severidade média4 nósIA: bizarroR$ 51.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve R$ 51.700,00 e fecha entre quatro entidades, mas a maior transação é uma despesa de R$ 50.000,00 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL-RJ) para Francisco Rodrigues de Alencar Filho, que não aparece como candidato do mesmo partido/coligação. As demais transações são de valores muito menores (R$ 200, R$ 700 e R$ 800), o que torna a despesa de R$ 50.000,00 uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia e sem explicação simples pelo conjunto. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.938,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 24.938,95, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e a maioria dos envolvidos é do PSOL/RJ, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. A empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 75,20) é irrisório frente à doação que fez (R$ 18.613,00), o que não configura retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.118,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores pequenos (R$ 24 mil no total) e transações de 2018. As duas campanhas são de partidos diferentes (PSOL e PSB), mas o elo entre elas é uma empresa de tecnologia (BG Studios) que doou a um candidato e recebeu despesa do outro, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.373,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 24.373,60, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral. Flavio Alves Serafini e Sergio Ricardo de Lima são ambos do PSOL/RJ, o que pode explicar parte da movimentação como aliança partidária, mas a empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Flavio quanto recebendo despesa de Sergio, sem que se saiba a natureza do serviço. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor sem relação com o ramo, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 31.740,44
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018: a empresa BG Studios doa R$ 18.613,00 a Flavio Alves Serafini (PSOL), que paga R$ 4.887,00 a Paulo Eduardo Gomes; Francisco Rodrigues de Alencar Filho (PSOL) paga R$ 7.930,44 à mesma BG Studios, e recebe R$ 310,00 de Paulo Eduardo Gomes. O ponto que chama atenção é a BG Studios aparecer simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora paga por outro candidato do mesmo partido, dentro do mesmo ciclo, com valores que praticamente se compensam (R$ 18.613,00 doados vs R$ 7.930,44 recebidos). Isso não é o padrão comum de doação entre aliados ou repasse partidário; é uma relação comercial e financeira cruzada entre a mesma empresa e dois candidatos que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.851,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores modestos (R$ 27,8 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018-2024), não num intervalo curto. As setas são compatíveis com doações da direção partidária a candidatos, despesas de campanha entre aliados do mesmo partido e repasse/ressarcimento à direção estadual. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa externa recebendo de volta montante equivalente ao doado.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 30.313,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL/RJ (Flávio Serafini e Tatianny de Araujo) e uma empresa, BG Studios Tecnologia, que doou R$ 18.613,00 para Flávio e depois recebeu R$ 610,80 de despesa da campanha de Tatianny, fechando um loop com um intermediário (Paulo Eduardo Gomes). Embora todos os envolvidos tenham vínculo partidário ou de fornecedor, o fato de a mesma empresa doar um valor alto a um candidato e, na sequência, receber pagamento da campanha de outra candidata do mesmo partido, com um terceiro ator no meio, não tem explicação simples e merece checagem humana. O valor total do ciclo (R$ 30.313,67) e a presença de uma empresa de tecnologia como doadora e fornecedora simultânea são pontos que chamam atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 20.000). Três entidades são do PT/RJ, o que poderia explicar parte da circulação como doações entre aliados, mas os nomes 'sem nome' e a presença de José M. G. Tuzzi/Arnaldo Menezes de Souza como elos externos impedem uma conclusão simples. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) nem uma explicação totalmente rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e nem todas fecham o loop descrito no resumo. As entidades nomeadas são todas do PT/RJ, o que permite explicar parte da movimentação como articulação partidária ou devolução de sobra, mas há nomes sem partido/cargo informado e valores que não se encaixam claramente. Faltam dados para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT no RJ (Washington Luiz Cardoso Siqueira e Rosangela de Oliveira Zeidan) e pessoas físicas sem partido informado, com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 5.300) e anos distintos (2018 e 2022). As transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, mas a formação de um loop fechado entre os mesmos nomes em anos diferentes chama atenção. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou padrão legítimo sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 42.