severidade média5 nósIA: bizarroR$ 53.734,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53,7 mil, com um núcleo familiar (Carlos Humberto Mannato e Soraya de Souza Mannato) e um terceiro (Sergio de Assis Lopes) que não compartilham partido/coligação declarada. Chama atenção que Sergio pague R$ 10.000 a Caleb Sant Anna Cordeiro e Caleb doe R$ 1.000 a Carlos Humberto, fechando um retorno de dinheiro à cadeia; além disso, Soraya paga R$ 35.000 a Carlos Roberto Romanha, que doa R$ 7.728 a Sergio, criando um segundo elo de retorno. Esses ciclos curtos entre pessoas sem vínculo partidário explícito justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.234,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com vínculos partidários e familiares (Carlos Humberto Mannato e Soraya de Souza Mannato compartilham sobrenome; Sergio de Assis Lopes é do mesmo partido Republicanos), o que poderia explicar movimentações entre aliados. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são díspares, sem um padrão claro de devolução ou repasse. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 51.734,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PTB e REPUBLICANOS) e uma empresa sem nome identificado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Além disso, há um fluxo de R$ 3.500.000,00 de Soraya Mannato para Carlos Roberto Romanha, que não aparece como entidade na lista, e um retorno de R$ 772.800,00 de Romanha para Sergio Lopes, sugerindo um possível intermediário não esclarecido. O valor total do loop (R$ 51.734,60) é modesto, mas a presença de uma empresa sem nome e a mistura de partidos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 50.234,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PTB e Republicanos) e uma empresa sem nome identificado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Além disso, há uma despesa de R$ 3.500.000 de Soraya Mannato para Carlos Roberto Romanha, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, sem que o ramo do fornecedor esteja claro. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 47.734,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PTB e REPUBLICANOS) e uma empresa sem nome identificado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Além disso, há uma despesa de R$ 35.000,00 de Soraya Mannato para Carlos Roberto Romanha, valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, sem que os fatos expliquem o motivo. Esses elementos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo grupo familiar (Carlos Humberto Mannato e Soraya de Souza Mannato, ambos do ES) e dois fornecedores/prestadores de serviço que aparecem como doadores e recebedores de despesas. Os valores são modestos (R$ 30,9 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop artificial. O padrão é compatível com doações de pessoas físicas ligadas às campanhas e pagamentos por serviços prestados, sem indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou em valor muito superior ao que saiu.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 111.006,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 111 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PTB, Republicanos, PSL), mas há vínculos partidários indiretos: Fabrício é do PSL e a Direção Estadual do PSL/ES aparece no loop. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são pequenos, o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem partido comum), mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas do mesmo campo político. Falta informação para um juízo mais seguro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 111.076,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PTB, Republicanos, PSL) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos partidários, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.285,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 30.285,76, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e díspares, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Há vínculos familiares prováveis (Mannato) e partidos diferentes, o que pode ser coincidência entre campanhas ou mera movimentação de aliados. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 54.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 54.406,60, com transações que ligam campanhas de partidos diferentes (PTB e REPUBLICANOS) e pessoas físicas sem cargo/partido identificado. Chama atenção que Sérgio de Assis Lopes (REPUBLICANOS) pagou R$ 21.000 a Gabriel Wesley Moura Sacramento, que no mesmo ano doou R$ 1.000 a Carlos Humberto Mannato (REPUBLICANOS), e que Soraya de Souza Mannato (PTB) pagou R$ 30.000 a Aldemir Gregorio Pereira, que em 2020 doou R$ 2.400 a Sérgio Lopes. Há ainda uma doação de R$ 6,60 de Carlos Mannato para Soraya Mannato, valores de ordens de grandeza muito distintas dentro do mesmo ciclo, o que dificulta uma explicação única por rateio partidário ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.406,60, com um núcleo familiar (Carlos Humberto Mannato e Soraya de Souza Mannato) e aliados partidários (Sergio de Assis Lopes, ambos do Republicanos). O que chama atenção é a sequência de transações: Sergio paga R$ 6.000 a Jhonatan, que doa R$ 1.000 a Carlos, que doa R$ 6,60 a Soraya, que paga R$ 30.000 a Aldemir, que doa R$ 2.400 a Sergio — fechando o loop. Embora parte possa ser explicada por alianças partidárias, a presença de valores de ordens de grandeza diferentes e a participação de pessoas físicas sem cargo/partido declarado (Jhonatan e Aldemir) em um ciclo fechado justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38.406,60, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários e familiares entre alguns nomes (Mannato), mas também entidades sem partido declarado e uma doação de apenas R$ 6,60, que parece ruído. