severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 97.849,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não formam um loop fechado de mesmo montante. Há vínculos partidários possíveis: Flávio é do PSOL e a direção estadual do PSOL aparece como origem/destino, enquanto Mônica é do PT, partido diferente. A empresa BG Studios aparece tanto doando para Flávio quanto recebendo despesa de Mônica, mas sem indicativo de que o dinheiro retorne ao ponto de partida de forma suspeita.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 96.584,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 96,5 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PSOL e PT), mas não todos, e a empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser coincidência de mercado ou repasse. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 503.642,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários. A BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora de R$ 18.613,00 para Flávio Serafini quanto como recebedora de apenas R$ 72,40 de William Bispo, valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação clara com o serviço prestado. O valor total do loop (R$ 503.642,25) é dominado pelo repasse da direção estadual a William Bispo (R$ 405.188,60), que é uma doação partidária típica. Não há um fato isolado que fuja completamente do padrão de mesma coligação/partido, mas a assimetria entre a doação da BG Studios e o pagamento de volta a ela merece uma olhada humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.607,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 35,6 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não formam um retorno equivalente ao que saiu. A maior parte do fluxo é compatível com doações partidárias e despesas de campanha, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há elemento concreto, como valores idênticos ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.763,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo campo político (PSOL-RJ): o partido estadual, o candidato a vereador André Tenreiro e o candidato a deputado estadual Flávio Serafini. As transações são de 2018 e 2022, com valores compatíveis entre si (R$ 1.432,50 a R$ 18.613,00), e a BG Studios Tecnologia aparece tanto doando a Flávio Serafini quanto recebendo despesa de André Tenreiro, o que pode ser coincidência de fornecedor dentro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre adversários), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 313.444,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo pagamento de Tatianny, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 610) e podem refletir serviços prestados. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 48.091,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 48 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há vínculos partidários plausíveis: Flávio Serafini (PSOL-RJ) doou para a direção estadual do PSOL, que repassou a Jean Wyllis (PT-SP), e ambos contrataram a mesma empresa BG Studios. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência de coligação sem checar os vínculos entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 129.511,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flavio Serafini quanto recebendo pagamento de João Batista, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 428,8 mil) e podem refletir contratação de serviços de tecnologia pela campanha. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 58.024,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio de Janeiro, com doações da direção estadual do partido para candidatos e despesas de candidatos para a direção, padrão comum de repasses internos e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 58 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima dos demais. O loop parece refletir a movimentação financeira normal de uma mesma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 46.766,05
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Rio de Janeiro, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 46,7 mil no total) e as setas podem refletir devoluções, ressarcimentos ou apoio financeiro interno. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor muito acima do padrão ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.556,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PSOL no Rio de Janeiro, com valores modestos (R$ 47,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses de direção partidária a candidatos, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem valores fora de escala ou fornecedores de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 61.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo partidário (PSOL-RJ): a direção estadual do partido repassou recursos a uma candidata, que pagou uma empresa de tecnologia, que por sua vez doou a outro candidato do partido, que teve despesas com a própria direção estadual. Todos os valores são modestos (R$ 61,7 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano de eleição, com padrões típicos de repasses partidários, contratação de fornecedor e devolução/ressarcimento. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa de ramo estranho ao serviço prestado (BG Studios Tecnologia é fornecedora de campanha).
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 113.979,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no tempo. A BG Studios aparece tanto como doadora de Flávio quanto fornecedora de Leci, mas o valor pago por Leci (R$ 54,40) é irrisório e compatível com um serviço pontual, não com um retorno disfarçado. Não há indício de que o dinheiro tenha voltado ao ponto de origem em montante relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.076,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio de Janeiro, com valores modestos (R$ 52 mil no total) e transações distribuídas ao longo de 2018, 2022 e 2024. As setas são compatíveis com doações internas entre aliados do mesmo partido, repasses da direção estadual e pagamentos a um fornecedor de tecnologia (BG Studios) que também doou a um candidato do partido. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo alheio ao serviço nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.001,11
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao PSOL do Rio de Janeiro, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo partido. O valor total de R$ 78 mil é modesto e as quantias individuais não destoam de movimentações típicas de campanhas estaduais. O ciclo fechado pode ser coincidência de fluxos financeiros entre membros do mesmo grupo político, sem indicar necessariamente irregularidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 177.957,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio de Janeiro, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.779,58 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de retorno financeiro significativo a uma mesma pessoa. A doação de R$ 160.819,66 da direção estadual para Taliria Petrone é compatível com repasse partidário a candidato, não com enriquecimento pessoal.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 197.092,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flavio Serafini quanto recebendo pagamento de Taliria Petrone, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 2,2 mil) e podem refletir serviços prestados. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 244.345,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio de Janeiro, com valores compatíveis entre doações partidárias e despesas de campanha. As transações ocorrem ao longo de vários anos (2018 a 2024) e podem ser explicadas por repasses internos do partido, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma legenda. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 180.206,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024) e os montantes são modestos, sem indício de empresa alheia ao partido ou de valor fora de escala. O fluxo pode ser explicado por repasses da direção estadual a candidatos e destes ao partido ou a fornecedores, padrão comum em prestações de contas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 318.359,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro entidades e valores modestos, com a maior parte do fluxo sendo repasses do PSOL-RJ para Marcelo Ribeiro Freixo (PT), o que é compatível com alianças eleitorais no Rio de Janeiro. As demais transações são de pequeno porte e podem ser despesas ordinárias de campanha ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não há elementos suficientes para descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 343.539,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 343 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e há elos com partidos distintos (PSOL, PT) e uma direção estadual. O valor mais alto é um repasse de direção partidária a um candidato, padrão comum e legítimo, e os demais valores são de ordens de grandeza compatíveis entre si. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a cadeia fechada com múltiplos atores e anos merece uma olhada humana para confirmar se é apenas coincidência entre campanhas aliadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 342.572,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores desiguais: a maior transação é uma doação de R$ 301 mil da direção estadual do PSOL para Marcelo Ribeiro Freixo (PT), enquanto as demais somam valores bem menores. As conexões entre PSOL e PT podem ser explicadas por alianças ou repasses partidários, mas a passagem por uma empresa de tecnologia (BG Studios) que doa a Flávio Serafini e recebe despesa de Marcelo Freixo não tem explicação óbvia nos dados. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços e a relação entre as campanhas, não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 318.359,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve PSOL (Flávio Serafini) e PT (Marcelo Freixo), partidos que frequentemente atuam em coligações no RJ, e a direção estadual do PSOL aparece como intermediária repassando recursos. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 180 mil) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados, mas a cadeia fechada com quatro entidades justifica uma checagem leve.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 96.737,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa BG Studios aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo pagamento de Renata Souza, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 2 mil) e podem refletir contratação de serviços de tecnologia/estúdio, sem indício de que o ramo seja incompatível. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.540,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 35,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades têm partidos diferentes (PSOL e PSB) e a empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores são pequenos e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação óbvia e documentada para o encadeamento exato.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 85.395,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 85,4 mil, com dinheiro saindo de uma campanha, passando por diretório partidário, outra campanha, uma empresa e voltando ao ponto de origem. Embora parte das entidades compartilhe o campo PSOL, a presença de uma empresa de tecnologia (BG STUDIOS) recebendo despesa de campanha e depois doando para um candidato do mesmo partido fecha um loop que não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O valor total e a quantidade de saltos entre pessoas físicas e jurídicas justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 66.133,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro entidades e R$ 66 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas entre campanhas de partidos distintos (PSOL e PSB) e uma direção partidária. Não há um encadeamento claro e imediato de devolução de recursos no mesmo pleito, o que enfraquece a hipótese de loop fechado intencional. Ao mesmo tempo, a presença de uma direção estadual do PSOL repassando verba a uma candidata do PSB e depois recebendo despesa de um candidato do PSOL não é um padrão típico de coligação, mas também não é impossível em acordos locais. Faltam valores e vínculos que permitam afirmar se é coincidência ou algo a checar.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 531.794,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores compatíveis entre doações partidárias e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a uma candidata do próprio partido, padrão comum e legítimo. O retorno ao ponto de partida se dá por valores menores e em anos distintos, sem indício de empresa privada devolvendo valor equivalente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 88.274,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flavio Alves Serafini quanto recebendo pagamento de Daniella Monteiro da Silva, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 767) e podem refletir contratação de serviços de tecnologia por campanhas do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do restante ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 69.511,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PSOL-RJ, com valores modestos (R$ 69,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As setas são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos a um fornecedor de tecnologia que também doou a um candidato da mesma sigla. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 696.409,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos de partidos diferentes (PSOL e PT), mas as transações estão concentradas em 2018 e podem refletir alianças eleitorais ou repasses partidários comuns. A empresa BG Studios aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo despesa de Rose Cipriano, o que fecha o loop, porém os valores são modestos e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do mercado ou ramo incompatível), mas a combinação de partidos distintos e o retorno do dinheiro à mesma cadeia merece uma checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.536,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo pagamento de Rodrigo Cosenza, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 112.468,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa BG Studios aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo pagamento de Luciana Boiteux, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 2,4 mil) e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio para campanhas. O total de R$ 112 mil distribuído em várias transações ao longo de 2018 não indica uma ordem de grandeza atípica. Não há elemento concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral normal.