severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.240,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PSDB e PSB), mas todos os valores são modestos (R$ 34 mil no total) e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral de 2018. As quantias pagas pelas campanhas às empresas (R$ 429 e R$ 903) são muito pequenas e compatíveis com serviços contábeis ou de mobilidade, enquanto as doações das empresas aos candidatos somam R$ 21,8 mil e R$ 11 mil. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações empresariais e pequenos gastos de campanha, mas a formação de um ciclo fechado entre quatro entidades sem vínculo partidário explícito merece uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.789,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-RS e PSB-PB), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e desproporcionais entre si (R$ 21.833,00 de doação contra R$ 3,45 de despesa), e a maior parte do fluxo é de uma empresa de contabilidade para um candidato, padrão comum de prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.790,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços (contabilidade e mobilidade) e dois candidatos de partidos diferentes (PSB e PT), sem coligação comum declarada. As transações são de 2018 e os valores são modestos (R$ 21,8 mil, R$ 2,5 mil, R$ 3,5 mil e R$ 903), compatíveis com doações e pagamentos de serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples evidente para o encadeamento exato — por isso não dá para cravar nem 'plausível' nem 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.505,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSB e PT) e UFs distintas (PB e RS), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 27,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. A ESSENT aparece como doadora em 2018 e recebedora de despesa em 2024, mas o intervalo de seis anos e a ausência de vínculo partidário claro entre as pontas tornam o caso ambíguo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.900,19
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSB-PB e PT-RS) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, a ESSENT (contabilidade) aparece como doadora de R$ 21.833 para um senador da PB e depois recebe R$ 649,70 de um vereador do PT-RS, o que é um fluxo incomum para uma empresa de contabilidade. O valor total de R$ 34.900,19 é modesto, mas a combinação de atores sem relação aparente e o retorno do dinheiro à empresa de origem justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.311,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PSL-RS e PSB-PB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por aliança eleitoral. Porém, os valores são pequenos e as transações incluem tanto doações quanto despesas de campanha, podendo refletir contratação de serviços contábeis e de mobilidade. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem relação clara merece uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 4.152.119,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSB e PL) e anos diferentes (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. A maior transação é uma doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL para a campanha de Bolsonaro em 2018, enquanto as demais são de ordens de grandeza muito menores (R$ 21 mil, R$ 903 e R$ 400 mil), gerando assimetria relevante. O retorno do ciclo se dá por despesas da campanha de Bolsonaro em 2022 com a ESSENT, empresa que havia doado a um candidato do PSB em 2018, sem relação partidária evidente. Esses fatos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.583,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são pequenos (R$ 24.583 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A empresa ESSENT aparece tanto doando para João Azevedo quanto recebendo despesa de Eva Eliana, mas isso pode ser apenas prestação de serviços contábeis a campanhas distintas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre mesmas pessoas), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 433.753,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou para João Azevedo Lins Filho (PSB) em 2018 e depois recebeu R$ 400 mil de despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, sem partido ou coligação em comum entre os personagens. O elo intermediário é frágil: a doação de R$ 1,00 de Luiz Antônio Gomes Monteiro a Bolsonaro e o pagamento de R$ 11.500 de João Azevedo a esse mesmo Luiz Antônio não explicam a conexão. O valor de R$ 400 mil pagos pela campanha presidencial a uma empresa que antes doou a um senador de outro partido é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 583.772,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSB, PRTB, PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou grupo político comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS, que no mesmo período recebeu doações de João Azevedo Lins Filho (PSB) e doou para Pablo Marçal (PRTB), que por sua vez doou para Bolsonaro. O valor da despesa é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo, e o ramo da empresa (contabilidade) não tem relação óbvia com serviços de campanha, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 426.753,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum: uma empresa de contabilidade doa a um senador do PSB, que paga despesa a um intermediário, que doa a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 400 mil à mesma empresa. O elo de volta é de ordem de grandeza muito superior aos demais (R$ 400 mil contra R$ 21 mil e R$ 4,5 mil), e a empresa que abre e fecha o ciclo aparece como doadora e depois como fornecedora da campanha presidencial. Isso não prova irregularidade, mas o encadeamento circular e a assimetria de valores justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.446,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRD e PSDB) e em UFs distintas (ES e RS), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 40,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos variados (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que caracterize um loop suspeito. Além disso, há prestadores de serviços contábeis e de tecnologia que podem ter relações comerciais legítimas com as campanhas, e a doação de Nelson a Leandro (R$ 20 mil) pode ser um repasse entre aliados do mesmo partido (PSDB).
