severidade média5 nósIA: bizarroR$ 51.599,16
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado no mesmo pleito. Ainda assim, chama atenção que a BG Studios Tecnologia LTDA, uma empresa, apareça simultaneamente como doadora de R$ 8.217,00 para Glauber e como fornecedora de R$ 5.912,96 para Tarcísio, ambos do PSOL/RJ em 2018, configurando uma relação financeira cruzada entre uma empresa e dois candidatos do mesmo partido. Além disso, a doação de R$ 37.000,00 de Glauber para Clarice em 2024 é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 14.000,00), sem que os fatos expliquem a assimetria. Esses elementos justificam uma checagem humana, ainda que possam ter explicações legítimas (ex.: prestação de serviços de tecnologia, repasse partidário).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.836,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL no Rio de Janeiro (Tarcísio Motta, Glauber Braga, Clarice Chacon), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo campo político. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos, exceto os R$ 37 mil de Glauber para Clarice, que podem ser repasse de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre correligionários, mas a presença de Tiago Prata (PSB) e da empresa sem nome no ciclo impede descartar o sinal sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.599,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do PSOL/RJ (GLAUBER, JOAO BATISTA e CLARICE), o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 41,6 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 48.345,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. As entidades compartilham majoritariamente o partido PSOL no RJ, o que oferece uma explicação plausível de rede de aliados. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.690,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50.690,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e há apenas 3 pessoas com mandato identificadas, sendo duas do PSOL (GLAUBER e CLARICE) e uma do PDT (WANDERSON). As doações e despesas podem ser explicadas por relações partidárias, ressarcimentos ou coincidências entre campanhas, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há valores de ordem de grandeza superior nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.402,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ (GLAUBER e PAULO EDUARDO) e uma empresa (BG STUDIOS), com valores que não são absurdos (R$ 17,4 mil no total). Há um elo frágil: a doação de ELIOMAR DE SOUZA COELHO a PAULO EDUARDO (R$ 98) e a despesa de GLAUBER para 'ELEIÇÃO 2018 ELIOMAR DE SOUZA COELHO' (R$ 8.700) sugerem que ELIOMAR pode ser um terceiro candidato/aliado, o que explicaria o fluxo dentro de um mesmo grupo político. Não há, nos fatos, um elemento que force a classificação como 'bizarro' (ex.: empresa de ramo incompatível, valor uma ordem de grandeza acima, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário), mas também não há dados suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
severidade média4 nósR$ 10.892,50
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.638,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL/RJ (GLAUBER e JOAO BATISTA) e uma empresa (BG STUDIOS TECNOLOGIA) que aparece nos dois sentidos: recebe R$ 8.217,00 de doação de Glauber e, ao mesmo tempo, é paga R$ 428,76 por João Batista. O ponto que chama atenção é a empresa de tecnologia doar valor alto a uma campanha e, na mesma eleição, prestar serviço de valor muito menor à campanha de um correligionário, fechando um circuito com um terceiro elo (ELIOMAR) que também recebe despesa de Glauber. Não é prova de irregularidade, mas o entrelaçamento de doações e despesas entre os mesmos atores em 2018 merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.599,74
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018: Glauber (PSOL-RJ) doa R$ 8.700 a Eliomar, que doa R$ 485,50 a Taliria (PSOL-RJ), que paga R$ 2.197,24 à BG Studios, que por sua vez doa R$ 8.217 a Glauber. O elo de saída (BG Studios doando a Glauber) e o de retorno (Taliria pagando à mesma BG Studios) envolvem uma empresa de tecnologia que aparece nos dois sentidos da cadeia, o que dificulta explicar tudo como simples repasse partidário. Além disso, o valor doado por BG Studios a Glauber (R$ 8.217) é quase igual ao total que Taliria pagou à BG Studios (R$ 2.197,24) somado a outras entradas, sugerindo que o dinheiro pode ter circulado de volta à campanha de origem. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.493,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro campanhas do PSOL no Rio de Janeiro em 2018, com valores da mesma ordem de grandeza (R$ 485 a R$ 9.000) e todos os participantes ligados ao mesmo partido/coligação. As transações são compatíveis com repasses internos, ressarcimentos ou despesas compartilhadas entre campanhas aliadas, padrão comum em prestações de contas eleitorais. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.214,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSOL, PSB) e uma empresa (BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA) que doa R$ 8.217,00 a Glauber e depois recebe R$ 699,00 de Dyonne, enquanto Glauber paga R$ 8.700,00 à campanha de Eliomar de Souza Coelho. A soma das transações fecha um loop de R$ 21.214,00, com valores de ordens de grandeza distintas e sem vínculo partidário claro entre todos os elos. Isso não é típico de repasse partidário ou devolução de sobra, e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.624,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e fecha em 2018, com dois candidatos do PSOL/RJ (Glauber e Luciana) e uma empresa (BG Studios) que doou R$ 8.217,00 a Glauber e recebeu R$ 2.414,68 de Luciana, enquanto Glauber pagou R$ 8.700,00 à campanha de Eliomar de Souza Coelho, que por sua vez doou R$ 293,00 a Luciana. O ponto que chama atenção é a empresa BG Studios aparecer simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora (recebedora de despesa) de outra campanha do mesmo partido, dentro de um ciclo fechado e curto. Isso não é acusação, mas é um fato concreto que foge do padrão simples de mesma coligação repassando recursos, e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.699,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 8.217,00 para a campanha de Glauber de Medeiros Braga em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 5.912,96 da campanha de Tarcísio Motta de Carvalho — ou seja, a empresa aparece nos dois lados da cadeia, como doadora e fornecedora. Além disso, o elo entre Tiago Pinto Prata (PSB) e Tarcísio Motta (PSOL) é uma doação de apenas R$ 200,00, valor irrisório que não explica a conexão com os demais fluxos. Embora os partidos PSOL e PSB possam ter alianças, a coincidência de uma empresa doar e receber recursos de campanhas distintas em um ciclo curto merece verificação humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.936,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PSOL no Rio de Janeiro (Tarcísio Motta e Glauber Braga), o que é compatível com repasses e despesas entre aliados do mesmo partido. Porém, há uma doação de Tiago Pinto Prata (PSB) a Tarcísio Motta em 2018 e uma despesa de Tarcísio a Flávio Alves Serafini em 2022, valores que não se encaixam perfeitamente no padrão de mesma coligação. O montante total é modesto (R$ 26.936) e as transações estão espalhadas por anos diferentes, sem um ciclo curto e fechado que configure um fato claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 143.652,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares e anos diferentes: a maior parte do volume (R$ 76,5 mil) é uma doação da BG Studios a Tarcísio Motta em 2018, enquanto as demais transações são de 2022/2024 e de baixo valor. Três das cinco entidades são do PSOL/RJ, o que dá uma explicação partidária plausível para parte do fluxo, mas a empresa BG Studios e a campanha de Francisco Rodrigues de Alencar Filho não têm partido informado, e a ligação Tarcísio -> Francisco (R$ 50 mil) foge do núcleo PSOL. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar coincidência ou ressarcimento sem checar os vínculos entre essas campanhas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.849,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 39.849,45, com uma empresa (BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA ME) doando R$ 29.973,00 para a campanha de Taliria Petrone Soares (PSOL/RJ) e recebendo de volta uma despesa de apenas R$ 75,20 da campanha de Rodrigo Wrencher Cosenza (PSOL/RJ). A cadeia fecha com uma despesa de R$ 9.000,00 da campanha de Taliria para Flavio Serafini, que também doou R$ 801,25 para Rodrigo. Embora os dois candidatos sejam do mesmo partido (PSOL/RJ), o fluxo de recursos entre uma empresa doadora e as campanhas, com valores desproporcionais, merece checagem humana para verificar a real natureza das transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 119.313,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) e uma empresa privada (BG Studios), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente entre todas. Além disso, há uma assimetria temporal: as transações de 2018 formam um subciclo (Renato -> BG Studios -> Luciana), enquanto as de 2022 ligam Luciana (PSOL) a Monica (PT) e esta ao diretório estadual, sugerindo possível elo não explicado. O valor total de R$ 119 mil e a presença de uma empresa de tecnologia recebendo despesa de campanha e doando para outra campanha merecem checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 91.453,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor fora de escala. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.613,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 77,6 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doações entre candidatos, doação de empresa a candidato, repasse de direção partidária e despesas de campanha), não um fluxo homogêneo de ida e volta. Três dos cinco elos são de 2018 e envolvem valores díspares (R$ 1,2 mil, R$ 8,2 mil, R$ 57,1 mil, R$ 252, R$ 10,8 mil), o que enfraquece a leitura de 'dinheiro que sai e volta'. Há elo partidário (PSOL) entre Renato Athayde e Glauber Braga, mas o elo com Wanderson (PDT) e a empresa BG Studios não se explica por coligação comum. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços da BG Studios e a razão do repasse da direção estadual, não dá para cravar nem padrão legítimo nem anomalia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 120.034,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e contribuições partidárias. A BG Studios aparece como fornecedora de serviços para a campanha de Renato Athayde e doadora para a de Glauber, ambos do mesmo partido, o que pode ser explicado por relações comerciais e políticas dentro da mesma legenda. Os valores são modestos e compatíveis com transações eleitorais típicas, sem indício de desproporção ou de empresa fora de ramo. Não há elemento concreto que fuja do roteiro de movimentação entre aliados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 90.229,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 900, R$ 76.519, R$ 252 e R$ 3.000) e anos diferentes (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades principais (Tarcísio Motta e Renato Athayde) são ambos do PSOL-RJ, o que oferece uma explicação plausível de proximidade política, mas a BG Studios Tecnologia não tem vínculo partidário declarado e aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa. Não há um fato único e gritante que justifique priorização, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 215.316,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 252 a R$ 82 mil). As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL) e a direção municipal do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum em repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 175.954,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PSOL-RJ): dois candidatos do partido, a direção estadual do PSOL e uma empresa que doou a um deles. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno financeiro anômalo. O fluxo pode ser explicado por doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma coligação, não configurando um loop suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 95.372,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores e anos dispersos (2018, 2022, 2024) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma doação do diretório estadual do PSOL a Renato Athayde Silva (R$ 57 mil), e a ligação com a BG Studios aparece como despesa de campanha, não como retorno financeiro. Não há um fato agudo que destoe do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a cadeia fechada com múltiplos atores merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 127.874,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 127.874,67, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e entre partidos distintos (PSOL e PT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O ponto que mais chama atenção é a BG Studios Tecnologia LTDA: uma empresa de tecnologia recebeu R$ 252,00 de despesa de campanha de Renato Athayde e, no mesmo ano, doou R$ 41.497,00 para Mônica Santos, valores de ordens de grandeza muito diferentes. Além disso, a doação de R$ 29.000,00 de Mônica para a direção estadual do PSOL em 2022 fecha o ciclo, mas não há clareza sobre a contrapartida ou o motivo desse repasse.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 70.009,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades do mesmo partido (PSOL-RJ) e valores modestos (R$ 70 mil no total), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024 — não um ciclo curto e fechado no mesmo período. As setas podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha, padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo estranho, empresa que doou e recebeu de volta quase o mesmo) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.850,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não são idênticos, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 40.532,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 40,5 mil, mas o ponto que chama atenção é a assimetria: a empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA doa R$ 29.973,00 para a campanha de Taliria Petrone Soares (PSOL) e, no mesmo ano, recebe R$ 252,00 de Renato Athayde Silva (também PSOL), enquanto a campanha de Taliria paga R$ 9.000,00 a Flavio Serafini, que por sua vez doou R$ 1.307,50 a Renato. Não há coligação ou partido comum declarado entre todos os elos, e o fluxo de ida e volta entre uma empresa e campanhas do mesmo partido em 2018 merece checagem humana para descartar coincidência ou confirmar a regularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 164.984,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações não formam um loop fechado e sim uma cadeia com valores muito desiguais: a BG Studios doou R$ 89,6 mil a Marcelo Ribeiro Freixo (PT), enquanto Renato Athayde Silva (PSOL) pagou apenas R$ 252 à mesma empresa e recebeu R$ 57,1 mil da direção estadual. O retorno ao ponto de partida se dá por uma despesa de R$ 18 mil de Freixo à direção estadual, que não é a mesma entidade que doou a Renato. Não há um fato agudo e nomeável que fuja de um padrão comum (ex.: repasses partidários, prestação de serviços entre campanhas), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 112.321,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 112 mil, mas as transações não formam um fluxo coerente: Renato Athayde recebe R$ 57 mil da direção estadual do PSOL em 2018, paga apenas R$ 252 à BG Studios, enquanto BG Studios doa R$ 25,9 mil à Renata Souza no mesmo ano. Em 2022, Renata Souza paga R$ 29 mil à direção estadual, fechando o loop. A assimetria entre o valor que Renato paga à BG Studios e o que BG Studios doa à Renata, somada à diferença temporal (2018 vs 2022), dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 94.484,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, mas o valor da despesa (R$ 252,00) é muito pequeno frente à doação (R$ 8.107,00) e não há elementos sobre o serviço prestado. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não dá para descartar sem checar a natureza do gasto com a BG Studios.
