severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 121.716,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de São Paulo, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou de prestação de serviços. No entanto, a empresa PAGUE JUNTO doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018 e recebeu apenas R$ 745,72 de Silvia Ferraro no mesmo ano, valores muito desproporcionais. Além disso, a transação de 2020 (Boulos -> Ingrid Saraiva) não se conecta claramente ao ciclo principal, e a doação de Ingrid a Silvia é de valor irrisório (R$ 25,00). Faltam elementos para afirmar que há algo anômalo ou para descartar como rotineiro.
severidade média5 nósR$ 146.071,72
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 127.071,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de São Paulo, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou de prestação de serviços. Porém, a empresa PAGUE JUNTO doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 745,72 de Silvia Ferraro, configurando um fluxo de retorno muito pequeno e temporalmente desalinhado. Além disso, há um elo intermediário (Thales de Carvalho Lopes) que recebeu despesas de Boulos e doou a Silvia, mas os valores e anos não formam um ciclo claro e imediato. Os fatos não são suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro nem para caracterizar algo bizarro que exija checagem urgente.
severidade média5 nósR$ 10.825,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.905,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 2.500 a R$ 8.700) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, não configurando um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (PSOL entre Marcela e Silvia; PT de Pedro), mas a cadeia completa mistura partidos diferentes e pessoas físicas sem cargo identificado. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão legítimo nem que há algo claramente anômalo.
severidade média5 nósR$ 10.425,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.705,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, sendo 3 candidatas do PSOL/SP em anos diferentes (2020, 2022, 2024). As transações são de baixo valor (R$ 5 a R$ 11.200) e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos de despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas ligadas ao PSOL de SP, com transações espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 11.200) e há tanto doações quanto despesas, padrão compatível com ressarcimentos ou prestação de serviços entre militantes do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto entre sem vínculo), então não dá para apontar nem rotina clara nem estranheza concreta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.725,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 23.725 no total). Três das entidades são do PSOL/SP, o que sugere possível relação partidária, mas as outras duas não têm partido informado. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), nem uma explicação simples e completa para o loop.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas ligadas ao PSOL, com valores baixos (R$ 13,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2022. As conexões podem ser explicadas por militância partidária comum, reembolsos ou doações entre aliados, mas a cadeia fechada e a presença de nomes semelhantes (Victoria Ferraro L. Silva / Lima Silva) merecem uma checagem simples. Não há valor atípico nem fornecedor estranho que indique algo mais grave.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.586,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,5 mil no total) e transações pulverizadas entre 2018 e 2020, com a maior parte concentrada em 2018. Há conexões partidárias plausíveis (PSOL entre Silvia Ferraro e Nelson Bueno, ambos de SP) e a empresa Pague Junto aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de Douglas Belchior, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34.000,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos. Quatro das cinco entidades são do PSOL, o que sugere possível coordenação partidária legítima, mas há uma entidade do PSTU (Carolina Coltro Alves) que não compartilha partido com as demais. A cadeia não é um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e os valores não destoam do padrão de doações entre candidatos. Não há um fato concreto que claramente indique algo bizarro, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 60.800,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024, 2026) e há elos com pessoas físicas sem partido identificado (JANE RAYSAN). A maioria das entidades é do PSOL, o que poderia indicar uma rede partidária, mas a presença de uma entidade do PSTU e a falta de informações sobre a natureza dos pagamentos (doação vs. despesa) impedem uma conclusão clara. Não há um fato único que destoe gritantemente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 12.300). As entidades têm partidos diferentes (PSOL e PSTU) e cargos/UF distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas a dispersão temporal e a ausência de um elo claro de retorno tornam o caso ambíguo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósR$ 36.060,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.585,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17.585 no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PSTU), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026) e não formam um ciclo fechado no mesmo pleito. A doação de R$ 10.000 de Carolina Coltro Alves (PSTU) para Matheus Pereira Gomes (PSOL) em 2026 é a maior transação, mas não há elementos suficientes para dizer se é um repasse partidário, devolução ou algo atípico. Sem mais contexto sobre vínculos entre as pessoas ou justificativa das despesas, não dá para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.419,49
