severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 120.820,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022 e a maioria das entidades é do PT (Haddad, Tiburi, Emídio), o que permite explicar como circulação dentro do mesmo campo político. A maior transação (R$ 63.000 de Haddad para Luiz Lindbergh) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e a empresa 'UM A MAIS' aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser prestação de serviço seguida de doação. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.670.398,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT (Haddad em SP e Tiburi no RJ) e uma empresa de tecnologia que doou R$ 1,55 milhão a Haddad em 2018, enquanto recebeu R$ 5,3 mil de Tiburi. As transações ocorrem todas em 2018 e podem ser explicadas por doações e prestação de serviços dentro do mesmo campo político, sem que os valores ou a natureza das entidades indiquem algo claramente anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento eleitoral, mas a existência de um ciclo fechado com valores relevantes justifica uma verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 137.495,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT de São Paulo, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), com valores díspares, e a maior parte do volume (R$ 100 mil) é uma despesa de Fernando Haddad para Luiz Marinho, não uma doação de retorno. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.687.073,89
IA · deepseek-flash O loop envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa para Fernando Haddad em 2018, enquanto as demais transações somam valores residuais. As entidades compartilham vínculos partidários (PT) e há uma doação de campanha para campanha em 2022, o que pode ser explicado por alianças ou repasses internos. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período com valores equivalentes que configure um padrão claramente atípico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 303.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades todas ligadas ao PT em São Paulo, o que é um padrão comum em coligações partidárias. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022) e os valores são modestos, exceto por uma doação de R$ 200.000 da campanha de Luiz Marinho a Luiz Fernando Teixeira Ferreira, que pode ser repasse partidário ou apoio financeiro. Não há indício claro de irregularidade, mas a existência de um ciclo fechado com valores que retornam ao ponto de partida justifica uma verificação humana para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 217.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de São Paulo (Fernando Haddad, Luiz Marinho, Teonilio Monteiro e Luiz Martino Turco), o que é compatível com repasses internos entre campanhas aliadas da mesma federação/coligação. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2026, sem concentração temporal suspeita. O elo 'EDILEUZA/EDILEUSA BEZERRA DA SILVA' aparece como doadora e depois recebedora de R$ 1.000, valor baixo que pode ser ressarcimento ou erro de grafia, mas não sustenta sozinho um alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 210.250,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PT (Fernando Haddad, Luiz Marinho e Teonilio Monteiro da Costa), e as transações ocorrem em 2022, ano eleitoral. O fluxo principal é uma doação de R$ 100.000 de Luiz Marinho para Teonilio, que por sua vez paga R$ 6.000 a Genilson, e uma despesa de mesmo valor de Haddad para Luiz Marinho, compatível com repasses entre campanhas aliadas ou ressarcimentos. Não há valores de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor com ramo incompatível; o ciclo fechado é explicável por movimentação financeira entre campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 319.551,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 150 mil, R$ 313 mil, R$ 1,5 milhão, R$ 5,6 milhão, R$ 16 milhões) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o partido PT, o que oferece uma explicação plausível de aliança/coligação para parte das transações. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 309.162,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 309 mil, com um salto de valor muito fora de escala: Fernando Haddad pagou R$ 152 mil à Um a Mais Serviços de Tecnologia em 2018, enquanto as demais transações do loop giram em torno de R$ 1,2 mil a R$ 3,4 mil. Além disso, a cadeia passa por uma empresa sem nome identificado (CNPJ 47474535000168) e por uma campanha de 'ELEIÇÃO 2022 ENIO FRANCISCO TATTO' que não aparece na lista de entidades, dificultando a leitura de um padrão partidário simples. Há vínculos familiares e partidários entre os Tattos e Haddad, o que pode explicar parte do fluxo, mas o valor discrepante e a entidade intermediária não nomeada justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 368.164,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT (Haddad, Maria do Rosário, Olívio Dutra) e uma empresa de tecnologia, o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, embora a despesa de Haddad com a empresa (R$ 152 mil) seja a maior. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas o fechamento do ciclo com uma empresa de tecnologia merece uma checagem para confirmar se os serviços foram efetivamente prestados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.590.130,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas figuras do PT (Haddad, Lula, Emídio) e uma empresa de tecnologia/consultoria, o que é compatível com uma rede de aliados e fornecedores do mesmo campo político. Os valores são altos, mas a empresa presta serviços de tecnologia/consultoria, ramo plausível para campanhas, e as doações da empresa a Lula em 2018 e 2022 podem ter explicação empresarial. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 7.585.950,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 2,2 milhões a Lula em 2018 e 2022, mas também recebeu R$ 152 mil de despesas da campanha de Haddad em 2018. O elo de fechamento é uma doação de R$ 3.500 de Nunzio Briguglio Filho a Haddad, enquanto Lula pagou R$ 17.320 ao mesmo Nunzio como despesa. Embora todos sejam do PT, o retorno de dinheiro da campanha de Haddad para uma empresa que depois doa a Lula, e o fluxo Lula→Nunzio→Haddad, formam um ciclo fechado que merece checagem humana para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 9.176.130,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa ligadas ao PT, com transferências entre comitês do mesmo partido (Lula repassando a Haddad, Haddad doando a Emídio, Emídio doando a Haddad) e doações da empresa ao candidato presidencial. Os valores são compatíveis com repasses partidários e doações empresariais de grande porte, sem salto de ordem de grandeza inexplicável. O elo 'empresa -> Lula' e 'Haddad -> empresa' ocorre em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Não há fornecedor com ramo incompatível nem valor muito acima do padrão da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 9.176.380,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e comitês do PT (Haddad, Lula e Jilmar Tatto), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados da mesma coligação e transferências de comitês. A empresa 'Um a Mais' aparece como fornecedora de Haddad em 2018 e doadora de Lula em 2018/2022, padrão comum de fornecedor que também apoia politicamente o campo. Os valores são de ordens de grandeza distintas e não há indício de retorno exato do mesmo montante, o que enfraquece a hipótese de ciclo fechado artificial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 9.266.380,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa do mesmo campo político (PT), com transferências entre candidatos da mesma coligação e repasses partidários, padrão comum em campanhas eleitorais. A empresa 'UM A MAIS' aparece como fornecedora de serviços de tecnologia/consultoria para Haddad e doadora para Lula, o que pode ser explicado por contratação e doação dentro do mesmo grupo político. Os valores são altos, mas compatíveis com campanhas majoritárias, e não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que a empresa não tenha relação com os serviços prestados.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.738.544,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades da mesma órbita política (PT): Fernando Haddad, Lula e a direção partidária, além de uma empresa que presta serviços de tecnologia e consultoria a campanhas. As transações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e pagamentos por serviços, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo alheio ao serviço. O valor total é alto, mas distribuído ao longo de 2018 e 2022, o que é comum em campanhas majoritárias.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.713.001,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (campanhas de Fernando Haddad e Lula, diretório estadual do PT-AM) e uma empresa de tecnologia/consultoria que prestou serviços e fez doações a campanhas do partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com serviços prestados e doações partidárias, sem indício de retorno desproporcional ou de ciclo fechado em curto prazo. O fluxo pode ser explicado por relações legítimas dentro do mesmo campo político, como contratação de serviços e repasses partidários.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 262.695,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (diretório estadual, Haddad, Marcio Macedo e Lula), com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os montantes não são de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por movimentação financeira normal dentro do mesmo partido, como repasses de diretório para candidatos e destes para outros candidatos da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.860.004,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Haddad, Lula, Marcio Macedo e o diretório estadual do PT-SE), o que é compatível com repasses internos de partido/coligação. A empresa 'Um a Mais Serviços de Tecnologia e Consultoria' aparece como doadora de Haddad em 2018 e como fornecedora de Lula em 2018 e 2022, o que pode ser uma relação comercial legítima com o partido/campanhas. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 6,1 mil a R$ 1,55 milhão) e distribuídos ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato isolado que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 415.288,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do PT (diretório estadual, diretório nacional, Fernando Haddad, Marcio Macedo e Lula), o que é compatível com o fluxo normal de repasses partidários e devoluções/ressarcimentos dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 415 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou salto de ordem de grandeza que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 389.745,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades envolvidas são do mesmo partido (PT) ou de direções estaduais do PT, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), não configurando um ciclo curto e fechado. As movimentações são compatíveis com repasses internos partidários, doações entre candidatos da mesma sigla e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. O valor total (R$ 389 mil) não é desproporcional ao volume típico de campanhas majoritárias e proporcionais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 83.090,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do PT (Haddad, José Vasconcelos, Emídio Pereira e a direção regional do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 83 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop artificial. A empresa 'Um a Mais Serviços de Tecnologia' recebeu apenas R$ 15,49 de um candidato e doou R$ 1.480 a outro, valores pequenos que não configuram enriquecimento circular relevante. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 1.632.668,63
IA · deepseek-flash O loop envolve quatro entidades e R$ 1,63 milhão, mas a maior parte do valor (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa Um a Mais Serviços de Tecnologia para Fernando Haddad, enquanto as demais pontas do ciclo somam valores muito menores (R$ 79 mil de despesa de Haddad ao diretório do PT, R$ 1,5 mil de despesa de José Vasconcelos à mesma empresa e R$ 1,6 mil de doação do diretório a José Vasconcelos). O ciclo fecha, mas é altamente assimétrico: a empresa doadora aparece também como fornecedora de um candidato do PT no DF, e o dinheiro retorna à campanha de Haddad por vias indiretas. Isso não é acusação, mas a assimetria e o fato de a empresa doadora estar no meio do ciclo justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 89.312,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, anos diferentes. O elo mais forte é a doação de R$ 7.900,00 de Fernando Haddad à direção estadual do PT, que depois repassa R$ 7.500,00 a Erivan Hilário — padrão comum de repasse partidário. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando a Emídio (2018) quanto recebendo despesa de Erivan (2022), mas os valores são modestos e o intervalo de quatro anos enfraquece a ideia de ciclo fechado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.638.890,66
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades do mesmo campo político (PT), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses partidários e contratações dentro da mesma rede. Porém, a empresa 'UM A MAIS' aparece doando R$ 1,55 milhão para Fernando Haddad em 2018 e depois recebendo R$ 332,55 de Erivan Hilário em 2022, valores de ordens de grandeza muito diferentes e em anos distintos, sem que os fatos permitam afirmar se há relação direta ou apenas coincidência. Não há elemento claro que configure um ciclo fechado e suspeito, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 120.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (Haddad, Lula, Emídio e a direção regional do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1,5 mil a R$ 79 mil) e distribuídos ao longo de 2018-2022, sem um retorno exato de valor entre as mesmas partes. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor muito acima do padrão da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 115.820,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PT e suas direções), com transações típicas de repasses partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 115,8 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018 e 2022, sem concentração temporal ou montante anômalo. O fluxo Haddad -> Direção Estadual -> Lula -> terceiro -> Haddad pode ser explicado por repasses internos do partido e doações de apoiadores, sem indício de irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.706.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Fernando Haddad, Lula, Emídio Pereira de Souza e a direção regional do partido), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e transferências de recursos partidários. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1 mil a R$ 1,6 milhão) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), padrão comum em prestações de contas de campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor externo sem relação com o serviço, nem empresa que doou e recebeu de volta valor quase idêntico. O conjunto é explicável por movimentação financeira típica de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.706.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Haddad, Lula, Jilmar Tatto e a direção regional do partido), o que é um padrão comum de transferências internas entre campanhas aliadas. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor discrepante que fuja da ordem de grandeza das demais transações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.796.