severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.169,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para dois candidatos de partidos diferentes (EDUPERCIO PRATTS/MISSÃO e CARLOS MOISES/UNIÃO) e recebe despesa de um deles, além de uma doação de direção partidária. Não há coligação ou partido comum entre os candidatos que explique naturalmente o fluxo, mas os valores são modestos (R$ 27 mil no total) e o ramo da empresa (contabilidade) é compatível com serviços prestados a campanhas, o que impede afirmar que seja um caso claramente bizarro. Faltam informações sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes para uma triagem mais segura.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 46.631,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MISSÃO e PSL) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, a ESSENT é uma empresa de contabilidade/consultoria que presta serviços a campanhas, e o valor pago por VANIR (R$ 750) é compatível com uma despesa contábil, enquanto a doação de R$ 10.880,99 a EDUPERCIO pode ser contribuição empresarial legal da época. O elo de volta é apenas uma despesa de R$ 100 de EDUPERCIO à direção partidária, quantia irrisória que não fecha um ciclo financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos societários e partidários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.736,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a EDUPERCIO PRATTS em 2018 e depois recebeu pagamentos de EDER PICOLI em 2020/2024, mas os valores são modestos e as transações estão separadas por anos e por campanhas diferentes. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e a ligação entre os personagens pode ser explicada por serviços contábeis prestados a campanhas de SC. Os fatos não são suficientes para afirmar padrão anômalo nem para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.069,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (MISSÃO, UNIÃO, PSB/PSL estadual) e valores que não fecham um loop claro: a maior parte do dinheiro (R$ 10.880,99) sai da ESSENT para EDUPERCIO em 2018, enquanto o retorno à ESSENT é de apenas R$ 187,50 em 2020. As transações estão espalhadas em anos distintos (2018, 2020) e não há um encadeamento direto e imediato que caracterize um ciclo fechado de curto prazo. Sem mais contexto sobre vínculos societários ou contratuais, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.666,79
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (Missão, União, PP) e uma empresa de contabilidade, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos. A maior parte do fluxo (R$ 10.880,99) é uma doação da empresa ESSENT JUS para EDUPERCIO PRATTS em 2018, e o restante são repasses partidários e uma despesa de R$ 3.754,80 com a mesma empresa em 2020. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo ano, nem valores de ordem de grandeza discrepante, mas a conexão entre a empresa de contabilidade e os demais atores merece uma checagem manual para descartar coincidência ou relação comercial legítima.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 411.567,37
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: uma empresa de contabilidade doa R$ 10.880,99 a Edupercio Pratts (Missão) em 2018, que paga despesa de R$ 1,00 à direção estadual, que doa R$ 265,00 a Airton Amaral (Patriota) em 2018, que doa R$ 100,00 a Jair Bolsonaro (PL) em 2022, e a campanha de Bolsonaro paga R$ 400.419,38 à mesma empresa de contabilidade. O elo mais chamativo é a empresa ESSENT aparecer como doadora de um lado e recebedora de vultosa despesa do outro, dentro do mesmo ciclo, sem que os fatos expliquem a relação comercial ou partidária que justifique isso. A diferença de ordem de grandeza (R$ 100,00 de doação contra R$ 400 mil de despesa) e a mistura de partidos e anos tornam a explicação simples (mesma coligação, repasse partidário) insuficiente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.192,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 10.880,99 a EDUPERCIO PRATTS e recebe de volta R$ 45,52 de AIRTON AMARAL DE OLIVEIRA JUNIOR, com passagens por direção partidária e valores muito díspares. As entidades não compartilham partido/coligação evidente (PATRIOTA, MISSÃO, PSB-SC), mas a empresa de contabilidade pode prestar serviços a várias campanhas, o que explicaria o fluxo. O valor de R$ 10.880,99 é uma ordem de grandeza acima das demais transações, mas não há informação sobre o serviço prestado que permita dizer se é desproporcional. Faltam dados para afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.287,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 10.880,99 a EDUPERCIO PRATTS e recebe de volta apenas R$ 140,33 de MARCOS ALVES SOARES, valores muito desproporcionais. As entidades não compartilham partido (MISSÃO, REDE, PSB) e a soma do loop é pequena (R$ 11.287,32), mas a ESSENT aparece como doadora e fornecedora na mesma cadeia, o que pode ser apenas coincidência de mercado. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas de campanha, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.069,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, UNIÃO, MISSÃO) e anos distintos (2018 a 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 26 mil no total) e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis da ESSENT a campanhas, doações partidárias e despesas de campanha usuais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.881,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSL, UNIÃO, MISSÃO, PC do B) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são pequenos (R$ 26,8 mil no total) e as transações parecem fragmentadas, sem um elo dominante ou valor fora de escala. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a combinação de partidos e a circularidade justificam uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.515,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (UNIÃO, MISSÃO, PODE, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 23,5 mil no total) e há transações claramente rotineiras, como doação de direção partidária a candidato e despesa de campanha com fornecedor de contabilidade. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O conjunto merece atenção, mas os dados fornecidos não permitem afirmar que fuja do comum.