severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.408,20
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PMB/MG, PSL/PB, PL/BR), sem coligação comum aparente que explique a cadeia. O elo dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que por sua vez doou apenas R$ 70,00 a Sérgio Moniz, que pagou R$ 15,99 à Essent Jus, que doou R$ 2.948,00 a Iraci Neto, que doou R$ 22,00 a Bolsonaro — valores de ordens de grandeza muito distintas. A assimetria extrema e a mistura de vínculos partidários justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.525,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, AGIR, PMB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 625 vezes maior que a doação que a AIXMOBIL fez a Ademir Camilo (R$ 1.005,00), gerando assimetria de ordem de grandeza. Além disso, a ESSENT aparece com dois nomes/CNPJs diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE), o que dificulta a rastreabilidade. Esses fatos, somados ao ciclo fechado, justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 195.267,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PT, PL, PMB; 2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 1.880,00 a um candidato do PT — valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação aparente. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e fornecedora de campanhas, recebendo de volta recursos de um candidato que também foi financiado por outra empresa do ciclo. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.690,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PDT, PMB; 2018-2024), o que enfraquece a hipótese de coordenação simples, mas os valores são muito heterogêneos e as transações parecem espalhadas no tempo. A maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para AIXMOBIL em 2018) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e o elo de volta à ESSENT é uma despesa de Tarcísio, não um repasse direto. Sem datas exatas e sem confirmação de que os nomes/CNPJs são os mesmos em todos os elos, não há um fato único que force a checagem, mas também não dá para descartar como rotina.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.100,18
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa de contabilidade doa a um vereador do PMB, que doa a Bolsonaro (PL), que paga despesas à Aixmobil, que doa a Luciano Leiro (PPS), que paga despesas de volta à mesma contabilidade. As magnitudes são muito díspares (R$ 2.200 de um lado, R$ 184.352,21 de outro) e o elo 'Aixmobil' aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de Bolsonaro, o que dificulta explicar como simples repasse partidário. Não há prova de irregularidade, mas o encadeamento entre pessoas e empresas sem vínculo partidário declarado merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.470,66
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos, mas o que chama atenção é a magnitude: a campanha de Jair Bolsonaro (PL) pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que por sua vez doou apenas R$ 1.100,00 a Lucas Bello Redecker (PSD), e este pagou R$ 48,45 à ESSENT JUS, que doou R$ 2.948,00 a Iraci Marcelino Vieira Neto (PMB), que doou R$ 22,00 a Bolsonaro. A diferença de ordens de grandeza entre o valor que sai da campanha presidencial e os valores que retornam pela cadeia, somada à ausência de vínculo partidário/coligação evidente entre os envolvidos, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.616,81
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL, PMB, PRD), sem coligação comum aparente. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa apenas R$ 30,00 a um vereador de RO — uma assimetria de quatro ordens de grandeza. A volta do dinheiro à ESSENT se dá por uma despesa de R$ 264,60 do mesmo vereador, valor irrisório frente ao restante, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.548,24
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PMB, REDE, PL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção o salto de escala: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL é cerca de 625 vezes maior que a doação de R$ 100,00 da AIXMOBIL a Olavo Batista no mesmo ano, e o restante das transações é de baixa centena de reais. Além disso, a ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente distintos (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA), o que merece conferência humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.040,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, PMB) e empresas, com transações em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 175,00 a Nestor Schwertner (PT), valor irrisório perto do total. A presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesas de campanha e fazendo doações a candidatos de partidos diferentes, fechando um loop, justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.226,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (PP, PL, PMB) e empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações), o que dificulta explicar como um fluxo fechado de recursos. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 6.706,00, R$ 2.948,00, R$ 22,00 e R$ 197,95), e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PP em 2018, ano em que também recebeu da campanha presidencial do PL. A coincidência de nomes semelhantes (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA) e a sequência temporal curta entre as movimentações justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.263,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PDT, PMB; 2018, 2020, 2022), sem coligação comum evidente que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2.200 a R$ 6.551), e a AIXMOBIL aparece doando a André Peixoto no mesmo ano de 2018, fechando um retorno de recursos. A empresa ESSENT (contabilidade) também aparece nos dois sentidos da cadeia, recebendo doação e pagando despesa, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.950,32
