severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, PROS, SOLIDARIEDADE) e valores modestos (R$ 27,2 mil no total), o que enfraquece a hipótese de um esquema sofisticado. Por outro lado, há um elo entre dois Wandscheer do PP (possível parentesco) e o ciclo fecha em anos distintos (2018 e 2020), o que pode ser apenas coincidência de prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, empresa devolvendo milhões), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.800,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 13,8 mil) e pessoas com sobrenomes coincidentes (Mendonça/Mendonca), o que sugere possível relação familiar ou de aliados, mas os partidos são diferentes (PSD e PP) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível. O caso não aponta claramente para irregularidade nem para um padrão rotineiro evidente, ficando no meio-termo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome Mendonça (Antonio Pedro Mendonça, Carla Veloso Tavares Mendonça e Vera Mendonça da Silva), o que sugere possível vínculo familiar, mas os partidos são diferentes (PSD, PP e NOVO) e não há coligação indicada. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), com valores que somam R$ 16.600,00, e a cadeia fecha um loop: Francisco doa a Antonio, que paga despesas a Vera, que doa a Carla, que paga despesa a Francisco. Apesar do volume baixo, o ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos e a coincidência de sobrenomes justificam uma checagem humana para verificar se há relação familiar ou empresarial não declarada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 141.264,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: a maior parte do fluxo é a doação de R$ 56.119,00 da PAGUE JUNTO para JORGE NEY, enquanto o retorno pela cadeia é de apenas R$ 17.898,00 pagos por FRANCISCO PIYAKO à mesma empresa e R$ 10.700,00 de JORGE NEY ao diretório PSOL. Não há um 'loop' de valor equivalente, e sim transações de naturezas e magnitudes diferentes (doação de empresa a candidato, despesa de campanha com fornecedor, repasse a diretório partidário). Além disso, os partidos e cargos são distintos (PSD, PT, PSOL), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência de coligação, mas também não há um fato concreto que configure padrão claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza do serviço prestado pela PAGUE JUNTO e sobre a relação entre as campanhas para decidir se merece checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PDT e PL) e dois intermediários sem partido/coligação declarados, com valores que se cruzam em anos distintos (2018, 2020, 2022). A soma das transações fecha um loop de R$ 23.300,00, mas a coincidência de nomes (Marcus e Kiefer Cavalcante Lima) sugere possível relação familiar, o que pode explicar a circulação, mas não afasta a necessidade de checagem. O fato de uma despesa de Marcus para Gilberto (R$ 5.000) coincidir com doações de Gilberto para Kiefer (R$ 5.000) e uma despesa de Kiefer para José Ribamar (R$ 12.300) não ter contrapartida clara justifica atenção humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.460,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos com sobrenome idêntico (Cavalcante Lima) e partidos diferentes (PDT e PL), o que já sugere possível relação familiar, mas não explica o fluxo financeiro fechado. A transação de maior valor (R$ 12.300,00) é uma despesa de KIEFER (PL) para JOSE RIBAMAR, que por sua vez doou para MARCUS (PDT), criando um caminho indireto entre campanhas de partidos distintos. Embora valores não sejam absurdos, o loop completo entre quatro entidades sem coligação/partido comum declarado justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos de partidos diferentes (PDT e PL) e dois intermediários sem partido/coligação declarada, com valores que não fecham: Kiefer doa R$ 2.000 a Antônio, mas paga R$ 12.300 a José Ribamar; Marcus recebe R$ 1.000 de José Ribamar e paga R$ 5.000 a Antônio. A diferença de uma ordem de grandeza entre a doação recebida e a despesa paga na mesma cadeia, somada à ausência de vínculo partidário comum entre os elos, dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 61.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Sancler e Eliane) são de partidos diferentes (PRD e SOLIDARIEDADE) e não há indício de coligação ou vínculo partidário comum. O fluxo de R$ 61.200 fecha um loop em que Sancler paga despesa a Wilson, Wilson doa a Eliane, Eliane paga despesa a Helen, e Helen doa a Sancler, sugerindo possível coordenação indireta entre campanhas de legendas distintas. A presença de parentes (Helen Graceline Wanderley Ferreira) e a coincidência de valores entre doações e despesas reforçam a necessidade de checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 198.870,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2024) e há vínculos partidários/territoriais entre os agentes (Thiago Araújo e Matheus dos Santos Cavalcante são ambos do Pará). A empresa C. KZAN recebeu despesas de campanha de Thiago Araújo, o que pode ser um fornecimento legítimo, e o retorno a Maria Cristina aparece como despesa de Matheus, não como doação direta. Não há um fato único e concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas ou de prestação de serviços, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.522,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13.522) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades centrais são de partidos diferentes (MDB e PSD) e há nomes semelhantes (Maestri Bengtson/Bangtson) que podem indicar vínculo familiar, mas não há elementos suficientes para afirmar que o padrão é rotineiro ou anômalo. Faltam dados sobre a natureza dos serviços pagos e a relação entre os demais envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT no Pará e duas pessoas físicas, com valores baixos (R$ 3.000 a R$ 5.000) e em anos eleitorais distintos (2018 e 2020). As transações podem ser explicadas por doações e despesas de campanha dentro do mesmo partido, sem indício de conluio ou valores atípicos. Não há fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT no Pará, o que poderia ser explicado por articulação partidária, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores não retornam exatamente ao ponto de partida. Além disso, há nomes que aparecem com grafias ligeiramente diferentes (WALLACE MONTEIRO DE SOUSA vs WALACE MONTEIRO DE SOUZA), o que pode indicar erro de dados ou pessoas distintas. Não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro, nem elementos suficientes para considerá-lo rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.168,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSC, MDB, PPS) e anos distintos (2018 e 2020), o que dificulta uma explicação por coligação única. Porém, os valores são modestos (R$ 200 a R$ 10.000) e há um repasse de direção partidária estadual, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.818,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSC, MDB, CIDADANIA, PPS) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 15.818,79 no total) e há transações com a Direção Estadual/Distrital, que podem ser repasses partidários legítimos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas a mistura de partidos e anos impede descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.168,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSC, MDB, PL, PPS) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 16.168,79 no total) e há um repasse de direção partidária no meio da cadeia, o que pode indicar movimentação rotineira entre campanhas aliadas ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o alerta de imediato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.168,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSC, MDB, SOLIDARIEDADE) e uma direção estadual, com valores baixos e em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações parecem doações e despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão comum. Não há elemento que justifique priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.818,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSC, MDB, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 15.818,79 no total) e há transações intermediadas por direção partidária, o que pode indicar repasses internos rotineiros. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o alerta sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.168,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSC, MDB, PL, Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 16 mil no total) e há transações com a Direção Estadual/Distrital, que podem ser repasses partidários legítimos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.056,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSC, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE, PPS) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 38 mil no total) e as transações estão espalhadas ao longo de vários anos, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, empresa devolvendo milhões), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (PSC, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE, PPS) e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma inconsistência nominal relevante: a transação de NELICE RODRIGUES DA SILVA é para 'CELIA RODRIGUES DA SILVA', mas a entidade listada no ciclo é 'CELICE RODRIGUES DA SILVA' — pode ser erro de dados ou pessoa diferente, e isso precisa de checagem humana. O valor total é baixo (R$ 12 mil), mas o encadeamento fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum e a discrepância de nome justificam olhar mais de perto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 28.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PDT e PL) sem coligação ou vínculo partidário declarado nos dados. As quantias são pequenas (R$ 1.500 a R$ 20.000) e o padrão de ida e volta sugere triangulação, mas não há explicação simples como repasse partidário ou compra em lote. O fato de um candidato a senador do PL pagar despesa a um doador que depois doa a um candidato do PDT merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações de 2022, com valores modestos (R$ 800 a R$ 20.000) e partidos diferentes (PDT e PL), o que à primeira vista não configura um padrão típico de coligação. No entanto, as transações parecem ser doações e despesas de campanha entre indivíduos que podem ter relações pessoais ou comerciais não capturadas nos dados, e os valores não são absurdamente altos. Sem mais contexto sobre vínculos entre essas pessoas, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 399.120,00
IA · deepseek-flash As entidades envolvidas são todas do PT no Acre (Maria de Nazareth, Ireni Herculano e a campanha de Jorge Ney Viana Macedo Neves, todos do mesmo campo político em 2022), o que explica doações e despesas cruzadas dentro de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 53 mil, R$ 1,8 mil, R$ 10 mil, R$ 334 mil) e compatíveis com repasses internos de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O ciclo fechado é esperado quando há prestação de contas entre aliados que compartilham estrutura de campanha no mesmo estado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 365.176,30
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os valores e anos apresentados: há doações e despesas entre pessoas físicas e direções partidárias, com valores muito díspares (R$ 954 a R$ 360.000) e anos distintos (2018, 2020, 2022). A maioria das entidades compartilha partidos ou atuação em Goiás, o que pode explicar movimentações dentro de uma mesma coligação ou repasses partidários. Não há um fato concreto e nomeável que destoe claramente do padrão, como um retorno exato de valor ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 369.426,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 369 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, exceto por uma doação de direção partidária. Há vínculos partidários entre alguns envolvidos (PATRIOTA) e a maioria das movimentações pode ser explicada por repasses partidários ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.716,65
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PDT/GO, PRTB, PL) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor mais expressivo é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que é uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações do ciclo (R$ 22 a R$ 222). Além disso, a AIXMOBIL doou apenas R$ 60 a um vereador do PDT em 2018, o que não guarda proporção com o valor que recebeu da campanha presidencial no mesmo ano.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 184.896,43