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 57.916,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PRD-ES e PSDB-RS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem do loop e também como fornecedora de despesas da campanha de Eduardo Figueiredo, sugerindo um possível retorno de recursos à mesma cadeia. O valor total de R$ 57,9 mil não é alto, mas a combinação de atores díspares e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 49.073,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PRD-ES e PSDB-RS) sem coligação ou vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por aliança eleitoral. Além disso, há uma assimetria grande de valores: Nelson Marchezan Junior paga R$ 40.138,05 à Essent Jus, enquanto Neuza de Oliveira recebe apenas R$ 455,00 da mesma Essent, e o restante do fluxo passa por empresas (Adstream e XR Global) sem relação aparente com os cargos. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a origem e a lógica dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.616,08
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent) e campanhas de partidos diferentes (PSDB e PTB), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. A Essent doa R$ 3.260 a Lucas Salomon (PSDB) em 2020, mas recebe R$ 28.981,30 de Eduardo Leite (PSDB) em 2018, uma assimetria de quase 9x que não se justifica por lote ou serviço descrito. O elo entre Aldo Chiattone (PTB) e Eduardo Leite (PSDB) via doação de R$ 5.000 em 2018 também não tem justificativa partidária óbvia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.862,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,8 mil) e entidades com vínculos partidários e profissionais plausíveis: a Essent é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, e há candidatos do PSDB e PP no RS. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato agudo que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), mas a presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo e a devolução de doação de um candidato a outro merecem uma olhada humana para descartar coincidência ou ajuste de contas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.504,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato do PSDB, que doa para outro candidato do PSDB, que doa para um terceiro candidato do PSDB, e este paga despesas à mesma empresa de contabilidade. Embora todos os candidatos sejam do PSDB/RS, o retorno do dinheiro à empresa doadora original em um ciclo fechado, com valores que somam R$ 12.504,01, não tem explicação simples e merece checagem humana. A diferença de valores (a empresa doa R$ 3.260 e recebe R$ 5.744 em despesas) também chama atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 565.649,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (NOVO/CE 2018, PRTB 2022/2024, PL 2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 49,62 mil, R$ 160 mil, R$ 30, R$ 238,50 e R$ 400,4 mil) e as transações estão espalhadas em anos diferentes, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. Não há um fato único e concreto que destoe de forma gritante, como empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo valor ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 409.982,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e uma empresa de contabilidade que doou a um candidato e depois recebeu pagamento da campanha presidencial de outro partido, com valores de ordens de grandeza muito distintas (R$ 4.962,00 de doação vs. R$ 400.419,38 de despesa). A intermediação por Keynes Resende Mota, que recebeu despesa da campanha de Guilherme Cals e doou para Jair Bolsonaro, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O conjunto fecha um loop com atores sem vínculo partidário declarado, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 405.859,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (NOVO e PL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Bolsonaro à ESSENT é cerca de 800 vezes maior que a doação inicial da mesma empresa ao candidato do NOVO, e o elo intermediário (Jose Eudes) movimenta valores irrisórios (R$ 1,00 e R$ 477,00), o que não justifica a passagem do grande volume. Isso configura um loop com salto de ordem de grandeza e atores sem relação partidária clara, merecendo checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 406.081,98
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (NOVO e PL), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à ESSENT em 2022, enquanto a ESSENT havia doado apenas R$ 4.962 ao candidato do NOVO em 2018 — valores de ordens de grandeza distintas. O elo intermediário (Daniel de Sousa Matos) recebeu R$ 699,60 da campanha de Guilherme em 2018 e doou R$ 1,00 a Bolsonaro em 2022, o que não explica a conexão. A assimetria de valores e a mistura de partidos sem vínculo claro justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.150,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a um candidato do NOVO e recebeu pagamentos de uma candidata do PL, partidos diferentes. Porém, os valores são modestos (R$ 4.962 de doação, R$ 188,45 em despesas) e a intermediação de uma pessoa física (ILIA FREITAS ALENCAR) que recebeu despesa de Guilherme e doou a Mayra não é explicada. Não há indício