severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.851,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 28,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias parciais (PTB aparece via Eliane e o diretório partidário), mas os demais atores são de partidos distintos (MDB, DC), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Não há um fato agudo que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.060,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PTB entre Eliane e Neri; Sebastião é MDB), e a empresa Essent presta serviços contábeis, o que poderia explicar pagamentos e doações. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 187.930,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PTB, PRD) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com serviços contábeis e repasses partidários rotineiros, e a Essent aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser mera coincidência de nome ou relação comercial. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 727.831,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PP, PTB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. A doação de R$ 645.125,00 do diretório estadual para Luís Carlos Heinze é a única de grande monta e pode ser repasse partidário regular, enquanto as demais transações somam valores pequenos e podem ser despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que o padrão é rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 410.356,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário/coligação evidente: uma empresa de contabilidade doa a um prefeito do MDB, que paga despesa a uma candidata do PTB, que paga a uma pessoa física que doa valor simbólico ao candidato à presidência do PL, cuja campanha paga R$ 400 mil à mesma empresa de contabilidade. O valor pago pela campanha presidencial à Essent (R$ 400.419,38) é cerca de 760 vezes maior que a doação inicial da empresa ao prefeito (R$ 5.286,00), o que chama atenção. Embora a empresa de contabilidade possa ter prestado serviços legítimos à campanha, o encadeamento circular entre pessoas de partidos diferentes e o salto de ordem de grandeza justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 10.986,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e três políticos de partidos diferentes (MDB, PTB, PP), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. A ESSENT doa R$ 5.286 a Sebastião (MDB) e depois recebe R$ 750 de Rodrigo (PP), enquanto Sebastião paga despesa a Eliane (PTB) e Eliane paga despesa a Rosa Maria, que doa a Rodrigo — um encadeamento de sentidos opostos entre 2018 e 2020. O valor total é baixo (R$ 10.986), mas a combinação de partidos distintos, anos diferentes e o retorno de dinheiro à empresa doadora inicial justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.076,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (MDB e CIDADANIA) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum declarada que explique a cadeia. Além disso, a empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA doa R$ 5.286,00 a Sebastião de Araújo Melo (MDB) em 2020 e, no mesmo ano, recebe R$ 240,00 de Jeferson Camargo (CIDADANIA), fechando um loop com valores e tempos que não se explicam por mera coincidência de coligação. O fato de a empresa ser do ramo contábil e aparecer tanto doando quanto recebendo na cadeia justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.276,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE, MDB, PSDB) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 35,3 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é um padrão comum e legítimo. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.666,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doa para uma campanha do MDB e recebe pagamentos de um vereador do mesmo partido, o que pode ser explicado por relação comercial e política legítima. As demais transações conectam pessoas físicas e campanhas de partidos diferentes (PODE e MDB) em anos distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha de pequeno porte, não havendo um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.411,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doa para uma campanha e depois recebe pagamentos de outras campanhas, o que pode ser um padrão legítimo de prestação de serviços contábeis a diferentes candidatos. Os valores são modestos (R$ 32,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos e partidos variados, sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.111,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent) que doa para uma campanha (Sebastião Melo) e recebe despesa de outra campanha (Ana Cristina), além de repasses entre candidatos de partidos diferentes (PODE, MDB, PDT). Os valores são modestos (R$ 34 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato único que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não há uma explicação simples e legítima evidente, como mesma coligação ou conta partidária. Fica no meio-termo: pode ser coincidência entre campanhas ou merecer checagem, mas os dados fornecidos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.176,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, MDB, PTB) e uma empresa de contabilidade, com valores baixos (R$ 33 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas incluem doações e despesas de campanha, o que é compatível com prestação de serviços contábeis e repasses dentro de uma mesma região (RS). Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.696,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, UNIÃO, PODE) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. A doação de R$ 50.000 da Direção Nacional ao candidato do PODE e o pagamento de R$ 339,80 à Essent Jus são movimentações típicas de campanha, e a empresa de contabilidade pode prestar serviços a múltiplos candidatos. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de financiamento eleitoral, mas a multiplicidade de atores e a coincidência de a empresa aparecer no início e no fim da cadeia justificam uma checagem manual leve.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.535,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,5 mil no total) e entidades ligadas ao PT no RS, com transações espalhadas entre 2018 e 2020. Há uma empresa de contabilidade (Essent) que doa a uma vereadora e recebe despesa de um deputado, o que pode ser relação comercial legítima, mas o encadeamento circular entre cinco entidades sem explicação óbvia para o fechamento do loop merece uma olhada. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação repassando recursos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 27.852,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PSDB-PB) e inclui uma empresa de contabilidade que doa para uma candidata e depois recebe despesa de um senador do PSDB, sem vínculo partidário/coligação evidente. O valor mais alto do loop (R$ 24.324,00) sai de uma empresa (AIXMOBIL) para um senador da PB, enquanto o retorno à empresa de contabilidade é de R$ 1.181,12, o que dificulta explicar tudo como mera coincidência de mesma coligação. A presença de uma empresa de contabilidade como doadora e fornecedora na mesma cadeia merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 13.772,01
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PP-RR), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A empresa ESSENT aparece doando para uma candidata do PT-RS e recebendo despesa de um candidato do PP-RR, o que dificulta a explicação por repasse partidário ou aliança eleitoral. O valor total é baixo, mas a combinação de atores díspares e o fechamento do loop justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.292,67
severidade média5 nósR$ 10.715,48
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.125,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PPS) e UFs distintas (RS e DF), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. Além disso, a empresa ESSENT aparece nos dois sentidos do fluxo: recebe despesas de Luciano Soares Leiro (PPS/DF) em 2018 e doa para Jussara Lanfermann (PT/RS) em 2020, criando uma conexão indireta entre campanhas sem vínculo partidário evidente. O valor total é modesto (R$ 11 mil), mas a combinação de partidos distintos e o papel central da mesma empresa justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.508,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS, PSB-PB) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e podem ser explicadas por relações comerciais ou de doação entre aliados. Não há um fato único que destoe claramente, como um valor de ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço. O caso carece de mais contexto para uma triagem conclusiva.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.542,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 11,5 mil, mas o ponto que chama atenção é a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA: ela doa R$ 2.100 para JUSSARA LANFERMANN em 2020 e, em 2018, recebe R$ 6.086,15 de JOSE ALBERTO REUS FORTUNATI como despesa de campanha — ou seja, a mesma empresa aparece nos dois sentidos da cadeia, com valor recebido quase três vezes maior que o doado. Embora os três políticos sejam do PT/RS e isso possa indicar relação partidária legítima, o fato de uma empresa de contabilidade receber pagamento de campanha e depois doar para uma candidata da mesma cadeia merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o fluxo circular com valores desproporcionais entre a mesma entidade justifica priorização.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.139,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma vereadora do PT (Jussara Lanfermann), que doa para um deputado federal do PT (Nestor Schwertner), que paga despesa à AIXMOBIL, que doa para um deputado federal do PC do B (Assis Flávio), que por sua vez paga despesas à própria ESSENT. O ponto que chama atenção é a ESSENT aparecer simultaneamente como doadora de campanha e como fornecedora paga por outra campanha do mesmo ciclo, com valores expressivos (R$ 9.537,50 e R$ 6.189,44) — relação que merece checagem humana para saber se é serviço contábil legítimo ou repasse disfarçado. Além disso, o ciclo fecha entre partidos diferentes (PT e PC do B) sem coligação declarada nos dados, o que dificulta a explicação por mera coincidência partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.026,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018/2020, o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. A maior transação é um pagamento de R$ 20.224,40 do senador Paulo Renato Paim à Essent Jus Contabilidade, valor compatível com serviços contábeis de campanha, e as demais transações são de pequeno porte (R$ 45,50 a R$ 2.100). O retorno do dinheiro à Essent se dá por despesa declarada, não por doação, e a empresa posteriormente doou a uma vereadora do mesmo partido, padrão comum de fornecedor que atua na região.