severidade média4 nósR$ 10.600,00
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 442.933,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT (Gilberto Silva Palmares, Emidio Pereira de Souza, Fernando Haddad e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 830 a R$ 1.480) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. A maior movimentação (R$ 440 mil de Haddad para a direção estadual) é uma despesa de campanha a órgão partidário, padrão comum. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.992.511,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito desiguais: a maior parte (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa Um a Mais para Fernando Haddad, e o retorno ao ponto de partida é de apenas R$ 445,23 pagos por Gilberto Palmares à mesma empresa. Todos os envolvidos são do PT, o que permite explicar o fluxo como movimentação dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há elemento claro que justifique priorização humana nem que afaste completamente a curiosidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 71.186,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e fecha em 2018, mas a maior transação (R$ 50.000 de Luiz Lindbergh Farias Filho para a campanha de Marcia Angelita Tiburi) é uma despesa de campanha, não uma doação, e não há partido/coligação comum declarado entre todos os elos. A empresa 'Um a Mais Serviços de Tecnologia' recebe despesa de Gilberto Palmares e doa para Luiz Lindbergh, enquanto a campanha de Marcia Tiburi doa para Gilberto Palmares, criando um fluxo circular sem explicação simples nos dados. Isso justifica checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 8.145.470,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (candidato a vereador, candidato a presidente e diretório estadual), o que é um padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados. A empresa 'Um a Mais' aparece como doadora de Lula e também como fornecedora de Gilberto Palmares, mas os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (doações de milhões vs. despesa de R$ 445,23), sugerindo que não há um fluxo financeiro relevante fechando o ciclo. O total movimentado de R$ 8,1 milhões é puxado pelas doações empresariais a Lula, não por um esquema de lavagem com retorno à origem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 59.137,45
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018: Marcelo Ribeiro Freixo (PT) paga despesas à BG Studios, que doa a Glauber de Medeiros Braga (PSOL), que paga despesa à campanha de Eliomar de Souza Coelho, que doa de volta a Freixo. Os dois candidatos são de partidos diferentes (PT e PSOL), o que enfraquece a explicação por coligação ou conta partidária comum, e a empresa BG Studios aparece simultaneamente como fornecedora de um e doadora de outro. O valor total (R$ 59 mil) não é astronômico, mas o encadeamento circular entre pessoas sem vínculo partidário declarado merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 43.280,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 43 mil em 2018, com um candidato do PT pagando despesas a uma empresa (BG Studios) que também doou para um candidato do PSOL, que por sua vez pagou despesa a um terceiro (Flavio Alves Serafini), cuja campanha doou de volta ao primeiro candidato. Não há coligação ou partido comum evidente entre PT e PSOL, e a empresa aparece nos dois sentidos da cadeia (recebendo despesa e fazendo doação), o que dificulta uma explicação simples de mesma chapa ou repasse partidário. O valor total é modesto, mas o desenho fechado e a mistura de doações e despesas entre campos políticos distintos justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 74.382,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 74,3 mil, com dinheiro saindo de Marcelo Ribeiro Freixo (PT) para a BG Studios, que doa para Taliria Petrone Soares (PSOL), que paga despesa a Flavio Serafini, que doa de volta a Freixo. Embora todos sejam do campo da esquerda no RJ, não há partido ou coligação comum explícita entre PT e PSOL nas transações, e a BG Studios aparece simultaneamente como fornecedora de Freixo e doadora de Taliria, o que fecha um circuito curto e direcionado. O valor total é modesto, mas a estrutura circular entre campanhas distintas merece checagem humana para descartar coincidência ou confirmar a regularidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 101.661,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas as magnitudes são muito desiguais: a BG Studios doou R$ 89.607,09 a Marcelo Ribeiro Freixo (PT), enquanto a campanha de Leci Carvalho e Silva (PSOL) pagou apenas R$ 5.440 à mesma empresa. Além disso, Marcelo Freixo pagou R$ 11.300 a 'ROSE CIPRIANO', que aparece como doadora de Leci Carvalho e Silva, criando um elo indireto entre campanhas de partidos diferentes (PT e PSOL). A diferença de ordem de grandeza e a ausência de coligação/partido comum entre os elos dificultam uma explicação simples de repasse partidário ou ressarcimento.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 40.350,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL-RJ (João Batista e Taliria Petrone) e uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 29.973,00 à Taliria e recebeu R$ 428,76 de despesa da campanha de João Batista, mas o elo de fechamento é uma despesa de R$ 9.000,00 da campanha de Taliria para 'FLAVIO SERAFINI', que não aparece como entidade do loop nem tem partido/coligação informado. O valor de R$ 9.