Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Mário César da Silveira doa R$ 9.000 à campanha de Benjamin Antônio de Melo (MDB, vereador em SC, 2020), e a campanha de Benjamin paga R$ 2.500 de despesa a Mário César. Não há informação sobre partido/coligação de Mário nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um repasse entre aliados, um ressarcimento ou algo a checar. O valor é baixo (R$ 11.500 no total) e a diferença entre doação e despesa não configura devolução do mesmo montante. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: MARCIONEI MEDEIROS doou R$ 1.184,00 a EUGENIO ANTONIO ROLING (MDB) e recebeu dele R$ 10.795,00 como despesa de campanha em 2024. Não há informação sobre partido ou cargo de MARCIONEI MEDEIROS, o que impede avaliar se há vínculo partidário/coligação que explique a relação. O valor de volta é cerca de 9 vezes maior que a doação, mas dentro de uma mesma campanha e sem outros elementos (como ramo de atividade ou nota fiscal) não é possível classificar como padrão rotineiro nem como anomalia clara.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas: Marcelo Nunes Lopes doou R$ 2.500 à campanha de Aldenir Barbosa do Nascimento (PSDB) e, no mesmo ano, recebeu R$ 13.000 como despesa paga pela campanha. Não há informação sobre o partido de Marcelo, o objeto da despesa ou a relação entre ambos, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor total (R$ 15.500) é baixo e o padrão doação seguida de pagamento é comum em campanhas, mas a ausência de contexto não permite classificar como rotineiro nem como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com sobrenomes compatíveis (HELVIA ALMEIDA ARAUJO e HELVIA ALMEIDA ARAUJO LIMA), sugerindo possível relação familiar, e valores modestos (R$ 9.508 de doação e R$ 4.561 de despesa). A doação de uma pessoa física para a campanha de Jaime e o pagamento de despesa da campanha para uma pessoa com nome semelhante são padrões comuns em campanhas municipais, podendo ser prestação de serviços ou reembolso. Não há indício de empresa ou fornecedor alheio ao ramo, nem valores discrepantes.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: a mesma pessoa (Arnaldo Moreira dos Santos) doa R$ 24.000 à campanha de Alessandra e, no mesmo ano de 2022, recebe de volta exatamente R$ 24.000 em 8 despesas pagas pela campanha. O valor idêntico de ida e volta, sem que se saiba o ramo do fornecedor ou a existência de vínculo partidário/coligação entre as partes, dificulta a explicação como simples coincidência ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços prestados e a relação entre doador e fornecedor.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: R$ 1.000,00 saem de Rafael Ferreira Barbosa para a campanha de Ronaldo da Silva Ferreira e, no mesmo ano (2020), R$ 10.000,00 retornam de Ronaldo para Rafael como despesa de campanha. O valor de volta é dez vezes maior que o de ida, sem que os fatos indiquem coligação, partido comum ou relação contratual que explique a assimetria. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e a ligação entre os dois.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do partido (PSDB) repassando recursos ao candidato Arthur Everardo Cruz Valverde e o candidato pagando despesas de volta à mesma direção. Isso é um padrão comum em campanhas: o partido financia o candidato e este realiza pagamentos de despesas de campanha por meio da estrutura partidária. O valor total (R$ 35,8 mil) é modesto e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral (2020), sem indícios de ramo estranho ou valores muito acima do normal.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas físicas (Jonas Schutz e Gilmar Sani) sem partido/coligação comum indicado, com o dinheiro saindo de Gilmar para Jonas como despesa de campanha em 2024 (R$ 20.000,00) e retornando como doação de Jonas para Gilmar em 2020 (R$ 500,00). A assimetria de valores e a inversão temporal (despesa em 2024, doação em 2020) dificultam a leitura como simples ressarcimento ou repasse partidário. O fato concreto que chama atenção é o pagamento de R$ 20.000,00 a uma pessoa física que, anos antes, havia doado R$ 500,00 à mesma campanha, sem que se saiba a natureza do serviço prestado.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o diretório municipal do PSB e um candidato a vereador do mesmo partido, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor de volta é irrisório (R$ 14,00) em comparação à doação recebida (R$ 21.260,00), sugerindo mais um ressarcimento ou ajuste contábil do que um fluxo circular relevante. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores desproporcionais que justifiquem priorização.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Alexandre dos Reis Fernandes doou R$ 960,00 à campanha de Max Miller e, no mesmo ano, recebeu R$ 11.000,00 como despesa paga pela campanha. Não há informação sobre o partido de Alexandre nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha que também fez uma doação pequena. O valor da despesa é cerca de 11 vezes a doação, mas sem detalhes do serviço ou do vínculo partidário não dá para classificar como padrão comum nem como claramente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: David Fontes Soares doou R$ 2.700 à campanha de Helio Trajano (PSB) e, no mesmo ano de 2020, recebeu R$ 10.000 como despesa paga por essa campanha. Não há informação sobre o partido de David nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha ou um doador que também foi contratado. O valor de R$ 10.000 não é de ordem de grandeza absurda, mas o fluxo de ida e volta no mesmo ano eleitoral merece uma checagem simples para confirmar a existência e o preço do serviço.
