severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.902,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSC-MG, PT-SC, Republicanos-MG) sem coligação ou vínculo partidário comum declarado, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Além disso, a empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora de R$ 17.125,00 para um candidato e depois recebe R$ 1.050,00 de outro candidato, fechando um retorno parcial à mesma cadeia. A soma de R$ 19.902,49 em um loop fechado entre cinco entidades justifica uma checagem humana para entender a motivação dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.842,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 18,8 mil no total) e entidades de estados e partidos diferentes (PSC-MG, NOVO-RS, REPUBLICANOS-MG), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, as transações são de anos distintos (2020 e 2022) e há indícios de que podem ser prestações de serviços contábeis (Essent Jus Contabilidade) e uso de plataforma de financiamento coletivo (Rinobox), o que poderia justificar os fluxos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.972,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSC-MG, PL-RS, Republicanos-MG) sem coligação ou vínculo partidário comum declarado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa. Além disso, uma empresa de contabilidade (Essent) aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outro candidato de outro estado/partido, e uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) doa para um candidato e recebe despesa de outro, formando um loop fechado de R$ 22,9 mil. Os valores são modestos, mas a combinação de ciclo curto, entidades sem relação partidária evidente e empresas de ramos alheios à política eleitoral justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.638,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PSC, Republicanos) e UFs distintas (SC e MG), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. Além disso, a RINOBOX SOLUÇÕES FINANCEIRAS LTDA, uma empresa do ramo financeiro, aparece recebendo despesa de campanha e doando para candidato, o que não tem relação óbvia com o serviço prestado. O valor total é baixo (R$ 22,6 mil), mas a combinação de atores sem conexão partidária e a natureza do fornecedor justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.919,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e UFs diferentes (PSC-MG, PDT-SP, Republicanos-MG), o que dificulta explicar tudo como mera coincidência de coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 22,9 mil no total) e há transações que parecem serviços contábeis (Essent) e uso de 'vaquinha eleitoral', padrões comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 28.921,35
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos e estados diferentes (PL-RS, PSC-MG, Republicanos-MG) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) doa R$ 17.125 a um vereador do PSC-MG em 2020 e, quatro anos depois, recebe R$ 4.433,86 de uma deputada federal do PL-RS, fechando o loop por um fornecedor de serviço contábil. O elo final — Roberto Silva Soares pagando despesa à RINOBOX, que doou à Fernanda Barth — também não tem justificativa simples nos fatos apresentados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.587,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há elos partidários parciais (PL entre Agnaldo e Gustavo; Roberto e Célio sem partido comum evidente), e a empresa Essent aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga, o que pode ser coincidência contábil ou mero ressarcimento. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto entre sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.775,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSC/MG) e uma empresa de contabilidade que doou R$ 17.125,00 ao candidato Célio e recebeu de volta apenas R$ 150,00 da candidata Lidiane, valor compatível com um serviço contábil. As demais transações (R$ 250,00 de Breno para Lidiane e R$ 250,00 de Célio para Breno) são de baixo valor e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. O padrão é típico de campanhas municipais do mesmo partido que contratam serviços contábeis e fazem pequenas doações entre si, sem indício de anormalidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 426.045,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSC, PRD, PL; 2020, 2022, 2026) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece doando para um vereador do PSC em 2020 e, dois anos depois, recebendo R$ 400 mil em despesas da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop. O elo entre o vereador de MG e o deputado estadual de MG em 2026, seguido de despesa a um terceiro nome, fecha uma cadeia que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.426,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 29,4 mil no total) e entidades com vínculos partidários e profissionais plausíveis: dois candidatos do PSC/MG, um do PRD/MG e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos societários e a natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.370,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSC, PODE, PRD) e anos distintos (2020 e 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, há vínculos familiares aparentes (sobrenome Andrade) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar parte das movimentações como ressarcimento ou relação comercial. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em uma empresa de contabilidade merece uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.454,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL-SC e MDB-RS), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 11,4 mil no total). Há elos que podem ter explicação comum, como a empresa ESSENT JUS prestando serviços contábeis a campanhas, mas a conexão entre RUTINEIA ROSSI (PL-SC) e os demais (MDB-RS) não é evidente. Não há um fato único que destoe gritantemente, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.420,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL e PSTU) e inclui uma empresa de contabilidade que doou a uma candidata e depois recebeu um pagamento de campanha de outra candidata de partido diferente. O valor pago pela campanha de Vera Lúcia à ESSENT (R$ 10.500,00) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 1.920,15), sem que os fatos expliquem um serviço compatível. A passagem por 'Campanha do Bem' e a mistura de anos e siglas partidárias dificultam a explicação por mera coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.205,53