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/GO 2018-2024, PRTB 2022-2024, PL 2018-2022), sem coligação ou partido comum evidente. Porém, o valor dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de baixíssimo valor (R$ 60 a R$ 240), o que quebra a ideia de ciclo fechado de recursos. A conexão entre as pontas é tênue e pode ser coincidência de registros públicos, não havendo um fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 344.634,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PDT, PRTB, PL) e uma empresa, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto a doação de retorno da AIXMOBIL a Luiz Henrique Trolle de Barros (PDT) é de apenas R$ 60,00, e a doação de Trolle a Pablo Marçal (PRTB) é de R$ 222,22 — valores desproporcionais que não fecham um ressarcimento ou repasse típico. O loop fecha com uma doação de R$ 160.000,00 de Pablo Marçal a Bolsonaro, mas a conexão entre os elos é indireta e sem justificativa aparente nos dados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.016,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/GO, PRTB, PL) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a empresa AIXMOBIL, enquanto a doação de volta da empresa a Luiz Henrique Trolle de Barros é de apenas R$ 60,00, e há uma doação de R$ 222,22 de Trolle a Pablo Marçal em 2024. A assimetria de valores e a mistura de anos e legendas justificam uma checagem humana para entender se há relação real entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.464,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e esferas diferentes (PDT, PRTB, PL, empresa) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. O valor mais expressivo é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de poucos milhares de reais, gerando uma diferença de ordem de grandeza dentro da mesma cadeia. A ligação entre uma empresa que recebeu grande despesa de campanha presidencial e uma doação de R$ 60,00 a um vereador do PDT em 2018, fechando o ciclo, merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.769,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PDT, PRTB, DEM, PL) e anos diferentes, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMobil representa mais de 99% do total movimentado, enquanto as demais transações são de R$ 60 a R$ 222. Além disso, a AIXMobil aparece como fornecedora de alto valor e também como doadora de campanha, o que justifica uma checagem humana sobre a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.604,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e esferas diferentes (PDT, PRTB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a empresa AIXMOBIL, que no mesmo período aparece doando para um vereador do PDT em Goiás. O elo de fechamento do ciclo depende de uma doação de R$ 10,00 de Jesiel J. da Silva a Bolsonaro em 2022, valor irrisório que não explica a conexão com os demais elos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.286,63
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos e cargos distintos (PDT, PRTB, PL) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro a uma empresa, e as demais são valores pequenos (R$ 60 a R$ 2.220), sem ciclo curto e fechado entre os mesmos atores. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas eleitorais, mas a mistura de partidos e a direção do fluxo merecem uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.934,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PDT, PRTB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam apenas alguns milhares, gerando uma diferença de duas ordens de grandeza. Além disso, a AIXMOBIL aparece doando para um vereador do PDT em 2018 e depois recebendo recursos da campanha presidencial do PL, fechando um loop entre atores sem relação aparente. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.299,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/GO 2018, PRTB 2024, PL 2018/2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou conta partidária. Porém, a maior parte do valor (R$ 184.352,21) é uma despesa de campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, e as demais transações são de valores baixos e anos distintos, sem conexão temporal clara. Não há um fato único e concreto que caracterize ciclo fechado recente ou desproporção suspeita, mas a mistura de partidos e anos impede descartar completamente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.764,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/GO, PRTB, PL) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a empresa AIXMOBIL, enquanto as demais movimentações são de valores muito menores (R$ 60, R$ 10, R$ 222,22 e R$ 1.120), gerando uma diferença de ordens de grandeza que não se explica por lote ou serviço rotineiro. O fechamento do ciclo com uma doação de apenas R$ 60 da AIXMOBIL para um vereador do PDT em 2018, antes da grande despesa, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.256,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT, PRTB, PL; 2018, 2022, 2024) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que no mesmo ano (2018) havia doado apenas R$ 60,00 a Luiz Henrique Trolle de Barros (PDT), criando uma assimetria de três ordens de grandeza. O elo entre Pablo Henrique Costa Marcal (PRTB) e a campanha de Bolsonaro se dá por uma doação de R$ 22,00 de Andreia Suzana Resende, valor irrisório perto do total movimentado. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.130,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/GO, PRTB, PL) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a empresa AIXMOBIL, que no mesmo período aparece doando apenas R$ 60,00 a um vereador do PDT em Goiás — assimetria de ordens de grandeza que merece checagem humana. O restante do loop soma valores muito menores e poderia ser coincidência, mas o elo empresa-campanha presidencial com valores díspares é o fato que chama atenção.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.456,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PDT, PRTB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto as demais movimentações são de valores muito menores (R$ 60 a R$ 2.222), gerando assimetria de ordens de grandeza. Além disso, a doação de R$ 222,22 de Luiz Henrique Trolle de Barros a Pablo Henrique Costa Marçal em 2024 ocorre após uma despesa de R$ 1.600 de Marçal a Fábio de Sousa Pereira, que por sua vez doou a Bolsonaro em 2022, fechando um ciclo temporalmente fragmentado e sem explicação simples. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.616,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PDT, PRTB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto a doação de retorno da AIXMOBIL a Luiz Henrique Trolle de Barros (PDT) é de apenas R$ 60,00, mas o loop se fecha por meio de outras transferências entre pessoas físicas de partidos diferentes. A diferença de ordem de grandeza e a mistura de partidos sem relação aparente justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.389,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PL, PDT, PRTB) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. O valor mais expressivo é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto a doação de volta da AIXMOBIL a Luiz Henrique Trolle de Barros foi de apenas R$ 60,00 — uma assimetria de três ordens de grandeza. Além disso, há pagamentos de Pablo Henrique Costa Marçal a uma pessoa física (Luma Caroline Vidal Diniz) que depois doa a Bolsonaro, fechando um elo indireto sem vínculo partidário claro. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.146,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PDT, PRTB, PL) e uma empresa, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto a doação de retorno da AIXMOBIL a Luiz Henrique Trolle de Barros (PDT) foi de apenas R$ 60,00, e a doação de Trolle a Pablo Marçal (PRTB) foi de R$ 222,22. A assimetria de valores e a mistura de partidos e anos tornam o loop difícil de explicar como mero acaso ou ressarcimento rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.196,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/GO, PRTB, PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a empresa AIXMOBIL, que no mesmo ano doou apenas R$ 60,00 a um vereador do PDT, e o restante do loop soma valores muito menores (R$ 22,22, R$ 540,00, R$ 22,00). A assimetria de ordens de grandeza e a mistura de anos e partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.769,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PL, PSB) em Goiás, mas os valores são modestos (R$ 51,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024). A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 42,6 mil de Daniel Sabino Vaz para Jean Eustaquio, que pode ser uma transferência entre aliados ou repasse partidário, e o restante são valores pequenos que podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível), mas a ausência de vínculo partidário comum e o fechamento do ciclo em anos distintos impedem uma explicação simples e automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 84.769,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PL) em Goiás, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 84,7 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, e há um elo intermediário (Eliene Xavier Lisboa Vitor) que recebeu despesa de uma campanha e doou para outra, padrão compatível com ressarcimento ou relação pessoal. Não há um fato agudo — como valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo — que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.971,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PL, PSB) em Goiás, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 51,9 mil no total) e há transações intermediárias com terceiros (Fabio Couto Pereira) que quebram a circularidade direta. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas, mas a multiplicidade de partidos e a sequência temporal impedem descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 84.971,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PL) em Goiás, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 40.000 de Luis Otávio para Daniel Sabino em 2020, seguida de repasses de Daniel para Jean entre 2022 e 2024, e um pequeno pagamento de Jean a Fabio Couto Pereira em 2022. Não há um fato concreto que destoe claramente de padrões comuns de movimentação entre campanhas, mas também não é possível descartar coincidência ou ressarcimento sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.873,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PT), o que dificultaria uma explicação por mesma coligação, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. Além disso, há nomes de pessoas físicas que não constam como entidades (ALINE, LIANE, LAIANE) e podem ser confundidos com fornecedores ou doadores, tornando a cadeia descrita no resumo inconsistente com as transações listadas. Não há um fato concreto e nomeável que por si só justifique priorização, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.971,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PL, PSB) e valores modestos (R$ 51,9 mil no total), com transações espaçadas entre 2020 e 2024. Há um elo frágil: Adair Tomazo de Moura aparece como doador de Luis Otavio Biazoto Massa e como fornecedor de Jean Eustaquio, mas não está listado como entidade, o que quebra a cadeia direta. Sem partido/coligação comum evidente e sem valores atípicos, não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas goianas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 84.971,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (MDB, DEMOCRATA, PL) em Goiás, com valores relativamente baixos (R$ 84,9 mil no total) e transações espaçadas entre 2020 e 2024. As doações entre Daniel Sabino Vaz e Jean Eustaquio Magalhães Alves (R$ 42,6 mil em 7 transações) e a despesa de Jean para Adair Tomazo de Moura (R$ 848) seguida de doação de Adair para Luis Otávio Biazoto Massa (R$ 1,5 mil) podem ser explicadas por relações políticas locais ou ressarcimentos, mas a ausência de coligação comum e o fechamento do ciclo entre pessoas de partidos distintos impedem uma conclusão automática. Não há valor de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor com ramo incompatível que justifique priorização imediata.