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas integrantes e a direção nacional do PCB no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 19,4 mil no total). A maior transação é um repasse da direção nacional para uma candidata a vereadora do próprio partido, padrão comum de financiamento partidário. As demais movimentações são de pequeno porte e podem ser explicadas por ressarcimentos ou despesas de campanha dentro da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.419,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção nacional do PCB no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 19,4 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção nacional a uma candidata, despesa da candidata com uma pessoa física, doação dessa pessoa a outro candidato do mesmo partido e despesa deste último com a direção nacional. O padrão é compatível com repasses internos de partido, ressarcimentos e apoio mútuo entre candidatos da mesma legenda, sem valores fora de escala. Não há fornecedor estranho ao ramo nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.509,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 55,5 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024, 2026) e os valores são muito díspares — de R$ 1,09 a R$ 35 mil. Três das pessoas são do PT/RS, o que dá uma explicação simples por rede partidária, mas a empresa ELEGIS aparece doando R$ 18 mil a Maria do Rosário em 2026 e recebendo R$ 1,09 de Lins Robalo em 2024, o que não fecha um loop claro. Não há um fato único e concreto que force uma checagem, nem uma explicação óbvia que cubra toda a cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.510,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e uma empresa ligadas ao PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 29,5 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2026), sem concentração temporal típica de um esquema de lavagem. A empresa ELEGIS aparece como doadora de Maria do Rosário e também recebeu um valor irrisório (R$ 1,09) de Lins Robalo, o que pode ser mero resíduo contábil ou erro de lançamento. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre correligionários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 102.518,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000 de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto) não fecha o loop diretamente, e as demais somam valores pequenos (R$ 2.000, R$ 455 e R$ 63,75). As entidades compartilham o PT/RS em 2018, o que permite explicar como movimentação dentro do mesmo campo político, mas a presença de uma empresa (AIXMOBIL) recebendo despesa de campanha e doando para outra campanha do mesmo partido merece checagem. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem dados suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.927,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa, com valores que não são absurdamente díspares (R$ 6.864,00 de doação da empresa a Claudir; R$ 15.000,00 de despesa de Claudir à campanha de Miguel Rossetto; R$ 2.000,00 de doação da campanha de Miguel a Vinicius; R$ 63,75 de despesa de Vinicius à AIXMOBIL). A ligação partidária e a proximidade temporal explicam parte do fluxo, mas a presença de uma empresa doando a um candidato e recebendo pagamento de outro candidato do mesmo partido, fechando o ciclo, não é um padrão rotineiro e merece verificação humana. Não há, contudo, um fato isolado que destoe gritantemente (valores, ramo da empresa ou ausência de vínculo partidário) a ponto de classificar como bizarro.
severidade média5 nósR$ 10.686,04
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 93.237,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades com valores e anos distintos: uma doação de 2018 de Miguel Rosseto a Dilce, uma despesa de Maria do Rosário a Miguel em 2018, uma doação da ELEGIS a Maria em 2026 e despesas de Dilce à ELEGIS em 2024. As conexões partidárias (PT e PC do B, ambos de esquerda no RS) e a diferença temporal tornam o loop pouco coeso, mas a ELEGIS aparece tanto doando quanto recebendo, o que merece verificação. Não há um fato isolado que caracterize ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 109.066,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 (Paulo Paim, Paola Carvalho e a candidatura de Miguel Rossetto ao governo), todas ligadas à mesma coligação estadual, o que explica doações e repasses internos. A AIXMOBIL aparece como doadora de R$ 455 e também como fornecedora de R$ 111,12 para a campanha de Paola, valores pequenos e compatíveis com serviços de mobilidade. O elo final é uma despesa de R$ 100.000 da campanha de Paim para a candidatura de Rossetto, valor alto mas coerente com transferência entre campanhas aliadas da mesma chapa majoritária. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.475,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidaturas do PT/RS em 2018 e uma doação da campanha majoritária de Miguel Rossetto (PT) para Paola Carvalho, indicando que os elos podem ser explicados por coordenação dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 30,4 mil no total) e as transações são compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Não há um fato concreto que fuja do padrão comum de movimentação eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 251.326,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas faltam informações sobre as duas empresas sem nome e sobre a relação entre os doadores e fornecedores. Não há um fato concreto que destoe (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem checar as entidades não identificadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.542,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: uma doação de R$ 5.000 de Miguel Soldatelli Rossetto a Marcelo Sgarbossa, uma despesa de R$ 100.000 da campanha de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto, e valores pequenos de R$ 455 e R$ 87,30 entre AIXMOBIL, Paim e Sgarbossa. As conexões partidárias (PT e REDE no RS em 2018) e a presença de Miguel Rossetto, figura conhecida do PT gaúcho, tornam plausível que sejam movimentações dentro de um mesmo campo político, mas a cadeia não fecha de forma perfeitamente circular e os valores não são equivalentes. