severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 68.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (UNIÃO e PDT) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 68 mil no total) e as transações são de naturezas distintas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não há uma explicação rotineira evidente.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 17.239,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas o candidato Nivaldo Rita (PC do B) e a direção municipal/comissão provisória do próprio partido, uma relação partidária legítima e comum. O valor total é baixo (R$ 17,2 mil) e as transações são doações do partido ao candidato e despesas do candidato ao partido, padrão típico de repasses e ressarcimentos internos de campanha. Não há indício de empresa privada ou terceiro sem vínculo partidário no loop.
severidade alta2 nósR$ 10.392,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 140.238,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (Gilberto Vargas, Denise Pessoa e a campanha de João Edegar Pretto ao governo), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de coordenação. Os valores são modestos (R$ 4,4 mil de doação, R$ 1,8 mil de despesa e R$ 134 mil de despesa) e as datas se distribuem entre 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.049,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o diretório nacional do PCB repassando R$ 13.178,64 a um candidato do SOLIDARIEDADE no AP e o candidato pagando R$ 870,88 de volta ao mesmo diretório. Os valores são modestos e a volta é pequena (cerca de 6,6% do que entrou), o que é compatível com repasse partidário seguido de despesa/ressarcimento. Não há, nos fatos fornecidos, elemento que destoe do padrão comum de movimentação entre partido e campanha.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.237.595,38
IA · deepseek-flash O fluxo principal é uma doação de R$ 1.237.594,58 da direção nacional do PCB para a candidata Ana Júlia Carepa em 2018, valor compatível com repasse partidário a candidato. O retorno é uma despesa de apenas R$ 0,80 (80 centavos) da candidata para a direção nacional, provavelmente um estorno ou ajuste contábil irrelevante. Não há ciclo fechado de valores significativos, e a diferença de partido (PCB doador, PT da candidata) é comum em coligações proporcionais. O caso não apresenta indício que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção nacional do próprio partido (PC do B) e uma candidata filiada ao mesmo partido, em ano eleitoral. Doações de direção partidária a candidatos e despesas de campanha pagas ao partido (ex.: repasses de recursos, devolução de sobras, custos compartilhados) são padrões comuns e legítimos. O valor total (R$ 19 mil) é modesto e não destoa de movimentações típicas de campanha municipal.
severidade alta2 nósR$ 10.022,45
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 22.022,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção nacional do mesmo partido (PC do B), o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários entre candidatos e a sigla. Os valores são modestos (R$ 5.000, R$ 17.000 e R$ 22,45) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há indício de empresa privada doando e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado entre a candidata Dayse (PSB-PA) e Daniel Cavalcante Goncalves: ela recebeu R$ 2.000 de doação dele em 2020 e, em 2022, pagou R$ 10.000 a ele como despesa de campanha. O valor pago é 5x maior que o recebido, e não há informação de partido/coligação comum que explique a relação como repasse interno. O retorno do dinheiro para a mesma pessoa que doou, com valor ampliado, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.465,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha de prefeito do PSB e uma entidade sem nome identificada apenas por CNPJ, com valores modestos (R$ 126,50 de doação e R$ 11.200,00 de despesa). Não há informação sobre a natureza da entidade (se é diretório partidário, fornecedor ou outra campanha), o que impede avaliar se o fluxo é um repasse partidário comum ou algo atípico. O valor da despesa é cerca de 88 vezes maior que a doação, mas sem contexto do ramo ou do serviço prestado não dá para dizer se é desproporcional. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome NOGUEIRA, sugerindo vínculo familiar direto (possivelmente pai e filha), o que é um padrão comum em campanhas de pequeno porte. A doação de R$ 1.050,00 em 2020 e as despesas de R$ 12.700,00 em 2022 são de ordens de grandeza diferentes e em anos distintos, não configurando um retorno imediato do mesmo valor. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores atípicos que fujam do padrão de campanhas municipais.
