severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 231.571,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (PSD, Republicanos, PODE) e uma empresa de contabilidade, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 500 a R$ 215.000). A maior transação é uma despesa de R$ 215.000 de Jairo Jorge da Silva para a Direção Estadual do PSD, que pode ser repasse partidário legal, e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que é comum para prestadores de serviços contábeis. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em quatro anos torna o caso ambíguo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 226.828,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma vereadora do PODE, que doa para um prefeito do PSD, que repassa R$ 215 mil à direção estadual do PSD, que doa para outra prefeita do PSD, que paga despesa de volta à mesma empresa de contabilidade. Há um elo partidário claro entre Jairo, Diana e a direção estadual do PSD, o que poderia explicar parte do fluxo, mas a entrada da vereadora do PODE e a volta do dinheiro à ESSENT (via despesa de Diana) não têm justificativa simples nos fatos apresentados. O valor de R$ 215 mil é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que reforça a necessidade de checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 252.384,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma vereadora do PODE e recebe despesa de um prefeito do PSD, enquanto o próprio prefeito do PSD recebe doação da direção estadual do partido e outro prefeito do PSD paga despesa à direção estadual. A presença de uma empresa de contabilidade no meio de um fluxo que deveria ser político-partidário, somada à mistura de partidos (PODE e PSD) e ao fato de a empresa aparecer tanto como doadora quanto como fornecedora, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro. O valor total de R$ 252 mil não é absurdo, mas a estrutura circular com uma empresa privada de contabilidade justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 220.384,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha e depois recebe despesa de outra campanha da mesma cadeia, com valores que somam R$ 220 mil. A transação de maior valor (R$ 215.000,00) é uma despesa de Jairo Jorge da Silva para a direção estadual do PSD, enquanto as demais são de valores muito menores, criando uma disparidade de ordem de grandeza. Além disso, há uma vereadora do PODE (Jaqueline) no meio de uma cadeia predominantemente PSD, o que dificulta a explicação por simples coincidência de coligação. O retorno do dinheiro à empresa de contabilidade após ela ter doado a uma campanha merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 428.924,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma vereadora do PODE e recebe despesa de campanha de um vereador do PSD, partidos diferentes, sem coligação comum evidente. Além disso, o maior fluxo é uma despesa de R$ 215.000 de Jairo (PSD) para a direção estadual do PSD, que depois doa R$ 202.040 para Brasil Fernando (PSD), configurando um retorno quase integral de recursos partidários a um candidato do mesmo partido. A presença de uma empresa privada de contabilidade no meio de um ciclo que deveria ser entre campanhas e partido merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 281.782,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma vereadora do PODE, que doa para um prefeito do PSD, que paga despesa à direção estadual do PSD, que doa para um prefeito do PODE, que paga despesa à ESSENT. Há conexões partidárias (PODE e PSD) e a empresa presta serviços contábeis, o que poderia explicar pagamentos, mas a ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, e os valores são modestos perto do total. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação), mas também não é um padrão trivial de mesma coligação. Fica a dúvida sobre a real natureza do vínculo entre a empresa e as campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 257.805,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma candidata do PODE, que doa para um candidato do PSD, que paga despesa à direção estadual do PSD, que doa para um vereador do MDB, que paga despesa de volta à ESSENT. As entidades não compartilham partido/coligação comum (PODE, PSD, MDB) e a empresa de contabilidade aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O valor pago por Jairo Jorge à direção estadual (R$ 215.000) é uma ordem de grandeza acima das demais transações do ciclo, merecendo checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 219.798,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PODE, PSB) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum declarada. A maior transação é uma despesa de R$ 215.000,00 de Jairo Jorge da Silva para a Direção Estadual/Distrital, valor duas ordens de grandeza acima das demais movimentações do loop. Além disso, a empresa ESSENT aparece tanto doando para Jaqueline quanto recebendo despesa de Luis Carlos, fechando o ciclo de forma não trivial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 402.654,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSD, PODE, PL; 2018-2024), o que dificulta uma explicação por coligação única, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 400 mil de Bolsonaro para a Essent) é uma despesa de campanha presidencial, enquanto as demais são doações de baixo valor (R$ 500 a R$ 1.134). A conexão entre a empresa Essent e os demais personagens não é clara nos dados, e a diferença de escala e de contexto temporal impede afirmar que se trata de um loop coordenado ou de mera coincidência contábil.