claro de conluio, mas a presença de partidos distintos e a falta de justificativa para o repasse via terceiro impedem classificar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 406.176,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, com valores muito díspares: a campanha pagou R$ 400.419,38 à ESSENT em 2022, enquanto a ESSENT doou apenas R$ 5.056,00 a um candidato a deputado estadual em 2020, e este repassou R$ 700,00 a uma pessoa física que doou R$ 1,00 à campanha de Bolsonaro. A diferença de ordens de grandeza e a presença de uma empresa de contabilidade como elo de um ciclo de doações e despesas entre campanhas de partidos diferentes (PL e PSD) e uma pessoa física sem cargo eleitoral conhecido justificam uma checagem humana. Não há explicação simples e legítima evidente para o loop, embora possa haver ressarcimento ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 92.816,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Renivaldo e depois recebe R$ 52.500 de despesa da campanha de Emanuel Pinheiro (MDB), enquanto o filho Emanuel Pinheiro da Silva Primo (PSD) aparece como elo entre doações e despesas. A coincidência de nomes (Emanuel Pinheiro e Emanuel Pinheiro da Silva Primo) e a presença de uma empresa de contabilidade no centro do loop, com valores que retornam à mesma cadeia, dificultam uma explicação simples de coincidência entre coligações distintas. O total de R$ 92.816 e a estrutura circular entre pessoas e empresas ligadas à contabilidade justificam uma checagem humana para verificar se há relação de parentesco, sociedade ou prestação de serviços que explique o fluxo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 106.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PSD e MDB) e uma empresa de contabilidade, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como prestadora de serviços contábeis, o que é comum. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 91.056,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Renivaldo, que doa para a campanha de Emanuel Primo, que paga despesa a Claudia Assunção, enquanto Emanuel Pinheiro paga despesa à mesma ESSENT. O ponto que chama atenção é a ESSENT aparecer simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora paga por outra campanha da mesma cadeia, criando um fluxo circular entre financiador e prestador de serviço. Embora os valores não sejam absurdos e haja vínculos partidários (PSD/MDB em MT), a coincidência de papéis justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 89.756,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com vínculos partidários e familiares prováveis (EMANUEL PINHEIRO e EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO, ambos em MT, um MDB e outro PSD), além de uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação entre aliados e prestadores de serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 97.913,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com vínculos partidários e familiares aparentes (EMANUEL PINHEIRO e EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO, ambos em MT) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar as movimentações como doações entre aliados e pagamentos por serviços. Os valores são modestos (R$ 97,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de financiamento, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem checar os vínculos e a natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 436.676,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSD de MT e PL nacional) e inclui uma empresa de contabilidade que recebeu R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro em 2022, enquanto o elo de volta para essa mesma empresa passa por doações de candidatos do PSD de MT. O valor pago pela campanha presidencial à ESSENT é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 400 mil contra R$ 5 mil e R$ 29,7 mil), e a conexão entre uma empresa de contabilidade e candidatos de outro estado/partido não tem explicação simples nos fatos apresentados. Isso justifica checagem humana para entender se há relação societária, prestação de serviço real ou mera coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 94.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato (RENIVALDO) e depois recebe um pagamento de despesa de campanha de outro candidato (EMANUEL PINHEIRO) de partido diferente (MDB), enquanto o filho/sobrinho EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO (PSD) também movimenta recursos com RENIVALDO e com ALLAN DE ANDRADE PINHEIRO. Há indícios de laço familiar (sobrenome PINHEIRO) e de relacionamento comercial entre a empresa e os candidatos, mas a diferença de partidos e o fechamento do ciclo em anos distintos (2018-2022) dificultam uma explicação simples de mesma coligação. O valor pago pela campanha de EMANUEL PINHEIRO à ESSENT (R$ 52.500) é uma ordem de grandeza superior à doação inicial da empresa (R$ 5.056), o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 40.668,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato de dinheiro. Ainda assim, chama atenção que uma empresa de contabilidade (ESSENT) apareça simultaneamente como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outro elo da cadeia, sem