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Haddad, Lula, Luiz Marinho e a direção regional do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza diferentes e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), padrão comum em prestações de contas partidárias. Não há fornecedor externo sem relação com o serviço nem salto de valor inexplicável dentro da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.163.551,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PT) e inclui a direção regional do partido, que é o canal típico de repasses entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A empresa UM A MAIS presta serviços de tecnologia/consultoria, ramo compatível com despesas de campanha, e os valores pagos por Lula a ela são a maior parte do fluxo, sugerindo prestação de serviços e não devolução disfarçada. Não há um fato isolado que destoe do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 2.713.129,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 1,55 milhão para a campanha de Fernando Haddad em 2018 e depois recebeu R$ 1,30 milhão e R$ 140 mil da campanha de Lula em 2018 e 2022, respectivamente. Embora todos os atores sejam do PT, o retorno financeiro quase equivalente da empresa doadora para a mesma cadeia política em anos distintos chama atenção. A quantia expressiva e a aparente reciprocidade justificam uma verificação humana para entender a natureza desses pagamentos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 268.413,75
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (PT) ou são candidatos do PT, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias e candidatos do próprio partido. O fluxo de recursos entre direção estadual e candidatos é prática comum e legal, incluindo repasses e ressarcimentos. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valores atípicos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 242.870,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (PT): duas direções partidárias e dois candidatos do próprio PT. As transações são doações de direções partidárias a candidatos e despesas/repasse de candidatos às direções, padrão comum de repasse de recursos partidários e ressarcimento dentro da mesma legenda. O ciclo envolve anos distintos (2018 e 2022) e valores compatíveis entre si, sem indício de empresa alheia ao ramo ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 174.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas figuras e diretórios do PT, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e não há um retorno direto e imediato do mesmo valor a quem doou. O fluxo é explicável por movimentações típicas de campanha dentro do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 169.820,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PT): a direção estadual do partido, o candidato a governador Fernando Haddad e o candidato a presidente Lula, além de um doador individual. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. O fluxo pode ser explicado por repasses internos do partido e doações entre aliados, não configurando um loop fechado no mesmo ano ou entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.760.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (Fernando Haddad, Lula, Emídio Pereira de Souza e diretórios partidários), o que é compatível com repasses internos entre campanhas aliadas e direções partidárias. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um retorno exato de mesmo montante. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.760.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Haddad, Lula, Jilmar Tatto e direção partidária), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha. Os valores são de magnitudes distintas e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.850.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Haddad, Lula, Luiz Marinho e a direção estadual do partido em Alagoas), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de coordenação. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1,25 mil a R$ 1,6 milhão) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.217.551,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (Haddad, Lula, diretório estadual e um deputado estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e contratação de fornecedor. A empresa UM A MAIS aparece como doadora de um deputado em 2018 e como fornecedora de Lula em 2018/2022, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1,4 mil a R$ 140 mil), sem salto anômalo que force um humano a olhar. Não há fornecedor de ramo estranho nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 2.767.129,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (Fernando Haddad, Lula e a direção estadual do PT-AL), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. A empresa 'Um a Mais' aparece como doadora de Haddad em 2018 e como fornecedora de serviços para Lula em 2018 e 2022, o que pode ser um fornecedor recorrente do partido/campanhas, não necessariamente um laço suspeito. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 1,5 mi de doação vs. R$ 130–140 mil de despesas), sem um retorno exato do mesmo montante. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 322.413,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PT): direções nacional e estadual e dois candidatos do PT. Doações de direções partidárias a candidatos e despesas de campanha pagas a direções partidárias são movimentações típicas de repasses internos e ressarcimentos, sem indício de contraparte estranha. Os valores são compatíveis com o porte das campanhas e não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 296.870,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades envolvidas são do mesmo partido (PT) ou diretórios estaduais do PT, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). O fluxo de recursos entre diretórios partidários e candidatos do próprio partido é prática comum e legal, incluindo repasses de campanha e ressarcimentos. O ciclo aparente decorre da agregação de movimentações ao longo do tempo, não de um esquema fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.643.401,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT (Haddad/SP, diretório regional do PT/MT e candidatos do MT), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados da mesma federação. A maior transação é uma doação de R$ 1,55 milhão da empresa UM A MAIS para a campanha de Haddad em 2018, valor alto mas dentro da escala de uma campanha a governador de SP; as demais transações são de baixa expressão (R$ 350 a R$ 87 mil). A empresa aparece depois como fornecedora de um candidato do MT, mas o valor pago (R$ 547,70) é irrisório e o ramo de tecnologia/consultoria é compatível com serviços de campanha. Não há um fato isolado que fuja do padrão de movimentação entre agentes do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.645.940,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,6 milhão, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e valores desproporcionais: a empresa 'UM A MAIS' doou R$ 1,55 milhão a Fernando Haddad em 2018, enquanto recebeu apenas R$ 547,70 de Henrique Lopes no mesmo ano. O elo de volta é irrisório perto do valor doado, e a conexão entre Haddad (SP) e os candidatos do MT se dá via diretório regional, sem que se veja um fluxo financeiro coerente que justifique o loop. A menção a 'Direção Estadual/Distrital' como entidade genérica e a mistura de anos eleitorais distintos dificultam a explicação como simples coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.653.664,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PT) em estados diferentes, o que é um padrão comum em coligações e repasses partidários. A maior transação (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa 'UM A MAIS' para Fernando Haddad em 2018, e as demais são valores muito menores, sem um retorno expressivo da campanha para a empresa. Não há um fato isolado que destoe claramente do esperado, mas a cadeia fechada com múltiplas entidades merece uma checagem manual para confirmar se há relação contratual ou de prestação de serviços entre elas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.644.676,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PT) e valores que, embora somem R$ 1,6 milhão, são de magnitudes muito diferentes entre as transações. A maior parte do volume (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa UM A MAIS para Fernando Haddad, enquanto as demais transações são de valores baixos (R$ 500 a R$ 87 mil) e podem ser repasses partidários ou pagamentos por serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas o fechamento do ciclo com uma empresa que doou alto valor merece verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.721.837,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PCdoB) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são muito díspares: a empresa doou R$ 1,55 milhão a Fernando Haddad em 2018, enquanto as demais transações somam apenas algumas dezenas de milhares de reais. A maior parte do fluxo ocorre dentro do PT (diretório regional, Haddad e Henrique Lopes), o que poderia ser explicado por repasses partidários, mas a participação da empresa 'UM A MAIS' como doadora de grande porte e depois recebedora de pagamento de campanha merece verificação. Não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro nem para classificá-lo como claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.669.062,56
IA · deepseek-flash O loop fecha entre entidades de partidos e UFs diferentes (PT/SP e PT/MT) e inclui uma empresa privada que doou R$ 1,55 milhão a Fernando Haddad em 2018, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia. A empresa 'UM A MAIS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA E CONSULTORIA LTDA' aparece recebendo despesa de campanha de Henrique Lopes do Nascimento, o que a coloca dentro do ciclo, mas seu ramo de atuação não tem relação evidente com o serviço prestado. Embora parte das conexões possa ser explicada por alianças partidárias, a combinação de valores altos, entidades de estados distintos e o retorno do dinheiro à mesma cadeia justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 204.767,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Haddad, diretório regional, dois deputados estaduais petistas), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal ou montante anômalo. A empresa UM A MAIS presta serviços de tecnologia/consultoria, ramo compatível com despesas de campanha, e o valor pago por Henrique Lopes (R$ 547,70) é baixo. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.