severidade média4 nósIA: bizarroR$ 31.702,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (JOSELITO CANTO e MABEL CORA CANTO) são do mesmo partido (PP/PR) e aparentam parentesco, mas as outras duas (SABRINA e NATALYE) não têm partido ou coligação informados. O valor mais alto da cadeia é uma despesa de R$ 27.952,00 de MABEL para SABRINA, uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 500 a R$ 2.250), sem que os fatos expliquem o serviço ou a relação. Isso justifica uma checagem humana para entender se há contratação real ou apenas circulação de recursos entre a mesma rede.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.420,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com o mesmo sobrenome (Canto) e mesmo partido (PP), o que poderia ser explicado por coordenação de campanha, mas há um elo intermediário sem partido declarado (WALDEREZ MARIA DA SILVA) que recebe R$ 33.670,00 de MABEL e repassa R$ 1.500,00 para JOCEMEURI, fechando o loop. O valor recebido por WALDEREZ é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia (R$ 1.000 a R$ 5.000), sem que os fatos indiquem lote ou serviço que justifique. Isso dificulta a explicação simples de mera coincidência entre aliados e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 75.407,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve JOSELITO CANTO e MABEL CORA CANTO, ambos do PP do Paraná, mas o elo de retorno passa por EDSON GOMES/EDSON GOMES SANTOS/EDSON GOMES DOS SANTOS, que não aparece como candidato ou partido na cadeia. MABEL pagou a EDSON GOMES DOS SANTOS R$ 43.157,00 em 2024, enquanto JOSELITO recebeu doação de EDSON GOMES de R$ 9.000,00 em 2022, fechando um loop de valores entre as mesmas pessoas físicas sem que se veja o vínculo partidário ou a natureza do serviço. O nome 'EDSON GOMES' aparece com variações (SANTOS, DOS SANTOS) e em anos diferentes, o que dificulta tratar como simples repasse de coligação. Vale checagem humana para entender se há relação de parentesco, sociedade ou prestação de serviço entre as partes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas da mesma família (JOSELITO CANTO e MABEL CORA CANTO, ambos do PP/PR), e o dinheiro sai de uma campanha e retorna à mesma cadeia em transações cruzadas. A transação de maior valor (R$ 7.500,00) é uma despesa de MABEL CORA CANTO para CIRIACO ALTAMIR DE FREITAS, que não aparece como candidato ou fornecedor identificado, e o retorno se dá via doação de terceiro (NATALYE BUENO ROCHA MEDINA) para MABEL. O padrão de ida e volta entre pessoas físicas sem vínculo partidário/coligação explícito em todas as pontas justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.000, com valores pequenos e compatíveis com transações típicas de campanha. Há vínculos partidários e familiares (JOSELITO e MABEL CANTO, ambos do PP/PR), o que pode explicar a circulação como repasses internos ou ressarcimentos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.000,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 27.826,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PP) e dois fornecedores, mas o fluxo não é uma simples troca entre aliados: JOSELITO CANTO paga R$ 7.500 a CIRIACO ALTAMIR DE FREITAS, que doou R$ 1.000 a MABEL CORA CANTO; MABEL paga R$ 17.826 a HUMBERTO FASSBINDER SCHELL, que doou R$ 1.500 a JOSELITO. O valor pago por MABEL a HUMBERTO é mais de uma ordem de grandeza superior à doação que ele fez a JOSELITO, e o ciclo fecha entre pessoas físicas sem que se saiba a ligação entre elas. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 36.952,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PP/PR) e dois fornecedores/doadores, mas o fluxo não é simétrico: JOSELITO CANTO paga R$ 7.500 a CIRIACO ALTAMIR DE FREITAS, que doa R$ 1.000 a MABEL CORA CANTO; MABEL paga R$ 27.952 a SABRINA ROMANHUK DA SILVA MYSCZAK, que doa R$ 500 a JOSELITO. O retorno financeiro é muito menor que as despesas, mas o fechamento do ciclo entre as mesmas quatro pessoas em 2022 chama atenção e merece checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados e a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com o mesmo sobrenome CANTO e mesmo partido PP, o que poderia sugerir uma rede familiar/partidária legítima. Porém, o loop fecha com valores expressivos (R$ 48.670,00) e inclui transações de 'despesa' pagas por campanhas a indivíduos que depois doam para outras campanhas da mesma cadeia, sem que os intermediários (CIRIACO e WALDEREZ) tenham partido ou cargo declarado. A combinação de parentesco, mesmo partido e fluxo circular de recursos entre campanhas justifica uma checagem humana para verificar se há reembolso, empréstimo ou outra explicação lícita.