severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 434.951,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PC do B no RS, o que é compatível com repasses internos partidários e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma coligação, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas do mesmo partido (PC do B) no RS, e valores modestos (R$ 12 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar os vínculos entre ELIANA SARDI BORTOLON e os demais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PC do B) e atuam no RS, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 7.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário-eleitoral comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.251,50
IA · deepseek-flash Todas as quatro entidades são do mesmo partido (PC do B) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum em ciclos de doações e despesas entre candidatos de uma mesma coligação. Os valores são relativamente baixos (R$ 18,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do padrão; o fluxo pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.128,50
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PC do B do Rio Grande do Sul, com cargos municipais/estaduais, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as setas envolvem tanto doações quanto despesas, padrão comum em ciclos de apoio mútuo dentro do mesmo partido. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 103.086,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no RS, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações somam R$ 103 mil, mas a maior parte é a doação da direção estadual a Juliano Roso (R$ 93,4 mil), que é o fluxo normal de recursos do partido para candidatos. O restante são valores pequenos (R$ 7,3 mil, R$ 2,3 mil e R$ 145) que podem ser ressarcimentos ou pagamentos entre aliados, sem indício de anormalidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.793,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 22,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.972,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 28,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As maiores quantias são repasses da direção estadual ao candidato Moreno Barrios (R$ 18,6 mil em 8 parcelas), padrão típico de apoio partidário, e uma despesa de Juliano Roso a Pedro Mandelli (R$ 7,2 mil). Não há fornecedor estranho ao ramo, valor de ordem de grandeza destoante, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário — o que torna o loop explicável por movimentação interna de campanhas da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.570,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas do mesmo partido (PC do B) e do mesmo estado (RS), o que é compatível com movimentação entre aliados políticos. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e os valores são modestos (R$ 11.570 no total). Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre as partes e a natureza dos gastos.
severidade média4 nósR$ 95.638,00
severidade média5 nósR$ 15.345,00
severidade média5 nósR$ 21.524,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 183.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que frequentemente atuam em coligações, e inclui uma doação de uma campanha majoritária (João Edegar Pretto) para um candidato a deputado estadual, o que é padrão legítimo de repasse dentro de coligação. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 180.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.784,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 43.784 no total) e entidades que compartilham campos políticos no Rio Grande do Sul (PC do B, PSOL), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósR$ 49.184,00
severidade média5 nósR$ 69.159,75
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul, com doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). Os valores são modestos (R$ 3.250, R$ 4.392, R$ 1.000, R$ 3.500, R$ 6.000) e as transações podem ser explicadas por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre correligionários. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 276.076,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com um padrão de doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3.250 a R$ 201.576) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos societários das empresas sem nome.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.492,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e o fluxo de recursos entre candidatos do mesmo partido/coligação é um padrão comum e legítimo. O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.492 no total) e inclui uma despesa de campanha para 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR', que é um gasto típico de campanha, não um retorno disfarçado. A presença de uma empresa sem nome como intermediária é o único ponto que merece nota, mas não há indício de quebra do padrão partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 78.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas entidades sem nome identificado, com valores modestos (R$ 78,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações e despesas entre candidatos da mesma federação/partido e para comitês eleitorais (João Edegar Pretto) são padrões comuns em campanhas no RS. Não há um fato isolado que destoe claramente — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível —, mas a ausência de nomes das empresas e a mistura de anos eleitorais diferentes impedem uma explicação simples e automática.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse a uma campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto, governador em 2022) são padrões comuns de movimentação partidária. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho nem valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.746,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,7 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (PT/PDT), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação de R$ 6 mil de Tarcísio Zimmermann (PDT) à AIXMOBIL em 2018 e a doação de R$ 1.285 da AIXMOBIL a Henrique Fontana (PT) no mesmo ano são de partidos diferentes, mas valores baixos e sem relação temporal clara com o restante. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.724,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Henrique Fontana Junior e Jose Sidney Nunes de Almeida), além de uma empresa e uma campanha majoritária do mesmo campo (João Edegar Pretto, PT). As transações são de valores modestos e compatíveis com repasses entre aliados, doações de empresa ao partido/candidatos e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por coincidência dentro da mesma rede política ou por ressarcimentos, não havendo um fato isolado que destoe do padrão.
