mais provável que um esquema.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.405,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são candidatos do mesmo partido (NOVO) em Santa Catarina, o que torna plausível que as transações decorram de alianças partidárias locais, reembolsos ou contratação de serviços entre membros do mesmo grupo. A empresa GMT TECNOLOGIA LTDA aparece tanto como doadora de Davisson quanto como fornecedora de Rafael, mas não há elementos que liguem a empresa diretamente a Bruno Negri ou que indiquem valores desproporcionais ou ramo de atividade incompatível. O valor total é modesto (R$ 15,4 mil) e as transações se distribuem em anos diferentes (2020 e 2024), enfraquecendo a ideia de um ciclo fechado e imediato. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços prestados ou vínculos societários, não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 21.108,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (GMT TECNOLOGIA LTDA) que doou R$ 15.911,25 para a campanha de Bruno André de Souza (PL) em 2026 e, em 2024, recebeu R$ 97,29 em despesas da campanha de Eduardo Sávio da Silva (NOVO), que por sua vez recebeu doações de Lucas Miguel Cascaes, que também aparece como fornecedor de Bruno. Os partidos são diferentes (PL e NOVO) e não há coligação ou vínculo partidário declarado entre os envolvidos, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação. O valor doado pela empresa é cerca de 163 vezes maior que o valor que ela recebeu de volta, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.486,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve partidos diferentes (PL e NOVO) e anos distintos (2022, 2024, 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. A empresa GMT TECNOLOGIA LTDA aparece como fornecedora de RAFAEL (R$ 575,10 em 9 despesas) e depois como doadora de R$ 15.911,25 a BRUNO, valor quase 28 vezes maior que o que recebeu na cadeia. O fechamento do loop com uma empresa que presta serviço a um dos elos e doa a outro, sem vínculo partidário evidente, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.536,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 25,5 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024, 2026) e misturam partidos distintos (PL e NOVO), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. O ponto mais chamativo é a empresa GMT TECNOLOGIA LTDA: ela recebe R$ 575,10 de despesa da campanha de Rafael Ary (NOVO) em 2024 e, em 2026, aparece doando R$ 15.911,25 para Bruno André de Souza (PL), valor quase 28 vezes maior que o recebido e de ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia. Isso configura um retorno financeiro desproporcional de uma empresa que prestou serviço a uma campanha e depois doou a outra, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.608,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 17,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022, 2024 e 2026) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As entidades têm partidos distintos (PL e NOVO) e não há indício de coligação comum ou de que os pagamentos se refiram ao mesmo pleito. Os fatos disponíveis não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.486,35
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024 e 2026) e envolvem partidos diferentes (PL e NOVO), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. A maior quantia é uma doação de R$ 15.911,25 da empresa GMT TECNOLOGIA LTDA para Bruno Andre de Souza em 2026, enquanto a campanha de Rafael Luiz Marques Ary pagou R$ 575,10 à mesma empresa em 2024, valores de ordens de grandeza muito diferentes. A cadeia de doações entre pessoas físicas de partidos distintos e o retorno do dinheiro à empresa após passar por campanhas justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.486,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 25,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos. As doações entre pessoas físicas podem ser explicadas por aliança política local, e a despesa com a GMT Tecnologia é compatível com serviços de campanha. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.516,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (PL, NOVO, MISSÃO) e anos distintos (2018, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações são de baixo valor e parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço). Não há elemento que justifique priorização manual, mas também não há dados suficientes para afirmar que é um padrão legítimo claro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 21 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Além disso, três das quatro entidades são do partido NOVO em SC, e a direção estadual aparece repassando recursos a candidatos, padrão legítimo e comum. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.608,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 20,6 mil no total) e transações espaçadas no tempo (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários entre alguns agentes (NOVO em SC), mas também a presença de um candidato do PL e de uma empresa de tecnologia, sem que os fatos mostrem relação direta entre eles. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem tudo como padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.843,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 29,8 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026) e a maioria envolve a direção estadual do NOVO em SC repassando recursos a candidatos do próprio partido, o que é um padrão legítimo. A única transação que chama atenção é a doação de R$ 15,9 mil da GMT TECNOLOGIA LTDA para BRUNO ANDRE DE SOUZA (PL) em 2026, mas não há informação suficiente para dizer se é anômala. O conjunto não permite afirmar que há algo claramente estranho nem que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria dos participantes é filiada ao NOVO em SC, o que é compatível com movimentação partidária rotineira. O valor total é baixo e não há um fato concreto, como empresa doadora recebendo de volta quantia equivalente ou fornecedor sem relação com o serviço, que destoe do padrão. A presença de BRUNO ANDRE DE SOUZA (PL) no ciclo é o único ponto que foge ao alinhamento partidário, mas isoladamente não configura anomalia forte.