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 102.248,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A presença de uma candidata do PT (Mônica Santos Francisco) no ciclo pode ser explicada por alianças locais ou ressarcimentos, não sendo suficiente para caracterizar anomalia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 113.717,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 113,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo ano. Há vínculos partidários claros (PSOL entre Flávio, Luciana e a direção estadual) e a BG Studios aparece tanto doando a Flávio quanto recebendo de Mônica, o que pode ser coincidência de fornecedor recorrente. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem partido comum) que justifique priorizar checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 432.379,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio, com valores que não destoam entre si (R$ 1.380 a R$ 400 mil). As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária, sem fornecedor externo ou valor fora de escala. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação interna de um partido, mas o fechamento do ciclo em 4 entidades justifica conferência se houver outros indícios.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 73.210,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flavio Serafini quanto recebendo despesa de Glauber Braga, mas os valores são modestos e dentro do mesmo ano eleitoral (2018), sem indicar um retorno desproporcional. Não há um fato isolado que destoe claramente do que se espera de movimentações partidárias rotineiras, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.489,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 44,4 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, sem um encadeamento temporal curto e fechado. As maiores quantias são doações do PSOL-RJ para Ana Carolina (PT) e da BG Studios para Flávio Serafini (PSOL), enquanto a despesa de Ana Carolina com a BG Studios é de apenas R$ 96,88 — valor irrisório que não sustenta a ideia de um loop financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a menção a um 'loop' justifica uma olhada rápida para confirmar que não há relação oculta entre as partes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 99.005,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL do Rio de Janeiro, com valores modestos e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024). As movimentações são compatíveis com doações internas entre aliados, repasses da direção partidária e pagamentos a um fornecedor de tecnologia, sem valores discrepantes ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de uma rede de campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 126.964,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo pagamento de Bruno Coelho de Lima, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 406) e podem refletir serviços prestados. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço; o loop pode ser coincidência contábil dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.416,96
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo mais chamativo é a empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA: ela doa R$ 18.613,00 para a campanha de FLAVIO ALVES SERAFINI e, na mesma cadeia, recebe R$ 198,28 de DANIELA RAMOS PETTI, que por sua vez foi financiada pela direção estadual do PSOL. Embora todos os envolvidos tenham vínculo partidário (PSOL/RJ) e valores modestos, o retorno de recursos de uma campanha para uma empresa que também doa a outra campanha da mesma coligação merece checagem humana para confirmar se é apenas coincidência de prestação de contas ou um repasse disfarçado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 99.758,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 99,7 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PSOL/RJ, o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e contratação de fornecedor. Porém, o loop fecha em uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou para um candidato e depois recebeu despesa de outra candidata, sem que os fatos expliquem a natureza desse serviço ou a relação entre as partes. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ausência de vínculo), mas também não há explicação simples evidente para o encadeamento completo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 39.163,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PSOL no Rio de Janeiro: dois candidatos do mesmo partido, a direção estadual e uma empresa que doou a um deles. As transações são de anos diferentes (2018, 2022, 2024) e valores modestos, compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de serviços. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação dentro da mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 150.020,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo pagamento de Paulo Eduardo Gomes, mas os valores são modestos (R$ 18,6 mil e R$ 38,7 mil) e podem refletir contratação de serviços de tecnologia/estúdio, comuns em campanhas. Não há indício de que a empresa não tenha relação com o serviço ou de valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 84.428,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com transações concentradas em 2018 e valores compatíveis com repasses partidários e contratação de serviços. A BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo de Tarcísio Motta, o que pode ser explicado por relação comercial ou de apoio dentro do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que torne o caso claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 110.353,67
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL/RJ e o loop envolve repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de campanha entre correligionários. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O ciclo fechado é esperado em redes de financiamento partidário, não havendo fornecedor estranho ao ramo nem valor atípico.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.465,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA ME) que doou R$ 18.613,00 para a campanha de FLAVIO ALVES SERAFINI e, no mesmo ano de 2018, recebeu R$ 2.052,60 como despesa da campanha de RENATA DA SILVA SOUZA, ambos do PSOL/RJ. O elo de fechamento é uma despesa de FLAVIO para RAPHAEL LACERDA DE ABREU em 2022, que havia doado para RENATA em 2018, formando um loop entre quatro entidades. Embora parte possa ser explicada por mesma coligação/partido, a empresa de tecnologia aparece simultaneamente como doadora de uma campanha e fornecedora de outra, o que foge do padrão comum e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 44.262,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores modestos (R$ 44 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas são compatíveis com repasses partidários a candidatos da mesma legenda e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.775,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 25,7 mil no total) e pessoas/empresas ligadas ao mesmo campo político (PSOL-RJ), o que é compatível com uma rede de doações e prestação de serviços entre aliados. A empresa BG Studios aparece tanto doando para Flávio Serafini quanto recebendo despesa de Tarcísio Motta, mas os anos são diferentes (2018) e os valores não se compensam de forma suspeita. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para descartar totalmente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 46.962,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio de Janeiro, com valores modestos (R$ 46.962,10 no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, despesa de candidato à direção e pequena doação entre pessoas físicas. O retorno do dinheiro à direção estadual é compatível com ressarcimento ou contribuição partidária, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário.