severidade média4 nósIA: plausívelR$ 38.348,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no RS em 2018 (Vinicius de Lara Ribas e Henrique Fontana Junior) e uma empresa, AIXMOBIL, que aparece como doadora e também como fornecedora de despesa de campanha. A maior transação (R$ 35.000 de Fontana Junior para Miguel Soldatelli Rossetto) é uma despesa de campanha, não uma doação de volta ao ponto de origem, e o valor que retorna à cadeia é pequeno (R$ 6.375). O padrão é compatível com circulação de recursos dentro do mesmo grupo político/coligação, sem um fato que destoe claramente.
severidade média5 nósR$ 52.100,00
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 46.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em eleições de 2018 e 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com candidatos majoritários da mesma chapa. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 50 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de dois ciclos eleitorais, sem concentração temporal ou valor atípico. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 61.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Stela Beatriz Farias Lopes, Henrique Fontana Junior e Leonel Jose Morem Matias) e comitês de campanha do mesmo partido no estado, como o de João Edegar Pretto ao governo em 2022. As transações são de valores modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com doações entre aliados e repasses internos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto ou fornecedor fora do ramo; o padrão é explicável por articulação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 65.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Stela Farias, Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer) e entidades de campanha do mesmo partido, como a candidatura de João Edegar Pretto ao governo em 2022. As transações são de valores moderados (R$ 3.500 a R$ 15.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor milionário nem fornecedor fora do ramo; o padrão é típico de movimentação dentro de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 177.438,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com valores compatíveis com repasses internos de campanha. As transações incluem doações de comitês de governador (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto) para candidatos proporcionais e despesas de candidatos para esses mesmos comitês, padrão comum em coligações. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto nem de fornecedor fora do ramo; os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 134 mil) e explicáveis por ressarcimentos e apoio mútuo dentro do partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 181.191,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em eleições de 2018 e 2022, com valores compatíveis com repasses internos de campanha (R$ 2.000 a R$ 134.046). As transações são doações entre aliados do mesmo partido e despesas pagas a comitês de governador da mesma coligação, padrão comum em campanhas proporcionais que transferem recursos para chapas majoritárias. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.896,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações são de 2018 e há vínculos partidários claros: Paola Loureiro Carvalho e Henrique Fontana Junior são ambos do PT/RS, e a doação inicial vem de uma campanha majoritária do mesmo campo (Miguel Rossetto, PT/RS). Os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha, e a AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser explicado por contratação de serviços de mobilidade. Não há um fato isolado que destoe do padrão de uma mesma coligação, mas a cadeia fechada merece conferência humana para confirmar a legitimidade dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.372,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores pequenos (R$ 41 mil no total) e transações de naturezas distintas (doação, despesa), todas em 2018. Não há um fato concreto que destoe, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível. A conexão entre MARCELO SGARBOSSA (REDE) e HENRIQUE FONTANA JUNIOR (PT) não é explicada pelos dados, mas também não há elemento que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 148.867,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa do mesmo campo político no RS em 2018: Paulo Paim (PT) e Henrique Fontana (PT) receberam doação da campanha de Miguel Rossetto (PT) ao governo do RS, e a AIXMOBIL aparece como doadora de Fontana e fornecedora de Paim. Os valores são modestos e compatíveis com repasses entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora de ramo, então o padrão é explicável por articulação partidária comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Leonel Jose Morem Matias), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O loop pode ser explicado por uma cadeia de doações e pagamentos entre campanhas aliadas, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 56.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Alexandre Duarte Lindenmeyer), além de duas empresas não identificadas. As transações são de valores modestos (R$ 5.000 a R$ 35.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com padrão compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível, nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e campanhas do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 47,7 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. As entidades sem nome são provavelmente comitês eleitorais ou empresas de campanha, e os valores estão dentro do razoável para o contexto. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.445,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis entre si (R$ 575, R$ 300, R$ 4.392, R$ 35.000 e R$ 6.000). As movimentações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor milionário nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 48.956,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 48.956,17, mas o elo que chama atenção é a despesa de R$ 35.000,00 de Henrique Fontana Junior (PT) para Miguel Soldatelli Rossetto, que por sua vez doou R$ 12.500,00 a Claudir Antonio Nespolo (PT), o qual pagou despesa de apenas R$ 171,17 à AIXMOBIL, empresa que doou R$ 1.285,00 a Fontana. Há partido em comum (PT) entre os dois políticos, o que poderia explicar parte do fluxo, mas a assimetria de valores e a presença de uma empresa de mobilidade/serviços no meio de um ciclo de campanha entre correligionários justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.354,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PT entre Anita e Henrique Fontana; PDT de Tarcísio), porém a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo, e o elo inicial (empresa sem nome) não tem identificação. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas também não é possível descartar coincidência ou ressarcimento sem checar os documentos originais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 186.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PT) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum em coligações e repasses internos. As transações são de valores modestos (R$ 1.000 a R$ 4.392) e ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um fechamento rápido ou suspeito. A maior transação (R$ 180.000) é uma despesa de campanha para 'ELEIÇÕES 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO', que não faz parte do ciclo de retorno, e não há indício de que o dinheiro volte ao doador original. Não há fato concreto que destoe do esperado para movimentações entre aliados partidários.