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, uma delas o próprio candidato, com valores modestos (R$ 20.790 de doação e R$ 2.500 de despesa) e em anos diferentes (2020 e 2024). A doação de VALMIR CALABRIA para BENJAMIN TASCA é o fluxo principal, e a despesa de volta é pequena e provavelmente um ressarcimento ou pagamento por serviço, padrão comum em campanhas. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores discrepantes.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Alfredo doa R$ 1.350 à campanha de Wilson Laurenti e, no mesmo ano, a campanha de Wilson paga R$ 15.000 a Alfredo como despesa. O valor pago é mais de 10 vezes o valor doado, e não há informação de partido/coligação comum ou de vínculo que explique a transação como repasse partidário ou ressarcimento típico. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: JUCIMAR FERREIRA DA SILVA (PL) recebeu R$ 1.000 de ANDREIA SANTOS RAMOS DA SILVA e, na mesma eleição de 2024, pagou R$ 15.000 a ela como despesa de campanha. Não há informação de partido/coligação comum para ANDREIA, e o valor pago é 15 vezes maior que o recebido, sem descrição do serviço ou produto que justifique a despesa. Isso não é prova de irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de doação entre aliados e merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 13.096 entre Valdemar Bovo (PL) e Marta Aparecida de Paula, com doações em 2020 e uma despesa em 2024. Não há informação sobre partido/coligação de Marta, cargo ou vínculo entre as campanhas, e os valores são modestos. O intervalo de 4 anos entre a doação e a despesa enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato, mas a ausência de contexto impede tanto explicar como rotineiro quanto apontar um fato concreto que justifique priorização.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 3.000 de doação e R$ 17.800 de despesa) e anos diferentes (2020 e 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Evandro Ribeiro de Oliveira, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência. Os fatos disponíveis não bastam para caracterizar padrão anômalo nem para descartar explicação rotineira.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Lauro Boeing Junior doou R$ 10.000,00 para a campanha de Emerson Machado Fernandes (PSL) e recebeu de volta R$ 1.045,00 como despesa paga pela mesma campanha, no mesmo ano de 2020. O valor devolvido é cerca de 10% da doação, compatível com um pagamento por serviço ou ressarcimento, e não há indício de que o dinheiro tenha voltado integralmente ao doador. Sem informações sobre vínculo partidário ou coligação entre eles, o padrão mais provável é uma relação comercial ou de prestação de serviço dentro da campanha, não um loop suspeito.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e com valores distintos (R$ 10.000,00 de despesa e R$ 1.412,00 de doação). Não há informação sobre partido ou coligação de ANTONIO BENJAMIM ALVES, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a movimentação. O sinal não apresenta fato concreto que destoe de um padrão comum (ex.: devolução de sobra, ressarcimento), mas também não permite descartá-lo de imediato.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas com sobrenome 'Alves' em comum, o que sugere possível relação familiar, mas não há informação sobre partido ou coligação do doador. O valor de R$ 15.000 doado e R$ 6.000 devolvidos como despesa é modesto e compatível com ressarcimento ou apoio familiar. Sem saber se Guilherme é filiado ao mesmo partido ou se a despesa tem contrapartida real, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: ELMO VIEIRA DA SILVA doou R$ 24,30 à campanha de ANTONIO LEITE BARBOSA, e a mesma campanha pagou R$ 21.200,00 a ELMO VIEIRA DA SILVA como despesa, no mesmo ano de 2020. A assimetria é enorme: o valor que sai da campanha é cerca de 870 vezes maior que o que entra, o que não se explica por mera coincidência de coligação ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas e R$ 14.000, com uma doação de R$ 5.000 em 2020 e uma despesa de R$ 9.000 em 2024, em anos diferentes. Não há informação sobre partido/coligação do segundo envolvido nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é relação política legítima ou algo a checar. Os fatos, isoladamente, não apontam claramente para um padrão comum nem para algo claramente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades ligadas por parentesco e pela mesma campanha presidencial de 2018, o que poderia explicar as movimentações como repasses internos de campanha. No entanto, os valores são muito díspares (R$ 1.113,00 de doação, R$ 1,00 de doação e R$ 100.000,00 de despesa) e o retorno ao ponto de origem não está claro nas transações listadas. Não há um fato concreto que caracterize algo bizarro, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (DOBELIN), sugerindo relação familiar, e valores modestos (R$ 2.048,37 de doação e R$ 10.000,00 de despesa). A diferença de valores e a direção (doação de um para a campanha, depois pagamento da campanha ao doador) pode ser explicada por reembolso de despesa de campanha ou empréstimo pessoal, práticas comuns em campanhas municipais de pequeno porte. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores fora de escala.
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção municipal do próprio partido (PODE) e um candidato a vereador filiado ao PODE, em 2020. A doação de R$ 19.430,00 do partido para o candidato é o repasse típico de recursos partidários a candidatos, e a despesa de R$ 1,00 de volta é um valor irrisório, compatível com devolução de sobra ou ajuste contábil. Não há entidades externas nem valores desproporcionais que sugiram algo além da movimentação ordinária dentro da mesma agremiação.