severidade alta2 nósR$ 10.800,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 19.029,70
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (PA), o que é um padrão comum em doações entre aliados políticos. O valor total é relativamente baixo (cerca de R$ 19 mil) e as transações ocorreram em anos diferentes (2020 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A diferença de valores e a quantidade de transações (1 doação em 2020 e 2 doações em 2024) sugerem movimentações normais de campanha, como apoio mútuo ou ressarcimento.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto (R$ 5.500 de doação de MAELTON para THIAGO e R$ 6.000 de despesa de THIAGO para MAELTON, no mesmo ano de 2022), mas os valores são próximos e compatíveis com um ressarcimento ou pagamento por serviço prestado. Não há informação sobre o ramo de atividade de MAELTON nem sobre a natureza da despesa, o que impede afirmar que seja um padrão legítimo ou um caso que mereça checagem prioritária. Sem esses elementos, os fatos não apontam claramente para nenhum dos lados.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.212,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em anos diferentes (2020 e 2022) e partidos distintos (PSD e PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 7.000 e R$ 1.212) e as transações são de naturezas diferentes (doação, despesa, despesa), o que não configura um loop fechado típico de devolução de recursos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações de campanha de pequeno porte, mas também não há explicação simples e clara para o encadeamento.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 57.711,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do partido (PTB) repassando recursos ao candidato e o candidato pagando despesas de volta à mesma direção. Esse tipo de movimentação entre candidato e órgão partidário é comum em campanhas, podendo ser repasse de verba do fundo partidário e posterior ressarcimento de despesas. Os valores são modestos (R$ 50 mil de doação e R$ 7,7 mil de despesa) e não há indício de empresa privada no ciclo.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 91.593,91
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 91,5 mil no total) e três pessoas físicas, sendo duas delas com sobrenome Hage e atuação política no Pará, o que sugere relação familiar ou de aliados. As transações são de doação e despesa de campanha, com a maior parte (R$ 89,9 mil) sendo doação de Rosa para José Alfredo, algo comum entre parentes ou correligionários. O trecho que fecha o ciclo via Jesus de Sales Mendes movimenta apenas R$ 1,6 mil, valor baixo que pode ser ressarcimento ou despesa ordinária. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Lilian Kelly Rodrigues Silva doou R$ 1.000,00 para a campanha de José Alfredo Silva Hage Junior em 2020, e a campanha pagou R$ 10.500,00 a Lilian em 2020 e 2022. Não há informação sobre partido ou cargo de Lilian, nem sobre a natureza dos pagamentos, o que impede avaliar se há vínculo partidário ou se os valores são compatíveis com serviços prestados. O valor de ida e volta é pequeno e a diferença de ordem de grandeza pode ser explicada por ressarcimento ou pagamento por serviços, mas a ausência de detalhes torna o caso apenas merecedor de checagem manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 91.993,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 1.000 em cada ponta do loop) e a maior parte do volume (R$ 89.993,91) é uma doação direta de Rosa para José, ambos com sobrenome Hage e atuação política no Pará, o que sugere relação familiar/aliada. O elo intermediário (Bertoni) movimenta apenas R$ 1.000 em cada direção, valor baixo que pode ser ressarcimento ou despesa rotineira. Não há indício forte de triangulação com valores vultosos, mas a diferença de partido (PP x PSC) e o ciclo fechado entre pessoas com sobrenome comum merecem uma olhada rápida.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Maria do Carmo Moreira Barbosa doou R$ 13.500 a José Alfredo Silva Hage Junior (PP) em 2018 e 2020, e recebeu R$ 3.000 como despesa de campanha em 2018. Não há informação sobre partido ou cargo de Maria do Carmo, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo partidário/coligação que explique a movimentação. O valor é baixo e o fluxo de retorno é menor que o de entrada, padrão compatível com prestação de serviço ou ressarcimento, mas a ausência de detalhes sobre a fornecedora deixa o caso sem fato concreto que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.345,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, com doações de Marcelo Cecim da Silva para Hipólito do Nascimento Gomes e despesas de Hipólito para Marcelo, totalizando R$ 18.345,00. Não há informação sobre partido ou coligação de Marcelo, cargo, vínculo empresarial ou tipo de despesa, o que impede avaliar se há relação legítima. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos, mas a ausência de contexto não permite classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Andre Rios de Rezende e Elivaldo Sousa) com transações em sentidos opostos no mesmo ano de 2020: uma doação de R$ 1.600 de Elivaldo para Andre e uma despesa de R$ 20.000 de Andre para Elivaldo. Não há informação sobre partido/coligação de Elivaldo nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um pagamento legítimo por serviço de campanha ou algo que mereça checagem. Os valores são modestos e a diferença de ordem de grandeza entre a doação e a despesa é compatível com um prestador de serviço que também doou à campanha.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas do mesmo partido (PSC) no Pará, o que é um padrão comum em coligações e alianças locais. Os valores são modestos (R$ 1.000 e R$ 10.000) e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza, então não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 21.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas delas filiadas ao mesmo partido (PSC) no Pará, o que oferece uma explicação simples de alinhamento político. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo doação, então não há um fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Paulo Vitor Lisboa da Silva doou R$ 11.200 a Fernando Flexa Ribeiro em 2018, e em 2022 a campanha de Fernando pagou R$ 3.000 a Paulo Vitor como despesa. Não há informação sobre partido ou cargo de Paulo Vitor, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo partidário/econômico legítimo ou se é apenas uma coincidência entre anos distintos. Os valores são modestos e as transações ocorrem em eleições diferentes, sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com partidos diferentes (MDB e PSB) e sem coligação ou vínculo partidário declarado entre elas, o que dificulta a explicação por repasse partidário ou aliança formal. Além disso, o loop fecha entre membros da mesma família (FABRICIO e ELIETH DA SILVA BRAGA) com um terceiro intermediário, e os valores giram em torno de R$ 3.500 a R$ 5.000, sem justificativa de lote ou serviço. O conjunto de doações e despesas cruzadas entre campanhas de partidos distintos e anos diferentes merece checagem humana.