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (Washington, Rosângela, Renata e Alex) que não compartilham partido ou coligação declarada nas transações, e o dinheiro sai de uma campanha e retorna à mesma cadeia em anos diferentes. A soma das doações de Renata a Washington (R$ 18.000) é próxima do valor que Rosângela pagou a Renata como despesa (R$ 15.000), sugerindo um possível retorno de recursos. Embora valores não sejam exorbitantes, o padrão de idas e voltas entre os mesmos nomes sem vínculo partidário explícito justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 76.350,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (SOLIDARIEDADE nacional e estadual) e candidatos de partidos diferentes (PSDB e DC), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. A doação de Vandro (PSDB) para Vagne (DC) em 2020 pode ser transferência familiar, e as demais movimentações são compatíveis com repasses partidários rotineiros. Não há um fato único que destoe claramente, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo merecem uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas em partidos diferentes (REPUBLICANOS, PODE, PRB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 12.000) e há um intervalo de 2 a 4 anos entre as pontas do ciclo, o que é compatível com movimentações normais de campanha ao longo do tempo. Não há um fato agudo — como valores idênticos ou ciclo fechado no mesmo ano — que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 763.780,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro campanhas de 2018, mas os valores são muito assimétricos: Sostenes repassa R$ 450 mil a Samuel Malafaia, que doa apenas R$ 2,78 mil a Rodrigo Maia, que por sua vez paga R$ 300 mil a Fabio Francisco, que devolve só R$ 11 mil a Sostenes. Não há partido ou coligação comum declarada entre todos os elos, e a maior transação (R$ 450 mil) é uma despesa de uma campanha para outra, o que foge do padrão de doação entre aliados. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses e se há relação contratual subjacente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.225,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas físicas, valores modestos (R$ 12.225 no total) e transações em anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades são de partidos distintos (UNIÃO e SOLIDARIEDADE) e cargos diferentes, mas não há informação sobre coligação ou vínculo entre elas. Os fatos apresentados não permitem afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem, faltando dados como a natureza dos pagamentos e a relação entre as pessoas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Marcos da Silva Bacellar e Regina Célia da S. Bacellar) compartilham o mesmo sobrenome e movimentam valores idênticos de R$ 1.000,00 em sentidos opostos entre 2020 e 2024, o que sugere possível devolução ou acerto de contas. Além disso, Marcos e Bruno são de partidos diferentes (UNIÃO e SOLIDARIEDADE) e cargos distintos, sem coligação comum declarada, o que enfraquece a explicação por aliança partidária. O valor total de R$ 16.500,00 é baixo, mas a estrutura circular entre pessoas físicas sem vínculo partidário claro justifica uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e os valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. As entidades identificadas pertencem a partidos distintos (UNIÃO e SOLIDARIEDADE) e a cargos diferentes, sem vínculo partidário ou coligação explícita nos dados. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja um fluxo rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, Solidariedade, União) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 41.680 no total) e as transações parecem pulverizadas, sem um elo financeiro robusto que caracterize um loop claro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.480,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, valores modestos (R$ 17.480 no total) e transações espaçadas no tempo (2018 e 2024), sem que se identifique uma mesma coligação ou partido conectando todos os elos. As transações parecem ser doações e despesas individuais de campanhas distintas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre aliados) que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.772,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PL e SOLIDARIEDADE), sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são modestos (R$ 36,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre candidatos, mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.813,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse partidário. Porém, os valores são pequenos e as transações são poucas, podendo refletir doações entre aliados ou ressarcimentos pontuais. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.659,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19.659,64, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e entre partidos distintos (PL, UNIÃO, SOLIDARIEDADE), sem vínculo partidário ou coligação explícita que explique o loop. Os valores são relativamente baixos e as transações parecem doações e despesas normais de campanha, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.159,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas físicas, mas os valores e anos não fecham um loop coerente: a doação de R$ 2.000 de Daniele para Rodrigo (2018) e a despesa de R$ 12.000 de Bruno para Daniele (2020) são de anos e campanhas diferentes, sem partido/coligação em comum identificada entre os dois candidatos. O elo Rafael aparece como doador de Bruno (R$ 159,64) e recebedor de despesa de Rodrigo (R$ 2.000), mas sem contexto de vínculo. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.659,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos e partidos diferentes (PL em 2018, SOLIDARIEDADE em 2020), sem coligação ou partido comum evidente, o que dificulta uma explicação simples. Porém, os valores são modestos (R$ 24,6 mil no total) e as transações estão espalhadas em anos distintos, o que também enfraquece a leitura de um loop coordenado. Não há um fato isolado que salte aos olhos como claramente anômalo, nem um padrão rotineiro óbvio.