severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 741.899,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PT, PV, Republicanos), mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 550 mil do diretório estadual para Fábio Trad) é de 2018 e não fecha o loop, enquanto as demais somam valores pequenos (R$ 10 mil, R$ 1,5 mil, R$ 180 mil, R$ 400). O retorno ao diretório estadual (R$ 180 mil) é uma despesa de Marcos Trad, o que pode ser repasse partidário legítimo, e as doações entre candidatos de partidos distintos podem ocorrer em coligações estaduais. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e completa para o ciclo fechado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 732.086,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos com sobrenome comum (TRAD) e um partido estadual, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 550 mil, R$ 1,8 milhão, R$ 1,5 mil). Não há um ciclo curto e fechado no mesmo ano, nem valores que retornam quase idênticos, o que enfraquece a hipótese de loop suspeito. A conexão familiar entre FABIO e MARCOS TRAD pode explicar parte das movimentações, mas não há dados suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 732.094,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 550 mil, R$ 18 mil, R$ 1,5 mil e R$ 600), o que enfraquece a ideia de devolução circular de recursos. As entidades têm partidos distintos (PSDB, PT, PV), mas os sobrenomes 'Trad' sugerem possível relação familiar, o que poderia explicar doações entre parentes. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 731.571,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 550 mil, R$ 180 mil, R$ 80 mil e R$ 771) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (PSDB, PT, PV), mas os sobrenomes 'Trad' sugerem possível vínculo familiar, o que poderia explicar transferências entre campanhas. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo (ex.: repasse partidário, despesa de campanha), nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 740.020,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 550 mil, R$ 18 mil, R$ 8,2 mil e R$ 1,8 mil) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (PSDB, PT, PV), mas os sobrenomes 'TRAD' sugerem possível relação familiar, o que poderia explicar movimentações entre campanhas próximas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre candidatos de uma mesma região, mas também não dá para descartar sem checar a relação entre as pessoas e a natureza dos gastos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 271.999,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PV, Republicanos) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento que force uma checagem manual prioritária, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 249.499,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSD, PV, Republicanos) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm valores e naturezas heterogêneas (doações de campanha e despesa de direção partidária), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas do mesmo estado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 292.224,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PP, PV) e anos distintos (2022, 2024, 2026), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 2,2 mil a R$ 180 mil) e há transações claramente rotineiras, como a doação de direção estadual a candidata e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos e anos variados num ciclo fechado merece uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 397.499,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PV, Republicanos) e uma direção partidária estadual, o que à primeira vista poderia sugerir um loop suspeito. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, incluindo repasses de direção partidária e pagamentos a fornecedores. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 390.117,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro entidades e valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 200 mil) é uma doação da direção estadual do PSDB ao candidato Silvio Pena, e o retorno de R$ 180 mil de Marcos Marcello Trad à direção estadual pode ser explicado como repasse partidário ou ressarcimento, já que ambos os candidatos são de MS e o ciclo se fecha via direção partidária. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatas do PL em SC, e valores modestos (R$ 13.100 no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados políticos ou que aponte para algo além de coincidência ou ressarcimento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.820,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (MDB, PODE, PSDB) e valores baixos (R$ 23.820 no total), com transações espalhadas entre 2018, 2020, 2022 e 2024. As setas não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e há elos intermediários (MOACIR LEITE) que não fazem parte do loop principal. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas de uma mesma região, mas também não dá para descartar coincidência sem checar os vínculos entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.620,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 23.620 no total) e entidades de partidos diferentes (MDB, PODE) em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado. As transações são de pequeno porte e podem refletir doações entre aliados locais, ressarcimentos ou despesas de campanha em Santa Catarina. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.375,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.440,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2024: Walder (MDB) doa a Rusvel, Rusvel doa a Nilson (MDB), Nilson paga despesa a Alex, e Alex doa de volta a Walder. Apesar de Walder e Nilson serem ambos do MDB no AM, os outros dois elos são pessoas físicas sem partido/cargo informado, e o dinheiro retorna a Walder via doação de Alex após Walder ter pago despesa a Rusvel — um circuito fechado de R$ 16.440 em um único ano. Isso não é o padrão típico de repasse partidário ou coligação, e merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSB, PT, PP) e valores pequenos (R$ 300 a R$ 9.000), com transações espalhadas entre 2020, 2022 e 2024. A maior transação (R$ 9.000 de Silvane para Marcos em 2022) não tem explicação óbvia, mas pode ser doação entre aliados ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação de campanha, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.033,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos e cargos diferentes (vereador em 2020, governador em 2022, vereador em 2024), sem que os fatos mostrem partido ou coligação comuns em todas as etapas. Os valores são modestos (R$ 4,2 mil a R$ 7,8 mil) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais no Tocantins. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo milhões), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 24.500, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026) e os valores são pequenos e heterogêneos, sem um elo claro de retorno financeiro direto. As entidades têm partidos diferentes (MDB, PP, AVANTE), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária, mas também não há um padrão óbvio de reembolso ou repasse interno. Faltam dados sobre vínculos pessoais ou empresariais entre os envolvidos para decidir se é mera coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20.900, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas municipais no Pará, e há indícios de relações pessoais (sobrenome GOMES compartilhado entre KAMILY e PAULO). Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem checar vínculos partidários e contratos.
