severidade média4 nósIA: bizarroR$ 100.879,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e dois políticos do PT do RS, com um intermediário (Gilberto Vargas) que não aparece como candidato ou partido. A ESSENT doou à campanha de Bohn Gass em 2018 e recebeu despesa da campanha de Pretto em 2022, enquanto Vargas doou a Pretto e recebeu despesa de Bohn Gass no mesmo ano, formando um loop de R$ 100,9 mil. Embora os valores não sejam absurdos e haja vínculo partidário entre os políticos, a presença de um intermediário sem cargo/partido declarado e a coincidência de sentidos opostos entre doação e despesa justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.053,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT do RS (Bohn Gass, Vogel e Schwertner), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. A empresa ESSENT JUS é de contabilidade/consultoria, ramo típico de prestação de serviços a campanhas, e recebeu pagamentos de Schwertner em 2018 e 2020, o que explica a ponta final do loop. Os valores são modestos (R$ 21 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.457,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,4 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT no RS, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e incluem tanto doações quanto despesas com serviços contábeis, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo curto entre desconhecidos), então não há elemento concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.988,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 20,9 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026). As conexões podem ser explicadas por serviços contábeis prestados a campanhas do mesmo partido e por doações entre aliados, mas a cadeia fechada com uma empresa de contabilidade no centro merece uma olhada rápida. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.538,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,5 mil) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) e atuação no RS, o que pode ser explicado por relações políticas e prestação de serviços contábeis rotineiras. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira um loop imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.625,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 77,6 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Porém, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora de um deputado federal e depois como fornecedora de uma deputada estadual, o que poderia ser apenas relação comercial normal, mas também mereceria checagem. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 98.515,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS e uma empresa de contabilidade, o que poderia ser explicado por prestação de serviços contábeis e doações entre aliados. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno claro à origem, dificultando a caracterização como um loop fechado. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.953,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. As entidades compartilham vínculos partidários (PT/RS) e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser explicado por relações comerciais e políticas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.256,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT no RS (Jeferson, Elvino e Luciano), o que permite explicar parte das transações como despesas de campanha a fornecedores e repasses dentro do mesmo campo político. Porém, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece simultaneamente como doadora de Elvino e recebedora de despesas de Jeferson, e o elo final da cadeia (Luciano -> Eduardo Silveira -> Jeferson) não tem partido/coligação declarado, dificultando fechar a explicação simples. Os valores são modestos (R$ 26 mil no total) e as transações estão espalhadas por 2018, 2022 e 2024, o que reduz a aparência de ciclo curto e fechado. Não há um fato isolado que salte aos olhos como claramente anômalo, mas também não dá para descartar sem checar a relação entre a ESSENT e os candidatos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 185.879,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas campanhas do PT/RS, mas o elo intermediário é uma pessoa física (SOFIA CAVEDON NUNES) que não aparece como candidata nem como entidade política. A campanha de ELVINO paga R$ 123.000 a essa pessoa e, no mesmo ano, ela doa R$ 15.000 a JOAO EDEGAR PRETTO, enquanto a campanha de PRETTO paga R$ 38.088 à mesma ESSENT que havia doado a ELVINO em 2018. O retorno do dinheiro à empresa de contabilidade via despesa de campanha, depois de passar por uma pessoa física sem vínculo partidário declarado, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 77.251,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass (PT) e também recebe despesas da campanha de Eduardo Leite (PSDB), partidos diferentes. Além disso, há uma doação de Aldo Chiattone (PTB) para Eduardo Leite (PSDB), e uma despesa de Elvino Bohn Gass (PT) para a empresa NOVA GERAÇÃO, que não aparece como doadora no ciclo. A presença de partidos distintos e a empresa de contabilidade no centro do loop dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.014,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 19 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT) e geográficos (RS), o que é compatível com movimentações rotineiras entre campanhas aliadas. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como prestadora de serviços contábeis, o que pode explicar o retorno de recursos como pagamento por serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 153.879,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e João Edegar Pretto) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que doou para um deles e recebeu despesa do outro, fechando um loop de R$ 153,9 mil. O ponto que chama atenção é a assimetria: Elvino pagou R$ 100 mil a Jeferson Oliveira Fernandes, que doou R$ 6 mil a Pretto, enquanto Pretto pagou R$ 38 mil à Essent, que havia doado R$ 9,8 mil a Elvino. Não há explicação simples e documentada para esse encadeamento específico, embora a conexão partidária e a natureza contábil da empresa possam ter justificativas legítimas que precisam ser verificadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.481,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS, PRD-MT) e se estende por vários anos (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 16,4 mil no total) e as transações parecem ser doações e despesas de campanha comuns, sem indício de retorno direto do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar vínculos entre as pessoas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 269.126,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e despesas de contabilidade. A maior transação (R$ 180 mil) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para a campanha de João Edegar Pretto, ambos do mesmo partido, o que é padrão comum em coligações. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como prestadora de serviços contábeis, o que explica o retorno do dinheiro sem indicar irregularidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 194.725,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores compatíveis com honorários contábeis. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e a doação de R$ 180.000 de Elvino para João Edegar Pretto (governador) em 2022 é típica de repasse dentro da mesma coligação. Não há um fato concreto que fuja do padrão de relacionamento entre políticos do mesmo partido e um fornecedor de serviços contábeis.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 200.633,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT/RS (Bohn Gass, Antonio Valdeci e Frederico Silva) e uma empresa de contabilidade, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, sem uma quantia que destoe. Não há um fato isolado que fuja do padrão de doações e despesas entre membros do mesmo grupo político, mas também não é possível descartar coincidência sem checar a relação entre as entidades.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 202.880,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores comuns. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é uma relação comercial rotineira. O valor total de R$ 202 mil é modesto e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um padrão de devolução rápida de grandes somas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 244.271,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos que se cruzam de forma compatível com prestação de serviços e doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do loop com uma empresa de contabilidade pagando e recebendo de campanhas do mesmo grupo merece uma checagem humana para confirmar se são serviços reais e doações lícitas. O caso não é claramente rotineiro nem claramente bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 195.083,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito desiguais: a maior transação (R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) não fecha o loop diretamente, e as demais somam apenas cerca de R$ 15.000. As conexões entre as entidades são majoritariamente dentro do PT/RS ou com uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 205.897,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass (PT) e, em outro momento, recebe pagamentos de despesa da campanha de Assis Flávio (PC do B), que por sua vez recebeu doação da campanha de João Edegar Pretto (PT). Embora haja conexão partidária entre PT e PC do B, o retorno de recursos da campanha de Assis para a mesma empresa que doou a outro candidato fecha um loop com valores expressivos (R$ 205,9 mil) e não tem explicação simples como mera coincidência de coligação. A diferença de anos (2018 e 2022) e a intermediação de uma empresa privada justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.396,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PC do B, DEM) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são heterogêneos e as transações parecem serviços contábeis e repasses eleitorais comuns, sem um elo direto e fechado entre as mesmas pessoas ou empresas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o alerta de imediato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 231.086,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 9,7 mil, R$ 40,9 mil, R$ 180 mil e R$ 32,8 mil) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (PT-RS) e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é compatível com relação comercial legítima. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, mas também não dá para descartar sem checar a cronologia e a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 192.652,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSB) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que poderia explicar pagamentos, mas a doação de R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass (PT) para João Edegar Pretto (também PT) e a subsequente doação de R$ 380 da campanha de Pretto para Bruna Rodrigues (PSB) não formam um ciclo direto e fechado. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores e anos são díspares. Não há um fato isolado que seja claramente inexplicável, mas a combinação de partidos distintos e a intermediação de uma empresa de contabilidade merece uma olhada mais atenta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 196.088,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas contábeis. A maior transação (R$ 180 mil) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para a campanha de João Edegar Pretto, ambos do PT, o que é um padrão comum de apoio dentro do mesmo partido. As demais movimentações são de baixo valor e podem ser explicadas por serviços prestados ou ressarcimentos, sem indício de enriquecimento ilícito ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.113,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 480 a R$ 180.000) e entidades de partidos diferentes (PT e PSDB), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha a governador em 2022, compatível com repasse partidário, e as demais são de baixo valor. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 194.438,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT e PSDB), mas as transações são de anos distintos (2018, 2022 e 2024) e os valores são modestos. A ESSENT JUS Contabilidade aparece como doadora de Elvino Bohn Gass em 2018 e como fornecedora de Everton Alves em 2024, o que pode ser apenas relação comercial recorrente com políticos da região. O elo entre Elvino e Everton se dá via doação da campanha de João Edegar Pretto (PT) a Everton em 2022, o que pode refletir aliança local ou repasse partidário, não necessariamente um conluio.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 190.484,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PC do B) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por contratação de serviços contábeis (ESSENT) e doações entre aliados políticos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 330.083,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Denise da Silva Pessoa) e uma empresa de contabilidade, com valores que variam de R$ 6 mil a R$ 180 mil. A maior transação é uma despesa de R$ 180 mil de Bohn Gass para João Edegar Pretto, que depois doa R$ 134 mil a Denise, mas Pretto não aparece como entidade nomeada no resumo, dificultando avaliar se há vínculo partidário. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga por Denise, o que pode ser coincidência de mercado ou merecer checagem, mas sem mais dados não dá para cravar estranheza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 326.288,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Denise Pessoa e Vladimir Duarte) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores modestos e compatíveis com doações e despesas típicas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024) e podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos por serviços contábeis. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores muito acima do padrão.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 201.849,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no Rio Grande do Sul, partidos que normalmente atuam em coligação, e uma empresa de contabilidade que presta serviços recorrentes a campanhas. As transações são de valores modestos (R$ 979,10, R$ 380,00, R$ 11.678,50) e a maior delas (R$ 180.000,00) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto, ambos do mesmo campo político, o que é compatível com repasse de campanha majoritária. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido à origem, apenas movimentação entre aliados e prestador de serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.170,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PV, PSD) e uma empresa de contabilidade, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há elos que não fecham diretamente (ex.: doação de ESSENT a ELVINO em 2018, despesa de JAIRO a ESSENT em 2020, doação de CRISTIANO a JAIRO em 2020, doação de comitê de João Edegar Pretto a CRISTIANO em 2022, e despesa de ELVINO a João Edegar Pretto em 2022). O valor total é modesto (R$ 195 mil) e a maioria das transações pode ser explicada por relações partidárias ou prestação de serviços contábeis, sem um fato único que destoe claramente. Não há evidência de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum, nem valores de ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 194.393,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores que não são absurdamente desproporcionais entre si. A doação de R$ 18 milhões de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto é grande, mas pode ser repasse de campanha majoritária dentro do mesmo partido, e as demais transações são de valores modestos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas a combinação de doações e despesas entre os mesmos agentes em anos diferentes merece uma olhada mais atenta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 202.248,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT/RS e atuam em pleitos sobrepostos, o que permite explicar as movimentações como repasses internos de campanha ou ressarcimentos. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de campanhas, o que é compatível com prestação de serviços contábeis. Não há um fato isolado que fuja do padrão partidário ou de valores, então não há elemento suficiente para priorizar como bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 199.286,27
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent Jus) e campanhas do PT no RS, mas o elo de retorno é uma despesa de apenas R$ 103,27 paga por Carla Cassais à mesma empresa que doou a Elvino Bohn Gass, enquanto o grosso do fluxo (R$ 180 mil) vai de Elvino para a campanha de João Edegar Pretto. A assimetria entre o valor doado pela empresa (R$ 9.791) e o valor que retorna a ela (R$ 103,27) não fecha um ciclo financeiro relevante, mas a coincidência de a empresa de contabilidade aparecer como doadora de uma campanha e prestadora de serviço de outra do mesmo grupo partidário merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um encadeamento que foge do padrão comum de doação entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 203.326,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos variados (2018 e 2022). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos por serviços contábeis, mas a existência de um loop fechado com uma empresa que presta serviços a um dos candidatos e recebe doações de outro merece uma checagem mais detalhada. Não há um fato isolado que seja claramente anômalo, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com a atividade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 235.332,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 235 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários claros (PT) entre os candidatos, o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou contratação de serviços contábeis. Não há um fato único e gritante que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 235.108,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa de contabilidade, todas ligadas ao PT no Rio Grande do Sul. A ESSENT presta serviços contábeis à campanha de Monica Facio, que por sua vez recebeu doação da campanha de João Edegar Pretto (mesmo partido), e Elvino Bohn Gass doou para a campanha de Pretto. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis e doações partidárias rotineiras, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.220,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 195 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha. Há elos partidários (PT, MDB, PSD) e a empresa Essent Jus aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é comum. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 191.832,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PCDOB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores e anos não formam um loop fechado e coerente: a doação da ESSENT a Elvino é de 2018, enquanto as demais transações são de 2022. Além disso, a ESSENT aparece como doadora em 2018 e como fornecedora de Daiana em 2022, o que pode ser apenas relação comercial normal. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível descartar completamente sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 232.342,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Elvino Bohn Gass e Maria Eunice Dias Wolf) e uma empresa de contabilidade, com valores e anos dispersos (2018, 2020, 2022). A maior transação é uma despesa de R$ 180 mil de Bohn Gass para João Edegar Pretto, que não aparece como entidade do loop, e a doação de R$ 42 mil veio de uma campanha de Edegar Pretto para Maria Eunice. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores de ordem de grandeza anômala, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesa de campanha e doando a candidato merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 242.008,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT do RS (Elvino Bohn Gass, Laura Sito e David Almansa Bernardo) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e prestação de serviços contábeis. Porém, o valor de R$ 180.000 pago por Elvino a João Edegar Pretto (que não aparece como entidade do loop) é uma ordem de grandeza acima das demais transações e não se encaixa claramente no ciclo, dificultando uma explicação simples. Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro; seria necessário verificar a relação entre Edegar Pretto e os demais, e a natureza dos serviços contábeis.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 202.671,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a Elvino Bohn Gass (PT) e recebeu despesas de Juliano Roso (PC do B), além de uma doação de comitê de João Edegar Pretto (PT) a Roso. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não são equivalentes, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. A ligação entre os agentes pode ser explicada por atuação política no RS, mas a recorrência de pagamentos à mesma empresa e a direção das setas merecem uma checagem manual para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 197.351,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve políticos do PT e PC do B no RS, partidos que normalmente estão na mesma coligação (como na chapa de João Edegar Pretto ao governo em 2022). As transações são de valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade, sem indício de enriquecimento ou desvio. O elo final (Wagner Pacheco pagando a Essent) é uma despesa de campanha com serviço contábil, o que é rotineiro. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para esse tipo de rede.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.426,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PC do B, PSDB) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é um padrão comum e legítimo no setor.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 199.573,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos variados (2018 e 2022). A maior transação (R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha em 2022, e as demais são doações e despesas de valores modestos. Não há um fato único que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão partidário comum, pois há elos com uma empresa privada e um político fora da lista de entidades. Falta informação sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes para um juízo mais seguro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.696,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 380 a R$ 180.000) e entidades de partidos diferentes (PT e PC do B), mas todas do RS, o que pode indicar alianças estaduais. A maior transação (R$ 180.000 de ELVINO BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de empresas de contabilidade e políticos de partidos distintos em um loop merece uma olhada humana para descartar coincidência ou repasse legítimo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 194.736,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos dispersos (2018-2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que caracterize um loop claro. As transações podem ser explicadas por relações partidárias comuns no RS (PT, PC do B e a candidatura de João Edegar Pretto em 2022), como doações entre aliados e pagamentos de serviços contábeis. O valor total de R$ 194,7 mil não é uma ordem de grandeza absurda para campanhas majoritárias, e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como prestadora de serviços, o que é comum no ramo contábil. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem uma checagem mais detalhada das notas fiscais e contratos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.423,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente políticos do PT/RS (Bohn Gass, Dionilso Marcon) e um do PSB, com valores modestos e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 180 mil de Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é comum. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar completamente sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 249.486,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Margarete Ferretti, Rodrigo Battistella e a campanha de João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal ou montante atípico. A empresa Essent aparece como doadora em 2018 e prestadora de serviço em 2024, o que pode ser coincidência de mercado, não um vínculo suspeito. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.