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e cargos completamente distintos (PL/PRESIDENTE, PSDB/GOVERNADOR-MG, PMB/VEREADOR-MG) sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro à AIXMOBIL é cerca de 250 vezes maior que a doação de R$ 728,10 da AIXMOBIL a Marcus Vinicius, o que dificulta explicar o loop como simples ressarcimento ou repasse de mesma coligação. A coincidência de nomes (ESSENT INOVACAO vs ESSENT JUS) e a presença de uma empresa de contabilidade no ciclo também merecem checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.022,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSB, PL, PMB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.795,00 a Alckmin (PSB) — valores e direções que não se encaixam num ressarcimento ou repasse partidário típico. O elo de fechamento é uma despesa de R$ 2.905,13 da campanha de Alckmin à ESSENT JUS, que havia doado R$ 2.948,00 a um vereador do PMB em 2020, criando um retorno quase idêntico entre campanhas sem relação partidária clara. Esses fatos concretos justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 214.483,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSB, PMB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 25.790,00 ao candidato João Azevedo Lins Filho (PSB-PB), criando um elo indireto entre campanhas de partidos adversários. Além disso, a ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE), sugerindo possível inconsistência cadastral que merece verificação humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.885,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum: uma empresa de contabilidade doa a um vereador do PMB, que doa ao candidato à presidência do PL, cuja campanha paga quase R$ 184 mil à AIXMOBIL, que por sua vez doa a um deputado federal do PL, que paga despesas de volta à mesma contabilidade. O elo mais chamativo é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha presidencial à AIXMOBIL, valor duas ordens de grandeza acima das demais transações do ciclo, sem que os fatos expliquem a conexão entre uma empresa de serviços/participações e a campanha. A mistura de partidos (PMB e PL) e a volta do dinheiro à empresa de contabilidade que iniciou o ciclo dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.517,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PMB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. Além disso, a transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou à campanha de José Alberto Reus Fortunati (PT), criando uma conexão indireta entre campos políticos opostos. A soma das transações fecha um loop com valores que variam de R$ 22,00 a R$ 184.352,21, sem que os fatos apresentados expliquem a lógica comercial ou política dessa cadeia.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 203.114,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa a um vereador do PMB, que doa a Bolsonaro (PL), que paga a AIXMOBIL, que doa a um deputado do PC do B, que paga de volta à ESSENT. Além disso, há uma diferença de três ordens de grandeza entre a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) e as demais, e o retorno à ESSENT se dá como despesa de campanha, não como devolução. Isso justifica checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 208.001,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PT, PL, PMB; 2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 455,00 a Paulo Renato Paim (PT/RS), e a despesa de R$ 20.224,40 de Paim para a ESSENT, que doa R$ 2.948,00 a Iraci Marcelino (PMB/MG). A diferença de ordens de grandeza entre os valores e a presença de empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) reforçam a necessidade de checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 187.483,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores muito díspares, o que dificulta caracterizar um loop fechado de recursos. A maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018) é uma despesa de campanha, não uma doação, e as demais somam valores pequenos. Não há um fato único que destoe de forma clara, mas a combinação de entidades sem vínculo partidário comum e a diferença de magnitudes impede uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.243,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PSDB, PMB; 2018, 2020, 2022) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL é cerca de 500 vezes maior que as demais transações do ciclo, e a AIXMOBIL aparece doando a um senador do PSDB no mesmo ano. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade recebendo doação de um vereador e pagando despesa a um senador, o que merece checagem humana sobre a real natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.035,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/BR, PR/RS, PMB/MG) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 70 vezes maior que as demais transações do ciclo, e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato de outro partido/estado. O conjunto fecha um loop com valores e atores heterogêneos, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.731,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, PMB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicá-lo como mera coincidência de mesma coligação. O valor central é altamente assimétrico: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL representa 97,7% de todo o loop, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. Além disso, a empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem do ciclo e recebe de volta um pagamento da campanha de Paola Loureiro Carvalho (PT), configurando um retorno do dinheiro à cadeia inicial. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.828,59
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa de contabilidade doa a um vereador do PMB/MG, que doa a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um vereador do PRD/RS, que paga despesa à mesma contabilidade. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha presidencial à AIXMOBIL, uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, e a empresa de contabilidade aparece nas duas pontas do loop. Isso não é acusação, mas o encadeamento entre pessoas de partidos distintos e o valor desproporcional justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 199.157,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos sem relação óbvia (PL, PMB, Republicanos) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL contrasta com a doação de apenas R$ 111,00 da mesma empresa a um candidato a deputado, e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de R$ 11.724,40. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.705,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum (PL, PSDB, PMB) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações do loop somam apenas alguns milhares de reais. Além disso, a ESSENT aparece com dois nomes/CNPJs diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE), o que merece checagem de vínculo societário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.086,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PR, PL, PMB; RS, MG, BR) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.264,00 à campanha de Sônia Maria Pacheco (PR-RS), que por sua vez paga R$ 2.500,00 à ESSENT JUS, que doa R$ 2.948,00 a Iraci Marcelino (PMB-MG), que doa R$ 22,00 a Bolsonaro, fechando o loop. A diferença de ordens de grandeza entre o pagamento da AIXMOBIL e as demais transações, somada à ausência de vínculo partidário/coligação entre os atores, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.887,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PCDOB/AC, PMB/MG, PL/BR) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 625 vezes maior que a doação de AIXMOBIL a Maria Perpétua (R$ 1.364,00), o que destoa do restante da cadeia. A empresa ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA vs ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA), sugerindo possível inconsistência cadastral que merece checagem. Esses fatos, somados ao ciclo fechado, justificam uma revisão humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.406,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSDB, PMB) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto a doação de volta da AIXMOBIL a Gilberto Cezar (PSDB) foi de apenas R$ 340,00, uma assimetria de mais de 500 vezes. Além disso, a ESSENT aparece com dois nomes/CNPJs distintos (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA), o que merece verificação sobre a identidade real da fornecedora. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.542,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação comum evidente: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa a um vereador do PMB, que doa a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um vice-prefeito do MDB, que paga despesas de volta à ESSENT. O elo mais chamativo é a campanha presidencial de Bolsonaro pagando R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, valor duas ordens de grandeza acima das demais transações do loop, sem que os fatos indiquem qual serviço justificaria isso. A cadeia envolve partidos distintos (PMB, PL, MDB) e uma empresa de contabilidade recebendo de um candidato e doando a outro, o que dificulta a explicação por simples coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.471,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido ou coligação em comum (empresas, um vereador do PMB, um deputado do Solidariedade e o presidente do PL) e atravessa anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de três ordens de grandeza maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato de outro partido. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana, sem que isso signifique irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.320,09