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata, nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.951,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 26.951,30 no total) e transações de naturezas distintas (doação, despesa), todas em 2018. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. As conexões podem ser explicadas por relações políticas locais no RS, mas a ausência de informações sobre a empresa sem nome e sobre a natureza dos serviços prestados impede uma conclusão mais firme.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 134.446,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve candidatos do mesmo partido (PT) e da mesma coligação no RS em 2018, com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. A maior transação (R$ 112.500) é uma doação do comitê de Miguel Rossetto a Paulo Paim, ambos do PT, e o restante são valores pequenos (R$ 6.864, R$ 15.000, R$ 82,37) que podem ser ressarcimentos ou pagamentos de serviços. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa recebendo de volta valor muito superior ao doado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 247.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (José Sidney e Maria do Rosário) e pessoas físicas/empresas sem nome identificado, mas os valores e anos não formam um loop claro e fechado. As transações listadas mostram doações e despesas em anos distintos (2018 e 2022) e com valores que não retornam exatamente ao ponto de partida, dificultando caracterizar um ciclo circular típico. Não há um fato concreto e nomeável que destoe dos padrões comuns de movimentação entre aliados políticos, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 115.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018, incluindo doações entre candidatos da mesma coligação e repasses para a campanha majoritária de Miguel Soldatelli Rossetto ao governo do estado. As transações têm valores compatíveis entre si (R$ 1.500 a R$ 100.000) e são típicas de movimentação financeira de campanha eleitoral, como doações de apoiadores e despesas de campanha. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósR$ 287.076,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 113.126,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são campanhas do PT no RS em 2018 (Paulo Renato Paim, Claudir Antonio Nespolo e Miguel Soldatelli Rossetto), o que torna plausível que o fluxo decorra de repasses internos do partido ou de uma mesma coligação. A empresa AIXMOBIL aparece como doadora de R$ 455,00 para Paim e recebedora de R$ 171,17 de Nespolo, valores pequenos e compatíveis com ressarcimento ou prestação de serviço. O valor mais alto (R$ 100.000,00) é uma despesa de Paim para a campanha de Rossetto, o que pode ser repasse de sobra ou apoio dentro do mesmo grupo político. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 55.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, há transações cruzadas em anos distintos (2018, 2020, 2024) com valores que não fecham um padrão claro de ressarcimento ou devolução. O fato de Maria do Rosário pagar uma despesa de R$ 35.000 a Miguel Soldatelli Rossetto, que depois doa R$ 12.000 a Anita Dória (PT), que por sua vez doa a Tarcísio Zimmermann (PDT), que paga despesa a Marcela Cunha Trindade, que doa a Maria do Rosário, forma um loop com atores de partidos distintos e sem justificativa aparente nos dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 114.524,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 45,50 a R$ 100.000,00) e entidades de partidos diferentes (PT, PDT) e uma empresa, o que dificulta uma explicação única por coligação. Por outro lado, há elos claros entre campanhas do PT no RS (Anita e Paulo Paim) e um pagamento de Paulo Paim à campanha de Miguel Rossetto, que pode ser repasse partidário ou despesa compartilhada. O elo Tarcísio Zimmermann (PDT) → AIXMOBIL → Paulo Paim (PT) é o mais frágil, mas os valores são pequenos e podem ser ressarcimento ou serviço. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a mistura de partidos e a circularidade justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.933,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há elos partidários (PT) entre Anita e Claudir, mas Tarcísio é do PDT e a empresa Aixmobil não tem vínculo partidário declarado. O fluxo não é um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e os valores não destoam de doações e despesas típicas de campanha, dificultando apontar um fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.120,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.120,62, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm vínculos partidários (PT-RS) e valores modestos, compatíveis com movimentação rotineira de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.569,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000 de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto) não fecha o loop diretamente, e as demais somam valores pequenos (R$ 455, R$ 5.000, R$ 114,62). As entidades incluem dois políticos do PT/RS e uma empresa, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços, mas a ausência de detalhes sobre a natureza dos pagamentos e a participação de Miguel Rossetto (não listado como entidade) impedem uma conclusão clara. Não há um fato único e gritante que justifique priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.978,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa, mas as transações não formam um loop direto e fechado: há um elo intermediário (MIGUEL SOLDATELLI ROSSETTO) que não aparece como entidade listada e cujas relações não são detalhadas. Os valores são modestos (R$ 26.978,62 no total) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Sem saber se há vínculo partidário/coligação entre todos os envolvidos ou a natureza dos serviços prestados, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósR$ 49.370,62
