severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.024,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 31 mil no total) e três dos quatro elos são pessoas físicas ligadas ao MDB de SC, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. A empresa ESSENT aparece tanto doando a Jorge Welter quanto recebendo pagamento de Fábio Hahn, mas o ramo (contabilidade/consultoria) é compatível com serviços prestados a campanhas, e os valores são pequenos. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo alheio, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá pra cravar nem 'bizarro' nem 'plausível' sem checar se as despesas têm lastro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.699,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 23.855,00 a Jorge Welter (MDB) em 2020, e a campanha de Jorge Welter pagou R$ 2.500,00 a Nodivar Carati, que em 2024 doou R$ 150,00 a Diva Bisollo Kraemer (MDB), a qual pagou R$ 194,70 à ESSENT em 2020. Os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos, com apenas parte das entidades compartilhando partido (MDB). Não há um fato concreto que fuja de um padrão comum de despesas de campanha com fornecedores e doações de pequeno porte, mas a cadeia fechada e a diferença temporal impedem uma classificação como claramente rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.641,74
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 26,6 mil) e entidades que compartilham vínculos partidários (Jorge Welter e Leonardo Sausen são ambos do MDB de SC), o que poderia explicar a circulação como repasses internos ou ressarcimentos. Porém, a empresa ESSENT aparece tanto doando para Welter quanto recebendo despesa de Sausen, e há um elo intermediário (Nodivar Carati) sem partido/cargo informado, o que impede uma explicação simples e completa. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou fluxo legítimo sem checagem adicional.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.641,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou a Jorge Welter (MDB) e recebeu despesa de Daniela Vogel (MDB), ambos do mesmo partido em SC, o que poderia ser explicado por relação comercial ou de aliados. Porém, a transação de Jorge Welter para Nodivar Carati (R$ 2.500) e a doação de Nodivar Carati para Daniela Vogel (R$ 150) não têm partido/coligação em comum declarados, e os valores são pequenos e díspares, sem um fato concreto que destoe. Não há elemento que force uma checagem manual, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 404.785,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (empresa, candidato do MDB na PB e candidato do PL à presidência) e valores com ordens de grandeza muito díspares: uma despesa de R$ 400 mil de um prefeito para um terceiro, uma doação de R$ 1,00 desse terceiro ao presidente e R$ 400 mil pagos pela campanha presidencial à mesma empresa que havia doado R$ 365 ao prefeito. A coincidência de a empresa Essent aparecer nas duas pontas do ciclo, com valores incompatíveis, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 403.375,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário/coligação evidente: uma empresa de contabilidade doa R$ 365 a um prefeito do MDB na PB, que paga R$ 2.590 a um terceiro, que doa R$ 1 ao candidato à Presidência pelo PL, cuja campanha paga R$ 400.419,38 à mesma empresa de contabilidade. O valor pago pela campanha presidencial à Essent é cerca de mil vezes maior que a doação inicial dela, e o retorno do dinheiro à empresa que iniciou o ciclo é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.936,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.936,44, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários distintos (PSB, MDB, Republicanos) e valores compatíveis com doações e despesas de campanha, sem indício de retorno do mesmo montante a quem doou. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação eleitoral.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.250,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Ruy Belchior e, na mesma eleição de 2018, recebe pagamentos da campanha de Cássio Cunha Lima, de partido diferente (PSDB vs. PODE). O elo de fechamento é uma despesa de Ruy Belchior a Harrison Targino em 2020, que havia doado a Cássio em 2018, formando um loop entre campanhas sem coligação/partido comum evidente. Embora valores sejam modestos e possa haver explicação legítima (serviços contábeis, ressarcimentos), a combinação de direções opostas e partidos distintos justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 411.489,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (PODE-PB, PL-Presidência e uma empresa de contabilidade) e valores desproporcionais: a campanha de Bolsonaro pagou R$ 400.419,38 à ESSENT, enquanto a ESSENT doou apenas R$ 1.069,00 a Ruy Belchior, e este repassou R$ 10.000,00 a Fagner Alves dos Santos, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro. A cadeia fecha com uma ordem de grandeza muito acima das demais transações, sem lote ou justificativa aparente. Isso não prova irregularidade, mas o elo empresa→candidato→terceiro→candidato→empresa merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 407.315,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha com uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a Essent Jus Contabilidade, que é a mesma empresa que havia doado R$ 95,00 a Júlio César Moreira (AGIR) em 2020. O elo seguinte é uma doação de R$ 1.800,00 de Júlio César Moreira para Gustavo Morais Nunes (PL), e uma despesa de R$ 5.000,00 de Gustavo Morais Nunes para José Carlos Costa. A diferença de ordens de grandeza (R$ 95,00 vs R$ 400 mil) e a presença de partidos distintos (AGIR e PL) dificultam a explicação por mera coincidência de coligação, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 