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.725,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma candidata (JAQUELINE) e também recebe despesas de campanha de dois candidatos do PSDB (LEANDRO e NELSON), enquanto a candidata do PODE paga uma empresa de tecnologia (ADSTREAM) que doou para NELSON. Há um fluxo cruzado entre partidos diferentes (PODE e PSDB) e empresas que prestam serviços umas às outras, sem que os fatos expliquem a razão dessas transferências. O valor de R$ 20.000,00 doado por ADSTREAM a NELSON é uma ordem de grandeza menor que as despesas de campanha, mas a existência de um loop fechado com entidades de partidos distintos justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 56.195,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PODE) e uma empresa de contabilidade que doa para uma vereadora e recebe despesa de um governador, sem coligação comum evidente. Além disso, há uma empresa (ADSTREAM) que aparece como doadora de um candidato e como fornecedora de outra campanha, sugerindo possível intermediação. O valor total é modesto, mas a combinação de partidos distintos e o papel central da contabilidade justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 47.352,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e tecnologia) e dois candidatos de partidos diferentes (PODE e PSDB), sem coligação comum declarada. A ESSENT aparece doando para a campanha de Jaqueline e recebendo despesas da campanha de Nelson, enquanto a ADSTREAM doa para Nelson e recebe despesas de Jaqueline, formando um loop fechado em 2020. O valor total de R$ 47 mil não é alto, mas a combinação de partidos distintos e empresas de ramos diferentes dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.734,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de estados e partidos diferentes (MDB/RS, UNIÃO/MT), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 11,7 mil no total) e há transações de anos distintos (2020 e 2024), o que pode indicar coincidência ou relações comerciais legítimas entre os envolvidos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.700,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSTU, UNIÃO) e empresas de contabilidade/consultoria, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 10.500,00) é uma despesa de campanha para uma empresa de contabilidade, serviço compatível com o ramo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas e fornecedores, mas a presença de partidos sem coligação comum e a sequência circular impedem uma explicação totalmente trivial.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.485,53
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa (ESSENT) doa a um prefeito de MT (UNIÃO), que paga despesa a 'Campanha do Bem', enquanto outra empresa (CDB) doa a uma vereadora do RJ (PSL), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 400.419,38 à ESSENT. O elo final é desproporcional: a campanha presidencial paga à ESSENT cerca de 3.700 vezes o valor que a ESSENT doou ao prefeito, e o loop só se fecha por meio de uma doação simbólica de R$ 1,00. A combinação de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado e salto de ordem de grandeza no último elo justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 401.821,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PDT, UNIÃO) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta explicá-lo como mera coincidência de coligação. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à ESSENT JUS é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 334, R$ 1.064, R$ 3, R$ 1,15). Além disso, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA (raiz do CNPJ 25188538000100) aparece como origem do loop e a ESSENT JUS (mesma raiz) como destino final, sugerindo possível elo societário que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.993,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PDT/SP e UNIÃO/MT), mas os valores são baixos (R$ 37,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos frágeis, como a despesa de R$ 1,15 de Rogério Vilela para 'Campanha do Bem', que parece ruído ou erro de registro. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados ou ressarcimentos, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 40.415,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-MG e PSDB-RS) sem coligação ou vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, há uma empresa de contabilidade (Essent) que recebe despesas de campanha de um prefeito do RS e, no mesmo ciclo, aparece doando para um candidato do PT em MG, misturando papéis de fornecedor e doador. O valor total é modesto (R$ 40,4 mil), mas a combinação de atores desconexos e o fechamento do loop justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 57.885,30