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 39.577,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 (Vinicius de Lara Ribas e Elvino Jose Bohn Gass) e uma empresa (AIXMOBIL) que doou para Bohn Gass e recebeu despesa de Vinicius. A maior transação é uma despesa de R$ 35.000 de Bohn Gass para Miguel Soldatelli Rossetto, que por sua vez doou R$ 2.000 para Vinicius, indicando repasse dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação entre aliados, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os valores e anos apresentados: há doações e despesas entre PT e aliados (João Edegar Pretto, Miguel Rossetto) em anos distintos, sem que o dinheiro retorne de forma clara ao ponto de partida. Os valores são modestos (R$ 44.392 no total) e compatíveis com movimentação típica de campanhas do mesmo campo político no RS. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de alianças partidárias, mas também não se pode afirmar que seja totalmente explicável sem checar a cadeia completa.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Stela Farias Lopes e João Edegar Pretto), o que é compatível com movimentação financeira entre aliados da mesma coligação/partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 59.392 no total), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O fluxo pode ser explicado por doações e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político, sem um fato concreto que fuja do padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 46.125,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018 (Paola Loureiro Carvalho e Elvino José Bohn Gass) e a empresa AIXMOBIL, que doou para Bohn Gass e recebeu pagamentos de Paola. A maior transação é uma despesa de R$ 35.000 de Bohn Gass para a campanha de Miguel Rossetto, que por sua vez doou para Paola — valores compatíveis com repasses entre aliados da mesma coligação. O fluxo fecha um ciclo, mas os montantes são modestos e as conexões partidárias/eleitorais explicam a movimentação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 54.142,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Paola Loureiro Carvalho, Antonio Valdeci Oliveira de Oliveira e Elvino Jose Bohn Gass) e outros nomes também ligados ao partido no estado, como João Edegar Pretto e Miguel Soldatelli Rossetto. As transações são de baixo valor (R$ 250 a R$ 35.000) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O padrão é compatível com doações e despesas rotineiras entre aliados da mesma coligação/partido, sem indício de anormalidade que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.601,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e REDE) e valores de ordens de grandeza distintas (R$ 2.514, R$ 5.000, R$ 35.000 e R$ 87,30), sem que se identifique um elo partidário ou coligação comum que explique a cadeia. A maior transação (R$ 35.000 de Bohn Gass para Miguel Rossetto) não é claramente uma doação eleitoral, podendo ser despesa de campanha ou repasse, o que quebra a lógica de 'doação circular'. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como empresa doando milhões e recebendo quase o mesmo de volta), mas também não há padrão legítimo evidente que explique o loop inteiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 150.096,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Paulo Paim e Elvino Bohn Gass) e uma empresa, com valores muito díspares: R$ 112.500 de doação a Paim, R$ 35.000 de despesa de Bohn Gass a Miguel Rossetto, R$ 2.514 de doação da AIXMOBIL a Bohn Gass e R$ 82,37 de despesa de Paim à AIXMOBIL. As conexões partidárias e a proximidade temporal (2018) oferecem explicação plausível para parte do fluxo, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a assimetria extrema dos valores (R$ 82,37 vs. R$ 112.500) não permitem afirmar que é rotineiro nem que é claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza da AIXMOBIL e sobre a relação entre as campanhas para decidir.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (José Sidney Nunes de Almeida e Elvino José Bohn Gass) e pessoas físicas que também aparecem como doadoras ou fornecedoras, o que é compatível com uma rede de aliados partidários. As transações são de valores modestos (R$ 5 mil a R$ 35 mil) e distribuídas ao longo de 2018 e 2022, sem um padrão de devolução exata ou de enriquecimento ilícito evidente. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que fuja do rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 44.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass e Luis Fernando Schmidt) e pessoas físicas, com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 35.000) e todos no mesmo ano de 2018. As transações são compatíveis com doações e despesas de campanha entre aliados do mesmo partido, incluindo possível ressarcimento ou pagamento a fornecedor/prestador de serviços. Não há indício de empresa grande devolvendo valor milionário nem de fornecedor fora do ramo, e o montante total (R$ 44 mil) é baixo para o padrão eleitoral.