severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 70.320,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Ceará, o que é compatível com uma rede partidária legítima. Os valores são modestos (R$ 70 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações e despesas dentro do mesmo partido, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 73.632,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/CE e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, mas o valor da despesa (R$ 217,24) é muito pequeno frente à doação (R$ 9.078,00), sem indicar retorno financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não há elementos suficientes para descartar a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.545,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 19,5 mil no total). As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatos, despesas de campanha e possíveis ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de uma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.262,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a direção estadual doando a candidatos do próprio partido e candidatos devolvendo/ressarcindo à direção, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que destoe do conjunto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.047,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 15.490,87) é doação da direção estadual para uma candidata a vereadora, e o retorno à direção (R$ 17.453,71) aparece como despesa de campanha de um candidato a deputado estadual do mesmo partido, padrão comum de contribuições e ressarcimentos internos. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do restante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.666,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL no Ceará (direção estadual, prefeito, deputado estadual e vereador), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 34,6 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2020, 2022 e 2024, sem ciclo curto e fechado no mesmo ano. O retorno à direção estadual em 2022 (R$ 17,4 mil) é compatível com ressarcimento ou contribuição partidária, não com um loop suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 24.451,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 24,4 mil no total) e transações típicas de campanha: repasses do partido a candidatos, doações entre filiados e despesas pagas a fornecedores/militantes. O retorno de recursos à direção estadual por Ailton (R$ 17,4 mil em 2022) é compatível com ressarcimento de sobras ou devolução de valores não utilizados, prática comum em prestações de contas. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.584,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 21,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados da mesma legenda e despesas de campanha, sem valores fora de escala ou fornecedores de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas de um mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.284,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL no Ceará: a direção estadual do partido, dois candidatos a deputado federal e um candidato a deputado estadual, todos filiados à mesma legenda. As transações são de baixo valor (R$ 21,2 mil no total), compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses partidários, e o maior fluxo é uma despesa de campanha de Ailton para a direção estadual, que pode ser ressarcimento ou contribuição partidária. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.684,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 26,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.184,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações internas entre correligionários, repasses partidários e despesas de campanha, sem indicar um esquema fechado ou desproporcional. O maior valor (R$ 17.453,71) é uma despesa de campanha de Ailton para a direção estadual, o que é rotineiro. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.334,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 23,3 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidata, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas a fornecedores/militantes. O maior valor (R$ 17,4 mil) é uma despesa de campanha de Ailton à direção estadual, compatível com repasse partidário ou ressarcimento. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário claro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.198,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses internos de campanha (doações entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas à direção partidária). As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é típico de movimentação partidária recorrente, não de um loop fechado em curto prazo. O valor total (R$ 31 mil) é modesto e não destoa das demais transações da cadeia. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.983,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses internos de partido, doações entre filiados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 20,9 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.391,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores baixos (R$ 12,4 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018-2022), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre correligionários e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que destoe do padrão. O loop parece ser um artefato de agregar movimentações de uma mesma rede partidária, não um indício que exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 51.302,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 51 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2018-2022). O fluxo predominante é da direção partidária para candidatos (R$ 31 mil para Rodrigo) e de candidatos de volta para a direção (R$ 17 mil de Ailton), padrão comum de repasses e contribuições partidárias. As demais transações são de baixo valor e entre pessoas do mesmo partido, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.502,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do PSOL no Ceará, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 52,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal atípica. A maior parte do fluxo é explicável por doações da direção estadual a candidatos e despesas de candidatos com o partido, típicas de prestação de contas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.577,63