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PSDB/RS e PT/MG) e em anos distintos (2018 e 2020), o que dificulta explicar como mera coincidência de mesma coligação. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de um candidato do PT e, ao mesmo tempo, recebedora de despesa de um candidato do PSDB, sem relação partidária ou geográfica evidente. O valor total do loop (R$ 57,9 mil) não é absurdo, mas a combinação de atores díspares e o fechamento do ciclo justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 49.042,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e UFs distintas (MG e RS), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. Além disso, há uma assimetria grande: Nelson Marchezan Junior pagou R$ 40.138,05 à Essent, mas a Essent doou apenas R$ 3.704,00 a Arquimedes, e Arquimedes pagou R$ 5.000,00 à Adstream, que doou só R$ 200,00 a Nelson. O retorno do dinheiro à Essent via despesa de campanha de Nelson fecha o loop de forma não trivial, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.028,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 59 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022) e há vínculos partidários parciais: PT e Avante aparecem, mas a empresa Essent não tem partido declarado. A maior parte do valor (R$ 48,3 mil) é uma despesa de Arquimedes para a direção municipal do PT, o que pode ser repasse partidário ou ressarcimento, e não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço). Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços e a ligação entre as campanhas, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 276.000,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos em relação ao total. A empresa ESSENT aparece tanto doando para Vitor Lippi (2018) quanto recebendo pagamento de André Braga (2024), mas são eventos separados por seis anos e podem refletir relação comercial normal. Não há um fato agudo que destoe, como valores de ordem de grandeza superior ou ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo partidário claro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.630,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PL) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos e anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações não formam um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços, o que é compatível com atividade contábil. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas e fornecedores, mas a multiplicidade de atores e a aparente circularidade justificam uma checagem manual para confirmar se há relação de coligação ou prestação de serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.449,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PL, PSDB) e uma empresa de contabilidade, com valores baixos e anos distintos (2018 a 2024). As transações parecem refletir doações e despesas normais de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valores muito acima do mercado ou vínculos partidários que expliquem tudo, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 93.316,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (PSDB, PSD, PL) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há elos frágeis, como o pagamento de R$ 300 de Paulo Henrique à direção municipal. A maior parte do valor (R$ 82.333,36) é uma doação da direção estadual do PSDB a Vanderlei Macris, o que é um repasse partidário comum. Não há um fato único e concreto que caracterize ciclo fechado e suspeito, mas também não se pode descartar coincidência entre campanhas de aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.206,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 52 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PSD, PL, Avante) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar pagamentos e doações. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, como valores muito acima do mercado ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem relação partidária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 409.555,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e uma empresa de contabilidade que doou a um candidato e depois recebeu pagamentos da campanha presidencial, com valores muito díspares: R$ 6.728,00 doados versus R$ 400.419,38 recebidos. A cadeia fecha um loop com um intermediário sem partido identificado (MARCUS VINICIUS FERREIRA DA CRUZ), o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O valor pago pela campanha à empresa é cerca de 60 vezes maior que a doação feita, o que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 409.652,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum declarada. A maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à ESSENT JUS CONTABILIDADE, que por sua vez doou R$ 6.728,00 a Vitor Lippi (PSD) em 2018, e este pagou despesa de R$ 2.500,00 a Mariana Mossin, que doou R$ 5,00 a Bolsonaro em 2022. O loop fecha com valores de ordens de grandeza muito distintas e conexões que não se explicam por uma mesma coligação ou repasse partidário típico, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 408.948,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 6.728 a Vitor Lippi (PSD) em 2018, enquanto a campanha de Jair Bolsonaro (PL) pagou R$ 400.419,38 à mesma empresa em 2022. O elo intermediário é uma despesa de R$ 1.800 da campanha