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.592,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20.592,50, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024 e 2026) e os valores são pequenos e díspares. Há vínculos partidários parciais (NOVO em SC) que poderiam explicar repasses internos, mas a doação da GMT Tecnologia a Bruno André (PL) em 2026 e a despesa de Jussara à mesma empresa em 2024 não se conectam de forma clara. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.265,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026) e valores não são equivalentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. Há elos partidários (NOVO) entre algumas entidades, mas também a presença de um candidato do PL e de uma empresa de tecnologia que pode ter prestado serviços. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre as partes, não é possível classificar como claramente rotineiro ou bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.314,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23,3 mil, mas as transações estão espalhadas em anos diferentes (2018, 2024, 2026) e os valores são pequenos e díspares. A maioria das conexões se dá dentro do próprio partido NOVO em SC (direção estadual repassando a candidatos), o que é padrão legítimo. O único elo fora desse eixo é a doação da GMT Tecnologia a Bruno André (PL), mas ela não fecha o ciclo de forma direta e o valor é modesto. Não há um fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.816,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38,8 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026) e valores desiguais, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos partidários (NOVO) entre algumas entidades, mas também a presença de um candidato do PL e de uma empresa de tecnologia, sem que os fatos mostrem valores atípicos ou serviços incompatíveis. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.551,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 20,5 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PL e NOVO), mas a maioria das transações ocorre em 2024 e há um salto temporal de 2018 para 2024/2026. A doação de R$ 15,9 mil da GMT Tecnologia para Bruno André (PL) em 2026 é a maior e não tem contrapartida direta no ciclo, enquanto as demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por repasses partidários ou despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos distintos e a direção do fluxo (empresa doando a candidato de outro partido) merece uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.020,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO em Santa Catarina, com valores baixos (R$ 29 mil no total) e transações típicas de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Doações da direção partidária a candidatos e devoluções/despesas de candidatos à direção são padrões comuns e legítimos. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.189,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos e partidos diferentes (PL e PSDB), sem coligação comum declarada, mas os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A menção a 'ANTONIO BONDNAR' e 'ANTONIO BODNAR' sugere possível erro de grafia, mas isso não é suficiente para caracterizar estranheza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.136,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos de partidos diferentes (PODE e MDB) em SC, mas os valores são modestos (R$ 28 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As doações de terceiros (Arnaldo e Cleiton) para os candidatos e as despesas de volta a esses terceiros podem ser explicadas por relações locais de campanha, sem que os fatos fornecidos indiquem algo claramente anômalo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.313,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos com sobrenome MORASTONI (possivelmente parentes) de partidos diferentes (PODE e MDB), o que enfraquece a explicação por coligação, mas os valores são modestos (R$ 19,3 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), não configurando um ciclo curto e fechado. As demais entidades (Cleiton, Jéssica) não têm partido informado, e não há indício de que sejam laranjas ou empresas. Sem mais contexto sobre vínculos pessoais ou empresariais, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.329,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PODE e MDB) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, com dinheiro saindo de uma campanha, passando por terceiros e retornando à mesma cadeia em transações de 2020 e 2022. O valor de R$ 20.329,00 não é alto, mas o desenho circular entre pessoas sem coligação/partido comum e a diferença de partidos dificultam a explicação como mero repasse interno. Vale checagem humana para entender a natureza dessas doações e despesas cruzadas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 21.545,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PODE e MDB) e pessoas físicas intermediárias, com o dinheiro saindo de uma campanha e retornando à mesma cadeia via doações e despesas. O valor total (R$ 21,5 mil) não é alto, mas o fechamento do loop entre pessoas sem partido/coligação comum declarada e a presença de intermediários sem nome identificado dificultam uma explicação simples. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm cargo/partido identificados (Carlos Moises da Silva - UNIÃO/SC e Thiago da Silva Morastoni - PODE/SC), partidos diferentes. As transações são de anos distintos (2018 e 2022) e valores heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte o suficiente para classificar como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.508,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com valores modestos (R$ 33,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, sem um encadeamento temporal curto e fechado. As duas entidades com partido identificado (UNIÃO e PODE) são diferentes, mas não há informação sobre coligação ou vínculo entre os demais nomes. Os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem nenhum fato que destoe claramente (fornecedor estranho, valor muito acima do padrão, ciclo imediato).