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.406,60, com transações que ligam pessoas físicas e campanhas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PTB) em anos distintos. Chama atenção que SORAYA DE SOUZA MANNATO, do PTB, pague R$ 30.000 a ALDEMIR GREGORIO PEREIRA, que no mesmo ano doa R$ 2.400 a SERGIO DE ASSIS LOPES (REPUBLICANOS), e que SERGIO pague R$ 6.000 a JANAINA SARTI, a qual doa R$ 1.000 a CARLOS HUMBERTO MANNATO (REPUBLICANOS). Embora valores não sejam altos, o encadeamento entre partidos distintos e a presença de pessoas físicas sem cargo declarado justificam uma checagem humana para entender a motivação dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PTB e REPUBLICANOS) e valores muito díspares: uma doação de R$ 6,60 de Carlos Mannato a Soraya Mannato, mas despesas de R$ 10.000 e R$ 30.000 pagas por Sergio Lopes e Soraya Mannato a Caleb e Aldemir, que por sua vez doaram R$ 1.000 e R$ 2.400 a Carlos e Sergio. O retorno ao ponto de partida (Carlos) se dá por uma doação de apenas R$ 1.000, enquanto o dinheiro que saiu de Soraya para Aldemir foi de R$ 30.000, sem que Aldemir apareça doando de volta a ninguém da cadeia. A diferença de magnitude e a mistura de partidos dificultam explicar como mera coincidência de coligação ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.906,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38.906,60, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Há vínculos partidários parciais (Carlos e Sérgio no Republicanos, ambos do ES), o que pode explicar parte das movimentações como alianças locais, mas a presença de Soraya no PTB e de intermediários sem partido informado impede uma explicação simples e única. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 41.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41.406,60, com um núcleo familiar (Carlos Humberto Mannato e Soraya de Souza Mannato) e um terceiro (Sergio de Assis Lopes) que doa para Marcio de Carvalho Fernandes, o qual doa para Carlos Mannato. Chama atenção que Soraya, do PTB, pague R$ 30.000 a Aldemir Gregorio Pereira, que doa R$ 2.400 a Sergio Lopes (Republicanos), criando uma ponte entre partidos diferentes sem coligação explícita. O valor de R$ 30.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.906,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.906,60, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (REPUBLICANOS entre Carlos e Sérgio) e nomes de família (Mannato), mas também entidades sem partido informado, e os fatos disponíveis não permitem afirmar se há um padrão legítimo ou algo que mereça checagem. Sem mais contexto sobre a relação entre as entidades e a natureza dos pagamentos, não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.406,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas com partidos diferentes (PTB e REPUBLICANOS) e valores que variam de R$ 6,60 a R$ 30.000,00, sem que haja uma coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. A transação de R$ 30.000,00 de Soraya Mannato para Aldemir Gregorio Pereira, seguida de doação de R$ 2.400,00 de Aldemir para Sergio Lopes, e depois despesa de R$ 4.000,00 de Sergio para Djhonatan, que doa R$ 1.000,00 para Carlos Mannato, forma um encadeamento que merece verificação manual. Não há prova de irregularidade, mas o conjunto de fatos foge do padrão rotineiro de doações entre aliados do mesmo grupo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (ES), o que é um padrão comum em coligações e redes de aliados. As transações são de valores modestos (R$ 200 a R$ 14.000) e ocorrem ao longo de vários anos (2018 a 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A cadeia inclui uma pessoa sem partido identificado (CRISTIANE RESENDE FAGUNDES PARIS), mas ela aparece apenas como doadora inicial e receptora final de valores pequenos, sem indicar um esquema articulado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 81.515,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/ES, PSB/ES, PRTB/DF), o que dificulta explicar tudo por uma mesma coligação. Porém, os elos centrais passam por empresas de grande porte e ramos distintos (Facebook e Rinobox), e os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.815,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/ES, REPUBLICANOS/ES, PRTB/DF), o que dificulta explicar tudo como mera coincidência de mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações incluem pagamentos a fornecedores conhecidos (Facebook Ads) e uma empresa de soluções financeiras, padrões comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.425,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e os valores são pequenos e díspares. A ligação entre elas passa por uma grande empresa (Facebook) e uma empresa de soluções financeiras, o que pode ser coincidência de mercado. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como um ciclo fechado no mesmo ano ou valores milionários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.015,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO-ES, REDE-ES, PRTB-DF) e duas empresas (Facebook e Rinobox), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado no mesmo pleito), mas também não há explicação simples e legítima que cubra toda a cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 71.515,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO-ES e PRTB-DF), mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a campanhas e despesas de campanha com Facebook e Rinobox. O Facebook é fornecedor típico de serviços de impulsionamento, e a Rinobox aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, o que pode ser coincidência ou mero fluxo financeiro. Os valores não são absurdamente discrepantes e não há um fato concreto que force uma checagem manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 89.515,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/ES, AGIR/ES, PRTB/DF), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), com a maior parte sendo doações de empresas a campanhas e uma despesa de campanha com o Facebook, o que pode ser coincidência de fluxos eleitorais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.860,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PDT, PSB) e uma empresa de soluções financeiras que doa R$ 7.761,68 a um candidato e depois recebe R$ 808,85 de despesa de outro candidato, sem vínculo partidário ou coligação evidente. A soma das transações é modesta, mas a presença de uma empresa do ramo financeiro doando para campanha e sendo posteriormente pagadora na mesma cadeia foge do padrão comum de doação entre aliados ou repasse partidário. O loop fechado entre pessoas sem partido em comum justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 40.713,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/ES, PDT/ES, PODE/SP) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse interno de partido ou coligação. Além disso, a RINOBOX SOLUÇÕES FINANCEIRAS LTDA, uma empresa do setor financeiro, aparece doando R$ 7.761,68 a um candidato e recebendo R$ 1.661,31 de um vereador de outro estado, o que não tem relação óbvia com o ramo de atividade. O fechamento do ciclo em torno de uma empresa financeira e candidatos de siglas distintas justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.774,10
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 52.249,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 50.000,00 de doação do PSL a Amarildo Selva Lovato em 2020, contra R$ 49,99 e R$ 700,00 em despesas) e anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. As entidades têm vínculos partidários (PSL e MDB) e cargos no mesmo estado, mas não há um fato concreto que fuja do padrão de repasses partidários e pequenas despesas de campanha. Não há elemento que justifique priorização manual clara.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.027,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os valores são modestos (R$ 28 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos familiares e partidários claros entre Marcus Vinicius Assad e Angela Marcia Assad (mesmo partido PODE, sobrenome igual), o que explica doações mútuas. Já a ligação com Adson Pinto Nogueira (Solidariedade) e Eliana Teodoro Saraiva Rovetta não tem partido/coligação em comum evidente, mas os valores são pequenos e podem ser ressarcimentos ou apoios pontuais. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PL e REPUBLICANOS), sem coligação comum declarada. Os valores são modestos (R$ 20,8 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, com tipos variados (doações e despesas), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados políticos locais, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 178.895,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PTB, PP, NOVO) e uma campanha de deputado federal, sem coligação comum declarada. O valor de R$ 100.000 saindo da campanha de Sérgio Lopes para Eduardo Lima é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 3.500, R$ 395,85 e R$ 75.000), e o retorno de R$ 75.000 via despesa de Willian Lessa para a mesma campanha fecha o ciclo de forma incomum. A diferença de partidos e a assimetria de valores dificultam uma explicação simples por repasse partidário ou ressarcimento rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.841,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do mesmo partido (PSD) e mesma UF (MG), o que é um padrão comum em coligações e repasses internos. Os valores são modestos (R$ 26,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do razoável, como fornecedor de ramo incompatível ou valor muito acima do mercado, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.077,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 46 mil no total) e entidades que compartilham partidos/coligações (PT e PSD em MG), o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos rotineiros. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 106.724,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores modestos (R$ 106 mil no total) e todas as pessoas identificadas são filiadas ao PSD em MG, o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e despesas ordinárias. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações e despesas dentro do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.081.155,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSD) em Minas Gerais, o que torna plausível que se trate de repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor total de R$ 1,08 milhão é puxado quase inteiramente pela doação de R$ 1,07 milhão da direção estadual ao deputado Diego Carvalho, enquanto as transações que fecham o ciclo somam apenas R$ 112 mil. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas do mesmo partido, como fornecedor de ramo incompatível ou valor uma ordem de grandeza acima do restante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.984,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PSD de MG, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 25.984,40 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 423.730,23