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa de contabilidade doa a um vereador do PMB, que doa a Bolsonaro (PL), que paga a uma empresa de mobilidade, que doa a um deputado do PP, que paga de volta à contabilidade. O valor pago por Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de duas ordens de grandeza maior que todas as outras transações da cadeia, e a AIXMOBIL aparece doando a um deputado do PP no mesmo ano. A coincidência de nomes parecidos (ESSENT INOVACAO/ESSENT JUS) e a ausência de vínculo partidário entre os elos dificultam uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.591,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (PL, PSD, PMB) e uma empresa de contabilidade que aparece nos dois extremos da cadeia. O valor central é altamente desproporcional: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto todas as demais transações somam menos de R$ 3,3 mil. A ligação entre uma empresa de contabilidade e uma empresa de serviços/participações, com valores tão díspares, dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.546,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PL/PRESIDENTE, PDT/GO, PMB/MG) e empresas de ramos variados (contabilidade, serviços/participações), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 30 vezes maior que a soma de todas as outras transações do ciclo, e a doação de R$ 2.948,00 da ESSENT JUS para o vereador de MG é de ordem de grandeza superior às demais doações. Esses fatos, somados ao fechamento do loop entre pessoas sem relação aparente, justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 198.826,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PSDB, PMB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um repasse coordenado legítimo. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 11.075,00 ao candidato do PSDB, criando um fluxo cruzado entre campos opostos. Além disso, há inconsistência de nomes (ESSENT INOVACAO vs ESSENT JUS; IRACI MARCELINO VIEIRA NETO vs NETOI) que pode indicar erro de dados ou elo mal documentado. O conjunto justifica checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.375,66
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum (PL, MDB, PMB) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 2.050,00 à campanha de Clair Tome Kuhn (MDB), criando um elo indireto entre campanhas de partidos diferentes. O valor da despesa é cerca de 625 vezes maior que a doação de retorno, mas o encadeamento de pessoas/empresas sem vínculo partidário claro justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.376,70
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT, PL, PMB) e empresas privadas, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 2.514,00 a Elvino Bohn Gass (PT) — uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop. Além disso, há inconsistências de nomes (ESSENT INOVACAO vs ESSENT JUS; IRACI MARCELINO VIEIRA NETO vs NETOI) que precisam de checagem humana para confirmar se são as mesmas entidades.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.897,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação comum evidente (PSL, PMB e PL em anos distintos) e inclui uma empresa de contabilidade pagando doação a um vereador e recebendo despesa de um vice-prefeito. O valor central é altamente assimétrico: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL é cerca de 60 vezes maior que o total das demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando apenas R$ 30,00 ao vice-prefeito. A cadeia sugere possível intermediação de recursos, mas os fatos não bastam para afirmar irregularidade — apenas justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.267,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PMB, PL, 2018-2022) e valores pequenos (R$ 2.200 a R$ 8.297), sem um elo claro entre elas. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e contextos distintos, o que pode ser coincidência contábil. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem uma explicação simples e única que cubra toda a cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.938,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT, o que permite explicar as transferências como movimentação dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 10.938,60 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020 e 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo da mesma campanha, mas o valor recebido (R$ 158,60) é irrisório perto do doado (R$ 3.780,00), o que pode ser um ressarcimento ou erro de classificação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de relacionamento partidário, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos vínculos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 404.036,78
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e a campanha presidencial de Bolsonaro, com um elo intermediário (Mayra Pinheiro, do PL) que pagou R$ 400 a Alexandre Maia, o qual doou R$ 3,40 a Bolsonaro. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Bolsonaro à ESSENT é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 3.214 e R$ 400), o que justifica checagem humana. Além disso, a ESSENT aparece como doadora da campanha de Mayra em 2018 e como fornecedora da campanha de Bolsonaro em 2022, criando um vínculo indireto entre as pontas do ciclo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 403.941,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que prestou serviços à campanha de Bolsonaro em 2022 (R$ 400 mil em despesas) e que, anos antes (2018), doou R$ 3,2 mil à candidata Mayra Pinheiro, do mesmo partido PL. A cadeia se fecha porque Mayra pagou uma despesa de R$ 300 a Geiza Falcão, que doou R$ 8 a Bolsonaro — valores irrisórios que não configuram um loop financeiro relevante. O elo principal (ESSENT -> Bolsonaro) é uma relação comercial legítima de prestação de serviços contábeis, e os demais elos são transações de baixíssimo valor, típicas de doações pulverizadas. Não há indício de que o dinheiro tenha retornado à empresa; o ciclo aparente é um artefato da agregação de transações desconexas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 569.634,91