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em SC, mas as transações listadas mostram valores modestos (R$ 200 a R$ 25.000) e tipos mistos (doações e despesas) ao longo de 2018-2022, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. As entidades nomeadas são de partidos diferentes (UNIÃO e PODE), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores não são de ordem de grandeza anômala nem há fornecedor com ramo incompatível. Faltam dados sobre a natureza das despesas e a relação entre as pessoas para dizer se é coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em SC no ano de 2022, com valores modestos (R$ 200 a R$ 20.500) e partidos diferentes (UNIÃO e PODE). As transações podem ser explicadas por doações e despesas de campanha entre aliados ou prestadores de serviço, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício específico que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,40
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações da direção municipal para Robison, de Jane para Mauri, uma despesa de Mauri para a direção municipal e despesas de Robison para Jane. Os valores são pequenos (R$ 11.000, R$ 1.000, R$ 0,40 e R$ 500) e compatíveis com movimentação rotineira de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A diferença de partidos (PP e PL) e a ausência de detalhes sobre a empresa sem nome não permitem afirmar que há algo anômalo, mas também não fecham uma explicação totalmente trivial.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 25.439,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 25,4 mil, mas as transações não formam um loop direto e sim uma cadeia com valores e anos distintos: Mauro Mariani (MDB) pagou R$ 13,3 mil à RBC-VG em 2018, que doou R$ 72,10 a João Colombo (PSD) no mesmo ano; já em 2022, Colombo pagou R$ 10 mil a Paulo Roberto Rodrigues, que em 2018 havia doado R$ 2 mil a Mariani. O elo temporal quebrado e a presença de uma empresa de financiamento coletivo no meio de campanhas de partidos diferentes (MDB e PSD) dificultam a explicação por simples coincidência de coligação ou repasse partidário. Merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 254.855,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares (R$ 144,8 mil, R$ 10 mil, R$ 10 mil e R$ 26,89) e anos diferentes (2018 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões passam por um diretório estadual do PSDB e por uma empresa de financiamento coletivo, padrões comuns em prestações de contas eleitorais. Não há um fato isolado que destoe claramente do razoável, mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2020 e 2024) e valores desiguais, sem que se possa afirmar que há um mesmo grupo político ou coligação conectando todas as pontas. As transações são de tipos variados (doações e despesas) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Faltam informações sobre vínculos partidários ou empresariais entre os intermediários para decidir se é coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 187.159,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares e anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. O grosso do dinheiro (R$ 184.352,21) é despesa da campanha presidencial de Bolsonaro em 2018 com a AIXMOBIL, fornecedora de serviços, enquanto as demais transações são doações de valores baixos (R$ 1,00, R$ 305,00, R$ 2.500,00) em anos distintos. As conexões entre as entidades passam por direções partidárias e por um doador individual de R$ 1,00, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato concreto que fuja do explicável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 199.659,21
IA · deepseek-flash O loop envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 184.352,21) é um pagamento de despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de R$ 1.500,00, R$ 305,00 e até R$ 1,00. As entidades compartilham vínculos partidários (PSL/PL) e o fluxo pode ser explicado por doações e despesas rotineiras dentro do mesmo campo político, sem um ciclo fechado e simétrico que sugira devolução de recursos. Não há um fato concreto que fuja do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 184.938,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes, mas a maior parte do valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, fornecedora de serviços, o que é uma relação comercial comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 265, R$ 305, R$ 15,22 e R$ 1,00) e podem ser doações ou ressarcimentos entre campanhas, sem indicar um fluxo circular relevante. O loop parece ser um artefato da agregação de dados, não um padrão suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.209,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de R$ 100 a R$ 550,71. As pequenas doações entre João Ernesto Koch, Eduardo Pratts e direções partidárias são compatíveis com movimentação rotineira dentro de um mesmo campo político em SC, e o pagamento à AIXMOBIL pode ser despesa de campanha por serviços prestados. Não há um fato concreto que torne a cadeia inexplicável por padrões comuns de financiamento.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 187.168,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: a maior transação (R$ 184.352,21) é um pagamento de despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações pequenas (R$ 10, R$ 250, R$ 305, R$ 1.000). As entidades têm vínculos partidários ou de mesma base (PSL/PL em SC), e o fluxo pode ser explicado por repasses partidários, doações entre aliados e pagamento de fornecedor, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem relação. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.123,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, MISSÃO) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 700 vezes maior que as demais transações do loop, todas entre R$ 100 e R$ 305, e a empresa AIXMOBIL aparece tanto como fornecedora de Bolsonaro quanto doadora de Edupercio Pratts, fechando o ciclo. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 49.168,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 31.000 de Carlos Moises para Lucas Esmeraldino, enquanto as demais somam alguns milhares. As entidades têm partidos diferentes (PSL, UNIÃO, MISSÃO), mas todas em SC no mesmo ano eleitoral de 2018, o que pode indicar relação de coligação ou prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas o fechamento do ciclo com valores tão desiguais e a ausência de nome para uma das entidades deixam a explicação em aberto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.924,21
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PL, PATRIOTA, MISSÃO) e uma empresa privada, sem coligação comum evidente. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 305,00 a Edupercio Pratts, enquanto as demais transações são de valores irrisórios (R$ 1,00 a R$ 265,00). Essa assimetria de ordens de grandeza e a mistura de partidos sem vínculo claro justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos eleitorais diferentes (2020 e 2022), com valores modestos (R$ 3.000 a R$ 6.500) e partidos distintos (REPUBLICANOS e PSD), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária. Por outro lado, o fechamento do loop entre as mesmas quatro entidades em transações cruzadas de doação e despesa é um padrão que merece verificação, ainda que possa ser explicado por relações pessoais ou prestação de serviços entre os envolvidos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima do resto, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não é um padrão tipicamente rotineiro de mesma coligação. Falta informação sobre a natureza das despesas e o vínculo entre as pessoas para decidir.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.810,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (MDB e PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 810 a R$ 6.000) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização humana imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 274.975,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente o diretório municipal do PP de Florianópolis repassando doações a duas candidatas do PSL em 2020, que depois devolvem valores ao próprio diretório ou doam a uma candidata do PP. As quantias são pequenas (R$ 1.000 a R$ 3.000) e compatíveis com repasses partidários e devoluções de sobra, típicos de campanhas municipais. A única transação de maior valor (R$ 252.000) é uma despesa da candidata Angela ao diretório, o que pode ser repasse estatutário ou ressarcimento. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 153.075,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 1.250 e R$ 325,10) entre campanhas de partidos diferentes (Solidariedade e PL) e a direção estadual do Progressistas, o que poderia ser explicado por repasses partidários ou ressarcimentos, mas a ausência de vínculo partidário comum entre os candidatos e o fechamento do loop em um único ano (2022) impedem uma conclusão clara. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas são candidatos a prefeito em MG por partidos diferentes (PP e REPUBLICANOS), e as outras duas aparecem apenas como doadoras/fornecedoras sem partido informado. As transações somam R$ 29.000 e ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024), com valores unitários modestos (R$ 2.000 a R$ 17.000). Não há um fato agudo — como valores muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem qualquer vínculo — que force uma checagem imediata, mas também não dá para afirmar que é um padrão claramente legítimo sem saber a relação entre as pessoas e a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.102,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades com partidos diferentes (MDB, PTN, PL) e anos distintos (2014, 2016, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 16 mil no total) e as transações parecem ser doações e despesas isoladas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do comum a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PL, PTN) e anos distintos (2014 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 100 a R$ 15.000) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados locais ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.102,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, MDB, PTN) e anos distintos (2014, 2020, 2024), o que dificulta uma explicação por coligação ou repasse partidário comum. Porém, os valores são modestos (R$ 16 mil no total) e as transações podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados locais, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência banal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PL, PTN) e anos distintos (2014-2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 100 a R$ 15.000) e há inconsistências nos nomes (GILDESIO SAMPAIO DE OLIVEIRA vs GILDESIO TELES GUIMARAES) que impedem afirmar que o loop é fechado entre as mesmas pessoas. Não há um fato concreto e inequívoco que justifique priorização manual imediata.