de Lippi a Sandro Lobo, que depois doou apenas R$ 1,00 a Bolsonaro. A diferença de magnitude entre o que a empresa doou e o que recebeu de volta, somada à ausência de vínculo partidário/coligação declarado entre os envolvidos, justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.987,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato a prefeito no MA (ALEX JEAN, PODE) e, ao mesmo tempo, recebe despesas de uma vereadora do PC do B no RS (LUCIANE), sem partido, coligação ou UF em comum entre os personagens. O elo intermediário é GUILHERME ANDERSON STURM, que recebe R$ 3.965,91 de ALEX JEAN e doa R$ 500,00 para LUCIANE, fechando o loop. A soma que retorna à ESSENT (R$ 7.071,40) é próxima da doação inicial (R$ 1.450,00) e o conjunto de transações cruza estados e partidos distintos, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.148,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PSDB, MDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: Nelson Marchezan Junior paga R$ 40.138,05 à Essent Jus, enquanto a Essent doa apenas R$ 1.500 a Valdair Dahmer, que doa R$ 50 a Bolsonaro, e este paga R$ 6.260 à Adstream — valores de ordens de grandeza diferentes dentro do mesmo loop. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (Essent) recebendo recursos de campanha e fazendo doações a candidatos, o que merece checagem humana sobre a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.090,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, MDB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 6.864,00 a Claudir Nespolo (PT), criando uma ligação direta entre campos opostos. Além disso, a Essent aparece como doadora e depois recebe despesa de campanha, fechando o loop com valores e atores que não têm relação partidária evidente. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses vínculos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.199,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, REDE, MDB) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do MDB e recebe despesas de um vereador da REDE, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Além disso, a transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha presidencial de Bolsonaro à AIXMOBIL, que antes havia doado apenas R$ 850,00 a Marcelo Sgarbossa, criando uma assimetria de ordens de grandeza dentro do loop. Esses fatos dificultam uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.407,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PSDB/PB, MDB/SC, PL/BR), sem coligação comum aparente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 24.324,00 a Cássio Cunha Lima (PSDB), e a cadeia retorna à Essent, que havia doado a Valdair Dahmer (MDB) em 2020. A diferença de ordem de grandeza e a mistura de anos e partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.402,07
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (MDB/SC, REDE/DF, PL/BR) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 6.114,00 a André Rodolfo de Lima (REDE/DF), cuja campanha pagou R$ 385,86 à Essent, que doou R$ 1.500,00 a Valdair Dahmer (MDB/SC), que doou R$ 50,00 a Bolsonaro. O encadeamento de valores e a ausência de nexo partidário/coligação entre os elos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.911,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, MDB, Republicanos) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência partidária. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que em 2018 doou R$ 520,00 a Júlio César Ribeiro (Republicanos-DF), e esse mesmo candidato pagou despesas à ESSENT, que por sua vez doou a Valdair Dahmer (MDB-SC), que doou a Bolsonaro. O encadeamento fecha um ciclo com valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação contratual clara entre as partes, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 197.326,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 11.140,00 ao candidato Hiran (PP) — valores de ordens de grandeza muito diferentes. Além disso, a empresa ESSENT (contabilidade) aparece doando para um vereador do MDB e recebendo despesa de um senador do PP, o que não tem relação óbvia com seu ramo de atividade. O conjunto fecha um loop com saltos de partido e de tempo que dificultam uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.577,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PL, MDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por coligação ou conta partidária comum. A transação JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 1.285 a R$ 3.390), destoando do restante da cadeia. Além disso, a empresa ESSENT aparece tanto doando para VALDAIR quanto recebendo despesa de HENRIQUE FONTANA, fechando o loop de forma não trivial. Esses fatos, embora não provem irregularidade, justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.463,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT, MDB, PL), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 1.000 vezes maior que as demais transações do loop, concentrando quase todo o volume e merecendo checagem sobre a natureza do serviço. A doação da AIXMobil a Ênio Bacci (PDT) e a despesa da campanha de Bolsonaro à mesma empresa no mesmo ano de 2018 criam uma conexão direta que não se explica apenas por coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.101,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, MDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 70,00 a Cleberson Gardin (PP), que por sua vez paga R$ 129,13 à ESSENT, que doa R$ 1.500,00 a Valdair Dahmer (MDB), que doa R$ 50,00 a Bolsonaro. O loop fecha com valores muito díspares e sem relação contratual aparente entre as partes, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.087,58
