Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 (Elvino Bohn Gass e Claudir Nespolo) e duas empresas, com valores que não são absurdos nem idênticos entre si. As transações podem ser explicadas por repasses dentro da mesma coligação, despesas de campanha com fornecedores ou ressarcimentos, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há evidência de que o dinheiro retorne ao ponto de origem em montante equivalente ou que o fornecedor atue em ramo incompatível, então não há elemento concreto que force uma checagem prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 51,5 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e misturam doações e despesas de campanhas diferentes. Há vínculos partidários parciais (PT e PDT no RS), porém a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo pagamento, e o elo MIGUEL SOLDATELLI ROSSETTO não tem partido/cargo informado. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação eleitoral comum, sem um fato isolado que destoe claramente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 51.800, mas os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo ano. Há vínculos partidários parciais (PT/RS entre Bohn Gass, Anita e Joracir), o que permite explicar parte do fluxo como circulação dentro de um mesmo campo político, mas a presença de uma empresa sem nome e de um prefeito do PDT impede uma leitura totalmente automática. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Elvino Bohn Gass e Édio Vogel), além de Clairton Rodrigues da Fé e João Edegar Pretto, que também aparecem como doadores ou destinatários ligados ao partido. As transações são de baixo valor (R$ 19 mil no total), distribuídas ao longo de vários anos (2018 a 2024), e incluem doações e despesas típicas de campanha, como repasse para candidatura majoritária. O padrão é compatível com movimentação financeira entre aliados da mesma coligação/partido, sem valores atípicos ou fornecedores fora do contexto político.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,3 mil no total) e entidades majoritariamente do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou despesas entre aliados. Porém, a cadeia inclui uma empresa (AIXMOBIL) e uma pessoa sem partido identificado (CLAIRTON RODRIGUES DA FE), e o elo de volta à campanha inicial depende de uma despesa de apenas R$ 47,26 paga por NESTOR SCHWERTNER à AIXMOBIL, o que não fecha um ciclo financeiro relevante. Os fatos não são suficientes para afirmar padrão rotineiro nem para apontar um indício forte que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações podem refletir ressarcimentos ou doações entre aliados políticos locais no RS. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 800 a R$ 180.000) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos. A maior transação (R$ 180.000) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022, o que é compatível com apoio financeiro dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor com ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e duas pessoas físicas (Miguel Soldatelli Rossetto e João Edegar Pretto), com valores que giram entre R$ 5 mil e R$ 201 mil. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e podem refletir doações e despesas de campanha dentro de um mesmo campo político, sem que os dados fornecidos permitam afirmar que há um loop fechado no mesmo período ou entre entidades sem relação partidária. Não há elemento concreto que destoe do padrão de financiamento entre aliados, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Paulo Pimenta) e dois comitês eleitorais do mesmo campo político (João Edegar Pretto, também PT/RS). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com repasses entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O padrão é explicável por articulação partidária e não há indício concreto que exija checagem prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul e uma empresa, com valores que variam de R$ 27,54 a R$ 180.000,00. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e podem ser explicadas por doações partidárias, repasses internos de campanha ou despesas de campanha, comuns em coligações. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um valor de ordem de grandeza muito superior ou um fornecedor de ramo completamente alheio.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas sem nome identificado, com transações de anos diferentes (2018 e 2022). As doações entre candidatos da mesma coligação e o repasse de comitê (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) são padrões comuns e legítimos. O valor total de R$ 265 mil não é uma ordem de grandeza absurda, e não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, como fornecedor de ramo incompatível ou preço muito acima do mercado.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 2.514, R$ 4.392, R$ 69,80 e R$ 180.000). A maior transação (R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) não tem contrapartida direta no ciclo, e as demais são de baixo valor. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 800 a R$ 180.000) e entidades de partidos diferentes (PT e PDT), mas todas do RS e com anos de atividade política sobrepostos. A maior transação é uma despesa de R$ 180.000 de ELVINO JOSE BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO, que não aparece como entidade listada, e as demais são doações de valores baixos. Sem saber a natureza dos serviços ou a relação entre as pessoas, não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão de alianças locais ou ressarcimentos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e uma doação de campanha eleitoral (João Edegar Pretto, também do PT) em 2022, o que é compatível com movimentação dentro do mesmo campo político. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos, exceto o repasse de R$ 180 mil de Bohn Gass para a campanha de Pretto, que é uma doação eleitoral típica. A empresa Aixmobil aparece tanto doando quanto recebendo pequeno valor, mas sem indicar ciclo fechado no mesmo ano ou entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: R$ 180.000,00 de ELVINO JOSE BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO (2022) contra R$ 2.514,00 de doação da AIXMOBIL para ELVINO (2018) e R$ 39,30 de despesa de ASSIS FLAVIO para AIXMOBIL (2018). As transações ocorrem em anos distintos e as entidades têm partidos diferentes (PT e PC do B), mas há conexão indireta via João Edegar Pretto, que doou a Assis Flávio em 2022. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um que claramente destoe do padrão de movimentação entre aliados, então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e comitês do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Elvino Bohn Gass e João Edegar Pretto), todos da mesma federação partidária, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 12,3 mil no total) e as transações ocorrem em 2018 e 2022, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. A presença de Cristiana Mathias como intermediária não é detalhada, mas pode ser uma fornecedora ou tesoureira, o que explicaria o fluxo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: as pontas (JOÃO EDEGAR PRETTO, ANA LUCIA FAGUNDES BITENCOURT DE OLIVEIRA) não aparecem como destinatárias finais do dinheiro que supostamente retorna. As entidades nomeadas são todas do PT/RS em 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha, mas os valores e a direção das despesas (ex.: R$ 37.000 de Maria Eunice para 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC') não permitem confirmar se há retorno à origem. Faltam dados para dizer se é coincidência de coligação ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um loop fechado de retorno do mesmo montante. As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas as transações listadas não mostram uma devolução direta do dinheiro ao ponto de origem. Faltam elementos concretos que sugiram um padrão anômalo ou, ao contrário, uma explicação simples e legítima.