severidade média5 nósR$ 18.114,50
severidade média5 nósR$ 14.918,25
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses e doações entre aliados de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 17,1 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo montante expressivo. O padrão é explicável por movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.791,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. Os valores são modestos (R$ 12,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022 e 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Fontana, Bohn Gass, Sidney e João Edegar Pretto), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. Os valores são modestos (R$ 78,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O pagamento de R$ 35 mil de Bohn Gass a Miguel Rossetto pode ser despesa de campanha ou ressarcimento, e a doação de R$ 32,5 mil de Rossetto a Fontana é compatível com apoio entre correligionários. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. As transações podem ser explicadas por repasses internos do partido, devoluções de sobra ou apoio mútuo entre candidatos da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 406.521,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer) e pessoas físicas/empresas ligadas a eles, com valores modestos e transações em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). As doações e despesas podem ser explicadas por alianças partidárias, ressarcimentos de campanha ou repasses internos do partido, sem um fato concreto que fuja do padrão político-eleitoral comum. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível ou valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.937,53
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses e doações entre correligionários do mesmo partido. O valor total de R$ 142,9 mil é modesto e distribuído em várias operações, sem nenhuma transação de ordem de grandeza discrepante. O ciclo fechado pode ser explicado por doações cruzadas dentro da mesma coligação/partido, não havendo indício de fornecedor fora do ramo ou de retorno de valor milionário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Paulo Pimenta, Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer) e comitês de campanha do mesmo partido no estado, o que é um padrão comum de repasses e doações entre aliados de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3,5 mil a R$ 128,9 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível. O loop parece refletir a malha de doações e despesas compartilhadas entre campanhas petistas gaúchas.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 143.837,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, incluindo doações entre candidatos da mesma chapa e despesas para a campanha majoritária de João Edegar Pretto. Os valores são compatíveis com repasses internos de campanha e não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por doações cruzadas dentro do mesmo grupo político, sem fato concreto que fuja do padrão eleitoral comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 143.192,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PDT no RS em anos distintos (2018 e 2022), sem coligação comum evidente, mas as transações são de naturezas variadas (doação, despesa) e valores heterogêneos. A maior transação (R$ 128.900,00) é uma despesa de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente, e a doação de Henrique Fontana a Alexandre Lindenmeyer (R$ 8.545,53) é plausível entre correligionários do PT. Não há um fato único que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos diferentes e a intermediação de empresas sem clara relação partidária impede uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 143.169,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Alexandre Lindenmeyer e Nestor Schwertner) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, todos do mesmo campo político. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e repasses para campanha majoritária, sem indício de empresa doando milhões e recebendo de volta. A AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa de campanha, o que é comum no setor de serviços e não configura, por si só, anomalia. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 143.237,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Lindenmeyer) e uma empresa (Aixmobil), o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, exceto a despesa de R$ 128.900,00 de Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a menção a uma entidade sem nome mantêm a dúvida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Lindenmeyer) e pessoas físicas ligadas ao partido, como João Edegar Pretto (candidato a governador em 2022) e Miguel Soldatelli Rossetto. As transações são de baixo valor, distribuídas em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), e podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação, ressarcimentos de campanha ou repasses internos do partido. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 139.149,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 39,30 a R$ 128.900,00) e entidades de naturezas diferentes, o que dificulta uma leitura única. Há vínculos partidários e de coligação entre os agentes (PT, PC do B, campanha de João Edegar Pretto), o que oferece uma explicação plausível para parte das movimentações. Por outro lado, a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo recursos de campanhas, e o elo final sem nome identificado impede fechar a cadeia com clareza. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 133.066,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 111,49, R$ 455,00, R$ 32.500,00 e R$ 100.000,00) e entidades com naturezas distintas, incluindo uma empresa sem nome identificado e outra de serviços/participações. Há vínculos partidários claros (PT-RS) entre os dois políticos, o que poderia explicar parte das movimentações como repasses ou despesas de campanha, mas a presença de uma empresa de participações no meio do ciclo e a ausência de detalhamento sobre a natureza dos serviços prestados impedem uma conclusão segura. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que se trata de padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.475,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa, com valores que não são absurdamente altos nem desproporcionais. As transações podem ser explicadas por doações e despesas dentro de uma mesma rede política, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a existência de um doador individual (Miguel Soldatelli Rossetto) que não aparece como entidade no loop dificultam uma explicação simples. Não há um fato isolado que seja claramente inexplicável, mas também não é um padrão trivial.
