Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades da mesma coligação/partido (PL-RS) e o candidato majoritário Onyx Lorenzoni, com valores compatíveis com repasses internos de campanha. A maior transação (R$ 100.000 de Neiva para a campanha de Onyx) é uma despesa de campanha, e as demais são doações de direção partidária ou do candidato a aliados, padrão comum em eleições proporcionais. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique alerta.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e o diretório municipal do PTB em Porto Alegre, com valores modestos (R$ 79 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e despesas de campanha. As entidades compartilham o mesmo partido (PODE) ou o diretório municipal, o que é um padrão comum em coligações e repasses internos. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários ou fornecedor fora do ramo; os montantes são compatíveis com movimentação de campanha de vereador/deputado estadual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PODE-RS) e o diretório municipal do PTB de Porto Alegre, o que mistura legendas diferentes. As transações são de 2020 e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 55.319), compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação), mas a presença de partidos distintos no mesmo ciclo impede descartar de imediato como coincidência de coligação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 52,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam partidos distintos (PODE, PTB) e uma direção municipal do PTB. Há um repasse de direção partidária para um candidato (R$ 34,5 mil), o que é um padrão legítimo, e as demais transações são de valores baixos e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato único e gritante que fuja do razoável, mas a combinação de elos partidários cruzados e o fechamento do ciclo em anos distintos impede uma explicação simples e imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (PODE) no RS, o que torna plausível que sejam repasses internos ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. O diretório metropolitano do PTB aparece como entidade, mas não há transação direta dele no JSON, e os valores são modestos (R$ 84 mil no total). Não há um fato concreto que destoe (fornecedor sem relação, valor muito acima do padrão, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 53 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Giovane e Maurício são ambos do PODE/RS, e o diretório municipal do PTB aparece como intermediário. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias parciais (PODE, MDB, PTB) e a maioria das movimentações parece ser de direções partidárias para candidatos ou despesas de campanha, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo partido (PODE/RS) e inclui repasses de direção partidária a candidatos, padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 25,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do esperado para movimentações dentro de uma mesma estrutura partidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (PODE/RS) e uma direção municipal do PTB, o que é compatível com repasses internos de coligação ou devoluções. Os valores são modestos (R$ 45,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto — como fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza superior ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário — que justifique priorizar checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 100 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias parciais (PODE, PTB) e a direção municipal do PTB aparece como intermediária, o que pode ser repasse partidário rotineiro. Não há um fato único e concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do mesmo partido (PODE) no Rio Grande do Sul, além do diretório metropolitano do PTB, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 27,4 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal ou montante atípico. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza superior ao restante da cadeia. O loop pode ser explicado por movimentação rotineira de campanhas da mesma base política.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores modestos (R$ 500 a R$ 10.000), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado de curto prazo. Há vínculos partidários parciais (PODE entre Maurício e Evandro) e possíveis relações pessoais (Isabel/Lucas), mas os fatos não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem. Faltam dados sobre a natureza dos pagamentos e a conexão entre todos os elos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33.880,00, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto entre as mesmas pessoas: há elos com nomes que não aparecem como entidades (NILO INACIO PEIXOTO FILHO, LUCAS MATHEUS MADSEN HANISCH) e valores/anos dispersos (2018 a 2024). Parte das conexões é plausível por proximidade partidária (PODE/RS entre Maurício e Evandro) e por despesas de campanha a fornecedores, mas a ausência de detalhamento sobre os elos sem nome e sobre a natureza dos pagamentos impede afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PT, PTB) e valores que variam de R$ 500 a R$ 34.547,12, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e incluem tanto doações entre candidatos quanto repasses de diretório partidário, o que é comum em campanhas. Não há um fato único que destoe drasticamente, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PODE no RS e um diretório municipal do PTB, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 500 a R$ 1.950) e repasses do diretório partidário para candidata (R$ 55 mil). O elo mais alto é uma despesa de R$ 21 mil de um candidato do PT ao diretório do PTB, o que pode ser repasse/coligação ou ressarcimento, não um retorno do dinheiro ao doador original. Não há um único fato que destoe de padrões comuns de movimentação partidária, então não justifica priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 60.450 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: dois dos três candidatos são do PODE/RS e o diretório municipal do PT em Porto Alegre aparece como intermediário. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto — como valores de ordem de grandeza superior, fornecedor fora do ramo ou ciclo fechado entre pessoas sem partido em comum — que justifique priorização manual imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PT, MDB) e um diretório municipal do PTB, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 33,9 mil no total), as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há um diretório partidário no meio da cadeia, o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias: três entidades são do PODE (MAURICIO, CIRILO, LEANDRO) e uma é do PT (JOSE ALBERTO), além do diretório municipal do PTB. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação).