402.324,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas a maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a Essent Jus Contabilidade, enquanto as demais transações são doações de valores muito menores (R$ 95, R$ 10 e R$ 1.800). A empresa Essent aparece como doadora de um vereador do AGIR em 2020 e depois como fornecedora da campanha presidencial do PL em 2022, sem que os fatos expliquem essa relação. O salto de ordem de grandeza e a mistura de partidos diferentes (AGIR, PL) dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 406.815,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos diferentes (PL, AGIR), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024) e valores muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha presidencial (R$ 400 mil) para uma empresa de contabilidade, serviço compatível com o ramo, e as demais são doações de baixo valor ou entre candidatos. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 408.215,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (AGIR, PL, PRD) e em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à Essent Jus Contabilidade é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 95 a R$ 5.900), e a empresa aparece como origem de doação a um vereador do AGIR. Isso justifica uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.865,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha com uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a Essent Jus Contabilidade, que é a mesma empresa que havia doado R$ 95,00 a Júlio César Moreira (AGIR) em 2020. O valor pago pela campanha presidencial é cerca de 4.200 vezes maior que o valor que iniciou o ciclo, e a cadeia envolve partidos diferentes (PL, AGIR) e anos distintos, sem coligação comum evidente. Embora a empresa de contabilidade possa ter sido contratada regularmente, o retorno do dinheiro à mesma entidade que iniciou o loop, com magnitude tão díspar, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 432.814,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a um vereador do AGIR em 2020 e, dois anos depois, recebeu R$ 400 mil de despesa da campanha presidencial de Bolsonaro (PL), valor três ordens de grandeza acima das demais transações da cadeia. O elo seguinte é uma doação de R$ 180 mil do vereador do AGIR a um prefeito do PL em 2024, e o prefeito pagou R$ 30 mil a um terceiro (Benicio) que havia doado R$ 500 a Bolsonaro em 2022. Não há partido/coligação comum entre todos os elos, e o salto de valor entre a doação de R$ 95 e a despesa de R$ 400 mil para a mesma empresa merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 403.515,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum evidente: uma empresa de contabilidade doa para um vereador do AGIR, que doa para um prefeito do PL, que paga despesa a um terceiro, que doa valor irrisório a Bolsonaro, e a campanha de Bolsonaro paga R$ 400 mil à mesma empresa de contabilidade. O elo final (Bolsonaro → Essent) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop e conecta a empresa que iniciou a cadeia, o que dificulta explicar tudo como coincidência de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza do serviço de R$ 400 mil e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 403.515,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, AGIR) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha presidencial (R$ 400 mil) paga a uma empresa de contabilidade, valor alto mas compatível com serviços de campanha de grande porte. As demais transações são de valores baixos e podem ser doações ou ressarcimentos rotineiros, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 149.621,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSDB, PT, PSD) no RS, o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores são modestos e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento de campanha, o que pode ser relação comercial legítima de contabilidade eleitoral. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 41.448,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do Rio Grande do Sul (José Alberto Reus Fortunati e João Edegar Pretto), que podem ter relações políticas legítimas, e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. A maior transação é um pagamento de R$ 38.088,00 da campanha de Pretto à ESSENT JUS, compatível com despesa de contabilidade, enquanto as demais somam valores modestos. O intervalo de anos (2018 a 2022) e a presença de um intermediário (Jorge Luiz da Silveira Vidal) tornam o loop mais difuso e menos característico de um esquema fechado. Não há indício claro de irregularidade, mas a coincidência de cadeia merece apenas registro, não priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.262,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e duas empresas, com valores modestos (R$ 12,2 mil no total). As transações podem ser explicadas por doações e despesas de campanha dentro do mesmo campo político, mas a presença de uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de um candidato que também recebeu doação dela merece uma olhada. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.579,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PT-RS e PSDB-PB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 27,5 mil no total) e as transações são de 2018, podendo refletir prestação de serviços contábeis e doações cruzadas legítimas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço), mas o fechamento do ciclo entre campanhas sem conexão aparente merece uma checagem simples.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.498,88
