Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (José Bueno de Carvalho e Eliceu Palmonari) com valores modestos (R$ 3.000 em doações e R$ 9.999,98 em despesa), sem indicar empresa ou fornecedor de ramo alheio. Não há informação sobre partido/coligação de José Bueno de Carvalho nem sobre a natureza da despesa, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou mera coincidência. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Alex Sandro Zela e Eliceu Palmonari) no mesmo ano de 2022, com valores modestos (R$ 2.000 de doação e R$ 10.000 de despesa). Não há informação sobre partido/coligação de Alex Sandro Zela nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou coincidência. O valor total de R$ 12.000 não é uma ordem de grandeza fora do comum para transações de campanha municipal. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, JARI PAULO ROCHA e ELICEU PALMONARI, com uma doação de R$ 8.000 e uma despesa de R$ 3.500 no mesmo ano (2020). Não há informação sobre partido ou coligação de JARI PAULO ROCHA, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a movimentação. O valor total é baixo e o padrão (doação seguida de despesa) pode ser um ressarcimento ou acerto comum, mas a ausência de contexto partidário deixa o caso sem elementos suficientes para classificar como bizarro ou plausível.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: José Renato Castanheira Junior doa R$ 3.000 à campanha de Genesis Jesus Machado (DEM) e, na sequência, a mesma campanha paga R$ 10.000 a José Renato Castanheira Junior como despesa. Não há informação de partido/coligação comum entre eles, e o valor pago de volta é mais de três vezes o doado, o que dificulta explicar como simples coincidência ou ressarcimento. Vale checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma campanha de JOAO PERICLES MARTINATI (PP) e a direção municipal do partido, com valores modestos (R$ 4.774,68 de doação e R$ 8.360,00 de despesa). É um padrão comum em campanhas municipais: repasses da estrutura partidária para o candidato e pagamentos de despesas de volta à mesma estrutura, sem indício de enriquecimento ou de terceiros estranhos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Wilson doa R$ 1.000 à campanha de Marilia e, na mesma eleição de 2024, a campanha de Marilia paga R$ 15.000 a Wilson como despesa. O valor de volta é 15 vezes maior que o da ida, e não há indicação de partido/coligação comum ou de que Wilson seja fornecedor declarado, o que dificulta explicar como simples repasse partidário ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento.
IA · deepseek-flash As três entidades são todas do MDB do Paraná, com histórico de candidaturas em anos variados, o que é compatível com um ciclo de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 12.171,20 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quantia quase idêntica.
IA · deepseek-flash As três entidades são todas do MDB do Paraná, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 12 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha. O ciclo fechado pode ser coincidência ou ressarcimento, sem indício de anomalia grave.
IA · deepseek-flash As três entidades são todas do MDB do Paraná, o que é um padrão comum de movimentação entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 12.000 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações e despesas normais de campanha. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores desproporcionais que sugiram algo atípico.
IA · deepseek-flash Todas as três entidades são do MDB do Paraná, o que torna plausível que o ciclo decorra de repasses internos do partido, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 12.283,90 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. O ciclo fechado é curioso, mas explicável pela rede de alianças partidárias.