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.474,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato e depois recebe pagamento de despesa de outro candidato, mas todos os envolvidos têm vínculos partidários em Santa Catarina e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020). O valor total é baixo (R$ 23,4 mil) e a empresa presta serviços contábeis, ramo compatível com despesas de campanha. Não há indício de que os candidatos pertençam a partidos sem relação ou de que os valores sejam desproporcionais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.941,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a um candidato do partido MISSÃO, e um candidato do partido UNIÃO que pagou despesa à mesma empresa, além de doação da direção estadual a esse candidato. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos, mas a conexão entre partidos distintos e a empresa de contabilidade não é imediatamente explicável por um padrão comum. Não há indício claro de irregularidade, mas também não se pode descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.630,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MISSÃO, PRTB, PSL) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com serviços contábeis e doações de baixa monta, e a cadeia pode refletir relações locais em SC não capturadas pelo resumo. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.434,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou a um candidato e depois recebeu pagamentos de outro candidato do mesmo campo político (PSL), o que pode ser apenas prestação de serviços contábeis rotineira. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos, sem indício de retorno financeiro desproporcional. Não há um fato concreto que destoe de um padrão comum de contratação de serviços ou de doações partidárias.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.069,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou a um candidato, um candidato que pagou despesa à mesma empresa, e um partido no meio da cadeia. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A ligação entre os candidatos e o partido (PSL/SC) é plausível dentro de uma mesma estrutura partidária, mas a recorrência da empresa de contabilidade como doadora e fornecedora merece uma olhada humana para descartar conflito de interesse.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.069,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos distintos (2018 e 2020), e a soma de R$ 21 mil é modesta. As conexões passam por uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas e por uma direção partidária estadual, o que pode explicar tanto doações quanto despesas de forma rotineira. Não há um fato isolado, como valores idênticos ou ramo de atividade incompatível, que force uma checagem manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.069,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade, um partido estadual e dois candidatos de SC, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 21 mil no total). A empresa ESSENT presta serviços contábeis e doou para um candidato, enquanto o outro candidato pagou despesa de contabilidade a essa mesma empresa — padrão comum no meio eleitoral. Não há um fato agudo que destoe, como valores milionários ou fornecedor de ramo incompatível, mas a conexão entre os personagens via partido e serviços contábeis merece uma olhada rápida para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 59.613,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos. A empresa ESSENT aparece como doadora de um candidato em 2018 e como fornecedora de outro em 2020, o que pode ser coincidência ou prática comercial normal. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como valores muito acima do padrão ou vínculos partidários claros entre todos os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 406.170,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes, mas a maior parte do valor (R$ 400 mil) é uma despesa da campanha de Bolsonaro com uma empresa de contabilidade, o que é um gasto típico de campanha. As demais transações são de valores baixos e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há como afirmar que o loop seja anômalo ou rotineiro apenas com esses dados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 404.370,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PL, PODE), sem coligação comum evidente, e a maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro para a ESSENT JUS, que é a mesma empresa que aparece no início do loop doando R$ 50,00 a Jeferson Lopes. O valor de ida e volta é de ordens de grandeza diferentes, mas o retorno do dinheiro à empresa que originou a cadeia merece checagem humana. A diferença de partidos e a assimetria extrema entre os valores dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 404.370,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRTB e PL) e valores muito díspares, mas a maior parte do volume (R$ 400 mil) é um pagamento de despesa da campanha de Bolsonaro a uma empresa de contabilidade, o que é um gasto típico de campanha. As doações entre Jeferson Lopes e Carlos Henrique de Lima (R$ 2.700) e a despesa de Carlos Henrique com Moris Albert (R$ 1.200) são de baixo valor e podem ser repasses internos ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que force uma explicação implausível, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 46.848,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes (PRTB/SC 2018, PL/BR 2018-2022, PSDB/RS 2020), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. O elo mais forte é a despesa de R$ 4.013.805 de Nelson Marchezan Junior (PSDB) para a Essent Jus Contabilidade, que é justamente a empresa que doou para Jeferson Lopes (PRTB), que por sua vez doou para Bolsonaro (PL) — valores e vínculos que não se explicam por mera coincidência de mesma coligação. A diferença de ordem de grandeza (R$ 40 mil de doações contra R$ 4 milhões de despesa) e a mistura de nomes/empresas (Essent Jus vs Essent Inovação, Adstream vs XR Global) tornam o loop atípico e merecedor de checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.790,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e espectros políticos distintos (PT, PRTB, PL) e anos