que os fatos expliquem a relação comercial. Além disso, há candidatos de partidos distintos (PP, PSD, PSDC) e uma doação de R$ 29.700,00 entre dois candidatos do mesmo partido (PSD) em 2022, valor que destoa das demais transações e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 91.506,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com vínculos partidários distintos (PSD e MDB) e uma empresa de contabilidade, o que poderia sugerir relação comercial legítima, mas também não afasta a possibilidade de coordenação. Os valores são modestos (R$ 91,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta caracterizar um fluxo circular imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas de campanha, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo pagamento de campanha e depois doando para outro político merece uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 107.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com vínculos partidários e familiares plausíveis (EMANUEL PINHEIRO e EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO, ambos em MT, PSD/MDB), e a empresa ESSENT aparece como doadora e fornecedora de serviços contábeis, o que é comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 107 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem um elo claramente inexplicável. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 437.176,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes, mas a maior parte do valor (R$ 400 mil) é um pagamento de despesa da campanha de Jair Bolsonaro à ESSENT JUS, que é uma empresa de contabilidade — contratação comum em campanhas. As demais transações são de valores baixos e podem refletir doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há evidência de que o dinheiro tenha retornado ao ponto de origem de forma indevida, apenas um encadeamento que fecha o ciclo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 91.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha e depois recebe despesa de outra campanha da mesma família, com valores que retornam quase integralmente. Há ainda doações entre candidatos de partidos diferentes (PSD e MDB) e um pagamento de despesa de uma campanha para um doador anterior, formando um loop fechado entre 2020 e 2022. A coincidência de nomes (EMANUEL PINHEIRO e EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO) sugere relação familiar, mas a movimentação circular entre campanhas distintas e uma empresa privada merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 108.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha e depois recebe pagamento de outra campanha da mesma família política, fechando um loop de R$ 108 mil. Embora os valores não sejam astronômicos e haja vínculos partidários (PSD/MDB) e possivelmente familiares (EMANUEL PINHEIRO e EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO), a coincidência de a mesma empresa doar e ser paga por campanhas interligadas em anos distintos merece checagem humana para descartar triangulação. Não é acusação, mas o fato concreto da ESSENT aparecer nos dois extremos do ciclo justifica priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.370,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.370,50, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. Há vínculos partidários parciais (PSD entre RENIVALDO e EMANUEL), mas também entidades sem partido declarado (ESSENT, JOELSON), o que impede tanto explicar como rotina de coligação quanto apontar um fato concreto de estranheza. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 90.656,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Renivaldo, que doa para Emanuel Primo, que paga despesa a Marileide, enquanto Emanuel Pinheiro paga R$ 52.500 à mesma ESSENT — fechando um loop entre doadores e fornecedores de serviços contábeis. Embora os valores não sejam idênticos, a coincidência de a empresa doadora ser também prestadora de serviços de campanha e o ciclo curto entre pessoas de partidos diferentes (PSD e MDB) no mesmo estado justificam uma checagem humana. Não há explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário para todas as setas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 96.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PSD e MDB) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir um loop fechado. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 52,5 mil), compatíveis com doações e pagamentos de serviços contábeis rotineiros. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou um fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.506,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PL, PSDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 39,5 mil no total) e as transações parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato único que destoe claramente, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em uma empresa de contabilidade merece uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 66.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSD e PT), sem coligação comum aparente. A ESSENT doa para Renivaldo (PSD), que doa para Emanuel (PSD), que paga despesa a Zoroastro, que doa para Rosa (PT), que paga despesa de volta à ESSENT — um loop de R$ 66 mil com idas e voltas entre partidos adversários. A coincidência de a empresa de contabilidade receber de volta recursos de uma campanha que está no ciclo, após ter doado a outra campanha do mesmo ciclo, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 131.506,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PSD e MDB) e uma empresa de contabilidade, mas as transações listadas não fecham claramente o loop descrito no resumo. Há doações entre candidatos de partidos distintos e pagamentos a uma empresa de contabilidade, o que pode ser explicado por serviços prestados ou repasses dentro de uma mesma coligação, mas a ausência de detalhes sobre a conexão entre as entidades e a discrepância entre o resumo e as transações listadas impede uma conclusão firme. Não há um fato isolado que claramente destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 437.176,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSD/MT em 2018-2022 e PL/BR em 2022), o que enfraquece a explicação por coligação comum. Porém, a maior transação é um pagamento de R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS, compatível com serviço de contabilidade eleitoral, e as demais somas são pequenas (R$ 5 mil, R$ 29,7 mil, R$ 2 mil, R$ 1). Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de despesas de campanha, mas a mistura de partidos e a existência do loop justificam uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 57.006,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, PODE) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem de doação a um candidato e como destino de despesa de outro candidato, fechando o loop, o que merece checagem. Os valores são modestos, mas a combinação de partidos distintos e o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade justificam um olhar humano.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 90.756,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato (RENIVALDO) e depois recebe despesa de campanha de outro candidato (EMANUEL PINHEIRO) que, por sua vez, tem ligação familiar com o terceiro (EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO). O retorno financeiro à empresa doadora fecha um loop com valores expressivos (R$ 52,5 mil de despesa para R$ 5 mil de doação), o que não é típico de uma relação comercial rotineira. A coincidência de sobrenomes e a troca de fluxo entre campanhas de partidos diferentes (PSD e MDB) em anos distintos dificultam uma explicação simples por coligação ou conta partidária. Merece checagem humana para verificar se há contratação simulada ou repasse disfarçado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 88.916,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve nomes que parecem ser da mesma família (EMANUEL PINHEIRO e EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar pagamentos e devoluções. As transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 88,9 mil no total) e compatíveis com serviços contábeis e doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 90.716,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato (RENIVALDO) e depois recebe despesa de outro (EMANUEL PINHEIRO), com valores que retornam à mesma cadeia. Há ainda doações entre candidatos de partidos diferentes (PSD e MDB) e um pagamento a uma pessoa física (NEURACI/NEURACY) que não aparece como candidato, sugerindo possível intermediação. A soma de R$ 90,7 mil em um ciclo fechado entre poucos atores, com ramo de atividade da empresa alheio ao serviço prestado, justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 90.716,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades com vínculos partidários distintos (PSD e MDB) e uma empresa de contabilidade que aparece tanto doando quanto recebendo recursos, o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. O valor de R$ 52.500,00 pago por EMANUEL PINHEIRO (MDB) à ESSENT JUS é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia, sem lote ou justificativa aparente. A presença de uma empresa de contabilidade como doadora e fornecedora dentro do mesmo loop merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 437.176,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa para um deputado estadual do PSD-MT, que doa para um deputado federal do PSD-MT, que paga despesa a um terceiro, e a campanha presidencial do PL paga R$ 400 mil à mesma ESSENT. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à ESSENT é cerca de 80 vezes maior que a doação inicial da ESSENT, e a empresa aparece nas duas pontas do loop, o que dificulta uma explicação simples de coincidência entre aliados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 92.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato (RENIVALDO) e depois recebe despesa de campanha de outro candidato (EMANUEL PINHEIRO), fechando um loop de R$ 92 mil. Há ainda um pagamento de EMANUEL PINHEIRO DA SILVA PRIMO a RUBENS MARTINS MACHADO, que não aparece como doador no ciclo, e a doação de R$ 29.700 de RENIVALDO para EMANUEL PRIMO é a maior transação e ocorre em ano diferente das demais. A combinação de empresa de contabilidade no centro do ciclo, valores relevantes e a presença de um ator sem partido/coligação declarado em comum justifica checagem humana.