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o fluxo predominante é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos (R$ 31.248,92 para Rodrigo Santaella), o que é um padrão legítimo de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 650 a R$ 17.453,71) e ocorrem entre candidatos do mesmo partido, podendo ser doações internas ou ressarcimentos. O ciclo fechado é explicável pela concentração de recursos na direção estadual e posterior devolução via despesas de campanha, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 58.514,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e transações espalhadas entre 2018 e 2022, não num intervalo curto. As setas são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha com fornecedor de tecnologia, sem salto de ordem de grandeza. O retorno à direção estadual em 2022 pode ser ressarcimento ou contribuição partidária, padrão comum. Não há um fato isolado que fuja do que se espera de movimentação entre campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.252,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 50 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2022). O fluxo predominante é a direção partidária repassando recursos a candidatos do próprio partido, padrão comum e legítimo. As demais setas são doações e despesas de pequeno valor entre aliados da mesma sigla, sem indicar ciclo fechado de curto prazo ou valores anômalos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 49.952,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior parte do fluxo (R$ 31,2 mil) é da direção estadual para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são pequenas (R$ 50 a R$ 1,2 mil) e podem ser ressarcimentos ou devoluções dentro do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 55.352,63
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL no Ceará, e a cadeia envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de volta — padrão comum de movimentação interna partidária. Os valores são modestos (R$ 55 mil no total, com transações individuais entre R$ 50 e R$ 31 mil) e compatíveis com doações entre aliados e ressarcimentos. O ciclo fechado, embora chame atenção, é explicável pela mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.852,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 51,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024. As setas são compatíveis com repasses do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em contas partidárias. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.002,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 52 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2018-2022). As movimentações são compatíveis com repasses internos de partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indício de empresa externa ou fornecedor estranho ao meio político. Não há um fato concreto que fuja do padrão de circulação de recursos dentro de uma mesma agremiação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 49.926,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL no Ceará: a direção estadual do partido, um candidato a prefeito e um candidato a deputado estadual do mesmo partido. As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre filiados e despesas de campanha, valores modestos e sem indício de enriquecimento ou fornecedor estranho. O fechamento do ciclo pode ser coincidência de fluxos dentro da mesma estrutura partidária, não havendo um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 114.644,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores muito díspares entre as etapas (R$ 91 mil da direção para um candidato, R$ 14 mil de despesa para a BG Studios, R$ 5,5 mil de doação da BG Studios, R$ 250 de doação entre candidatos e R$ 17 mil de despesa para a direção). O elo mais forte é a direção partidária repassando recursos a candidatos do próprio partido, padrão legítimo e comum. A BG Studios aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, o que pode ser coincidência de rede de relacionamentos, mas não configura por si um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 117.956,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/CE e entidades ligadas ao partido, com valores que não são absurdamente discrepantes entre si. A maior transação é a doação da direção estadual ao candidato (R$ 91 mil), que é um repasse partidário comum, e as demais somam valores menores. Não há um fato isolado que destoe claramente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. O loop pode ser explicado por movimentações dentro da mesma coligação/partido, mas a existência de um ciclo fechado entre quatro entidades justifica uma checagem manual para confirmar a regularidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 93.084,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação (R$ 91 mil da direção estadual para José Arimateia) é um repasse típico de partido a candidato, e as demais somam valores pequenos. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 120.801,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL no Ceará, incluindo a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 1.030,00 e R$ 10,00 em doações entre candidatos, por exemplo) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O maior fluxo é a doação da direção estadual a José Arimateia (R$ 91.279,09), padrão comum de apoio partidário, e a despesa de Ailton à direção (R$ 17.453,71) pode ser contribuição estatutária ou repasse. Não há fornecedor sem relação com o serviço nem valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 110.586,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do volume (R$ 91 mil) é doação da direção estadual a um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor e podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 174.651,32
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do mesmo partido (PSOL) no Ceará: a direção estadual repassa recursos a candidatos e estes pagam despesas de volta à estrutura partidária, um padrão comum de financiamento interno. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários e ressarcimentos de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. A presença de uma intermediária (Bárbara Oliveira dos Reis) com valores pequenos também é típica de prestação de serviços de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 202.368,33
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará (direção estadual, candidatos a deputado estadual e prefeito), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 202 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a candidatos, o que é típico de financiamento partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 192.153,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal que sugira um loop artificial. O maior fluxo é a doação da direção estadual a Nestor Bezerra (R$ 98 mil), típica de repasse partidário, e os demais valores são pequenos e coerentes com reembolsos ou apoio entre candidatos do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 192.407,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a direção estadual doando para o candidato Nestor Bezerra (R$ 98 mil), padrão comum de financiamento partidário, e o restante são despesas de campanha de pequeno porte entre aliados do mesmo partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 211.057,71