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse partidário: o diretório estadual do PSDB na Paraíba doou R$ 24.125,00 à candidata do próprio partido em 2022, e a candidata devolveu ao partido apenas R$ 0,14 (provavelmente um ressarcimento ou estorno simbólico). Não há ciclo fechado de valores equivalentes entre entidades sem vínculo — o retorno é ínfimo e a relação partido-candidato explica a ida do dinheiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 1.100 de Gilcilene para Marcilio em 2020 e uma despesa de R$ 33.000 de Marcilio para Gilcilene em 2022. Os valores são de ordens de grandeza diferentes e ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de devolução direta ou troca de favores imediata. Sem informação sobre a natureza do serviço prestado por Gilcilene, não há como dizer se é um pagamento legítimo ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (Passos Martins), o que sugere relação familiar, mas o fluxo é invertido: Rosilane doa R$ 2.570,00 para a campanha de Carlos e depois recebe R$ 11.200,00 como despesa paga pela mesma campanha, um retorno 4,3 vezes maior que a doação. Não há informação de que Rosilane seja fornecedora declarada ou tenha partido/coligação em comum, e o valor recebido como despesa é de uma ordem de grandeza acima da doação feita. Isso configura um loop curto e fechado entre duas pessoas, com desproporção relevante, que merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas na mesma eleição de 2020: Renato doa R$ 9.000 a Sérgio, e Sérgio paga R$ 76.264,05 a Renato como despesa de campanha. O valor de volta é cerca de 8,5 vezes maior que o da ida, e não há informação de partido/coligação comum entre eles que explique a relação como repasse partidário ou aliança formal. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Renato à campanha de Sérgio.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio partido do candidato (PSOL) e seu diretório estadual, relação partidária legítima e comum em prestações de contas. O candidato recebeu R$ 1.056,00 em doações do diretório e pagou R$ 12.892,50 em despesas ao mesmo diretório, valores de ordens de grandeza diferentes e compatíveis com repasses partidários e ressarcimentos de campanha. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo nem de valor desproporcional.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com partidos diferentes (PRTB e PSC) e em anos distintos (2018/2020/2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. Além disso, o valor que sai de Vithor para Katia (R$ 6.000,00) é exatamente o mesmo que Katia doa a Rozana (R$ 600,00) multiplicado por 10, e Rozana devolve R$ 5.500,00 a Vithor — um retorno quase integral do fluxo. A coincidência de valores e o ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado justificam uma checagem humana.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo curto entre duas pessoas físicas em 2018: R$ 32.000 doados por Ronosalto a Julio e R$ 16.000 pagos por Julio a Ronosalto como despesa, totalizando R$ 48.000. Não há informação sobre partido/coligação de Ronosalto nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor é modesto e o intervalo de um ano é compatível com uma relação comercial ou política normal. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou claramente plausível.
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse partidário: a direção estadual do PTB-MG doou R$ 56.476,29 ao próprio candidato do partido (Armando Mattiello, PTB-MG) em 8 parcelas, e o candidato devolveu apenas R$ 180,93 como despesa à direção. Não há ciclo fechado entre entidades sem vínculo — ambos são do mesmo partido e da mesma UF, e o valor devolvido é irrisório frente ao recebido, compatível com sobra/ajuste contábil. O 'loop' apontado é apenas o retorno natural de recursos não utilizados à estrutura partidária, não uma movimentação circular suspeita.
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de direção partidária para candidato da mesma sigla (PTB-MG), com R$ 32.138,52 em 9 doações ao candidato e um único retorno de R$ 92,99 classificado como despesa — provavelmente devolução de sobra ou ressarcimento de pequeno valor. Não há ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valores equivalentes de ida e volta; a assimetria (32 mil saindo, 93 reais voltando) afasta a ideia de 'dinheiro que circula'. Tudo se explica por movimentação intrapartidária rotineira.
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de direção partidária para candidato da mesma legenda (PTB-MG), seguido de uma despesa de volta à direção. O valor de retorno (R$ 83,65) é irrisório frente ao repasse recebido (R$ 57.138,52), compatível com ressarcimento de despesa operacional, não com devolução de doação. Não há ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário nem valores atípicos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do partido (PT) e um candidato a prefeito do mesmo partido na Bahia, em 2020. Doações de diretório partidário para candidato e despesas do candidato de volta ao diretório são movimentações típicas de campanha, como repasses de recursos e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 5.900 e R$ 5.600) e próximos, sem indício de desproporção ou fornecedor estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a própria candidata e a direção municipal do seu partido (UP), com valores modestos (R$ 9.725 de doação do partido à candidata e R$ 139,31 de despesa da candidata de volta ao partido). O retorno é cerca de 1,4% do valor recebido, compatível com ressarcimento de despesa ou devolução de sobra, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa privada no loop nem valores desproporcionais.