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 80.657,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PP) e da mesma família (JOSELITO CANTO e MABEL CORA CANTO), o que poderia ser explicado por coordenação partidária. Porém, o dinheiro sai de JOSELITO como despesa para CIRIACO ALTAMIR DE FREITAS e retorna como doação de CIRIACO para MABEL, e ainda há pagamentos de MABEL para 'EDSON GOMES' e variações do nome, que também aparece doando para JOSELITO — um ciclo fechado de ida e volta entre as mesmas pessoas em 2022. Esse vaivém de recursos entre candidatos e terceiros sem cargo/partido identificado, com valores expressivos (R$ 7.500 e R$ 9.000), merece checagem humana para entender a natureza dos serviços ou repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PP) no Paraná, o que poderia sugerir coordenação partidária legítima. Porém, o dinheiro passa por pessoas físicas intermediárias (CIRIACO ALTAMIR DE FREITAS e MARCIA CRISTINA MELLO) que não são candidatos nem aparecem como doadores usuais, e os valores não batem: JOSELITO doa R$ 7.500 a CIRIACO, mas CIRIACO doa apenas R$ 1.000 a MABEL; MABEL doa R$ 3.000 a MARCIA, que doa R$ 1.500 a JOSELITO. O fluxo de ida e volta entre as mesmas quatro pessoas em um único ano eleitoral, com valores desproporcionais, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósR$ 10.000,00
severidade média4 nósR$ 10.000,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PP e CIDADANIA), sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são modestos (R$ 1.800 a R$ 13.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo entre essas mesmas pessoas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 43.207,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 43.207) e entidades de partidos diferentes (PSDB e REPUBLICANOS), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e há um intermediário sem partido identificado (EMERSON ROBERTO LESKA). A doação de R$ 40.000 do PSDB a Marcello Richa é o maior valor e pode ser repasse partidário normal, enquanto as demais transações são de baixa monta e podem ser despesas de campanha ou doações familiares. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 337.301,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro entidades e R$ 337 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. A maior parte do fluxo é doação do diretório estadual do PSDB para Carlos Alberto Richa, o que é um padrão partidário comum. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.590,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 14.590 entre 4 entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas, com valores e anos distintos (2020 e 2022). As entidades centrais são de partidos diferentes (UNIÃO e PL), mas não há informação suficiente sobre coligações ou vínculos entre os demais nomes para afirmar que o ciclo é inexplicável. Os valores são modestos e compatíveis com movimentações rotineiras de campanha, sem indício forte de anomalia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 77.350,00
IA · deepseek-flash O loop envolve 4 entidades, mas 3 delas são do mesmo partido (PSD) e da mesma UF (PR), o que é um padrão comum em coligações e alianças partidárias. As transações são de valores modestos (R$ 4.580, R$ 2.500, R$ 470, R$ 185) e ocorrem ao longo de vários anos (2018-2024), não configurando um ciclo curto e fechado. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de ordem de grandeza. Portanto, os fatos não apontam para algo claramente bizarro, mas também não permitem descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.332,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop direto e sim uma cadeia com intermediários (DIRCE CARDOSO, MARCIO GARCIA MAINARDES) que não aparecem como entidades nomeadas. Todas as entidades nomeadas são do PSD/PR, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.150 a R$ 25.000) e distribuídos em anos diferentes (2018, 2020, 2024), sem um padrão claro de devolução rápida ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (NOVO, PSB, REPUBLICANOS) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 750 a R$ 25.000) e há transações intermediárias com uma pessoa física (OSNIL DA SILVA MEDEIROS) que quebram o loop direto entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre mesmos atores), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.144,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 18 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Osias Moraes é do PRTB, mas o diretório municipal do Republicanos em Curitiba aparece como intermediário, e Meri Jane é do Republicanos. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem partido comum) que justifique priorização manual. O caso parece mais um emaranhado de doações e despesas entre campanhas da mesma região/partido do que um sinal claro de alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 803.445,00