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.182,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e REPUBLICANOS) e UFs distintas (RS e SC), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. Além disso, a empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora de Jussara Lanfermann (PT) e também como fornecedora de Lucas Esmeraldino (REPUBLICANOS), recebendo dele R$ 11.724,40 em despesas — valor muito superior à doação que ela fez. O loop fechado com valores desproporcionais entre os elos justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.851,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,8 mil no total) e transações de anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Jussara e Nestor) e uma empresa de contabilidade que presta serviços e também doa, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre desconhecidos), mas a combinação de sentidos opostos entre as mesmas partes merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 4.131.730,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de campos políticos opostos (PT e PL) e inclui uma empresa de contabilidade que doa para uma vereadora do PT e depois recebe pagamento da campanha presidencial de Bolsonaro. A maior transação é uma doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL a Bolsonaro, enquanto as demais movimentações são de valores muito menores, e não há explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O conjunto de idas e voltas entre pessoas sem vínculo partidário comum justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.997,80
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e quatro candidatos do PT/RS, com valores que somam R$ 15.997,80. A empresa doa R$ 2.100 a Jussara Lanfermann em 2020 e, no mesmo ano, recebe R$ 697,80 de Everton Gimenis como despesa de campanha — um retorno parcial e imediato de recursos para a mesma empresa que doou. Além disso, há doações entre candidatos do mesmo partido em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que pode ser articulação interna, mas o elo empresa→candidata→empresa em 2020 chama atenção e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.765,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Jussara Lanfermann e, em outro momento, recebe pagamentos de despesa da campanha de Jeferson Oliveira Fernandes, ambos do PT/RS. A soma das despesas pagas por Jeferson à ESSENT (R$ 6.065,41) é mais que o dobro do total doado pela empresa a Jussara (R$ 2.100,00), e o dinheiro retorna à mesma empresa, fechando o loop. Embora todos os políticos sejam do PT/RS e haja possível relação legítima de prestação de serviços contábeis, o fluxo circular entre doadora e recebedora de despesas merece checagem manual para verificar se há contraprestação real ou se é apenas movimentação artificial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.529,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa de contabilidade do mesmo campo político (PT/RS), com valores baixos e compatíveis com serviços contábeis e repasses partidários. A empresa ESSENT presta serviços de contabilidade a campanhas, o que explica tanto a doação recebida quanto o pagamento posterior. O fluxo passa por uma campanha majoritária estadual (João Edegar Pretto), típica de repasses entre aliados. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.344,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que frequentemente atuam em coligações, e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas — padrão comum e legítimo. As transações são de valores modestos (R$ 200 a R$ 9.537) e distribuídas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal ou montante atípico. A doação de Jussara Lanfermann (PT) a Nestor Schwertner (PT) e o repasse de Nestor à campanha de João Edegar Pretto (PT) são coerentes com alianças partidárias. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem fornecedor de ramo alheio ao serviço prestado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.532,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT no RS (Nestor Schwertner, Gabrieli Vaz, Jussara Lanfermann) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e prestação de serviços contábeis. A empresa Essent aparece doando para Jussara e recebendo pagamento de Gabrieli, padrão comum de fornecedor de contabilidade de campanha. Os valores são modestos (R$ 47,5 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira ciclo fechado artificial. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado para esse tipo de rede partidária.
severidade média5 nósR$ 10.884,50
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 146.529,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 200 a R$ 134 mil), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. As entidades compartilham vínculos partidários (PT/RS) e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por relações comerciais e de aliados. Não há um fato concreto que destoe e justifique priorização, como valores muito acima do resto ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem partido em comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.296,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que normalmente atuam em coligação, e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas — padrão comum de despesas contábeis. A maior parte do valor (R$ 11.678,50) é pagamento de despesa da campanha de Maria Rita Py Dutra à Essent, o que explica o retorno do dinheiro à empresa. As demais transações são doações de valores modestos entre candidatos e para a campanha majoritária de João Edegar Pretto, compatíveis com apoio intrapartidário.