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (PR), o que torna plausível que o fluxo seja repasse interno de campanha, ressarcimento ou despesa compartilhada entre aliados. Os valores são modestos (R$ 24.200 no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa devolvendo doação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do próprio partido do candidato (MDB-PR) repassando doações à sua campanha e a campanha pagando despesas de volta à direção. Esse é o padrão comum de repasses partidários e ressarcimentos/despesas administrativas dentro da mesma agremiação, sem entidades de fora ou ramos alheios. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação ordinária de campanha.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Gustavo Furtoso e Thays Bieberbach), com doações de Gustavo para Thays em 2020 e 2024 e despesas de Thays para Gustavo em 2022. Os valores são modestos (R$ 750, R$ 500 e R$ 10.000) e as transações ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre partido/coligação de Gustavo nem sobre a natureza dos serviços pagos, impossibilitando afirmar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Sandro Carlos da Silva doou R$ 313,40 para a campanha de Edimar de Freitas Alboneti (PP) em 2020, e a campanha de Edimar pagou R$ 23.000,00 a Sandro em 2020 e 2024. Não há informação sobre partido ou cargo de Sandro, nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo ou se é apenas uma relação comercial comum. O valor da doação é baixo e o pagamento pode ser por serviços prestados, mas a ausência de detalhes sobre a conexão entre as partes e a diferença de magnitude entre os fluxos deixam o caso sem elementos suficientes para uma conclusão.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Sandro Carlos da Silva doou R$ 94,98 à campanha de Fernando Fabrico Pagliaci (PSD) em 2024, e a campanha de Fernando pagou R$ 11.700,00 a Sandro em 2020 e 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Sandro, nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se há vínculo legítimo. O valor da despesa é cerca de 123 vezes maior que o da doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações não se pode dizer que seja anômalo. Faltam elementos para classificar como bizarro ou plausível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas campanhas de prefeito no Paraná em 2020 (PSD e DEM) e uma terceira sem partido identificado. A doação de R$ 48.000 de Rivabem para Puppi e a despesa de R$ 5.000 de Puppi para Isabella Rivabem, que doou R$ 100 para Rivabem em 2024, formam um loop de valores modestos e em anos distintos. Não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão legítimo (mesma coligação, ressarcimento) nem para apontar um fato claramente anômalo, como valores desproporcionais ou fornecedor sem relação.
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado de R$ 27.440 entre duas pessoas em 2022: Tiago doa R$ 6.000 a Christiano e Christiano paga R$ 21.440 a Tiago como despesa. Os dois não compartilham partido (PL vs DEM) nem coligação declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário comum. O valor da despesa é mais de três vezes maior que a doação recebida, e o retorno do dinheiro à mesma cadeia em ano eleitoral merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 11.500 entre Christiano Souto Puppi (PL) e Luana Colla Mitchell, com uma doação de R$ 2.500 e uma despesa de R$ 9.000 no mesmo ano. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo entre as duas pessoas, nem sobre a natureza do serviço prestado. O valor é baixo e o padrão doação seguida de pagamento pode ocorrer em campanhas, mas a ausência de contexto impede classificar como claramente rotineiro ou bizarro.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 20.787,88 entre a campanha de Samuel Gomes dos Santos (PDT) e Deisi Regina Schuler Moraes, com uma doação de R$ 2.150,00 e três despesas totalizando R$ 18.637,88. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo entre as duas entidades, nem sobre a natureza dos serviços prestados. O valor é modesto e o fluxo pode ser explicado por ressarcimento ou contratação de serviços, mas a ausência de detalhes impede uma classificação mais segura.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois políticos do mesmo partido (MDB-PR) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e devoluções. Os valores são modestos (R$ 10.500 de um candidato a outro, R$ 6.944 da direção estadual para um candidato e R$ 15,36 de despesa de volta à direção), sem desproporção ou fornecedor estranho. A movimentação pode ser explicada por doações entre aliados da mesma legenda e ressarcimento de despesa miúda, não havendo fato concreto que fuja do rotineiro.
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) no Paraná, o que torna plausível que as doações façam parte de articulação interna partidária ou apoio mútuo entre correligionários. O valor total é modesto (R$ 12.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala ou empresa devolvendo quantia vultosa.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE e PDT) e cargos distintos, o que à primeira vista poderia sugerir algo incomum. Porém, o valor total é baixo (R$ 19 mil), as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e podem ser explicadas por ressarcimento de despesas ou doação entre aliados políticos locais. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) no Paraná: a direção estadual repassou R$ 65.000 a Fernando Mantuvamni em 2024, ele doou R$ 750 a Luciana Rafagnin em 2022, e ela teve uma despesa de R$ 2,10 com a direção estadual em 2022. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e as transações ocorrem em anos distintos, o que é compatível com repasses partidários rotineiros e não com um loop fechado de dinheiro. Não há fornecedor estranho nem valor atípico que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (PT) no Paraná, o que é um padrão comum de movimentação interna: a direção estadual repassa recursos a uma candidata, que doa a outra correligionária, e há um pequeno ressarcimento de despesa à direção. Os valores são baixos (R$ 10 mil de doação, R$ 2,10 de despesa) e compatíveis com transações rotineiras de campanha. Não há indício de empresa privada ou de valores desproporcionais que fujam do padrão partidário.