severidade média4 nósR$ 45.000,00
severidade média4 nósR$ 61.880,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas duas delas são pessoas físicas sem partido/cargo informado, e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 10.000) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósR$ 20.152,00
severidade média5 nósR$ 19.752,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.552,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 35.552 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PRD e PL) e não há indício de coligação comum, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. O caso não apresenta um gatilho claro para checagem manual, mas a ausência de informação sobre a relação entre as pessoas e a empresa impede uma classificação como rotineiro.
severidade média4 nósR$ 20.500,00
severidade média4 nósR$ 10.290,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.290,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 11.290 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há sobreposição partidária parcial (PODE entre Celso Kramer e Renato Gollmann), mas também participação de MDB e pessoas sem partido informado, dificultando atribuir a um mesmo grupo. Sem dados sobre vínculos pessoais, coligações ou natureza dos serviços prestados, não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.040,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em 2022 entre quatro pessoas, mas as legendas não são todas coincidentes: Celso Kramer e Renato Gollmann são do PODE, enquanto Silvia Schirrmann é do MDB, e o quarto elo (Renan Romero Konrad Pressler) não aparece como candidato com partido informado. Além disso, o valor que sai de Renato Gollmann para Celso Kramer (R$ 7.000) é uma ordem de grandeza maior que as demais pernas do loop (R$ 1.000 a R$ 4.040), o que chama atenção dentro de uma cadeia tão curta e fechada. Não é prova de irregularidade, mas há um fato concreto — o elo sem partido/coligação comum e a disparidade de valores — que justifica checagem humana.
severidade média4 nósR$ 16.800,00
severidade média4 nósR$ 19.858,40
severidade média4 nósR$ 23.200,00
severidade média5 nósR$ 11.673,95
severidade média5 nósR$ 15.015,55
severidade média5 nósR$ 10.373,95
severidade média5 nósR$ 13.715,55
severidade média4 nósR$ 10.718,40
severidade média4 nósR$ 14.060,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.962,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PDT/RS (Tiago Cado Fernandes e Christopher Belchior Goulart) e dois intermediários sem partido informado, com valores modestos (R$ 12.962 no total) e transações espalhadas entre 2020, 2022 e 2026. As setas alternam doações e despesas de campanha, o que é compatível com prestação de serviços entre campanhas aliadas ou ressarcimentos, mas o fechamento do loop entre as mesmas quatro pessoas em anos distintos impede descartar coincidência ou explicar plenamente. Não há um fato isolado gritante (valor fora de escala, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósR$ 14.762,00
severidade média4 nósR$ 10.420,00
severidade média5 nósR$ 12.570,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 254.817,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de pessoas físicas e de uma campanha (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) e despesas pagas a terceiros, sem que os valores retornem de forma direta à origem. As entidades identificadas são todas do PT do RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. O valor total (R$ 254.817) não é exorbitante e não há indício de fornecedor fora do ramo ou preço muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.261,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 19.887,13 de uma empresa para um candidato, R$ 14.851,13 de outra empresa para outra candidata, e apenas R$ 250,00 e R$ 16,35 nas pontas que fecham o loop), o que enfraquece a ideia de um esquema de devolução circular de recursos. As entidades compartilham o mesmo partido (PT), mas em estados e anos diferentes, e as empresas têm ramos distintos (soluções financeiras e consultoria/tecnologia), sem relação óbvia com os serviços prestados. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósR$ 76.077,53
severidade média5 nósR$ 18.133,82
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.337,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-SC e PSOL-SE), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa. Porém, os valores são muito díspares (R$ 19.887,13 de ELEGIS para ECCEL contra R$ 256,87 de ECCEL para RINOBOX e R$ 23,77 de SONIA para ELEGIS) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto e isolado que caracterize padrão atípico claro, como empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.726,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT de Santa Catarina, o que permite explicar parte das transações como doações entre aliados do mesmo partido. As empresas RINOBOX e ELEGIS aparecem tanto doando quanto recebendo, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, nem valores de ordem de grandeza superior ao restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.137,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14 mil no total) e entidades majoritariamente do PT de SC, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços. Porém, a presença de uma empresa de soluções financeiras doando para um senador e recebendo despesa de outro candidato, sem clara conexão de coligação, impede uma explicação simples. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas o conjunto merece uma olhada humana para descartar coincidência ou confirmar vínculo legítimo.
severidade média5 nósR$ 10.280,37
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.906,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 26.259,00 de doação da Rinobox a Adriana contra R$ 256,87 de despesa de Paulo à Rinobox, e R$ 3,93 de Marcos à Elegis), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. As entidades têm partidos diferentes (PT, REDE) e UFs distintas (SC, GO), mas há sobreposição temporal em 2022 e a Elegis aparece como doadora de Paulo e receptora de Marcos, sugerindo possível elo de fornecedor/consultoria. Sem saber se há coligação ou relação comercial legítima entre elas, não dá para cravar padrão rotineiro nem anomalia clara.