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PL e PRTB), sem coligação comum evidente. A ESSENT doou à campanha de Mayra (PL) em 2018 e, em 2022, recebeu R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro (PL) como despesa, enquanto Pablo Marçal (PRTB) doou R$ 160 mil a Bolsonaro no mesmo ano. O elo de retorno de Bolsonaro para a ESSENT, somado à passagem por pessoas físicas de partidos distintos, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 77.482,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e uma empresa de contabilidade, com valores que não são absurdamente discrepantes entre si (R$ 3,2 mil, R$ 69 mil, R$ 26,8 mil e R$ 5 mil). A maior transação é uma doação de R$ 69 mil de NILO SERGIO HOLANDA GOMES para GUILHERME CALS, mas não há informação sobre a relação entre eles ou sobre a origem desse valor. O loop pode ser coincidência de transações em um mesmo ano eleitoral (2018) ou ressarcimento, mas a presença de uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha e recebendo de volta não é suficiente para afirmar padrão legítimo ou anômalo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 55.482,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Mayra (PL) e também recebe despesas da campanha de Guilherme (NOVO), partidos diferentes. Além disso, há uma doação de R$ 47.000 de Ilia Freitas Alencar para Guilherme e uma despesa de R$ 5.000 da campanha de Mayra para Ilia, fechando um loop com valores desproporcionais. A presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo e a mistura de partidos distintos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 454.188,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e esferas diferentes (PL/PSDB/PP, presidente/estadual/vereador) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 400 mil da campanha presidencial para a mesma empresa que doou a uma candidata estadual do PSDB, valor de ordem de grandeza muito acima das demais pernas do loop. Esses dois fatos concretos justificam checagem humana, ainda que possam ter explicação legítima.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 61.431,30
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent) e campanhas de partidos diferentes (PL e PSDB) em anos distintos, o que dificulta a explicação por coligação ou conta partidária comum. A Essent doa para Helen (PSDB) em 2020, mas recebe despesa de Eduardo (PSDB) em 2018, e o elo de volta se dá via Daiane, que doa a Luis Felipe (PL) em 2018 e recebe despesa de Helen em 2022. O valor total é modesto, mas a combinação de fornecedor de contabilidade pagando e recebendo de campanhas, com intermediação de pessoas físicas sem partido comum, merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.706,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PC do B/AM, PP/AM, PSDB/RS) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir conexão estranha. Porém, os valores são baixos (R$ 15,7 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, e há intermediação de um gateway de pagamentos (Pagar.me), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de despesas e doações fragmentadas de campanha, mas também não é possível descartar coincidência ou relação indireta entre os agentes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 404.644,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma vereadora do PC do B no RS, um fornecedor de contabilidade e a campanha presidencial do PL. O elo de retorno é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à Essent, enquanto a Essent doou apenas R$ 2.225 à vereadora e esta pagou R$ 2.000 a um terceiro que doou R$ 0,05 à campanha — valores de ordens de grandeza incompatíveis. A coincidência de nomes (Essent/Evertin) e o ciclo fechado justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.421,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha (LUCIANE) e também recebe despesas de outra campanha (BRUNA), fechando um loop com valores expressivos. A transação de R$ 7.000 de LUCIANE para Mariana Chagas Lima, que depois doa R$ 15 para GIOVANI, é desproporcional e sem explicação aparente. Embora parte das entidades compartilhe partidos de esquerda (PCdoB, PSB), a presença de uma empresa privada no centro do ciclo e a disparidade de valores justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.511,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PCdoB/RS, PCdoB/CE, PSB/RS) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum evidente. A maior transação é um pagamento de R$ 7.000,00 da campanha de Luciane Pereira da Silva (PCdoB/RS) para Liz Elpidio Meireles Filardi (PCdoB/CE), valor de uma ordem de grandeza acima das demais movimentações da cadeia (R$ 105 a R$ 2.275). Além disso, a empresa Essent aparece tanto doando para uma campanha quanto recebendo despesa de outra, fechando o loop de forma não trivial.