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário claro: uma empresa doadora (ESSENT) aparece no fim recebendo R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro, enquanto o elo que liga Bolsonaro de volta à empresa é uma doação de apenas R$ 1 de uma vereadora do PSL/RJ. A assimetria extrema de valores (R$ 1 de um lado, R$ 400 mil do outro) e a presença de uma empresa de contabilidade como doadora e depois fornecedora da mesma campanha dificultam a explicação como simples coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 401.541,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL-SC, PDT-PB, PL-BR) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir uma cadeia fechada. No entanto, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 400.419,38) é um pagamento da campanha presidencial a uma empresa de contabilidade, enquanto as demais somam apenas centenas de reais. Isso torna o 'loop' mais um artefato de como os dados foram agregados do que um fluxo circular relevante. Não há um fato concreto que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.713,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL-SC e PDT-SP), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 37,7 mil no total) e há transações de anos distintos (2018, 2020, 2022), o que pode indicar relações comerciais ou políticas legítimas ao longo do tempo. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.209,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PC do B em São Paulo, com valores modestos (R$ 15,2 mil no total) e transações típicas de campanha: doação de diretório municipal a vereador, doação de empresa de contabilidade a candidato, despesa de campanha com a mesma empresa e repasse de candidato ao diretório. O fechamento do loop pode ser explicado por coincidência dentro do mesmo partido/coligação, ressarcimento ou pagamento de serviços contábeis, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fato concreto que fuja do padrão comum de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 41.546,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do mesmo partido (PCdoB) em São Paulo, o que é um padrão comum em prestações de contas: direção estadual repassando recursos a candidatos, candidatos contratando serviços contábeis e empresas doando para campanhas aliadas. Os valores são modestos (o maior é R$ 40.128,10 de despesa de Orlando com a direção estadual em 2018) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento imediato que sugira simulação. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é coerente com seu ramo de atuação. Não há indício de valores muito acima do mercado ou de fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.174,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 40 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas de campanhas distintas. Há vínculos partidários parciais (PT entre José Américo e Elenira; Orlando é PCdoB), mas não uma coligação única que explique tudo. O valor total é baixo e os pagamentos a ESSENT JUS aparecem como despesas contábeis recorrentes, o que é compatível com prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 168.444,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 168.444,00, mas os valores individuais são pequenos e dispersos no tempo (2020-2024). As transações entre Carlos Avalone Junior e Maria do Carmo (mesmo partido PSDB) somam R$ 166.913,00 e podem ser explicadas como doação entre aliados, enquanto as demais são de baixo valor e podem ser ressarcimentos ou pagamentos rotineiros. Não há um fato único e gritante que fuja do padrão, mas a conexão indireta entre Sandra Maria Perpetuo (PT-MG) e as demais entidades via empresas dificulta uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.425,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSB-RS, PT-MG, PSOL-RS) sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A maior transação é uma doação de R$ 18.023,00 da GMT TECNOLOGIA LTDA para Graziela (PSOL-RS), valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 70,50 a R$ 2.275,00). Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece simultaneamente como doadora de Sandra e como fornecedora paga por Bruna, o que fecha o loop por caminhos distintos e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 401.600,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (Sandra Maria Perpetuo é do PT, enquanto Rodrigo Duarte Bastos e Jair Messias Bolsonaro são do PL) e anos distintos (2020 a 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, a transação de maior valor (R$ 400.419,38) é uma despesa da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS CONTABILIDADE, que por sua vez doou à candidata do PT, fechando um loop com valores muito díspares. A presença de uma empresa de contabilidade e outra de tecnologia no ciclo, sem relação aparente com os serviços, reforça a necessidade de checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.848,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, PSDB) e empresas prestadoras de serviços contábeis/tecnológicos, o que à primeira vista não configura um padrão típico de mesma coligação. No entanto, os valores são relativamente baixos (R$ 46,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que pode indicar coincidências ou relações comerciais legítimas. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço. Diante disso, os elementos não são suficientes para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.790,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PP, PL) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicá-lo como mera coincidência de mesma coligação. Chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto a doação de AIXMOBIL a Claudir Nespolo (PT) foi de apenas R$ 6.864,00, e o retorno a ESSENT se dá por despesas de campanha do PT. A diferença de magnitude e a mistura de partidos e anos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre essas entidades.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.899,12