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSB, PDT, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. A maior transação é um repasse de R$ 800 mil da Direção Nacional do PSB para um candidato do próprio partido, padrão comum e legítimo. As demais transações são de valores baixos (R$ 850 a R$ 1.500) e podem ser doações entre aliados ou despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe do esperado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 99.017,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do mesmo partido (NOVO-MG), o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e doações entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 88.157) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 94.507,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do mesmo partido (NOVO-MG), o que é compatível com repasses internos legítimos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 94,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário comum, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 97.730,96
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado pertencem ao NOVO, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor total de R$ 97,7 mil é modesto e distribuído em transações de baixa magnitude, sem nenhuma quantia de ordem de grandeza destoante. O ciclo fechado é esperado em um partido pequeno que concentra candidatos e direção estadual, não indicando, por si só, irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 89.387,63
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) em Minas Gerais, e o fluxo principal é a direção estadual repassando R$ 88.157,63 a um candidato a deputado federal, valor que domina a cadeia. As demais transações são de baixo valor (R$ 20 a R$ 960) e compatíveis com doações entre candidatos da mesma legenda ou despesas de campanha. O ciclo fechado é explicável por repasses internos do partido e movimentações entre aliados, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 89.787,63
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) em Minas Gerais, e o ciclo envolve valores pequenos entre candidatos (R$ 20 a R$ 960) e um repasse grande da direção estadual para um candidato (R$ 88 mil), que é o padrão típico de repasse partidário. O 'loop' parece ser apenas o fechamento contábil de doações e despesas entre aliados da mesma legenda, sem valores atípicos ou fornecedores estranhos. Não há indício concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 89.337,63
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (NOVO) em Minas Gerais, e a maior parte do valor (R$ 88.157,63) é repasse da direção estadual para um candidato a deputado federal, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 20 a R$ 960) e podem ser doações entre candidatos da mesma legenda ou despesas de campanha, sem indicar ciclo fechado suspeito. O loop identificado parece ser um artefato da cadeia de movimentações dentro do mesmo partido, não um esquema de desvio.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (DEM, PRD, MDB) em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 100 a R$ 3.000) e as transações de 2024 (R$ 40.000 de Edson para Monica e R$ 600 de Monica para Luiz Sergio) não fecham um ciclo claro de retorno à origem. Sem mais contexto sobre vínculos pessoais ou empresariais entre os envolvidos, não há um fato concreto que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (DEM, PRD, MDB) em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 100 a R$ 40.000) e as transações são poucas, sem um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas de campanha. Não há elemento suficiente para afirmar que foge do comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (DEM, PATRIOTA, MDB) e valores muito díspares: R$ 4.000.000,00 de Edson para Monica, mas apenas R$ 100,00 de Vinicius para Edson e R$ 700,00 de Monica para Mirella. A maior transação (R$ 4 mi) é uma doação de uma campanha a outra, o que pode ser repasse partidário ou apoio entre aliados, mas não há informação sobre coligação comum. O elo de fechamento é fraco (R$ 100,00), o que reduz a aparência de ciclo articulado, mas a diferença de magnitude e a ausência de vínculo partidário explícito entre todos deixam o caso sem explicação simples evidente.