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades e R$ 423 mil, mas as transações são de anos e eleições diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares: R$ 395 mil de doação do PSDB a Anastásia, R$ 2,5 mil de despesa dele a uma campanha de deputado estadual, R$ 3 mil de Fabiano a Reinaldo e R$ 0,73 de Reinaldo ao partido. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e as conexões entre os atores não são todas do mesmo partido/coligação, mas também não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de uma ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 428.498,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 395 mil de doação partidária vs. R$ 325 e R$ 173,50 nas pontas) e entidades de partidos diferentes (PSDB, Republicanos, PSD), o que à primeira vista não forma um loop fechado típico de mesma coligação. Porém, as transações estão espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, e a maior parte do valor é uma doação oficial da direção estadual do PSDB ao candidato a governador, o que é padrão legítimo. As conexões menores (Antonio Jorge, Euclydes, Douglas) podem ser ressarcimentos ou repasses entre aliados, mas os fatos fornecidos não permitem afirmar nem que é rotineiro nem que é claramente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 156.877,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PT, PDT) e valores muito díspares (de R$ 200 a R$ 150.000), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do fluxo passa pela Direção Estadual/Distrital, um repasse partidário comum, e não há um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 95.547,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 95,5 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PSD em MG, o que é compatível com movimentação interna de campanhas aliadas. As transações são de anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.577,90
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 12.577,90 entre cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e envolvem valores pequenos e compatíveis com movimentação partidária rotineira. Há elos com partidos distintos (PSD e PT) e uma direção estadual no meio, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas de campanha, nem valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor fora de contexto.
severidade média4 nósR$ 10.677,35
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 58.773,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (CIDADANIA e AVANTE) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Chama atenção que FRANCISCO MARINHO (CIDADANIA) pagou R$ 55.000 em despesas a EUGÊNIO EMÍLIO, que por sua vez doou a KLIBAS (AVANTE) — e KLIBAS pagou despesa a ROGÉRIO BELILO, que doou a FRANCISCO. O valor de R$ 55.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 350 a R$ 1.717), o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 34.467,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (CIDADANIA e AVANTE) sem coligação ou vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por repasse interno de mesma legenda. Além disso, há uma assimetria grande de valores: a despesa de R$ 31.300 de Francisco Marinho para Vitorio é cerca de 7 vezes o total do restante do loop (R$ 3.150), e o retorno final a Rogério Belilo é de apenas R$ 1.000. Esse desequilíbrio e o fechamento do ciclo entre pessoas sem relação partidária explícita justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, MOBILIZA, UNIÃO) e cargos distintos, sem coligação comum evidente. As transações ocorrem em anos eleitorais variados (2018, 2020, 2024) e os valores não são idênticos, mas o encadeamento fecha um loop completo. A coincidência de nomes (Thiago/Tiago Fernando Moreira) e a presença de Rodrigo Chiodi da Silva, possivelmente parente de Alexsander Chiodi Maia, sugerem relações pessoais que merecem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 11.900 entre cinco entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas em anos distintos (2018, 2020, 2024) e valores que não retornam integralmente ao ponto de partida. As entidades têm partidos diferentes (PT, MOBILIZA, UNIÃO), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas também não há um fato concreto e nomeável que caracterize um ciclo suspeito. Os dados disponíveis são insuficientes para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MOBILIZA, UNIÃO) e valores modestos (R$ 15.100 no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há indícios de inconsistência nos nomes (THIAGO vs TIAGO, WANDER SACRAMENTO VIEIRA vs VEIGA), sugerindo possível erro de agregação. Não há um fato concreto que destaque claramente o caso como anômalo, nem elementos que o expliquem como padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MOBILIZA, UNIÃO), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 600 a R$ 6.000). Não há um encadeamento claro de doações e despesas que feche um loop no mesmo pleito ou entre os mesmos atores, e a maioria das entidades intermediárias não tem partido/coligação identificados. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MOBILIZA, PATRIOTA, UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 9.000) e as transações estão espaçadas no tempo, sem um padrão claro de devolução rápida ou de empresa fachada. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de doações e despesas pulverizadas entre campanhas mineiras, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar vínculos pessoais ou empresariais entre os envolvidos.