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 948,94, R$ 428,76) e o fornecedor 'FLAVIO SERAFINI' não tem ramo declarado, o que dificulta a explicação simples de ressarcimento ou coincidência entre aliados. Embora a conexão partidária entre João Batista e Taliria explique parte do fluxo, o elo final com um terceiro sem vínculo declarado justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.975,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL/RJ em 2018 e uma empresa de tecnologia (BG STUDIOS), mas o elo de fechamento é uma despesa de R$ 9.000 de Taliria Petrone Soares para Flavio Serafini, que por sua vez doou R$ 639,61 a Cintia Teixeira de Souza Silva — pessoa que não aparece como candidata na lista de entidades. O valor de R$ 9.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 299,73 a R$ 362,95) e o papel de Flavio Serafini como intermediário não é explicado por partido/coligação comum declarado. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desse repasse.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.339,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL-RJ em 2018 e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 32 mil no total). As transações podem ser explicadas por contratação de serviços da BG Studios por Taliria e doação da mesma empresa a João Batista, mas o elo de volta a uma entidade sem nome (31143620000103) não está detalhado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de campanhas de esquerda, mas a cadeia fechada merece uma olhada rápida para confirmar a natureza dos repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.296,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL/RJ (Luciana Boiteux e João Batista) e uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 7.279,00 a João Batista e recebeu R$ 2.414,68 de despesas da campanha de Luciana Boiteux no mesmo ano de 2018. Embora ambos sejam do mesmo partido, o fluxo fecha um loop com uma empresa privada que simultaneamente doa para uma campanha e é fornecedora de outra, o que não é um padrão rotineiro e merece checagem humana. O valor total é baixo, mas a estrutura circular entre doador e fornecedor na mesma coligação/partido justifica atenção.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 42.398,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 42,4 mil, com uma empresa (BG Studios Tecnologia) doando R$ 29,9 mil para a campanha de Taliria Petrone e, na mesma cadeia, recebendo R$ 2,4 mil de despesa da campanha de Luciana Boiteux. As duas candidatas são do PSOL/RJ, o que poderia sugerir proximidade partidária, mas o elo com a empresa de tecnologia e o retorno do dinheiro à mesma cadeia em um único ano (2018) não têm explicação simples nos dados. O fato de a empresa doar um valor alto e depois aparecer como fornecedora paga por outra campanha da mesma cadeia merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.784,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas (Paulo Eduardo Gomes, João Batista Oliveira de Araújo e a campanha de Flávio Alves Serafini) são do PSOL/RJ em 2018, o que é um contexto partidário comum. A BG Studios Tecnologia LTDA aparece como doadora de João Batista e depois recebe pagamentos de Paulo Eduardo, o que poderia ser uma relação comercial legítima, mas o ramo de tecnologia não tem relação óbvia com campanhas. Os valores são modestos (R$ 13,7 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, mas a ausência de detalhes sobre a natureza dos serviços prestados pela BG Studios impede uma explicação simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.886,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são modestos (R$ 44,8 mil no total) e há vínculos partidários claros: Paulo Eduardo Gomes e Taliria Petrone Soares são ambos do PSOL/RJ, e a transação intermediária passa por Flavio Serafini, também do mesmo campo político. As transações são de 2018 e incluem doações e despesas de campanha, padrão compatível com circulação de recursos dentro de uma mesma coligação ou grupo político. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.548,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSOL e PSTU) e uma empresa de tecnologia, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação de recursos. A empresa BG Studios recebeu despesa de João Batista (PSOL) e doou para Bruno Coelho (PSOL), mas o elo com Bárbara (PSTU) e Ester Cleane não tem justificativa aparente. O valor total é baixo, mas a combinação de partidos distintos e uma empresa no meio do ciclo merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.748,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL/RJ (João Batista e Bruno Coelho) e uma empresa (BG Studios Tecnologia) que recebeu despesa de uma campanha e doou para a outra, além de uma doadora (Ester Cleane) que doou a João Batista e recebeu despesa de Bruno Coelho. Embora todos estejam no mesmo partido, o fluxo fecha um loop com valores relevantes (R$ 4 mil de despesa de João para a BG Studios e R$ 2,8 mil de doação da BG Studios para Bruno; R$ 4 mil de despesa de Bruno para Ester, que doou R$ 4,5 mil a João). A coincidência de sentidos e a participação de uma empresa de tecnologia como doadora e fornecedora eleitoral justificam uma checagem humana para descartar irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 181.117,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção municipal do partido, o que é um padrão comum em coligações/partidos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos, sem um elo direto e fechado entre as mesmas pessoas no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.