severidade alta2 nósR$ 10.500,00
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 27.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (PSB e PSDB) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. O dinheiro sai de João Bosco (PSB) como despesa para Paulo Roberto, que doa para Denise (PSDB), que doa de volta para João Bosco, fechando um loop de R$ 27.450 em anos distintos (2018 e 2020). A ausência de explicação simples (mesma coligação, conta partidária, ressarcimento) e o retorno do valor à campanha de origem justificam checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 19.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas de partidos diferentes (PSB e PSDB) e em anos distintos, sem coligação ou conta partidária comum que explique o retorno do dinheiro. João Bosco pagou despesas a Antônio Carlos Lins Pinto em 2018, que em 2020 doou a Denise Terezinha Gabriel, que por sua vez doou a João Bosco em 2018 — um loop temporalmente invertido e partidariamente cruzado. O valor total é modesto (R$ 19.950), mas a ausência de vínculo partidário/coligação e a direção do fluxo justificam checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.450,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (GABRIEL), partidos diferentes (PSB e PSDB) e cargos distintos, o que poderia indicar relação familiar ou apenas coincidência. O valor total é baixo (R$ 13.450,00) e as transações ocorrem no mesmo ano (2018), com a maior parte sendo doações de Denise para João (R$ 11.950,00) e uma despesa de João para Denise (R$ 1.500,00). Não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro ou algo genuinamente estranho, sendo necessária checagem humana para contextualizar a relação entre as partes e a natureza dos gastos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 71.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas (Marco Antônio de Sousa Coelho e João Paulo Albuquerque Coelho), com R$ 66 mil doados em 3 transações e R$ 5 mil devolvidos como despesa, totalizando R$ 71 mil. Não há informação sobre partido ou coligação de Marco Antônio, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo entre os dois. O valor é modesto e a assimetria (doação maior que a despesa de retorno) não configura ciclo fechado de valores equivalentes, mas a ausência de dados sobre a relação entre as partes deixa o caso sem elementos claros para priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 49.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Caio Ayres de Souza Oliveira e João Paulo Albuquerque Coelho) com valores modestos (R$ 20.000 e R$ 19.000 doados, R$ 10.000 como despesa) em anos distintos (2020 e 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Caio, nem sobre a natureza da despesa paga por João Paulo, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo ou se é apenas uma relação pessoal. O padrão de devolução parcial de doação ou ressarcimento é comum e não configura, por si só, anomalia.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 94.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com partidos diferentes (MDB e PDT) e valores modestos (R$ 94 mil no total), distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos ou ressarcimentos, mas a presença de um terceiro sem partido/cargo identificado e a direção do fluxo (doação de Marco para João Paulo e despesa de João Paulo para Caio) não permitem descartar completamente a necessidade de checagem. Não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro, mas também não é totalmente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 90.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com sobrenomes coincidentes (Albuquerque Coelho), mas partidos diferentes (MDB e PDT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 90,5 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados ou familiares, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 95.500,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre duas pessoas com o mesmo sobrenome (Coelho), partidos diferentes (MDB e PDT) e cargos distintos no Pará, o que poderia indicar relação familiar ou de aliados. Os valores são modestos (R$ 95,5 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024), sem um padrão de ida e volta no mesmo ano ou de valores idênticos que caracterize um loop fechado artificial. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações entre parentes ou correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 72.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com sobrenomes Coelho (Marco Adriano e João Paulo Albuquerque Coelho) e um terceiro (Mariano Andrey da Silva/Andrade), mas os dois candidatos são de partidos diferentes (MDB e PDT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, a maior parte do valor (R$ 70.500) sai de Marco para João Paulo em 6 doações, e o retorno se dá por uma despesa de apenas R$ 400 de João Paulo a Mariano, que por sua vez doa R$ 1.300 a Marco — assimetria que não fecha um ressarcimento proporcional. O conjunto justifica checagem humana para entender a natureza dessas transferências entre parentes/aliados de partidos distintos.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 146.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com o mesmo sobrenome Coelho (Marco Adriano, João Paulo e Marco Antônio), sugerindo parentesco ou grupo familiar próximo, o que é padrão comum em doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 70,5 mil em doações e R$ 5 mil em despesa) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal suspeita. A diferença de partidos (MDB e PDT) não impede a explicação por laços familiares ou de coligação local. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 30.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve dois políticos com o mesmo sobrenome (Albuquerque Coelho), ambos do Pará, mas de partidos diferentes (MDB e PDT), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são modestos (R$ 30,5 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 104.651,20
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Iranilde doa R$ 2.500 à Cecília e, na mesma eleição de 2022, paga R$ 102.151,20 a ela como despesa — um retorno 40 vezes maior que a doação inicial. Não há informação de partido/coligação comum entre as duas, o que enfraquece a explicação por repasse partidário rotineiro. O desequilíbrio de valores e o fechamento do loop em um único ano eleitoral justificam checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.021,88
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome 'Rodrigues', de partidos diferentes (DC e DEMOCRATA) e cargos distintos, o que não configura automaticamente um padrão partidário comum. As transações são de baixo valor (R$ 13 mil no total) e distribuídas ao longo de vários anos, podendo refletir apoio familiar ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do razoável, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 43.339,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre dois políticos de partidos diferentes (PT e MDB) em anos distintos: Marcos de Lima Pinto doou R$ 3.000 a Antonio Gomes de Lima em 2018, e Antonio doou R$ 40.339 a Marcos em 2020. Não há coligação ou partido comum que explique automaticamente a reciprocidade, mas os valores e a diferença temporal não são extremos. Sem mais contexto (como vínculos familiares, empresariais ou acordos políticos locais), não é possível classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 26.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (José Eduardo Pereira da Costa e Emílio Bernardo Sales Ramos), com valores modestos (R$ 26.200 no total) e em anos diferentes (2018 e 2022). Não há informação sobre partido ou coligação de Emílio, nem sobre a natureza das despesas pagas a ele, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O padrão de doação seguida de despesa pode ser explicado por relações de campanha, mas a ausência de contexto torna o caso apenas inconclusivo.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 37.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com sobrenome idêntico (Neves) mas partidos diferentes (PT e UNIÃO), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. As doações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e em direções opostas, com valores que somam R$ 37.400,00, sem que os fatos indiquem ressarcimento ou sobra de campanha. A combinação de parentesco provável, partidos distintos e fluxo circular de recursos entre campanhas justifica uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 25.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: VAGNER SILVA DA COSTA doou R$ 2.400,00 para a campanha de JAQUES DA SILVA NEVES em 2018, e a campanha de JAQUES pagou R$ 23.000,00 em despesas a VAGNER em 2018 e 2022. Não há informação sobre partido de VAGNER nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um fornecedor contratado que também doou (padrão comum) ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é quase 10x a doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações da cadeia não dá para dizer se é anômalo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.420,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Janise Alves de Medeiros doou R$ 11.900 para Luiz Furtado Rebelo Filho em três anos (2020, 2022, 2024), e ele pagou R$ 1.520 a ela como despesa em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Janise, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor total é baixo e a despesa pode ser um ressarcimento ou pagamento por serviço, mas a recorrência das doações no mesmo período em que houve o pagamento merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 16.850,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (Rebelo), sugerindo relação familiar, e valores modestos (R$ 8.850 de doações e R$ 8.000 de despesa) distribuídos ao longo de vários anos. A movimentação pode ser explicada por apoio financeiro recíproco entre familiares em campanhas distintas, sem indícios de empresa ou fornecedor estranho ao contexto. Não há fato concreto que fuja de um padrão comum e legítimo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 61.413,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações e despesas entre Luiz Furtado Rebelo Filho (PP-PA) e Anderson Oliveira Cavalcante, com valores que se compensam ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Anderson, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O padrão de devolução de despesas de campanha a um doador é comum, mas a recorrência e a variação de grafia do nome merecem uma checagem humana para confirmar a regularidade.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 36.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Maria Aparecida Barros Cavalcante doou R$ 16.500 à campanha de Ana Júlia em 2018 e 2022, e a campanha pagou R$ 20.000 a Maria Aparecida em 2018. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou relação comercial entre elas, nem sobre a natureza do pagamento (serviço, cessão de veículo, etc.). O valor é modesto e o intervalo entre doação e despesa é de meses/anos, o que enfraquece a ideia de ciclo imediato, mas a ausência de contexto impede descartar ou confirmar estranheza.