severidade média5 nósIA: plausívelR$ 117.435,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do PT no RS em 2022, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e prestação de serviços contábeis. A empresa ESSENT aparece como doadora de uma candidata e depois como fornecedora da campanha majoritária, o que é comum em serviços de contabilidade eleitoral. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço. O fluxo pode ser explicado por movimentação financeira dentro do mesmo grupo político/coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 43.034,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Maria Eunice e Nestor Schwertner) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a ambas, além de repasses do comitê de Edegar Pretto. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de serviços contábeis, sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio de finalidade. O fluxo circular pode ser explicado por uma rede de relações partidárias e prestação de serviços recorrente, não havendo um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.942,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 48.942,04, com um loop fechado entre uma empresa de contabilidade (ESSENT), três candidatos do PT/RS e uma campanha identificada como 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC'. A maior transação é uma despesa de R$ 37.000 da candidata Maria Eunice para a campanha de Edegar Pretto, enquanto a ESSENT aparece tanto doando para Maria Eunice quanto recebendo despesa de Frederico, e Antônio repassa R$ 3.000 a Frederico. O ponto que chama atenção é a empresa de contabilidade figurar simultaneamente como doadora e fornecedora dentro do mesmo ciclo, com valores que não se explicam apenas por coincidência de coligação — vale checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.189,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS (Maria Eunice, Miguel Rossetto e Everton Gimenis) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 51 mil no total). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasses de campanha majoritária (Edegar Pretto) para candidatos proporcionais e pagamentos de serviços contábeis, padrão comum em campanhas eleitorais. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 92.580,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas e empresas ligadas ao PT do RS, o que poderia ser explicado por alianças partidárias, mas há um fato que chama atenção: a empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora de uma campanha e depois recebe pagamentos de despesa da campanha de João Edegar Pretto, configurando um retorno de recursos à mesma empresa que iniciou o loop. Além disso, o valor de R$ 38.088,00 pago a essa empresa é de ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, sem que se saiba o serviço prestado. Isso justifica uma checagem humana para verificar a natureza desses pagamentos e a relação entre as entidades.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 43.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação. A empresa ESSENT JUS presta serviços de contabilidade e recebeu R$ 900 de Paulo Ricardo Tito Coelho, valor baixo e compatível com despesa de campanha. A doação de R$ 1.100 da mesma empresa a Maria Eunice em 2020 e a despesa de R$ 37.000 dela para a campanha majoritária em 2022 também se explicam por apoio partidário. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário, nem valores desproporcionais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.206,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que presta serviços a campanhas e também aparece como doadora, além de candidatos de partidos diferentes (PC do B e PT) e anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações não formam um loop fechado no mesmo ano ou mesma eleição, e os valores são modestos (R$ 54 mil no total). Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a mistura de doações e despesas entre entidades politicamente desconectadas impede descartar de plano.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.705,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41.705,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários indiretos (PT, PC do B, DEM) e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser rotineiro no meio. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 79.395,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT no RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores compatíveis com esse tipo de prestação. A maior parte do fluxo (R$ 40.967,00) é uma doação do comitê de João Edegar Pretto (PT) para Gabrieli, e o restante são despesas de campanha com contabilidade e repasses partidários, todos dentro de uma mesma rede política. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, e o fechamento do ciclo pode ser explicado por reembolsos e serviços contábeis recorrentes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.961,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou a uma candidata do PT em 2020 e recebeu despesas de campanha de uma candidata do PSB em 2020 e 2022, além de uma doação do comitê de João Edegar Pretto (PT) para a candidata do PSB em 2022. As transações se estendem por anos diferentes e os valores são modestos (R$ 110 a R$ 3.700), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas a combinação de partidos diferentes e a intermediação por uma empresa de contabilidade merece uma checagem humana para descartar coincidência ou explicar a relação comercial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 44.397,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Paulo Pimenta, Maria Eunice Wolf e Paulo Ritter) e uma empresa de contabilidade, com transações que se estendem por vários anos (2018 a 2022). As doações e despesas são de valores modestos e compatíveis com serviços contábeis e repasses partidários, sem indício de enriquecimento ilícito ou de ciclo fechado de curto prazo. A presença de uma empresa de contabilidade prestando serviços a campanhas é comum e não sugere irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.422,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 43,4 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários claros: Maria Eunice (PT) e Luciano Adrônico (PT) doaram/despesaram para a mesma campanha majoritária de Edegar Pretto (PT) em 2022, e Everton (PSDB) aparece como intermediário de uma doação da campanha de Pretto. A empresa Essent Jus Contabilidade recebeu despesas de Luciano e doou para Maria Eunice, o que pode ser explicado por serviços contábeis prestados a campanhas do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, mas a cadeia fechada entre pessoas de partidos diferentes (PSDB e PT) via uma empresa de contabilidade merece uma olhada humana para confirmar se as despesas têm lastro real.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.747,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a uma candidata do PT, que por sua vez repassou recursos ao comitê de João Edegar Pretto (mesmo campo político), e um candidato do PSDB que recebeu doação desse comitê e pagou serviços à mesma contabilidade. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.100 a R$ 37.000), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A presença de partidos diferentes (PT e PSDB) no ciclo impede explicá-lo apenas por uma coligação, mas a natureza dos serviços contábeis e a diferença temporal tornam o loop pouco característico de um esquema de lavagem. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 38.793,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que frequentemente atuam em coligações, e inclui uma doação de Maria Eunice para a campanha de Edegar Pretto (mesmo campo político). A empresa ESSENT presta serviços contábeis, ramo compatível com despesas de campanha, e os valores são modestos (R$ 38,8 mil no total). O fluxo pode ser explicado por repasses dentro de uma mesma coligação e pagamentos de serviços contábeis, sem indício de anomalia grave.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 178.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma candidata do PT, cujo partido/coligação repassa recursos para outra candidata do PT, que por sua vez contrata a mesma empresa de contabilidade. Embora todos os personagens sejam do PT/RS, o retorno do dinheiro à empresa doadora original em um ciclo fechado de curto prazo (2020-2024) é um fato que merece checagem humana, especialmente porque a empresa presta serviços de contabilidade para a campanha que recebeu recursos via partido. Não é possível afirmar irregularidade, mas o padrão de 'dinheiro que sai e volta' para o mesmo fornecedor/empresa justifica priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 174.597,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 1.100 a R$ 134.172) e transações em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação é uma doação de João Edegar Pretto a Denise da Silva Pessoa, mas ele não aparece como entidade do ciclo, e a despesa de Maria Eunice para 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC' sugere repasse partidário comum. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.158,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas de partidos aliados (PT e PC do B) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. A maior parte do valor (R$ 37.000) é uma despesa de Maria Eunice para a campanha de Edegar Pretto, candidato a governador em 2022, o que é um repasse comum dentro de uma mesma coligação. As demais transações são de valores menores e compatíveis com doações e pagamentos de serviços contábeis, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.479,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PT, PV) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e há um elo com a campanha de João Edegar Pretto (PT) em 2022, que pode conectar indiretamente os envolvidos. Sem mais dados sobre a relação entre as entidades e os serviços prestados, não é possível afirmar se o loop é um artefato de movimentações legítimas ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 42.702,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao PT no Rio Grande do Sul, com transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha e prestação de serviços contábeis. A empresa ESSENT aparece tanto doando para Maria Eunice quanto recebendo pagamento de Marcel Frison, o que é compatível com uma relação comercial entre a campanha e a contabilidade. Os valores são modestos (R$ 42,7 mil no total) e as datas se distribuem entre 2020 e 2022, sem um padrão de enriquecimento ilícito evidente. Não há indício forte que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.557,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT no RS (Jeferson, Adalberto e Maria Eunice) e uma empresa de contabilidade (ESSENT) que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum: candidatos pagam por serviços contábeis e a empresa pode fazer doações a aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 50,5 mil no total), sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio de grande monta. O loop pode ser explicado por coincidências de rede partidária e prestação de serviços, não havendo um fato concreto que destoe do esperado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.595,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao PT no RS, com valores compatíveis com movimentação partidária rotineira (doações entre candidatos da mesma sigla, repasse a comitê majoritário e pagamento a fornecedor de contabilidade). A empresa ESSENT aparece como doadora e depois como prestadora de serviço de contabilidade para uma campanha, o que é um padrão comum e não indica por si só irregularidade. O valor total (R$ 47,5 mil) é baixo e as transações se distribuem ao longo de 2020-2024, sem concentração temporal ou salto de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.635,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Maria Eunice Dias Wolf e Alexandre Duarte Lindenmeyer), o que é compatível com doações e repasses internos de uma mesma coligação/partido. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de campanha, padrão comum de prestador de serviços contábeis para campanhas. Os valores são modestos (R$ 51,6 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 83.641,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT no RS em 2022 e 2024, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e pagamentos a fornecedores comuns. O valor total é modesto (R$ 83,6 mil) e as transações têm naturezas distintas (doação, despesa), sem um único fato que destoe claramente. A empresa ESSENT aparece nas duas pontas, mas com valores pequenos e em anos diferentes, o que não configura por si um retorno significativo. Não há elemento concreto que force uma checagem humana prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 83.417,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e a campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador) em 2022, todas da mesma coligação. A empresa ESSENT presta serviços contábeis, ramo compatível com despesas de campanha, e o valor pago por Mônica (R$ 3.000) é modesto. A doação de Maria Eunice à campanha majoritária (R$ 37.000) e os repasses da campanha majoritária a Mônica (R$ 42.317) são movimentações típicas de alocação de recursos dentro de uma mesma chapa, sem valores desproporcionais ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.529,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PT) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum declarada que explique a cadeia. Chama atenção que a empresa ESSENT JUS Contabilidade e Consultoria Ltda apareça simultaneamente como doadora de uma campanha e recebedora de despesa de outra campanha dentro do mesmo ciclo, além de um salto de valor: R$ 37.000,00 pagos por Maria Eunice a uma campanha de Edegar Pretto, muito acima das demais transações (R$ 500 a R$ 4.392). Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos vínculos e a lógica do fluxo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 46.032,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para Maria Eunice, que por sua vez repassa R$ 37.000,00 à campanha de João Edegar Pretto, que doa R$ 4.392,00 a Elvino Bohn Gass, que paga R$ 3.540,49 à mesma ESSENT. Apesar de todos os políticos serem do PT/RS, o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade que iniciou o fluxo, somado ao valor expressivo da despesa de Maria Eunice com a campanha de Pretto, configura um loop fechado que merece verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 44.747,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 44.747 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. A empresa ESSENT JUS presta serviços contábeis, ramo compatível com despesas de campanha, e o retorno a ela é de apenas R$ 255,00, valor irrisório perto do total. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre correligionários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.141,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não retornam integralmente à origem. Há vínculos partidários claros (PT-RS) entre os candidatos, o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou despesas de campanha. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e contextos diferentes, sem um ciclo curto e fechado que configure um fato anômalo evidente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.141,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a uma candidata do PT em 2020 e depois recebeu pagamento de uma candidata do PCdoB em 2022, mas as transações ocorrem em anos e eleições diferentes, sem conexão direta entre as campanhas. A candidata do PT aparece apenas como doadora a uma campanha majoritária (Edegar Pretto), não fechando o loop com a empresa. Não há um fato concreto que force uma explicação implausível, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 90.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PT no RS, o que torna plausível que as movimentações decorram de relações partidárias e de campanha. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento de campanha, o que pode ser um serviço contábil prestado e uma doação posterior, sem valores desproporcionais. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de transações entre aliados, mas a existência de um ciclo fechado com valores modestos (R$ 90 mil) justifica uma checagem manual para confirmar a natureza das relações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 50.980,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que presta serviços a campanhas e recebe doações de uma candidata do PT, além de ser fornecedora do candidato Juliano Roso (PC do B). As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação de Maria Eunice para a campanha de Edegar Pretto (mesmo campo político) e a doação desta campanha para Juliano Roso podem ser explicadas por alianças partidárias. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento eleitoral, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.660,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 45.660 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários no RS: Juliano Roso e Wagner Pacheco são do PC do B, e Maria Eunice é do PT, partidos que frequentemente atuam em coligações. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022) e incluem doações e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar os vínculos societários da ESSENT e a razão dos repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.735,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 39.735 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm partidos distintos (PT, PC do B, PSDB) e há um comitê eleitoral de João Edegar Pretto (PT) no meio, sugerindo conexões políticas indiretas. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 255,00) é irrisório perto do doado (R$ 1.100,00), sem indicar retorno significativo. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não dá para descartar sem checar os vínculos entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.882,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Leonel Jose Morem Matias e Maria Eunice Dias Wolf), além de uma empresa de contabilidade e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto). As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores modestos, compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos de serviços contábeis. O fechamento do ciclo parece mais um artefato de como os dados foram encadeados do que um fluxo circular real de recursos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.005,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e há vínculos partidários claros: Werner Rempel e Luis Augusto Panzenhagen são ambos do PC do B/RS, e Maria Eunice Dias Wolf é do PT/RS, partidos que frequentemente atuam em coligação no Rio Grande do Sul. Além disso, a maior transação (R$ 37 mil) é uma despesa de Maria Eunice para a campanha de Edegar Pretto (PT), o que pode ser repasse partidário ou contribuição a aliado, e não um retorno direto à origem. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 43.045,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PC do B e PT), mas há um elo claro: Werner Rempel doou para a campanha de Edegar Pretto (PT) em 2022, e Maria Eunice Dias Wolf (PT) também aparece na cadeia. A empresa ESSENT presta serviços contábeis e recebeu pagamentos de Werner Rempel, o que é uma relação comercial comum. Os valores são modestos (R$ 43 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de retorno imediato ou de mesmo valor. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado para a mesma pessoa de forma suspeita.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.732,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 43.732,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PT e PSB) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar pagamentos e doações. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 97.795,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do RS (Maria Eunice Wolf, Margarete Ferretti, Rodrigo Battistella) e uma campanha majoritária do mesmo campo (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. A empresa ESSENT aparece como doadora de valor baixo (R$ 1.100) e depois como fornecedora de serviços contábeis pagos por campanha (R$ 2.378,37), padrão comum de prestador de contabilidade eleitoral. Os valores são modestos e distribuídos em anos eleitorais distintos, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 82.067,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) para Margarete Simon Ferretti, além de despesa de Maria Eunice para a mesma campanha majoritária. A empresa ESSENT aparece tanto doando para Maria Eunice quanto recebendo pagamento de Margarete, o que pode ser um prestador de serviços contábeis contratado por campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 90.802,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha do PT e, no mesmo ano, recebe pagamentos de despesa de uma campanha do PSOL, enquanto outra campanha do PT faz despesa para uma terceira campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022) e os valores não são triviais (R$ 45 mil de despesa para a empresa, R$ 37 mil de despesa entre campanhas). A presença de uma empresa de contabilidade no centro do loop, doando e recebendo recursos de campanhas de partidos diferentes, é um fato concreto que foge do padrão comum de doação partidária e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 59.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma empresa de contabilidade do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 59.625 no total). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasse para campanha majoritária (Edegar Pretto) e pagamento de serviços contábeis, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. O fato de a empresa ESSENT JUS ter recebido R$ 900 de um candidato e doado R$ 1.100 a outro é um fluxo de caixa típico de prestadora de serviços, não um retorno milionário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 61.725,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Maria Eunice e Olivio Dutra) e uma empresa de contabilidade, o que poderia ser explicado por serviços prestados e doações dentro do mesmo campo político. Porém, a cadeia fecha um loop com valores expressivos (R$ 61,7 mil) e há um elo sem nome identificado, dificultando descartar coincidência ou erro de classificação. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.975,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 45.975 no total) e entidades de um mesmo campo político no RS (PT/PSOL), com transações espalhadas entre 2020 e 2022. Há elos que não fecham claramente: a empresa ESSENT aparece como doadora e também como fornecedora de despesa de campanha, e há um intermediário sem nome (47423222000180) que não permite verificar a relação. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência de coligação sem checar os vínculos societários e partidários.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 81.567,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores compatíveis com doações e despesas típicas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e podem ser explicadas por relações partidárias e prestação de serviços contábeis, sem um padrão de retorno imediato ou desproporcional. Não há indício de que o dinheiro retorne à mesma campanha de forma suspeita; o fluxo é compatível com a movimentação regular de campanhas e prestadores de serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 44.247,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT/RS (Maria Eunice, Jeferson e Sergio) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos e compatíveis com serviços prestados. As transações se distribuem ao longo de 2020-2024, sem concentração temporal que sugira um loop artificial, e a maior parte do fluxo passa pelo diretório 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC', típico de repasses partidários. O retorno à ESSENT se dá por despesa de campanha de Sergio em 2024, valor pequeno (R$ 255) que pode ser ressarcimento ou pagamento contábil. Não há indício forte que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 48.557,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (Maria Eunice e Jeferson) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços e faz doações. A maior parte das transações são despesas de campanha com serviços contábeis, algo comum, e a doação de Maria Eunice para a campanha de Edegar Pretto (mesmo partido) é um repasse partidário típico. O valor total é baixo (R$ 48,5 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 49.762,22
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PT e PDT), sem coligação comum declarada. A ESSENT doou R$ 1.100 à campanha de Maria Eunice (PT) em 2020 e recebeu R$ 7.270,22 como despesa da campanha de Tarcísio Zimmermann (PDT) em 2018/2024, enquanto a campanha de Maria Eunice pagou R$ 37.000 à campanha de João Edegar Pretto, que por sua vez doou R$ 4.392 a Tarcísio. Há um retorno de dinheiro à empresa que iniciou a cadeia, com valores e anos que não se explicam por simples coincidência de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 402.630,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 1.210 a um candidato a deputado estadual em SC (Valdemar Ignaczuk) em 2018, e anos depois a campanha presidencial de Jair Bolsonaro pagou R$ 400.419,38 à mesma empresa em 2022. O elo de fechamento é uma despesa de R$ 1.000 de Ignaczuk a Franklin Jedliczka, que doou apenas R$ 1,00 a Bolsonaro — valores desproporcionais entre si e sem partido/coligação comum declarada entre os envolvidos. A diferença de ordem de grandeza (R$ 400 mil pagos pela campanha presidencial versus R$ 1,2 mil doados pela empresa) e o ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário claro justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.974,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou para um candidato do PDT e depois recebeu pagamentos de despesa de outro candidato do mesmo partido, o que é compatível com prestação de serviços contábeis a campanhas aliadas. O elo intermediário (Josbertini -> Francisco das Chagas -> André Peixoto) também ocorre dentro do mesmo partido e no mesmo ano, podendo ser repasse ou reembolso interno de campanha. Não há salto de ramo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que torne o loop claramente anômalo, mas também não há elementos que confirmem uma explicação rotineira.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 425.808,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, com valores muito díspares: a empresa doou R$ 24.384,00 a um candidato do PDT no Ceará em 2018, e em 2022 a campanha de Bolsonaro pagou R$ 400.419,38 à mesma empresa. O elo intermediário é uma pessoa (Lizandra) que recebeu R$ 1.000,00 de despesa do candidato do PDT e doou apenas R$ 5,00 a Bolsonaro, o que não explica a conexão. A diferença de ordem de grandeza e a ausência de vínculo partidário/coligação entre os envolvidos tornam o loop atípico e merecedor de checagem humana.