severidade média4 nósR$ 10.705,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 55.699,03
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (NOVO, PMB, REPUBLICANOS) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A empresa RINOBOX doou R$ 53.921,54 para Lucas de Vasconcelos Gonzalez em 2022, e no mesmo ano recebeu R$ 477,49 de volta via despesa de Roberto Silva Soares, fechando o loop. O volume doado pela empresa é uma ordem de grandeza maior que as demais transações da cadeia, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.374,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, AGIR, PRTB) e uma empresa de soluções financeiras que doou R$ 53,9 mil a um candidato e recebeu de volta apenas R$ 253 de outro, o que não configura retorno significativo. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por serviços de impulsionamento no Facebook ou ressarcimentos comuns. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, como valores desproporcionais ou vínculo partidário claro entre todos os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.975,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas: a doação da Rinobox a Lucas (R$ 53.921,54) é muito superior às demais. As conexões entre os atores não formam um ciclo curto e fechado no mesmo período, e parte das relações (Facebook como fornecedor de despesa e doador) é comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente de um padrão rotineiro, mas também não é possível descartar coincidência ou explicar totalmente a cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.755,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 53.921,54 da Rinobox para Lucas Gonzalez) é uma doação de empresa, enquanto as demais são despesas de campanha de pequeno porte (R$ 80,06, R$ 2.534,50, R$ 5.000,00) e uma doação de R$ 1.500,00 do Facebook a Danilo Aragão. As conexões entre os candidatos de partidos diferentes (NOVO e PRTB) e as empresas não formam um ciclo fechado de retorno financeiro claro, e a Rinobox aparece tanto como doadora quanto recebedora de despesa, o que pode ser coincidência contábil. Não há um fato único e contundente que justifique priorização imediata, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 112.310,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do mesmo partido (NOVO-MG), o que é um padrão comum em prestações de contas de campanha: doações entre correligionários, repasses da direção partidária e despesas com fornecedores do partido. Os valores são modestos (R$ 112 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. A empresa RINOBOX aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, mas dentro do mesmo grupo político, o que pode ser explicado por serviços prestados e doações regulares.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 76.217,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades heterogêneas (duas empresas, dois candidatos do NOVO em MG e um candidato do PRTB no DF) e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 53,9 mil da Rinobox para Lucas vs. R$ 150 a R$ 10 mil nas demais pontas). As transações se distribuem por anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado, e as despesas com Facebook são gastos típicos de campanha digital. Não há um fato único que force a checagem, mas também não há um padrão partidário/coligação óbvio que explique tudo — fica no meio.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 165.674,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes) e valores muito díspares: R$ 110 mil de despesa com o Facebook, R$ 53,9 mil de doação da Rinobox ao candidato Lucas, R$ 1,5 mil de doação do Facebook ao candidato Danilo e R$ 253 de despesa de Danilo com a Rinobox. As conexões Facebook→Danilo e Danilo→Rinobox são de baixíssimo valor e podem ser apenas transações rotineiras de campanha (impulsionamento de conteúdo e uso de solução financeira), sem relação causal com o restante do ciclo. Não há um fato concreto que force uma explicação improvável, mas também não há um padrão partidário/coligação claro que explique tudo de forma trivial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 69.469,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e UFs diferentes (NOVO-MG, PRTB-DF) e duas empresas, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 53,9 mil) é uma doação da Rinobox a Lucas Gonzalez, e as demais passagens são de baixo valor ou despesas comuns (Facebook Ads). Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 71.889,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PRTB) e empresas de ramos distintos (Facebook, Rinobox), mas as transações estão em anos diferentes (2022 e 2024) e os valores são modestos. A maior parte do fluxo é explicável por doações e despesas usuais de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 69.174,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (NOVO, PL, PRTB) e uma empresa de serviços financeiros, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e em anos diferentes (2022 e 2024). O valor total é modesto (R$ 69 mil) e a maior parte vem de uma doação da RINOBOX a Lucas Gonzalez, que não retorna à empresa. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade; o loop pode ser coincidência de fluxos eleitorais comuns.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 108.415,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do NOVO em MG (Lucas e Doris) e uma empresa (Rinobox) que doou R$ 53.921,54 a Lucas e depois recebeu R$ 98,89 de despesa da campanha de Doris, fechando um loop com um intermediário sem nome. O valor da doação da Rinobox a Lucas é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo (R$ 5.728,75 e R$ 48.666,67), e a empresa aparece nos dois lados da cadeia, o que dificulta explicar como coincidência simples. Apesar de ambos serem do mesmo partido, a assimetria de valores e a presença de uma empresa de soluções financeiras doando alto para um candidato e recebendo de volta da campanha de outra candidata merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 61.674,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (NOVO em 2018/2020/2022 e PRTB em 2022), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, e a presença de empresas conhecidas (Facebook) e de uma financeira (Rinobox) não é intrinsecamente anômala. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 127.720,43
IA · deepseek-flash Todas as entidades políticas envolvidas são do partido NOVO em Minas Gerais, o que torna plausível que o ciclo decorra de repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 127,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A empresa RINOBOX aparece como doadora de Lucas e também como fornecedora de Dóris, mas o valor pago por Dóris é irrisório (R$ 98,89) e não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido à mesma origem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 63.357,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 63 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias parciais (Lucas e Débora são do NOVO-MG; Cristina é do PATRIOTA), o que enfraquece a ideia de um grupo coeso, mas também não explica tudo. A RINOBOX aparece doando R$ 53,9 mil a Lucas e recebendo R$ 236 de Cristina, o que pode ser mera coincidência de fornecedor. Sem mais contexto, não há um fato isolado que destoe claramente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 71.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do partido NOVO em Minas Gerais, com valores baixos e transações espaçadas entre 2018 e 2026. A maior parte do fluxo é compatível com repasses internos de direção partidária a candidatos e doações entre aliados do mesmo campo político. O único ponto fora do padrão é a doação de Mateus Simões (PSD) a Lucas Gonzalez (NOVO), mas o valor de R$ 5.000 é pequeno e pode ser explicado por relação pessoal ou apoio pontual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 132.691,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 132,7 mil, mas as transações têm ordens de grandeza muito diferentes: RINOBOX doa R$ 53,9 mil a Lucas, enquanto Marcelo paga apenas R$ 238,59 à mesma RINOBOX. Além disso, a RINOBOX é uma empresa de 'soluções financeiras' que doa para um candidato e recebe de volta de outro candidato do mesmo partido, sem que se saiba o serviço prestado. O elo de volta fecha o ciclo, mas os valores e a natureza da empresa justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.709.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 500 a R$ 4.000) exceto por uma doação de R$ 1,7 milhão da direção estadual do NOVO a Mateus Simões em 2026. Três das quatro entidades são do partido NOVO em MG, o que explica a maioria das conexões como movimentação interna partidária. A única ligação fora do NOVO é a doação de Mateus Simões (PSD) a Lucas Gonzalez (NOVO) em 2018, que pode ser uma doação entre candidatos de campos distintos, mas não há elementos suficientes para afirmar que o ciclo seja anômalo ou rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 130.880,60
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PRTB) e anos distintos (2020-2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, as transações com Facebook são despesas típicas de impulsionamento de conteúdo, e a doação da Rinobox a Lucas de Vasconcelos Gonzalez (R$ 53,9 mil) é o único fluxo de valor relevante, sem retorno direto a ela. O ciclo não é claramente fechado em curto prazo nem há valores desproporcionais que sugiram conluio, mas a presença de uma empresa de soluções financeiras doando para campanha e recebendo de outro candidato merece checagem.