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias claras: três entidades são do PODE e uma é do PT, e o diretório municipal do PT aparece como intermediário. Sem valores atípicos ou fornecedores fora de contexto, não há um fato concreto que destoe de um padrão de movimentação entre campanhas aliadas ou repasses partidários.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PT, PTB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 107 mil no total) e há um elo claro com o diretório municipal do PTB de Porto Alegre, que pode explicar repasses internos. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas), mas a mistura de legendas e a direção do fluxo impedem descartar como rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e há participação de um diretório partidário (PT) no meio da cadeia, o que quebra a ideia de um loop fechado e imediato. As quantias são modestas e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais no RS. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a motivação dos repasses.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14,8 mil no total) e entidades que compartilham partidos/coligação no mesmo município e ano (2020): Clayton (CIDADANIA) doou a Oliane (PSDB), Oliane pagou despesa à direção municipal, e Valmor (CIDADANIA) pagou despesa a Clayton. A maior parte do volume (R$ 13,7 mil) vem de doação da própria direção municipal a Valmor, padrão comum de repasse partidário. O loop pode ser explicado por movimentação entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos internos, sem fato concreto que destoe (valor, ramo ou ciclo fechado entre desconhecidos).
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações e despesas entre direção estadual e candidatos do próprio partido. Os valores são modestos (R$ 14.449 no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que é compatível com movimentação rotineira de recursos partidários, como repasses e ressarcimentos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o partido, nem valores discrepantes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 39.684 no total) e entidades que compartilham campos políticos no Rio Grande do Sul: PC do B e PSOL, partidos que frequentemente atuam em coligações ou frentes comuns. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 59,7 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PC do B e PSOL), mas há conexões partidárias plausíveis: Paulete Souto e Juliano Roso são ambos do PC do B, e a Direção Estadual/Distrital do PC do B aparece como intermediária. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 27,9 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024). As setas são compatíveis com repasses partidários a candidatos, despesas de campanha e devoluções/ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Não há fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza destoante, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e o loop envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos devolvendo ou transferindo valores entre si. Os valores são modestos (R$ 10 a R$ 13 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), compatíveis com movimentações rotineiras de campanha, como doações internas, ressarcimentos ou sobras. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor muito acima do padrão ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e o loop envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas entre si — padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 29,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem ciclo curto e fechado. Não há fornecedor estranho ao ramo nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, incluindo a direção estadual repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 7.500, R$ 1.670) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento imediato que sugira devolução de recursos. A maior transação (R$ 417.886,75) é uma doação da direção estadual para um candidato, típica de repasse partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PC do B no RS (Paulete, Ramão e Juliano) e uma do PT (Ana Ines), partidos que integravam a coligação que apoiou Edegar Pretto ao governo do RS em 2022. As transações são de baixo valor (R$ 100 a R$ 7.500) e incluem doações e despesas típicas de campanha, como repasses para a campanha majoritária. O fluxo aparente é compatível com repasses internos de uma mesma coligação, sem valores atípicos ou fornecedores fora de contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas do mesmo partido (PC do B) no RS, o que é um padrão comum de movimentação entre aliados. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores não formam um ciclo fechado no mesmo período, dificultando caracterizar um loop claro. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e o loop envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas à direção — padrão comum de movimentação partidária. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 7.000 de Juliano Roso para Alex Necker) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e não há indício de empresa doadora recebendo de volta. Não há fato concreto que fuja do padrão de repasses internos de partido.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 36.329 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: PC do B (Juliano Roso, Alex Necker e a direção estadual) e PSOL (Manuela D'Ávila), partidos que frequentemente atuam em coligações no RS. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 56,3 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PC do B e PSOL), mas há conexões partidárias indiretas: Juliano Roso e Alex Necker são ambos do PC do B/RS, e Manuela D'Ávila (PSOL) aparece recebendo doação da direção estadual e pagando despesa a Jorge Vinicius, que doou a Juliano Roso. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), mas também não é um padrão claramente rotineiro de mesma coligação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no RS, com valores baixos (R$ 24.589 no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, despesas de campanha e ressarcimentos internos de uma mesma coligação, sem indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao meio político. O fato de o dinheiro retornar à cadeia após passar por vários anos e pessoas do mesmo partido é mais compatível com circulação interna de recursos do que com um esquema fechado e suspeito.
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações e despesas entre direção estadual e candidatos, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 10 a R$ 13.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem ciclo curto e fechado. O loop pode ser explicado por repasses partidários e ressarcimentos dentro da mesma coligação, não havendo indício de anomalia grave.
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e a movimentação envolve doações da direção estadual para candidatos e despesas entre campanhas aliadas. O ciclo envolve valores modestos (R$ 26.424 no total) e transações em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e acertos internos. Não há indício de fornecedor sem relação, valor fora de escala ou empresa devolvendo montante expressivo.