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PL, MDB, MISSÃO) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 305,00 a Edupercio Pratts, cuja campanha pagou R$ 880,37 à Essent, que depois doou R$ 1.500,00 a Valdair Dahmer, que doou R$ 50,00 a Bolsonaro em 2022. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa principal e as demais transações do loop, somada à ausência de vínculo partidário comum entre os atores, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.988,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSL/PB, MDB/SC, PL/BR) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta explicar como um loop fechado. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto a doação de volta da AIXMOBIL a Sérgio Moniz foi de apenas R$ 70,00 — uma assimetria de ordens de grandeza que merece checagem humana. O restante dos valores é pequeno, mas a combinação de ciclo fechado entre desconhecidos e valor muito acima do resto justifica priorizar a análise.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.105,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, AGIR, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor central é muito assimétrico: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL representa ~98,5% do total movimentado, enquanto as demais transações são de R$ 50 a R$ 1.500. Além disso, a AIXMOBIL doa a Ademir Camilo em 2018 e a Essent (contabilidade) recebe despesa de Ademir no mesmo ano, fechando um loop entre pessoas sem relação aparente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.847,62
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PL, MDB) e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora de Jeferson (PT) em 2018 e, no mesmo ano, recebe R$ 184 mil de despesa da campanha de Bolsonaro (PL), valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop. A ESSENT também doa a Valdair (MDB) e recebe despesas de Jeferson (PT), criando um vai-e-vem entre empresas e campanhas de campos opostos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.270,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL, PDT, MDB), sem coligação comum evidente. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que antes havia doado apenas R$ 1.098,00 a Tarcísio Zimmermann (2018) — uma assimetria de duas ordens de grandeza. A volta do dinheiro à ESSENT via despesas de Tarcísio (R$ 7.270,22) e a doação desta a Valdair (R$ 1.500,00), que doa a Bolsonaro (R$ 50,00), completa um circuito sem explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.680,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PPS/2018, MDB/2020, PL/2022) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que também aparece como doadora na cadeia, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações (R$ 1.500 a R$ 7.501). Há um fato concreto — o ciclo fechado entre pessoas/empresas sem vínculo partidário declarado e com valores muito díspares — que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.050,66
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação comum aparente que explique a cadeia. O elo dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, valor duas ordens de grandeza acima das demais transações do loop, enquanto a AIXMOBIL doou apenas R$ 1.100 a Lucas Redecker no mesmo ano. A ESSENT aparece doando a um vereador do MDB em 2020 e recebendo despesa de um candidato do PSD em 2018, sem vínculo partidário claro entre as pontas. Esses fatos não provam irregularidade, mas justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.196,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, MDB, PRD; BR, SC, RO) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL é mais de mil vezes maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando para um vereador de RO. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.128,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, REDE, MDB) e anos diferentes, sem coligação comum evidente. A transação dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou a Olavo Batista (REDE), que pagou despesa à ESSENT, que doou a Valdair Dahmer (MDB), que doou a Bolsonaro — fechando o loop. O valor da transação Bolsonaro→AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 10 a R$ 1.500), o que justifica checagem humana para entender a natureza do serviço e a conexão entre os elos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.620,13
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PL, PT, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de uma única coligação ou conta partidária comum. Porém, as transações são de naturezas variadas (doações e despesas) e valores díspares, sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe gritantemente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.