severidade média5 nósR$ 10.840,13
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.554,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (Jussara Lanfermann, Nestor Schwertner, Monica Facio) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto, todos do mesmo campo político, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa Essent Inovação Contábil aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, o que pode ser simples contratação de serviços contábeis por campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 51,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício forte que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.169,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que poderia ser explicado por relações partidárias e prestação de serviços contábeis. Porém, a cadeia não é um ciclo direto e fechado: há elos com terceiros (JOÃO EDEGAR PRETTO) e transações de anos distintos, dificultando afirmar que o dinheiro 'voltou' de fato à origem. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a relação entre as empresas para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 48.789,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente agentes do PT no RS (Nestor Schwertner, Maria Eunice Wolf, Jussara Lanfermann) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum em prestações de contas. As transações são de baixo valor (R$ 200 a R$ 42 mil) e há uma despesa de Maria Eunice com a Essent (R$ 234,54) que pode ser ressarcimento ou pagamento por serviço, quebrando a ideia de um loop fechado de doações. O valor total (R$ 48,7 mil) é modesto e compatível com movimentação de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.117,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que normalmente estão na mesma coligação estadual, e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas — padrão comum de despesas contábeis e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 19 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.182,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PT no RS (Jussara Lanfermann, Nestor Schwertner) e uma doação da campanha de João Edegar Pretto (PT) a Werner Rempel (PC do B), o que é compatível com aliança partidária. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando para Jussara e recebendo pagamentos de Werner, mas os valores são modestos (R$ 2.100 de doação, R$ 4.565 em despesas) e podem refletir serviços contábeis prestados a campanhas. O total movimentado é baixo (R$ 11.182,91) e não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor com ramo alheio ao serviço. O loop pode ser explicado por circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político, sem fato concreto que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.204,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul (Jussara Lanfermann, Nestor Schwertner, Margarete Ferretti) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto, todas do mesmo partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando para Jussara e recebendo pagamento de Margarete, o que pode ser um prestador de serviços contábeis atuando para múltiplas campanhas do partido. Os valores são modestos (R$ 50 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício forte que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.862,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Jussara Lanfermann, Nestor Schwertner e Olivio Dutra) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores compatíveis com doações e despesas típicas. A maior transação é um pagamento de R$ 18.000,00 da campanha de Olivio Dutra à Essent Jus Contabilidade, valor razoável para serviços contábeis eleitorais. O retorno ao ponto de partida se dá por uma doação de R$ 2.100,00 da mesma empresa à Jussara Lanfermann, o que pode ser um repasse de sobra ou apoio a aliado. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.704,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 49,7 mil) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT/RS, o que permite explicar a cadeia como movimentação entre aliados da mesma coligação, inclusive com repasses do comitê de João Edegar Pretto (governador) para Stela Beatriz. A empresa Essent aparece tanto doando para Jussara quanto recebendo despesa de Stela, mas em anos diferentes (2020 e 2018) e sem que se saiba o serviço prestado. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços contábeis e a relação entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.694,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Nestor Pedro Schwertner e Jussara Lanfermann), o que é compatível com movimentação dentro de uma mesma rede partidária/coligação. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo pagamentos de campanha por serviços de contabilidade, o que é um padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 16,7 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.899,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 17.899,72, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e não formam um loop fechado no mesmo período. Há conexões partidárias (PT e PDT) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar os fluxos como doações legítimas e pagamentos por serviços. Não há um fato único e concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.058,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PSOL) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são relativamente baixos (R$ 13 mil no total) e há indícios de que a empresa ESSENT presta serviços contábeis, o que poderia justificar pagamentos de campanhas a ela. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas a combinação de partidos e anos distintos impede descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.398,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha, e essa mesma empresa depois recebe pagamentos de despesa de outra campanha do mesmo partido, fechando um loop de R$ 18,4 mil. Embora todos os candidatos sejam do PT/MG, o fluxo de ida e volta entre a empresa e as campanhas, com valores que somam quase o total movimentado, não tem explicação óbvia como mera coincidência de coligação. A presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo, doando e recebendo, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.971,25
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e três candidatos do PT de MG, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e em sentidos alternados, o que dificulta explicar como um fluxo coerente de campanha. A ESSENT doou R$ 1.275 a Maria Aparecida em 2020, enquanto João Magno pagou R$ 9.096,25 à mesma empresa no mesmo ano, e Maria Aparecida pagou R$ 5.600 a César Custódio apenas em 2024 — um intervalo de quatro anos que não se encaixa em um ciclo de repasse ou ressarcimento típico. O valor pago pela campanha de João Magno à ESSENT é cerca de 7 vezes maior que a doação recebida por Maria Aparecida, e a cadeia envolve pessoas físicas e jurídicas sem vínculo partidário explícito entre todas, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 403.773,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/RS 2020, PSD/SP 2020, PL/BR 2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, o elo de fechamento é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à Essent Jus Contabilidade, valor compatível com serviços contábeis de campanha presidencial, e a doação de R$ 1,00 de Pedro Galassi a Bolsonaro é irrelevante para caracterizar um loop financeiro. Os demais valores são pequenos e dispersos, sem um fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 404.036,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PDT, PATRIOTA) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a Essent Jus Contabilidade, enquanto as demais movimentações são de valores muito menores (R$ 1.160 a R$ 2.235), configurando uma diferença de duas ordens de grandeza. Além disso, a empresa Essent aparece como doadora para um candidato do PDT e como fornecedora da campanha do PL, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza do ciclo e a disparidade de valores.