severidade média4 nósR$ 10.290,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.584,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações cruzadas de doação e despesa, fechando um loop de R$ 14.584,00. Os dois candidatos identificados são de partidos diferentes (MDB e AVANTE), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), sugerindo uma relação que se repete e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PRD, MDB, SD) e valores baixos (R$ 400 a R$ 9.600), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação de R$ 9.600 de MILA CECILIA para MIGUEL BERNARDO em 2024 é a maior e não tem contrapartida direta no ciclo, podendo ser uma doação legítima de aliado. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 150.855,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro: a maior parte do valor (R$ 146.800,00) é uma despesa de EDVALDO PEREIRA DA SILVA (PT) para MARIA LUCIA CAVALI NEDER, que não aparece como entidade do ciclo, e não há transação direta de volta à empresa inicial (31194537000163). As demais transações são de valores baixos e compatíveis com repasses partidários e doações entre candidatos de uma mesma eleição. Sem ver a cadeia completa que fecha o ciclo, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm cargo/partido identificados (Milton Carlos de Mello, REPUBLICANOS, e Nelson Roberto Bugalho, PSDB), partidos diferentes. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2024) e valores baixos (R$ 954 a R$ 10.658,83), compatíveis com doações e despesas miúdas de campanha. Não há um fato concreto que force uma explicação improvável, mas também não há vínculo partidário/coligação explícito que explique o loop de forma rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 51.342,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 51 mil no total) e transações entre campanhas do DF em 2018, incluindo repasses do diretório estadual do Progressistas para um candidato da União. As entidades têm partidos diferentes (AGIR, UNIÃO, Progressistas), mas todas atuam no mesmo estado e ano, o que pode gerar coincidências em cadeias de doações e despesas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 120.953,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PSD na Bahia, o que é compatível com movimentação interna de campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 1.209,53 no total) e as transações parecem ser doações e despesas ordinárias de campanha, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 84.077,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, sendo que duas delas (Luciano Bispo de Lima e Edson Vieira Passos) são do mesmo partido (PSD) e da mesma UF (SE), o que oferece uma explicação simples de aliança política ou coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Os valores são moderados e as quantidades de transações não são atípicas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.214,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27.214,25, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (Waldemir e Dagoberto são ambos do PP), o que poderia explicar parte das movimentações como alinhamento político. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.964,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27.964,25, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há vínculos partidários parciais (WALDEMIR e DAGOBERTO são ambos do PP), o que poderia explicar parte do fluxo como articulação interna, mas os demais elos não têm partido/coligação informados. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.214,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27.214,25, mas as transações são de anos distintos (2018 e 2024) e valores modestos. Há vínculos partidários parciais (Waldemir e Dagoberto são ambos do PP), o que poderia explicar parte do fluxo, mas a presença de pessoas sem partido/cargo declarado e a conexão via despesas a Roberto Alves de Lima e Flávio Pereira Romulo não permitem afirmar que seja um padrão rotineiro. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre não aliados), mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.174,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT no Acre e duas pessoas físicas (AGDA e MIRDLA) que aparecem como doadoras e fornecedoras/beneficiárias de despesas. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há informação sobre vínculo entre as pessoas físicas e as campanhas, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede tanto explicar como rotineiro quanto apontar um fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.498,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 4.000). Três das entidades são do PT do Acre, o que pode explicar a circulação de recursos entre aliados, mas as duas pessoas físicas sem partido identificado (Ramon Matias de Souza e Agda Marcelly Vasconcelos de Lima) não têm vínculo partidário declarado, dificultando a classificação como mero repasse interno. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para afirmar que é bizarro nem que é claramente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.255,50
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 61.213,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 61,2 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (PSDB em MG) que poderiam explicar parte das movimentações como alinhamento político, mas a presença de uma candidata do NOVO e de um intermediário sem partido identificado impede uma explicação totalmente simples. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 67.709,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 67,7 mil no total) e transações de anos diferentes (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PRB/Republicanos) e incluem repasses de direção partidária, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 62.219,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PRB, Republicanos, PDT, NOVO) e anos distintos (2018-2022), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. Os valores são pequenos e as transações parecem doações isoladas entre candidatos de Minas Gerais, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 17.650 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários no RS: a doação da direção estadual para Iria Helena Cabrera (NOVO) e a despesa dela para a campanha de Marcel Van Hattem (NOVO) são compatíveis com repasses internos do partido. A doação de Dirceu Godoi de Quadros (PL) para a direção estadual em 2022 e a doação da campanha de Van Hattem para ele em 2018 podem ser explicadas por alianças ou ressarcimentos entre campanhas no mesmo estado, sem indicar necessariamente um loop fechado com propósito escuso. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.425,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 18.425 no total) e entidades majoritariamente ligadas ao partido NOVO no RS, com uma única exceção (DIRCEU GODOI DE QUADROS, do PL). As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e incluem doações entre candidatos e repasses de direção partidária, padrões comuns em campanhas. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre estranhos) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 10.953,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 10.953 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses internos de partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo. O fechamento do ciclo parece mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular suspeito.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 73.528,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 73,5 mil, mas o elo mais chamativo é a Rinobox Soluções Financeiras: uma empresa do setor financeiro que doou R$ 68,8 mil a Marcel van Hattem e, no mesmo ano de 2022, recebeu R$ 479,73 de Tiago Albrecht, que por sua vez havia recebido doações de Leonardo Klein. Embora todos os políticos sejam do NOVO/RS e parte do fluxo possa ser repasse partidário, a presença de uma empresa de soluções financeiras doando valor alto a um candidato e recebendo pagamento de outro candidato da mesma cadeia no mesmo ano não tem explicação simples e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.690,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias e candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (total de R$ 15.690,27) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal ou montante atípico. O ciclo fechado é compatível com repasses internos, ressarcimentos e devoluções de sobras dentro da mesma estrutura partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.015,57
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias e candidatos do mesmo partido. O fluxo de recursos entre candidatos e direções partidárias é comum em campanhas, especialmente quando há repasses de verbas partidárias e ressarcimentos. Os valores são modestos (total de R$ 15 mil) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de ciclo fechado suspeito ou valores atípicos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.042,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e diretórios do mesmo partido (NOVO/RS), com valores modestos (R$ 20 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024), o que é compatível com repasses internos, devoluções e despesas partidárias rotineiras. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário comum. O padrão se explica por movimentação interna de uma mesma agremiação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 80.006,08
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao Partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas partidárias típicas entre direções municipal/estadual e candidatos do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 80 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado que indique conluio. O fluxo observado é compatível com repasses internos de recursos partidários e devoluções/ressarcimentos entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.587,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 14.587 no total) e transações que se estendem por 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses internos de direção partidária, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor de ramo alheio nem empresa de grande porte devolvendo recursos, o que enfraquece a hipótese de ciclo artificial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.265,55
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção estadual, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 13,2 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2022 e 2024, sem concentração temporal suspeita. O loop pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.941,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 22,9 mil no total) e a maioria das entidades tem vínculo partidário ou de coligação no RS (NOVO, UNIÃO), o que permite explicar como repasses internos, doações entre aliados ou ressarcimentos. Porém, há um nó sem nome (47323116000125) e transações de anos diferentes (2018, 2022, 2024) que quebram a ideia de um ciclo curto e fechado, dificultando afirmar se é rotineiro ou não. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo (valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho, etc.), mas também não dá para descartar sem checar os elos sem identificação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.193,11
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo inclui a direção estadual do próprio partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de campanha — padrão comum de repasses internos partidários. Os valores são modestos (R$ 14,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários e prestação de contas ordinária. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.416,50
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha. O valor total do ciclo (R$ 19.416,50) é modesto e as quantias individuais não destoam de forma gritante. O elo 'sem nome' (CNPJ 47323116000125) e a direção estadual são entidades partidárias ou fornecedores que podem explicar a intermediação. Não há um fato único que force uma checagem manual urgente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.586,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 34,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários, repasses da direção partidária e despesas pagas a fornecedores. O maior valor (R$ 25,7 mil) é uma doação de FABIO MAIA OSTERMANN a JUAN SAVEDRA, que não fecha o loop sozinho e pode ser um doador comum. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.