diferentes (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam valores muito menores, e a AIXMOBIL doa apenas R$ 6.864,00 a Claudir Nespolo. O retorno ao ponto de partida (ESSENT) se dá por uma despesa de R$ 3.324,40 paga por Nespolo, fechando o loop com valores desproporcionais e sem vínculo partidário evidente entre os elos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.899,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PRTB, REDE) e uma empresa de contabilidade que aparece nos dois extremos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 850 a Marcelo Sgarbossa (REDE), criando um elo indireto entre campanhas sem partido comum. A soma total de R$ 186.899,12 é relevante e o encadeamento fecha um loop, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 210.107,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PRTB, PSDB) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 76 vezes maior que a doação de R$ 2.432,40 da AIXMOBIL para Cássio, e o elo de retorno à ESSENT é uma despesa de apenas R$ 1.181,12. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza das relações entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.102,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PL, REDE), o que dificulta uma explicação por coligação única, mas as transações são de naturezas distintas (doações e despesas) e valores muito díspares. O elo mais forte é a despesa de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro com a AIXMOBIL, que também doou a André Rodolfo de Lima, mas não há indício de que os valores retornem de forma equivalente à origem. Sem dados sobre a relação comercial entre as empresas e as campanhas, não é possível afirmar que o loop seja apenas coincidência ou que mereça priorização.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.611,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PL, Republicanos), sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 3.500 vezes maior que as demais transações do loop, o que distorce a cadeia e merece checagem. Além disso, a empresa ESSENT aparece com duas razões sociais distintas (INOVACAO e JUS), sugerindo possível confusão cadastral ou elo não esclarecido.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.026,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PP, PRTB) e uma empresa de contabilidade que doa para um candidato e depois recebe despesas de outro, sem coligação comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 11.140,00 para Hiran (PP), criando um fluxo cruzado entre campos políticos opostos. O fechamento do loop com valores muito díspares e a mistura de doações e despesas entre atores sem vínculo partidário claro justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.277,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e espectros políticos distintos (PT, PL, PRTB) e empresas de ramos diferentes (contabilidade e mobilidade), o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo (R$ 1.285, R$ 50, R$ 200 e R$ 3.390,28). O retorno do dinheiro à ESSENT se dá via despesas da campanha de Henrique Fontana (PT) à ESSENT JUS, que é a mesma empresa que doou a Jeferson Lopes, fechando o ciclo de forma não trivial.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.163,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT, PRTB, PL), sem coligação comum evidente. O valor que sai da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 50 a R$ 1.360), e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora da campanha de Enio Bacci, sugerindo possível retorno do dinheiro. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.801,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PRTB/SC, PP/RS, PL/BR) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de aliados. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL representa mais de 99% do total movimentado, enquanto as demais transações são de R$ 50 a R$ 200. Esse desequilíbrio e a presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesa de um vereador do PP e doando para um prefeito do PRTB justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.787,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PRTB, MISSÃO) e anos variados (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para Aixmobil) é uma despesa de campanha, e as demais somam valores modestos, sem indício de retorno financeiro direto ao doador original. Não há um fato isolado que destoe drasticamente do padrão ou que configure ciclo fechado e suspeito entre os mesmos agentes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.688,20
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, PSL) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária. O valor dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que é duas ordens de grandeza maior que todas as demais transações do loop (R$ 70, R$ 50, R$ 200 e R$ 15,99). A volta do dinheiro à ESSENT se dá por um pagamento de apenas R$ 15,99, tornando o encadeamento artificial e merecedor de checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.805,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PRTB, AGIR, PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor de R$ 184.352,21 pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 50 a R$ 1.005), o que destoa do conjunto. Além disso, a ESSENT aparece com CNPJ diferente do informado no resumo, e a empresa AIXMOBIL recebeu da campanha e depois doou a outro candidato, fechando o loop. Esses fatos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.547,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PRTB/SC 2018, PT/RS 2018 e 2022, PL/BR 2018 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são muito díspares (R$ 50 a R$ 184 mil) e as transações estão espalhadas em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como empresa doando milhões e recebendo quase o mesmo de volta no mesmo ano.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.970,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PRTB, PL, PDT) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018 é mais de 150 vezes maior que a doação de R$ 1.098,00 da AIXMOBIL a Tarcísio no mesmo ano, e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de Tarcísio. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza das relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.380,18