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e a maior parte do fluxo (R$ 98 mil) é a direção estadual do partido repassando recursos a um candidato — padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 50 a R$ 20 mil) entre candidatos da mesma legenda, compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos internos. O ciclo fechado é explicável pela concentração de recursos dentro do próprio partido, sem fornecedor externo ou ramo estranho envolvido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 52.917,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 52,9 mil no total) e transações típicas de campanha: doação partidária a candidata, pequenas doações de uma pessoa física a candidato e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 51,9 mil) é a doação oficial do partido à candidata Morgana, e o retorno ao partido é uma despesa de apenas R$ 336,70, compatível com ressarcimento ou pagamento de despesa operacional. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário claro, então o padrão é explicável por movimentação interna de campanhas da mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 80.634,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é a doação da direção estadual para Morgana (R$ 51,9 mil), típica de repasse de campanha proporcional, e as demais são de baixa monta. O retorno de Ailton à direção estadual (R$ 17,4 mil) pode ser ressarcimento ou devolução de sobra, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 70.418,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha de pequeno porte. A maior parte do volume (R$ 51,9 mil) é doação da direção estadual para uma candidata a vereadora, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 150 a R$ 17,4 mil) e podem ser ressarcimentos ou devoluções dentro do mesmo grupo político.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.420,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações ocorrem dentro do mesmo campo político (PSOL no Ceará) e em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A BG Studios Tecnologia aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, o que pode ser explicado por serviços prestados a campanhas, mas o ramo de tecnologia não é detalhado. Os valores são modestos (R$ 29,4 mil no total) e não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou ausência total de vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.841,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores baixos (R$ 11,8 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidato, repasses entre candidatos da mesma legenda e pagamentos a uma fornecedora/pessoa física (Bárbara Oliveira dos Reis). O fechamento do loop pode ser explicado por devolução de sobra, ressarcimento ou circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem nenhum fato que destoe do padrão. Não há fornecedor de ramo estranho, valor de ordem de grandeza superior nem ausência de vínculo partidário entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.859,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 21,8 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). O padrão é compatível com repasses internos de partido, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indicar um esquema fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.559,66
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de campanha — padrão comum de fluxo partidário. Os valores são modestos (R$ 21,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. O fechamento do ciclo é compatível com repasses internos e ressarcimentos entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.959,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL no Ceará, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e ressarcimentos entre campanhas da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 26,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração suspeita. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.459,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 23,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024). As movimentações são compatíveis com repasses de direção partidária a candidatos, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem indicar um esquema fechado e suspeito. O fato de o dinheiro retornar à direção estadual via despesa de campanha é um padrão comum em prestações de contas partidárias.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.609,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 23,6 mil no total) e transações típicas de campanha: repasse partidário a candidato, doação entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas a fornecedores/militantes. O maior valor (R$ 17,4 mil) é uma despesa de Ailton para a direção estadual, compatível com ressarcimento ou contribuição partidária. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.330,78
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL no Ceará, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão legítimo de repasse de recursos partidários entre candidatos e direção estadual. Os valores são modestos (R$ 31 mil no total) e as movimentações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado por devoluções de sobra, ressarcimentos ou repasses internos da legenda, não havendo indício de empresa privada doando e recebendo de volta valores equivalentes.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.115,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis entre si (R$ 2,6 mil, R$ 23,2 mil, R$ 174,5 mil). As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é típico de repasses partidários, ressarcimentos e devoluções de sobra entre campanhas aliadas. Não há fornecedor externo nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 34.468,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 34,4 mil no total) e transações pulverizadas ao longo de vários anos (2018-2022). A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a uma candidata do próprio partido, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são pequenas doações e despesas entre pessoas do mesmo campo político, compatíveis com ressarcimentos ou apoio mútuo de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 62.185,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PSOL) no Ceará, incluindo a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos devolvendo sobras/contribuindo à direção — padrão comum em prestações de contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 62 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal ou montante atípico. A única entidade sem partido explícito (Bárbara Oliveira dos Reis) aparece como intermediária de pequeno valor, o que pode ser explicado por doações entre aliados ou prestação de serviços. Não há um fato concreto que fuja do roteiro partidário usual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 51.970,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 31,5 mil) é doação da direção estadual para uma candidata, padrão legítimo de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor e dentro do mesmo grupo político, sem fornecedor externo ou ramo estranho que justifique alerta.