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: um vereador do PP do MS doa para a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que por sua vez doou para um vereador da REDE no RS, que pagou serviços à ESSENT, que havia doado ao vereador do PP. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, uma ordem de grandeza acima de todas as demais transações da cadeia, e a AIXMOBIL aparece doando a um vereador de outro partido e estado. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 210.107,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados distintos (PL, PSDB, PP; BR, PB, MS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse interno de mesma chapa. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de valor irrisório (R$ 50) a um vereador e, anos depois, como fornecedora de despesas de R$ 1.181,12 ao senador Cássio, sugerindo possível relação comercial não esclarecida. O volume maior (R$ 184 mil) é uma despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 24 mil a Cássio, fechando o loop por caminhos indiretos. Esses fatos, somados ao ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário claro, justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.102,07
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: Jair Bolsonaro (PL) pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doou R$ 6.114,00 a André Rodolfo de Lima (REDE), que pagou R$ 385,86 à ESSENT JUS, que doou R$ 50,00 a Cícero Barbosa (PP), que doou R$ 200,00 a Bolsonaro. A maior transação da cadeia (despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL) é cerca de 30 vezes maior que a soma das demais e é o elo que fecha o loop, o que dificulta explicar tudo como simples coincidência entre aliados. Além disso, há variação de nomes da mesma empresa (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA vs ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA), o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.611,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PP, Republicanos) e em anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 50 a R$ 520), e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato de outro partido. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) recebe despesa de campanha e depois doa a um vereador, fechando o retorno à cadeia.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.026,96
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades com valores muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto as demais somam apenas alguns milhares de reais. A AIXMOBIL, por sua vez, doou R$ 11.140,00 ao senador Hiran (PP-RR), e a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece tanto doando R$ 50,00 a um vereador do PP-MS quanto recebendo R$ 284,75 de despesa do mesmo senador. Não há coligação ou partido comum entre Bolsonaro (PL) e os demais (PP), e o elo de volta à ESSENT se dá por um valor irrisório, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.277,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PT, PL, PP; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas as transações são de naturezas diferentes (doação, despesa) e valores muito díspares. O elo mais pesado é o pagamento de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL, que não se conecta de forma clara aos demais valores pequenos. Não há um fato único e concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.163,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PDT-RS, PL-BR, PP-MS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é cerca de 900 vezes maior que a doação de R$ 200,00 de Cícero Barbosa dos Santos a Bolsonaro, e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato do PDT-RS. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.801,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PP) e de estados distintos (RS, MS, BR), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 70,00 a um vereador do PP no RS — uma assimetria de mais de três ordens de grandeza. O restante do ciclo (doações de R$ 50 e R$ 200, despesas de R$ 129,13) parece residual, mas a conexão entre a empresa AIXMOBIL e o vereador Cleberson Gardin (PP/RS) sem vínculo partidário claro merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.787,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos, o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado, mas também não permite descartá-lo. A maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018) é de ordem de grandeza muito superior às demais e não tem contrapartida clara no loop. Sem saber a natureza dos serviços da AIXMOBIL nem o vínculo entre as empresas, não há fato concreto que force uma checagem nem que explique tudo como rotina.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.688,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSL, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 70,00 a Sérgio Moniz (PSL), que pagou R$ 15,99 à Essent Jus, que doou R$ 50,00 a Cícero (PP), que doou R$ 200,00 a Bolsonaro — valores desproporcionais entre si e sem relação comercial clara. O loop fechado entre pessoas sem partido/coligação em comum e a presença de uma empresa de contabilidade recebendo e doando valores irrisórios merecem checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.805,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, AGIR) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.005,00 a Ademir Camilo (AGIR) — uma ordem de grandeza acima das demais e sem relação partidária clara. O elo de fechamento é uma despesa de Ademir Camilo à ESSENT JUS, que já havia doado a Cícero Barbosa (PP), criando um ciclo indireto entre campanhas sem coligação comum. Merece checagem humana para entender a natureza desses repasses e a real conexão entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.547,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações parecem ser doações e despesas usuais de campanha, com valores compatíveis com serviços contábeis e de mobilidade. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do mercado ou vínculos societários ocultos. O loop pode ser coincidência contábil ou mera sobreposição de registros públicos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.970,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PDT, PP; BR, RS, MS) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são muito díspares (R$ 50 a R$ 184 mil) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não há explicação simples e legítima evidente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.380,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa de contabilidade (ESSENT), um vereador do PP-MS, o presidente Jair Bolsonaro (PL), uma empresa de mobilidade (AIXMOBIL) e um deputado federal do PPS-DF. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), mas o elo final é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que no mesmo ano de 2018 doou R$ 7.501,00 a Luciano Soares Leiro, o qual pagou R$ 1.276,97 à ESSENT, que em 2020 doou R$ 50,00 a Cícero, que em 2022 doou R$ 200,00 a Bolsonaro. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa de Bolsonaro e as demais transações, somada à ausência de vínculo partidário claro entre os atores, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.750,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSD-RS, PP-MS, PL-BR) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por coligação ou repasse partidário comum. Porém, os valores são muito díspares (R$ 50 a R$ 184 mil) e as transações parecem fragmentos de relações comerciais e doações isoladas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único e concreto que caracterize ciclo fechado suspeito, mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.896,81