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, Solidariedade, União) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 20 a R$ 25 mil por transação) e as conexões intermediárias (José Areas, Fernanda Alves Falquer) não têm partido/cargo informados, dificultando avaliar se há relação política. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas cruzadas entre campanhas do RJ.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.480,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2018 e 2024) e partidos distintos (PL e UNIÃO), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e as transações são isoladas, o que enfraquece a leitura de um esquema estruturado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo entre pessoas sem relação aparente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.613,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e entre campanhos de partidos distintos (PL e Solidariedade), sem vínculo partidário ou coligação evidente. Os valores são modestos (R$ 35,6 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas ordinárias de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 33.653,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PL, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou partido comum que explique a circulação. A transação de maior valor (R$ 31.613,00) é uma despesa de BRUNO RIOS CALIL para VITOR DE AZEVEDO ALMEIDA, que não aparece como entidade do ciclo, e o valor é uma ordem de grandeza acima das demais transações. Isso dificulta uma explicação simples e justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18.500, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e partidos diferentes (PL, UNIÃO, SOLIDARIEDADE), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há dois sobrenomes BACELLAR (Rodrigo e Marcos), sugerindo possível relação familiar, mas não há coligação ou partido comum entre todos os elos. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas aparecem como entidades políticas (RODRIGO DA SILVA BACELLAR, PL, e BRUNO RIOS CALIL, SOLIDARIEDADE), sem partido ou coligação em comum. As transações formam um loop fechado em que o dinheiro sai de uma campanha e retorna à mesma cadeia, com valores que variam de R$ 200 a R$ 12.000. A ausência de vínculo partidário declarado entre os envolvidos e o formato de ciclo curto justificam uma checagem humana para entender a motivação dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e em anos distintos (2018 e 2020). As transações são de baixo valor (R$ 250 a R$ 20.000) e a maior delas (R$ 20.000) é uma despesa de campanha de Bruno Calil a Paulo Roberto, que não fecha um ciclo direto com a doação inicial. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas em campanhas, nem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo pleito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.681,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e anos diferentes (PL, Solidariedade, União), sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são modestos (R$ 33.681 no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre mesmas pessoas), mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas do mesmo estado.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.113,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas são candidatos identificados, e os partidos são diferentes (PL e SOLIDARIEDADE), sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. Além disso, há uma assimetria grande de valores: a despesa de BRUNO RIOS CALIL para VITOR DE AZEVEDO ALMEIDA é de R$ 31.613,00, mais de dez vezes o valor das demais transações do ciclo (R$ 2.000 a R$ 3.000). Esses dois fatos — ausência de elo partidário claro e salto de ordem de grandeza — dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.153,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por coligação ou repasse partidário único. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem pontuais, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PL, UNIÃO, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, há um salto de valor: a despesa de R$ 12.000,00 de Bruno Rios Calil para Daniele Barbosa Soares Fernandes é 4 a 6 vezes maior que as demais transações do loop, sem lote ou justificativa aparente. A presença de dois sobrenomes 'BACELLAR' (Rodrigo e Marcos) sugere possível vínculo familiar, mas isso não explica o ciclo fechado com terceiros de partidos distintos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e em anos distintos (2018 e 2020), sem coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. Além disso, há uma assimetria relevante: Bruno Calil paga R$ 12.000 a Daniele Fernandes, enquanto as demais transações giram em torno de R$ 2.000 a R$ 2.500, uma diferença de quase uma ordem de grandeza. Esses dois fatos, somados ao formato de loop fechado, justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 27.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2020), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação de recursos. Além disso, há uma assimetria relevante: Bruno Rios Calil paga R$ 20.000,00 a Paulo Roberto Visela Arêas, enquanto as demais transações giram em torno de R$ 2.000,00 a R$ 2.500,00, uma ordem de grandeza acima. O fechamento do loop entre campanhas sem relação aparente justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.313,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. As conexões entre os agentes não são claras: há partidos distintos (PL e Solidariedade) e nenhuma coligação explícita que explique a cadeia. O valor de R$ 31.613,00 pago por Bruno Rios Calil a Vitor de Azevedo Almeida é bem superior aos demais, mas pode ser uma despesa de campanha majoritária (ex.: serviços gráficos, impulsionamento), sem elementos para afirmar anormalidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 28.700, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (Aureo e Bruno são do Solidariedade), o que poderia explicar parte das movimentações como alinhamento político, mas a cadeia não é totalmente coesa e não há um fato concreto que destoe claramente. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre os envolvidos, não é possível classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 17.700, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (Aureo e Bruno são do Solidariedade), mas Rodrigo é do PL, e os demais nomes não têm partido informado. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 26.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26.200,00, com transações que atravessam anos e partidos diferentes (PL e Solidariedade). A transação de R$ 20.000,00 de BRUNO RIOS CALIL para PAULO ROBERTO VISELA ARÊAS é uma ordem de grandeza superior às demais (R$ 800 a R$ 2.500), o que dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento. Além disso, o loop fecha entre pessoas sem partido/coligação claramente comum em todos os elos, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.798,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e anos diferentes (PL, Solidariedade, União), sem coligação ou partido comum evidente, mas os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. A cadeia é longa e fragmentada, dificultando atribuir um padrão claro de irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.598,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro nomes, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 30.000), sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado de curto prazo. Além disso, há indícios de que 'ASLAN DE SOUZA COELHO' e 'AISLAN DE SOUZA COELHO' podem ser a mesma pessoa com grafia variante, o que tornaria a cadeia ainda mais fragmentada. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.731,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em anos e cargos diferentes (2018, 2020, 2022), com valores modestos (R$ 3.000 a R$ 31.613) e sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. As transações podem ser explicadas por doações e despesas de campanha entre pessoas que atuaram no mesmo estado (RJ), mas a ausência de partido/coligação comum declarada e o fechamento do ciclo em três anos distintos impedem tanto uma explicação simples quanto a identificação de um fato claramente anômalo. Não há valor de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor fora do contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 53.771,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são heterogêneos e as transações incluem tanto doações quanto despesas, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Não há um fato único e contundente que caracterize algo claramente atípico, mas a combinação de partidos e anos variados impede descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.618,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018 a 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, há dois BACELLAR na mesma cadeia (Rodrigo e Marcos), o que sugere possível relação familiar, mas o elo entre eles e os demais (Aislan, Daniele, Bruno) não é esclarecido. O valor total de R$ 38.618,00 não é alto, mas a combinação de partidos distintos, anos variados e a presença de parentes no ciclo justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou confirmar se há um padrão de repasses a combinar.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.118,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas os valores e anos são dispersos (2018, 2020, 2022) e as transações não formam um loop curto e fechado no mesmo pleito. As entidades nomeadas são de partidos diferentes (PL e Solidariedade), porém as demais pessoas sem partido/cargo declarado podem ser fornecedores ou doadores comuns, e os valores (R$ 2.000 a R$ 16.000) não são exorbitantes. Não há um fato concreto que destoe claramente de uma movimentação rotineira de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.843,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (PL, UNIÃO, SOLIDARIEDADE) e em anos distintos (2018 a 2024), sem coligação ou partido comum que explique a circulação. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 5.118,00 paga por RODRIGO DA SILVA BACELLAR a AISLAN DE SOUZA COELHO em 2022, enquanto AISLAN havia doado R$ 16.000,00 a BRUNO RIOS CALIL em 2020 — valores de ordens de grandeza diferentes e sem relação aparente. A presença de dois BACELLAR (RODRIGO e MARCOS) sugere possível vínculo familiar, mas isso não explica a passagem por BRUNO CALIL e LUIZ CLAUDIO. O conjunto fecha um loop entre pessoas sem vínculo partidário declarado, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.758,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos e cargos diferentes (2018/2022 para deputado estadual e 2020 para prefeito), sem partido ou coligação em comum evidente nos dados. Os valores são modestos (R$ 21.758,40 no total) e as transações são de naturezas distintas (doação e despesa), o que dificulta caracterizar um padrão claro de retorno de recursos. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e direta nos dados fornecidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 43.618,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas aparecem como entidades de campanha (Rodrigo Bacellar, PL, e Bruno Calil, SOLIDARIEDADE), partidos diferentes e anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações são de naturezas variadas (doações e despesas) e valores moderados, sem um elo claro de coligação ou conta partidária comum que explique o retorno do dinheiro. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples evidente, o que recomenda checagem humana sem afirmar irregularidade.