Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 30 a R$ 125 mil) e anos distintos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm partidos diferentes (NOVO, PT) e não há indício de coligação comum. A maior transação (ELEGIS -> PAULO FIORILO, R$ 125 mil) é uma doação empresarial típica, e as demais são pequenas e espaçadas, sem padrão claro de retorno.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11,5 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem concentração temporal que sugira um loop coordenado. As maiores quantias (R$ 8,8 mil da ELEGIS para Camila Valadão e R$ 2,6 mil de Camila para a Vakinha) são de anos diferentes e não se conectam diretamente no mesmo período. As conexões entre os dois candidatos do NOVO (Alberto e Pedro) e a empresa ELEGIS são de valores baixos (R$ 30 e R$ 100) e podem refletir doações entre aliados ou despesas comuns de campanha. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito baixos (R$ 30, R$ 100, R$ 14,83, R$ 276,55) e um valor alto isolado (R$ 11.920) que não fecha o loop, mas sim sai da ELEGIS para AFRANIO. As entidades não compartilham partido/coligação clara (NOVO, PSOL, empresas), porém as transações estão espalhadas em anos diferentes (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo coordenado. A VAKINHA é uma plataforma de arrecadação, então receber despesa de campanha e fazer doação é comportamento típico do ramo. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) e três políticos, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 37,8 mil no total). A maior parte do fluxo é explicável: doações de uma empresa de crowdfunding a um candidato e despesas de campanha com a mesma plataforma. A doação de Fernando Palmeiro (PP) a Fernanda Barth (PL) em 2022 e a despesa de Luciano Zucco (PL) a Palmeiro em 2018 não configuram um ciclo fechado no mesmo período, e a diferença partidária não é suficiente para caracterizar algo bizarro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e valores modestos (R$ 27,5 mil no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2022. As conexões entre as pessoas físicas são majoritariamente do PODE, mas Tiago Chanan Simon é do MDB, o que enfraquece a hipótese de simples coordenação partidária. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora paga por um dos candidatos, o que pode ser uso legítimo do serviço, mas o fechamento do ciclo com valores pequenos e anos distintos não permite afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços de arrecadação online (Vakinha e Confia Brasil) e dois candidatos de partidos diferentes (PODE e NOVO), sem coligação comum evidente. Os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, mas a cadeia fecha um loop completo entre doações e despesas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, ramo incompatível), mas também não há explicação simples e legítima clara para o retorno do dinheiro à Vakinha.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PODE, PT) e duas empresas, com valores modestos (R$ 30,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas, e as demais transações podem ser doações, despesas com serviços online ou ressarcimentos comuns. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PODE, PT, MDB) e duas empresas, com valores pequenos e anos variados (2018-2020). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos por serviços, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PC do B/CE e PODE/PR), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 25.447,00 da Vakinha para Álvaro Dias) domina o total, enquanto as demais somam apenas R$ 1.175,28, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, o que pode gerar coincidências contábeis. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 69,4 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e de valores muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas empresas (Vakinha e Confia Brasil) são plataformas de arrecadação/serviços online, ramo compatível com doações e despesas de campanha, e os candidatos têm partidos distintos (PODE e NOVO), sem coligação comum evidente. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE-PR e NOVO-RJ) e uma empresa de arrecadação online (Vakinha) que aparece tanto como doadora de um senador quanto como recebedora de despesa de um candidato do NOVO, sem vínculo partidário ou coligação declarada entre eles. Além disso, a transação de R$ 8.350,00 de Rafael Hatab para Maurizio Spinelli em 2022 é de uma ordem de grandeza superior às demais do ciclo (que somam cerca de R$ 3.700,00), e o ramo da Vakinha (plataforma de arrecadação) não tem relação óbvia com os serviços da CONFIA BRASIL. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário e justificam checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e candidatos de partidos diferentes (PPL e PT), o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho. No entanto, as transações são de valores modestos (R$ 27,3 mil no total) e podem ser explicadas por doações legítimas entre candidatos, pagamentos de serviços à plataforma e ressarcimentos. A presença de uma doação de R$ 10.000 de Carlos Roberto para Renato Simões e um pagamento de R$ 5.333,67 de Renato à Vakinha.com não configura, por si só, um padrão inexplicável. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e campanhas de partidos diferentes (PPL e PT), mas os valores são pequenos e as transações se distribuem entre 2018 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. A Vakinha aparece como intermediária tanto recebendo doação quanto pagando despesa, o que é compatível com seu ramo de atuação. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre os envolvidos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a plataforma Vakinha, o candidato Jorge (PPL) e Renato Simões (PT), sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são pequenos (R$ 16,2 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, mas a passagem por uma plataforma de arrecadação e a intermediação de terceiros (Alexandre Medeiros de Moura) sem clara ligação partidária geram dúvida. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, nem elementos suficientes para considerá-lo rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27,2 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento claro de curto prazo. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PC do B/PCDOB), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses internos ou ressarcimentos. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de campanha.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 27.994,70 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Orlando Silva e Milton Ferreira Mendes são ambos do PC do B, e o Comitê Municipal de São Paulo do PC do B aparece como intermediário. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e as transações podem refletir doações, repasses partidários e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre desconhecidos sem partido comum), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 28,8 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e os valores são pequenos. Há elos partidários claros (PCdoB e direção municipal) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para despesas, o que pode explicar o vai-e-vem. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 22,7 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (PPL entre Jorge e Denise; PCdoB entre Orlando e Sonia), mas não uma coligação única que explique tudo. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de despesa, o que pode ser coincidência de nome ou uso legítimo. Sem valores atípicos ou fornecedor de ramo incompatível, os fatos não apontam claramente para algo rotineiro nem para algo claramente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com valores muito díspares (de R$ 71 a R$ 40 mil) e anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por vários candidatos, e o Comitê Estadual do PCdoB aparece como doador e recebedor de despesas, padrão comum em prestações de contas partidárias. Não há um fato único que destoe claramente (fornecedor fora do ramo, valor uma ordem de grandeza acima, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos entre Jorge (PPL) e os demais (PCdoB).
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 78,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e a maioria das setas passa pelo Comitê Estadual do PCdoB, o que é compatível com repasses partidários rotineiros. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doar quanto para receber pagamento de despesa, o que pode ser coincidência operacional. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo ou ciclo fechado no mesmo ano) que justifique priorização humana clara.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos e entidades que compartilham vínculos partidários (PCdoB/PPL em SP), o que permite explicar a movimentação como repasses internos, doações entre aliados ou ressarcimentos. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de pequeno valor, o que é compatível com seu ramo. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado para justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (PCdoB de SP: Orlando, Keila e a Direção Estadual/Distrital), com repasses de direção partidária a candidatas e despesas de campanha a fornecedores, padrão comum em prestações de contas. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada por Jorge (PPL) em 2018 e por Keila (PCdoB) em 2018, valores pequenos e compatíveis com uso de crowdfunding. O elo entre Jorge (PPL) e Orlando (PCdoB) é de apenas R$ 1.500,00, quantia modesta que pode ser doação entre candidatos ou ressarcimento. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de ramo que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos e majoritariamente transações de 2018 entre candidatos do mesmo campo político (PCdoB/PPL) e a direção estadual do PCdoB, o que é compatível com repasses partidários e uso de plataforma de arrecadação. A ligação entre Jorge Venâncio (PPL) e Orlando Silva (PCdoB) em 2020 é de apenas R$ 1.500 e pode ser doação entre aliados. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas o fechamento do loop com a Vakinha merece uma olhada humana leve.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 50.908,40, com transações que atravessam anos e partidos diferentes (PPL, PCdoB, PT) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Chama atenção que a Vakinha (plataforma de arrecadação) apareça como doadora de R$ 14.650,00 a um candidato do PPL em 2018 e, depois, como recebedora de despesas de campanha do PT em 2018, o que não é o fluxo típico de uma plataforma de crowdfunding. Além disso, há um salto de uma doação de R$ 1.500,00 entre candidatos para uma despesa de R$ 15.000,00 paga a uma campanha de deputado estadual, valor dez vezes maior e sem explicação aparente na cadeia.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 100.000 da direção estadual a Leandre Dal Ponte, enquanto as demais somam cerca de R$ 1.378. As conexões entre Maria Letícia (PV) e Leandre Dal Ponte (PSD) passam por uma empresa de arrecadação (Vakinha) e pela direção estadual, mas não há partido ou coligação comum explícita entre os dois candidatos. O valor de R$ 100.000 vindo da direção estadual é compatível com repasse partidário, mas o restante do ciclo é de baixa materialidade e não permite afirmar se é coincidência ou algo a checar.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (MDB e PP) e em anos distintos (2020 e 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. O valor total é baixo (R$ 11.500), mas o desenho de ida e volta entre os mesmos atores — doação de Valdeir a Miguel em 2020, despesa de Miguel a Luiz Cláudio em 2024, doação de Luiz Cláudio a José Marcionilo e despesa deste de volta a Valdeir — é um fato concreto que foge do padrão de repasse partidário ou ressarcimento simples. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 17.750, mas as transações estão distribuídas em anos diferentes (2018 e 2022) e os partidos (PC do B, Solidariedade, PSB) não formam uma mesma coligação declarada. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não há explicação simples e única que feche o ciclo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes Rodrigues da Silva e atuação no mesmo estado (RN), mas em partidos diferentes (PP e MDB) e anos distintos (2020, 2022, 2024). As transações são de baixo valor e espaçadas no tempo, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados regionais, mas também não é possível descartar coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Pedro Cunha Lima e Cibelle Cavalcanti) são do mesmo partido (PSDB-PB), o que oferece uma explicação plausível de coordenação de campanha ou repasses internos. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não são idênticos, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há indício claro de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante. Os fatos não apontam nem para um padrão rotineiro evidente nem para algo claramente anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e a direção estadual do PSDB na Paraíba, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 42.900) é uma doação da direção estadual ao candidato a governador, padrão comum. As demais transações são de pequeno porte (R$ 3.020, R$ 5.000 e R$ 0,14) e podem ser ressarcimentos ou despesas ordinárias. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSDB da Paraíba (Pedro Cunha Lima, Cássio Cunha Lima e Cibelle Cavalcanti), com repasses que podem ser explicados por doações entre aliados do mesmo partido e devolução de sobra de campanha. O valor total é modesto (R$ 56 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (UNIÃO e PSDB) e uma empresa gráfica, com valores que não fecham: a campanha de Pedro paga R$ 67.700 à gráfica, mas o elo de retorno a Bruno é uma despesa de R$ 30.000 a Harrison, que não é a gráfica. Além disso, a transação de Bruno para Harrison ocorre em 2020, enquanto as demais são de 2018, quebrando a lógica de um ciclo no mesmo pleito. Esses fatos dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário e justificam checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome 'Cunha Lima' e partidos diferentes (UNIÃO e PSDB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A empresa GRAFICA J B LTDA recebe R$ 67.700,00 de Pedro Oliveira Cunha Lima e o ciclo se fecha com um pagamento de Bruno Cunha Lima a Harrison Alexandre Targino, que havia doado a Cássio Rodrigues da Cunha Lima. O valor total de R$ 1,145 milhão e a presença de uma gráfica como elo final justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 124.900,00, com o dinheiro saindo de Bruno Cunha Lima (UNIÃO) para Harrison Targino, depois para Cássio Cunha Lima (PSDB), em seguida para a Gráfica J B e retornando a Bruno. As transações ocorrem em anos e partidos diferentes (UNIÃO e PSDB), sem coligação comum declarada, e o valor pago à gráfica (R$ 72.260,00) é de uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, o que dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (UNIÃO, PSDB) e um diretório estadual do PSD, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores e anos são distintos (2018 e 2020), as transações não formam um ciclo fechado no mesmo ano e há apenas quatro movimentações, sem indício de empresa fachada ou valor fora de ordem. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, PC do B, PT) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. A maior parte do valor (R$ 14.852,00) é uma doação da empresa para Isadora Penna em 2018, e o retorno à empresa é uma despesa de apenas R$ 53,96 em 2018, o que não caracteriza devolução significativa. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações partidárias comuns, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente distintos (PSOL e PSB) e as empresas atuam em ramos de tecnologia/consultoria, compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSOL/ES, MDB/GO, PSB/GO) e se estende por vários anos (2018 a 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 21,5 mil no total) e as transações podem refletir doações e despesas legítimas entre campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço). Faltam elementos para afirmar que é rotineiro ou genuinamente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL), mas de estados e anos diferentes, e duas empresas de tecnologia/consultoria. As transações são de baixo valor e ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados partidários, mas a combinação de entidades e a circularidade justificam uma verificação humana para descartar coincidência ou erro de registro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desiguais. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL) e há uma empresa de tecnologia que presta serviços a campanhas, o que pode explicar as despesas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados e fornecedores, mas a estrutura circular merece uma checagem para descartar coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, SOLIDARIEDADE, REDE) e uma empresa de tecnologia, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 23,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), com a maior parte concentrada em 2018. A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 53,96) é irrisório, podendo ser um reembolso ou taxa. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de São Paulo em anos diferentes (2018 e 2022), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e repasses internos. Porém, a empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo despesas de outro, e o valor total é modesto (R$ 11 mil), sem indícios de valores atípicos ou fornecedores fora do ramo. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas a circularidade entre campanhas do mesmo partido em anos distintos merece uma checagem simples para confirmar se são repasses regulares.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSOL (Thais Ferreira, Luciana Boiteux e Ana Claudia Mielke) e a direção municipal do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. A empresa Pague Junto aparece tanto como doadora de Thais quanto como fornecedora de Ana Claudia, mas os valores são modestos (R$ 20,2 mil e R$ 508) e podem refletir contratação de serviços de intermediação de pagamentos de campanha. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado de movimentação partidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos e entidades de campanhas de partidos diferentes (PSB e PSOL), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 13.420,00) é uma doação da ELEGIS para Leandro de Lima Lira, e as demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por serviços prestados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (MDB-GO, PSOL-SP, PSB-GO) e duas empresas, com valores baixos e anos variados (2018, 2022, 2024). Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A cadeia pode ser coincidência entre campanhas ou ressarcimentos, mas a ausência de vínculo partidário comum e o fechamento do loop justificam uma checagem humana sem que se possa afirmar que é claramente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que doou R$ 13.348 a uma candidata do PR e recebeu R$ 669,37 de despesas de um candidato do PODE, valores pequenos e de anos diferentes (2018 e 2020). As conexões intermediárias (Gilberto Kajiwara) não têm partido/coligação informados, e os valores não são de ordem de grandeza anômala. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre campanhas, mas também não dá para afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que doou R$ 13.348 a uma candidata do PR em SP e, anos depois, aparece recebendo despesas de um candidato do PSB no AC, sem partido ou coligação em comum entre os elos. Além disso, há um elo sem nome (22074759215) e a cadeia fecha entre pessoas de partidos e estados distintos, o que dificulta explicar como coincidência de mesma coligação. O valor total é baixo, mas a estrutura circular entre entidades sem vínculo partidário claro merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 83,7 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As duas empresas do circuito (PAGUE JUNTO e ELEGIS) atuam em tecnologia/consultoria, ramo compatível com serviços de campanha, e há candidatos de partidos distintos (PSOL e PCdoB) que podem ter relações políticas legítimas. Não há um fato único e concreto que force uma checagem, como ciclo curto no mesmo ano ou valor de ordem de grandeza destoante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 80 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são muito díspares: a maior doação (R$ 36 mil) é de uma empresa para uma candidata do PSOL em 2018, enquanto as demais são de pequeno porte. Não há um fluxo circular claro e concentrado no tempo, e as conexões entre os agentes podem ser explicadas por relações partidárias (PSOL) ou por serviços prestados por empresas de tecnologia/consultoria. Faltam elementos como mesma coligação explícita ou valores equivalentes que caracterizem um loop suspeito.