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PP-RR), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora de um candidato quanto como fornecedora paga pelo outro, e a AIXMOBIL doa para um candidato e recebe despesa do outro, formando um loop fechado em 2018. O valor total é modesto (R$ 13,5 mil), mas a combinação de papéis cruzados entre campanhas sem relação óbvia merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.436,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 49,4 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e misturam doações e despesas de campanha. Há vínculos partidários parciais (PT entre Fortunati e Fontana; PSOL apenas em Manuela), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência de coligação, mas também não há um fato agudo — como valores idênticos de ida e volta ou fornecedor sem relação com o serviço — que force uma checagem imediata. O maior fluxo (R$ 45 mil de Manuela para a ESSENT) é compatível com despesa contábil de campanha, e os demais valores são pequenos. Fica no meio: não é claramente rotineiro, mas também não apresenta um indício nomeável e forte o bastante para priorizar.
severidade média4 nósR$ 10.019,54
severidade média4 nósR$ 10.442,35
severidade média4 nósR$ 10.852,10
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.843,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,8 mil, mas as transações estão espalhadas por 2018, 2022 e 2024, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. As partes têm partidos diferentes (PT, PSD, PSDB) e valores modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha de baixa monta. Não há um fato concreto, como valores desproporcionais ou fornecedor sem relação com o serviço, que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 42.155,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSD, PSDB) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem do loop e também como destino de R$ 28.981,30 pagos por Eduardo Leite, valor muito superior às demais transações da cadeia (R$ 1.960, R$ 10.000, R$ 1.100 e R$ 114,13). A empresa AIXMOBIL recebe doação de Lucas Redecker e depois recebe despesa de José Fortunati, misturando doações e pagamentos de campanhas distintas. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 27.755,13
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PSDB e PL) e em anos distintos (2018, 2020 e 2024), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. Além disso, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora em 2018 e como fornecedora da campanha de IONE em 2024, recebendo R$ 11.400,00 — um retorno financeiro direto para a mesma empresa que iniciou o loop. O valor pago pela campanha de IONE à ESSENT é de uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, o que justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.444,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS, PPS-MG, PSDB-MG) e empresas prestadoras de serviços, o que dificulta uma explicação simples por coligação ou conta partidária comum. Porém, os valores são modestos (R$ 18,4 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, com a maior parte concentrada em 2018, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre aliados), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.637,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com serviços contábeis/consultoria e repasses entre campanhas, e a cadeia não é fechada no mesmo ano nem entre os mesmos atores. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.235,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PT-RS e PSB-PB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 29,2 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem relação aparente merece uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.866,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos de partidos diferentes (PT e PC do B), sem coligação comum declarada. A ESSENT aparece como doadora de um candidato e, ao mesmo tempo, como fornecedora paga pelo outro candidato, com valores de despesa muito superiores à doação recebida. Isso configura um fluxo circular entre as mesmas partes, com a empresa no centro, o que merece checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados e a relação entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.753,53
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas as quantias são muito desiguais: Paulo Renato Paim pagou R$ 20.224,40 à Essent, enquanto a Essent doou apenas R$ 1.960,00 a José Alberto Fortunati e a Aixmobil doou R$ 455,00 a Paim. A Essent aparece simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora paga pela campanha de Paim, o que exige checagem sobre a real natureza do vínculo. Embora todos sejam do PT-RS e o ano coincida, o desenho circular com valores assimétricos e uma empresa de contabilidade no centro merece atenção humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.909,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT-RS e Republicanos-SC) e duas empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. O valor que fecha o loop é dominado por uma despesa de R$ 11.724,40 do candidato Lucas Esmeraldino à ESSENT JUS, enquanto a doação de volta da ESSENT a José Fortunati foi de apenas R$ 1.960,00 — assimetria de quase 6x. A ESSENT aparece simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora paga pelo outro, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.655,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PT, PSD) e valores pequenos (R$ 31,6 mil no total), mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é um pagamento de R$ 28,9 mil de Eduardo Leite à ESSENT JUS, que pode ser serviço contábil, e as demais são doações/despesas de baixo valor. Não há um fato agudo que destoe (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e única que amarre tudo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.875,73