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL, PP, PRD), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que é uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações do loop (R$ 30 a R$ 264,60). Além disso, a ESSENT aparece como doadora de um vereador e depois como fornecedora de outro, e a AIXMOBIL doa para um vereador de Rondônia e recebe da campanha presidencial, sugerindo uma cadeia que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.828,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PP, REDE, PL), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, enquanto as demais movimentações são de valores muito menores (R$ 50 a R$ 200), criando uma assimetria de três ordens de grandeza. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora de R$ 100 a Olavo Batista no mesmo ano, fechando um elo indireto entre uma empresa que recebeu vultosa despesa e uma campanha de outro partido. Esses fatos, embora não provem irregularidade, justificam checagem humana pela combinação de ciclo fechado, valores díspares e ausência de vínculo partidário claro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.320,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, PP) e uma empresa de contabilidade que aparece como elo entre campanhas de 2018, 2020 e 2022, sem coligação comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 175,00 a Nestor Schwertner (PT), que por sua vez pagou despesas à ESSENT JUS. O elo ESSENT JUS -> Cícero -> Bolsonaro conecta campanhas de partidos diferentes, e o fechamento do ciclo com valores muito díspares merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.506,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 191,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito heterogêneos: a maior parte (R$ 184,3 mil) é um pagamento de despesa da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de baixo valor. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo ano, nem valores equivalentes de ida e volta, e as conexões partidárias (PP/PL) são parcialmente compatíveis com alianças eleitorais. Faltam elementos concretos que sugiram conluio ou irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.543,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PDT, PP) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do PP e recebe despesa de um deputado do PDT, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Além disso, a transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que também doou a André Lima (PDT), criando uma conexão indireta entre campanhas de campos opostos. O conjunto de saltos entre partidos e a presença de uma empresa de contabilidade no meio do ciclo justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.230,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSDB, PP) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 7.281,00 à campanha de Marcus Vinícius (PSDB-MG), criando um elo indireto entre campanhas de partidos distintos. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de R$ 50,00 a um vereador do PP-MS e como fornecedora de R$ 347,11 à campanha do PSDB-MG, valores pequenos que fecham o ciclo de forma pouco usual. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.302,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de campos políticos opostos (Alckmin/PSB, Bolsonaro/PL e um vereador do PP) sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou à campanha de Alckmin, criando um fluxo cruzado entre adversários. A diferença de escala entre essa despesa e as demais transações do loop também chama atenção.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.763,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: um vereador do PP-MS doa para a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 25,8 mil ao senador João Azevedo Lins Filho (PSB-PB), que pagou despesas à ESSENT, a mesma empresa que doou ao vereador. A concentração temporal em 2018 e 2022 e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas (R$ 184 mil vs. R$ 50) dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. Vale checagem humana para entender a relação entre ESSENT, AIXMOBIL e as campanhas envolvidas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.165,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PP-MS, PL-RS, PL-BR) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador e recebe despesas de um deputado, sem vínculo partidário ou coligação evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo (R$ 50 a R$ 200), o que foge do padrão de um loop de pequenas doações. A soma desses fatores dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.797,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PP) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de ordens de grandeza muito menores (R$ 50 a R$ 6.086). O elo de fechamento do ciclo é uma doação de R$ 3.109,00 da AIXMOBIL para José Alberto Reus Fortunati (PT), criando um retorno indireto de recursos a uma campanha de partido adversário após a campanha de Bolsonaro ter pago a mesma empresa.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 200.394,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL, PP, PC do B) e empresas de ramos diferentes (contabilidade e mobilidade/serviços), sem coligação ou grupo comum evidente. O volume é muito assimétrico: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as doações que fecham o loop são de valores baixos (R$ 50 a R$ 200). A presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesas de campanha e depois aparecendo doando a um vereador do PP, somada à conexão indireta com a campanha presidencial via AIXMOBIL, justifica uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.