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: Jeferson Lopes (PRTB) doa a Bolsonaro (PL) em 2022, enquanto Bolsonaro paga R$ 184 mil à Aixmobil em 2018, que por sua vez doou R$ 7,5 mil a Luciano Leiro (PPS) em 2018, e Leiro pagou R$ 1,2 mil à Essent, que havia doado R$ 50 a Jeferson em 2018. A transação dominante (R$ 184.352,21 de Bolsonaro à Aixmobil) é duas ordens de grandeza maior que as demais e é o elo que conecta a cadeia, mas o ramo da Aixmobil não é indicado e o retorno à Essent é desproporcional. Isso não prova irregularidade, mas o encadeamento entre atores de partidos distintos e a assimetria de valores justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.750,66
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PSD, PL), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto todas as demais transações do loop somam menos de R$ 1.400. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e recebedora de despesas de campanha, e a AIXMOBIL doa a um candidato do PSD e recebe despesa da campanha presidencial do PL, sem relação partidária clara que justifique o ciclo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.896,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PRTB-SC, PL-BR, PRD-RO) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar como um loop fechado de doações e despesas. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 7.000 vezes maior que a doação de R$ 30,00 da AIXMOBIL para Aleksander Palitot, e as demais transações são de R$ 20,00 a R$ 264,60. Essa disparidade e o fechamento do ciclo entre pessoas sem vínculo partidário declarado justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.828,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PL, REDE; 2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de três ordens de grandeza maior que todas as outras transações do ciclo (R$ 50 a R$ 12.603), e a empresa AIXMOBIL aparece doando a um candidato de outro partido. A cadeia fecha o loop, mas a assimetria de valores e a ausência de vínculo partidário comum justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.320,13
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL, PT, PRTB) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum aparente. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 175,00 a Nestor Schwertner (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e depois recebe despesas de campanha, configurando um retorno do dinheiro à mesma cadeia.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.506,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PL, PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. A transação dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 6.706,00 a Nilson Leitão, criando um elo indireto entre campanhas de partidos distintos. O fechamento do loop com valores muito díspares e a participação de uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha merecem checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.543,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PRTB, PL, PDT, 2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que em 2018 doou R$ 6.551,00 a André Peixoto Figueiredo Lima (PDT), criando uma ligação indireta entre adversários políticos. O valor pago pela campanha presidencial é cerca de 28 vezes maior que a doação da AIXMOBIL, e o restante do ciclo soma valores muito menores, o que justifica checagem humana sobre a natureza do serviço prestado.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.230,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 250 vezes maior que a doação de R$ 728,10 da AIXMOBIL para Marcus Vinicius, e o retorno final à ESSENT é de apenas R$ 347,11. Essa combinação de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum e valores desproporcionais justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.302,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PSB, PL, PRTB), sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por mera coincidência partidária. O valor mais expressivo é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.795,00 a Alckmin (2018), criando uma assimetria de ordens de grandeza dentro do loop. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e recebedora de recursos na mesma cadeia, o que justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.763,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados distintos (PL, PSB, PRTB) e inclui uma empresa de contabilidade que aparece como doadora e depois como fornecedora da mesma campanha que a financiou. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184 mil) é uma ordem de grandeza maior que as demais transações do loop, sem que os fatos expliquem o serviço prestado. Esses elementos dificultam uma explicação simples de coincidência entre aliados e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.165,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PRTB, PL) e inclui uma empresa de contabilidade que doa para um candidato e depois recebe despesas de outro, sem vínculo partidário evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que doou apenas R$ 500,00 a Giovani Cherini, criando uma assimetria de quase 370 vezes. A cadeia envolve anos distintos (2018 e 2022) e não há explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário para todas as setas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.797,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PRTB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL é cerca de 600 vezes maior que a doação de R$ 310,90 da AIXMOBIL para José Alberto Reus Fortunati (PT), e a ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo da mesma campanha (Fortunati), fechando um subciclo. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 200.394,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PRTB) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar o loop como mera movimentação interna partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de poucos milhares de reais, e a AIXMOBIL aparece doando apenas R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B). Essa disparidade e a presença de empresas de ramos distintos (contabilidade e mobilidade) no mesmo ciclo justificam uma checagem humana.