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PT, PDT e PL) e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, a maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS, que é a mesma empresa que inicia o loop com uma doação de R$ 1.960 a um deputado do PT — assimetria de valor e de direção que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.578,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PSDB) e duas empresas, com valores pequenos e todos os eventos em 2018. As transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, mas a existência de um loop fechado entre entidades sem vínculo partidário declarado chama atenção. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.237,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PT do RS (Fortunati, Bohn Gass e Jurenick) e duas empresas de serviços (contabilidade e mobilidade), com valores baixos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com doações de empresas a candidatos, repasses entre campanhas da mesma coligação/partido e pagamentos por serviços contábeis ou de mobilidade. Não há um fato isolado que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 4.131.457,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PL) e valores muito díspares: a doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL a Bolsonaro é ordens de grandeza maior que as demais transações do loop. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de um deputado do PT em 2018 e depois como fornecedora paga pela campanha de Bolsonaro em 2022, sem que os fatos expliquem a relação entre essas campanhas ou a ligação da AIXMOBIL com o PT. O conjunto fecha um ciclo entre pessoas sem coligação/partido comum declarado, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.630,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 26.630,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PT e PTB) e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser explicado por atividade profissional rotineira. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 423.659,44
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PT, PL, Republicanos) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor que retorna à ESSENT (R$ 400.419,38) é cerca de 200 vezes maior que a doação inicial que ela fez (R$ 1.960,00), e a empresa aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga pela campanha presidencial. Esses dois fatos — ausência de vínculo partidário claro e salto de ordem de grandeza no retorno — justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.336,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PT, PP e diretório do PTB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 26,3 mil no total), as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e há indícios de que a empresa ESSENT presta serviços contábeis a campanhas, o que poderia explicar pagamentos de despesas. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito acima do padrão, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que se trata de padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.445,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doa a um candidato do PT e depois recebe despesa de campanha de um prefeito do Republicanos, passando por diretórios partidários e candidatos de partidos diferentes. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de padrões comuns de movimentação partidária e prestação de serviços contábeis, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.196,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores baixos (R$ 25 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões passam por um diretório partidário (PTB de Porto Alegre) e por uma empresa de contabilidade, padrões comuns em prestações de contas. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.145,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Republicanos) e uma empresa de contabilidade, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A empresa ESSENT aparece como doadora e depois como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser um padrão legítimo de contratação. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do mercado ou ausência total de vínculo partidário, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.710,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PTB, MDB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do fluxo passa pelo Diretório Municipal do PTB de Porto Alegre, o que poderia ser explicado por repasses partidários rotineiros. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade, um diretório partidário e dois candidatos de partidos diferentes (PT e PTB), o que à primeira vista poderia sugerir uma relação estranha. No entanto, os valores são modestos (R$ 24.200 no total) e as transações ocorreram em anos distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. Além disso, a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é comum em campanhas, e o diretório partidário pode ter repassado recursos a candidatos de forma legítima. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de algo totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 425.089,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e espectros políticos distintos (PT, PSDB, PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à ESSENT (R$ 400.419,38) é duas ordens de grandeza superior às demais transações do loop e retorna à empresa que originou a doação inicial, o que dificulta uma explicação simples de coincidência. Embora valores pequenos possam ser doações rotineiras, o elo final de alto valor merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 468.380,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas variadas (doação de empresa, repasse partidário, despesa de campanha) e valores muito díspares, sendo a maior delas (R$ 400 mil) um pagamento de despesa da campanha presidencial a uma empresa de contabilidade, serviço compatível com o ramo. O elo de R$ 1,00 de Celso Bassani a Jair Bolsonaro é irrelevante e não sustenta um esquema de movimentação circular.