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 71 mil no total). Três dos quatro agentes políticos são do PT do RS, o que pode indicar uma rede partidária legítima, mas a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo, e há um salto de valor entre as transações de 2018 e as de 2022/2024. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de ciclo fechado com anos diferentes e a presença de uma empresa no meio impede uma explicação simples imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 108.992,00, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto entre as mesmas pessoas: há doações de terceiros (João Edegar Pretto, Basílio Silva Junior) e despesas para comitês/fornecedores, com anos diferentes (2022 e 2024). Os valores são modestos e as entidades compartilham o mesmo partido (PT/RS), o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Bohn Gass e Pimenta) e valores modestos (R$ 58,5 mil no total), compatíveis com despesas de campanha e doações entre aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, o que enfraquece a leitura de 'loop' suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, o que é compatível com repasses internos de coligação ou ressarcimentos entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.028,92 no total) e as transações têm contrapartidas típicas de campanha, como doações e despesas com fornecedores. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou empresa recebendo de volta quantia milionária. O loop, embora fechado, é explicável por movimentação dentro do mesmo grupo político.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22,2 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três dos quatro políticos são do PT/RS, o que poderia explicar parte das conexões como rede partidária, mas a empresa AIXMOBIL e a campanha de Antonio Valdeci (sem partido informado) não têm vínculo claro com esse grupo. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Marcel Frison) e um terceiro nome (João Edegar Pretto) que aparece como doador de Bohn Gass e como destino de despesa de Frison, todos no mesmo campo político-partidário. As transações são de baixo valor (R$ 10,9 mil no total) e se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop fechado e imediato. O padrão é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com estrutura partidária, sem nenhum fato que destoe do ramo ou da ordem de grandeza.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.650,00, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Há dois candidatos do PP (HELIO e TELMO) e um do PL (TITO), sem coligação explícita, mas as quantias são baixas e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18.150,00, mas as transações são de anos diferentes (2020, 2022, 2024) e valores baixos. Há vínculos partidários parciais (PP entre Helio, Telmo e Camila; PL de Tito), porém Tito é de outro partido e não há coligação explícita. As transações parecem doações e despesas ordinárias de campanha, sem um fato concreto que destoe (valores, fornecedor ou ciclo fechado no mesmo ano).
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, PRD, PL) e valores baixos (R$ 14.650 no total), com transações de R$ 100 a R$ 13.200. As conexões podem ser explicadas por relações pessoais ou repasses dentro de uma mesma coligação municipal, mas a ausência de vínculo partidário explícito entre todos os elos impede uma conclusão simples. Não há valor de ordem de grandeza acima do resto nem fornecedor com ramo incompatível que justifique priorização imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PP) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum em coligações e redes de aliados. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), com valores moderados (R$ 400 a R$ 8.914), sem um salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe claramente de uma explicação rotineira, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de curto prazo. As entidades nomeadas são todas do PP/RS, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação). Sem mais contexto sobre os sem nome, não dá para dizer se é rotineiro ou estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e valores modestos (R$ 16.139 no total), com transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, não num intervalo curto. As duas entidades identificadas são de partidos diferentes (MDB e PSDB) e cargos distintos, mas ambas do RS, o que não permite afirmar coordenação nem descartá-la. Os valores são próximos entre si (R$ 5.000, R$ 2.500, R$ 4.939 e R$ 3.700), sem salto de ordem de grandeza que chame atenção. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não há vínculo partidário/coligação explícito que explique o loop de forma simples.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas aparecem como entidades políticas (MDB e PSDB, partidos diferentes). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 2.800 a R$ 5.000), compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que se trata de mera coincidência entre campanhas sem vínculo partidário declarado.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de 2018 de partidos diferentes (PSDB e PSB), mas os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha. A maior transação (R$ 50.000 de Alckmin para Eduardo Leite) pode ser repasse entre aliados ou despesa de campanha, e a doação de Eduardo Leite a Gilberto Cezar (R$ 6.000) é pequena. A empresa AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas o valor pago (R$ 53,92) é irrisório, sugerindo mera coincidência ou ajuste contábil.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PTB) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 9.620,00 paga por Lucas Bello Redecker (PSD) a Otavio Dorgel Lenhardt da Silva (PTB), valor quase 90 vezes maior que a doação de R$ 1.000,00 que Otavio fez a Gilberto Cezar (PSDB) e que a despesa de R$ 53,92 de Gilberto à AIXMobil. Essa assimetria de ordens de grandeza dentro de um ciclo curto e fechado entre pessoas sem partido comum justifica uma checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13.253,92 no total) e entidades de uma mesma região (RS), com dois candidatos do PSDB e um do PSD, partidos que costumam estar na mesma coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre aliados políticos, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar vínculos e contratos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PP, PSB) e valores baixos (R$ 29,7 mil no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 25,9 mil de Hugo para Taua em 2018) é uma doação entre candidatos de partidos distintos, o que não é incomum em eleições municipais no RS. Não há um fato agudo que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado), mas também não há explicação simples e clara para o encadeamento exato. Fica no meio: vale checagem se houver outros sinais, mas isoladamente não é bizarro.