severidade média5 nósR$ 10.615,99
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.368,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma empresa, com valores modestos (R$ 14,4 mil no total) e transações que se estendem por 2018 e 2022. As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse para uma campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto) são padrões comuns de coordenação de campanha. O valor pago pela campanha de Henrique Fontana à AIXMobil (R$ 111,49) é irrisório e pode ser um reembolso ou serviço de pequeno porte, sem indício de desproporção. Não há um fato concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral típico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 70.125,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS em 2018 e valores que, embora formem um loop, têm magnitudes muito diferentes: R$ 35.000 de despesa de Bohn Gass a Miguel Rossetto, R$ 32.500 de doação de Rossetto a Fontana, R$ 2.514 de doação da AIXMOBIL a Bohn Gass e R$ 111,49 de despesa de Fontana à AIXMOBIL. A presença de Miguel Rossetto (também quadro histórico do PT/RS) como intermediário e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas do ciclo não permitem afirmar que seja um padrão rotineiro de mesma coligação, mas também não há um fato isolado que destoe claramente do esperado. Falta informação sobre vínculo societário da AIXMOBIL e sobre a natureza dos serviços prestados para decidir se o loop é mera coincidência ou merece checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.017,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT/RS e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. A maior transação (R$ 180 mil de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha em 2022, não fechando o loop diretamente com a empresa. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.770,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT do RS (Bohn Gass, Fontana, Lindenmeyer) e uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, também PT) em 2022, o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa Aixmobil aparece como doadora e recebedora de despesa de campanha, mas os valores são pequenos (R$ 2.514 e R$ 111,49) e podem ser ressarcimento ou prestação de serviço. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 180.000 de Bohn Gass para João Edegar Pretto, mas isso é uma doação de campanha a governador, não um retorno direto à cadeia. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de movimentação partidária, mas o ciclo fechado entre os mesmos atores merece uma olhada humana para confirmar a natureza dos repasses.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 141.792,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 128.900,00 de Alexandre Lindenmeyer para o comitê de João Edegar Pretto, valor que não destoa de custos de campanha majoritária. Não há fornecedor externo sem relação partidária nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média4 nósR$ 10.026,25
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.399,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS e uma empresa, mas os valores são muito desiguais: a maior transação (R$ 35.000 de Henrique Fontana para Miguel Rossetto) não fecha o loop com os R$ 1.285 recebidos da AIXMOBIL. As entidades compartilham partido e provavelmente coligação, o que dá uma explicação simples para doações cruzadas, mas a presença de uma empresa de serviços no meio de um ciclo entre políticos e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas impedem cravar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 226.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Leonel Matias) e comitês/empresas ligadas ao mesmo campo político, com valores compatíveis entre si (R$ 2 mil a R$ 180 mil). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre aliados e despesas com fornecedores, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 230.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Lindenmeyer, Fontana Junior) e comitês do próprio partido (João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza variadas, sem um retorno exato de valor entre as mesmas partes. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.