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção estadual do PT no Paraná e a campanha presidencial de Lula, ambos do mesmo partido, em 2022. Doações de diretórios partidários a candidatos do próprio partido e despesas pagas pela campanha a estruturas partidárias (como cessão de espaço, pessoal ou serviços) são movimentações típicas e legalmente previstas. Os valores (R$ 148,9 mil de doação e R$ 370 mil de despesa) não são desproporcionais para uma campanha presidencial e não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de recursos do diretório estadual do PT para uma candidata do mesmo partido (doação de R$ 100.000,00), seguido de uma despesa de valor irrisório (R$ 3,15) paga pela candidata de volta ao diretório. O ciclo é curto e envolve entidades da mesma agremiação partidária, o que é comum em prestações de contas. O valor de retorno é ínfimo perto do total movimentado, não configurando um loop financeiro relevante.
IA · deepseek-flash O fluxo principal é uma doação de R$ 80.000,00 da direção estadual do PT para uma candidata do mesmo partido, padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. A transação de volta é uma despesa de apenas R$ 11,00, provavelmente um ressarcimento ou devolução de sobra, sem relevância financeira. Não há indício de ciclo fechado com valores equivalentes ou entidades sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção municipal do PT de Curitiba repassando doação a uma candidata a vereadora do mesmo partido (R$ 15.039,00) e a candidata pagando uma despesa de volta à mesma direção municipal (R$ 15,65). É um padrão comum: repasse de recursos do partido a candidato próprio e pequeno ressarcimento/ajuste de despesa à estrutura partidária, tudo dentro da mesma agremiação e no mesmo ano eleitoral. O valor de retorno é ínfimo (0,1% do repassado), o que afasta a ideia de ciclo financeiro relevante.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Anderson doa R$ 1.400 à campanha de Rodrigo e, no mesmo ano de 2022, a campanha de Rodrigo paga R$ 10.000 a Anderson — o retorno é cerca de 7 vezes maior que a entrada. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo que explique o pagamento, e o valor pago é uma ordem de grandeza acima da doação recebida. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Luciano doa R$ 2.000 à campanha de Rodrigo e, no mesmo ano de 2022, a campanha de Rodrigo paga R$ 10.000 a Luciano como despesa. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo que explique naturalmente esse retorno de recursos, e o valor pago de volta é 5x maior que a doação recebida. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Luciano à campanha.
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do próprio partido (PV-PR) e uma candidata filiada ao PV, com repasses de recursos partidários à candidata (R$ 23.700 em 6 doações) e uma despesa de valor irrisório (R$ 20) da candidata de volta à direção em 2018. Esse é o padrão comum de repasse de recursos do partido a candidatos e eventual ressarcimento/devolução de sobra, dentro da mesma agremiação. O valor de retorno é ínfimo e em ano diferente, não caracterizando ciclo fechado de valores equivalentes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha majoritária (prefeito) e um candidato a vereador do MDB, ambos em 2020, o que é compatível com aliança/coligação e movimentação de recursos dentro do mesmo grupo político. O valor total é baixo (R$ 12,2 mil) e a transação de volta é uma despesa paga pela campanha ao candidato, padrão comum de ressarcimento ou prestação de serviço. Não há fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: MEIMI SIT doou R$ 2.992,02 à campanha de LETICIA CHUN PEI PAN e, no mesmo ano, recebeu R$ 11.940,00 em três despesas pagas pela campanha. Não há informação sobre o ramo de MEIMI SIT nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se o fornecedor é compatível com os gastos. O valor de retorno é cerca de 4 vezes a doação, mas em valores absolutos modestos, e pode ser explicado por contratação de serviços com pagamento parcial financiado por doação do próprio fornecedor — prática incomum, porém não necessariamente irregular. Faltam dados para classificar como bizarro ou plausível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (PL e UNIÃO) e cargos distintos, mas o valor de retorno (R$ 451,00) é muito menor que o valor de ida (R$ 29.000,00), o que não configura um loop financeiro fechado ou equivalente. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), sem indicar um conluio imediato. Não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro ou algo genuinamente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Rafael Martins Pinheiro doou R$ 1.250 para Arnaldo de Sá Maranhão Júnior em 2018, e Arnaldo pagou R$ 21.500 a Rafael como despesa em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Rafael, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços de campanha) ou algo que mereça checagem. Os valores e a distância temporal (4 anos) não configuram, por si sós, um loop fechado típico de suspeita.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com partidos diferentes (PL e PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, dois dos três nomes compartilham o sobrenome 'DE SA MARANHAO', sugerindo possível vínculo familiar, e os valores são modestos (R$ 27,3 mil no total). Sem saber a natureza do serviço prestado por Maickon a Arnaldo em 2022, não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (UNIÃO e AVANTE) e cargos distintos, sem coligação comum declarada. A doação de R$ 16,00 de Elaine para Marisa em 2022 é desproporcional à despesa de R$ 35.000,00 que Marisa pagou a Elaine no mesmo ano, gerando um fluxo líquido de recursos na direção oposta à doação. Essa assimetria de valores e a ausência de vínculo partidário claro justificam uma checagem humana para entender a natureza do pagamento.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os partidos são distintos (PTC e PL), sem coligação comprovada nos dados. Os valores são modestos (R$ 1.500, R$ 3.000 e R$ 8.000) e podem refletir doações e despesas normais de campanha, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem completamente o loop.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades e R$ 12.500,00, com partidos diferentes (PTC e PL) e anos distintos (2020 e 2022). A doação de Elias (PTC) para Simone (PL) em 2022 e a despesa de Simone para Roberto em 2020, que doou para Elias em 2020, formam um loop temporalmente invertido e sem vínculo partidário claro. Isso dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário, justificando checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Marcos Baptistel doou R$ 311,15 para a campanha de Emanoel Vanderlei Volff em 2020, e a campanha de Volff pagou R$ 33.000,00 a Baptistel em 3 despesas entre 2020 e 2024. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (a devolução é ~106x a doação), o que enfraquece a leitura de 'dinheiro que volta', mas também não há informação sobre o ramo de Baptistel, vínculo partidário ou natureza dos serviços prestados. Sem esses dados, não dá para afirmar se é fornecedor legítimo da campanha ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O loop envolve o próprio partido (PL-PR) repassando recursos a um candidato do mesmo partido e o candidato devolvendo parte como despesa à direção estadual. Esse tipo de movimentação é comum em prestações de contas: repasses de campanha e devolução de sobras ou ressarcimentos. O valor devolvido (R$ 5.000) é menor que o recebido (R$ 34.000), o que é compatível com sobra de campanha devolvida ao partido.
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o próprio partido (PL-PR estadual) e um candidato filiado ao PL, com valores muito desiguais: R$ 15.000 de doação do partido ao candidato e apenas R$ 2,42 de despesa do candidato de volta ao partido. Isso é compatível com repasse de recursos partidários a candidato e um pequeno ressarcimento/estorno, padrão comum em prestações de contas. Não há ciclo fechado entre entidades sem vínculo nem valores equivalentes que sugiram devolução disfarçada.
IA · deepseek-flash O fluxo é essencialmente unidirecional: o diretório estadual do PL doou R$ 28.273,00 à candidata Dulce Schincoviaco Fagundes (PSDB) em 2022, e ela pagou de volta apenas R$ 30,88 ao diretório. O valor de retorno é ínfimo (0,01% do total) e compatível com ressarcimento de despesa miúda, não com um ciclo de devolução de recursos. A diferença de partido entre doador e candidata é comum em doações de diretórios a aliados, e o volume de R$ 28 mil está dentro da ordem de grandeza de repasses estaduais.
IA · deepseek-flash O caso envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (BUCHI), o que sugere possível relação familiar, e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), não configurando um ciclo curto e fechado. Além disso, os partidos são diferentes (PODE e MDB), mas isso não é incomum em doações entre familiares. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com partidos diferentes (MDB e PODE) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o valor que sai de Octavio para Ogier (R$ 10.000) é quase dez vezes maior que a doação que Octavio recebeu de Grasiele (R$ 1.045), e Ogier devolve R$ 8.500 a Grasiele como despesa — um retorno de 85% do valor doado, padrão que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o encadeamento curto e o retorno quase integral justificam priorizar o caso.