severidade média5 nósIA: plausívelR$ 160.458,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que normalmente estão na mesma coligação (João Edegar Pretto foi candidato a governador apoiado por esses partidos em 2022). As transações são compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade que presta serviços recorrentes a campanhas, sem valores de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por coincidência de rede política e prestação de serviços contábeis, não havendo um fato isolado que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.646,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (Henrique Fontana Junior, Alexandre Duarte Lindenmeyer e Gabrieli da Silva Vaz) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto, todos do mesmo campo político, o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana em 2018 e como fornecedora de serviços contábeis de Gabrieli em 2024, valores pequenos e em anos distintos, sem retorno financeiro direto à empresa. O valor total do loop (R$ 185,6 mil) é modesto e as transações têm explicações típicas de campanha (doação entre aliados, despesa com contabilidade), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 147.213,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de uma mesma rede política no RS (PT/PSB e a coligação de João Edegar Pretto), o que é um padrão comum e legítimo de repasses entre aliados. A empresa ESSENT JUS presta serviços de contabilidade a campanhas, o que explica tanto doações quanto despesas de campanha na cadeia. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 148.998,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do mesmo campo político no RS (PT e aliados, incluindo a candidatura de João Edegar Pretto ao governo em 2022), o que explica doações entre candidatos da mesma coligação. A empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana e como prestadora de serviços contábeis de Everton Alves, um padrão comum de fornecedor do ramo atuando em várias campanhas. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis e repasses internos de campanha, sem salto de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 145.045,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente políticos do PT/PC do B no RS, com valores compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade. A maior transação (R$ 128.900,00) é uma despesa de campanha de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, governador em 2022, o que é um gasto típico de campanha majoritária. As demais transações são de menor monta e podem ser explicadas por serviços contábeis prestados a campanhas e doações entre membros do mesmo grupo político. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa fantasma, apenas movimentação circular que pode ocorrer em redes de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 284.643,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer, Denise Pessoa) e transações que passam por uma campanha estadual de João Edegar Pretto (também PT). As doações entre candidatos da mesma sigla/coligação e o pagamento a uma empresa de contabilidade são padrões comuns em prestações de contas eleitorais. O valor total é modesto e as quantidades de transações são pequenas, sem indício de desproporção ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 156.410,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas e comitês do mesmo campo político no RS (PT, PC do B e a coligação de João Edegar Pretto), o que é um padrão comum de repasses entre aliados. A empresa ESSENT de contabilidade aparece tanto doando a Henrique Fontana quanto recebendo pagamentos de Maria Rita Py Dutra, o que é compatível com prestação de serviços contábeis a campanhas. Os valores são de ordens de grandeza distintas e as transações se distribuem por vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 148.954,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa de contabilidade do mesmo campo político (PT/RS) e em sua maioria no mesmo ano eleitoral (2022). As transações são compatíveis com doações entre aliados, repasses de campanha majoritária para proporcionais e pagamento de serviços contábeis, sem valores discrepantes ou fornecedor de ramo estranho. O maior valor (R$ 128.900,00) é uma despesa de campanha a campanha, típica de transferências dentro de uma coligação. Não há um fato concreto que fuja do padrão rotineiro de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 189.668,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022, incluindo repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto para aliados e pagamentos de serviços contábeis à ESSENT. As transações têm valores compatíveis com doações entre candidatos da mesma coligação e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. O retorno à ESSENT se dá por despesa contábil declarada, padrão comum em campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.284,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT/RS (Fontana, Bohn Gass e Lindenmeyer) e uma empresa de contabilidade, o que poderia ser explicado por uma rede de aliados da mesma coligação. Porém, a empresa ESSENT aparece tanto doando para Fontana quanto recebendo despesa de Bohn Gass, e há um salto de valor (R$ 128.900,00) para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente. Sem saber se há relação societária ou de coligação entre todos, não dá para cravar se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 146.392,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político no RS (PT e PCdoB) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum. As transações têm valores compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O elo final (DAIANA -> ESSENT) é um pagamento por serviço contábil, não um retorno de doação, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado artificial. Não há um fato concreto que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.903,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 186,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e há vínculos partidários claros: Henrique Fontana Jr., Maria Eunice Dias Wolf e Alexandre Duarte Lindenmeyer são todos do PT/RS, e a campanha 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC' é do mesmo grupo político. As setas que fecham o ciclo são de baixo valor (R$ 690, R$ 234, R$ 8.545) e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos, enquanto o valor maior (R$ 128.900) é uma despesa de campanha a comitê do próprio partido. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a motivação de cada repasse.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 157.231,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT e PC do B) e uma empresa de contabilidade, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As doações entre Henrique Fontana Junior (PT) e Alexandre Duarte Lindenmeyer (PT) são plausíveis por serem do mesmo partido, e os pagamentos à Essent Jus Contabilidade podem ser serviços prestados. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo de campanhas e doando a políticos merece uma checagem humana para confirmar a regularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 149.296,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 149 mil, mas os elos podem ser explicados por relações partidárias comuns: Henrique Fontana Jr. (PT) doou a Alexandre Lindenmeyer (PT), ambos do RS, e há pagamentos a uma campanha majoritária do PT (João Edegar Pretto). A empresa ESSENT aparece tanto doando a Fontana quanto recebendo despesas de Werner Rempel (PC do B), o que pode ser prestação de serviços contábeis a campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valores, ramo do fornecedor ou ciclo fechado entre desconhecidos) que justifique priorização sem checagem adicional.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 188.318,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT no RS em 2022, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e despesas de contabilidade. A maior transação é uma despesa de R$ 128.900 de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, valor alto mas coerente com transferências entre campanhas aliadas. A doação de R$ 42.317 da campanha de Pretto para Margarete Ferretti e o pagamento de R$ 1.650 à Essent Jus Contabilidade são operações típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora de ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 167.976,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Alexandre Lindenmeyer e Olívio Dutra), todos com histórico de candidaturas no estado, o que é compatível com doações entre aliados da mesma coligação. Além disso, a empresa ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA aparece tanto como doadora de Henrique Fontana quanto como prestadora de serviços para Olívio Dutra, um padrão comum de contratação de contabilidade por campanhas. Os valores são de ordens de grandeza distintas (doações de milhares, despesa de R$ 128.900,00), mas a despesa é para uma campanha majoritária (governador), o que justifica o montante. Não há indício claro de irregularidade, apenas um encadeamento que pode ser explicado por relações partidárias e prestação de serviços.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 187.818,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, incluindo a campanha majoritária de João Edegar Pretto ao governo em 2022, o que é compatível com repasses internos de coligação e despesas compartilhadas. A empresa ESSENT aparece como doadora de um candidato e prestadora de serviço contábil para outra campanha, padrão comum de fornecedor do partido. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de 2018 e 2022, sem salto de ordem de grandeza que destoe do conjunto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 154.808,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e empresas do mesmo campo político no RS (PT), com doações entre candidatos e pagamentos a uma empresa de contabilidade, o que é compatível com uma rede de aliados e prestação de serviços. Porém, o retorno de recursos de Jeferson Oliveira Fernandes para a Essent (que também doou a Henrique Fontana) e a passagem por uma empresa sem nome dificultam uma explicação simples. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas o conjunto merece uma checagem humana para confirmar se são apenas relações partidárias/contábeis legítimas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 156.013,75
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PT e PDT), sem coligação comum evidente entre todos os elos. Chama atenção que a ESSENT doa para Henrique Fontana (PT) e, em outro momento, recebe despesas de Tarcísio Zimmermann (PDT), enquanto o elo seguinte envolve uma doação de Fontana a Alexandre Lindenmeyer (PT) e uma despesa de Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto (PT). O valor total é modesto, mas a presença de uma empresa de contabilidade no meio de um loop partidário misto justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.339,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa ESSENT presta serviços de contabilidade e consultoria, ramo compatível com despesas de campanha, e os valores são de ordens de grandeza semelhantes. O elo com JOSE SIDNEY NUNES DE ALMEIDA, também candidato em 2022, reforça a existência de uma rede partidária comum. Não há salto de valor, fornecedor fora de propósito ou entidade sem partido que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.251,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT/RS, o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 21 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é um padrão comum e legítimo. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.232,48
IA · deepseek-flash O loop envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 144,9 mil à campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e recebeu de volta R$ 20,6 mil e R$ 2,2 mil como despesas de outras campanhas, o que é compatível com prestação de serviços contábeis. As demais transações são de valores baixos (R$ 700, R$ 135, R$ 3.000) e podem ser doações entre candidatos ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de uma rede de campanhas no RS, mas a coincidência de a empresa doadora também ser fornecedora mereceria uma olhada se houvesse valores maiores.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.202,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PCDOB, PSB, PSOL) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir algo incomum. Porém, a maior parte do valor (R$ 144.916,00) é uma doação da empresa ESSENT JUS para Manuela D'Ávila, e as demais transações são de valores baixos e podem ser explicadas por serviços contábeis prestados a campanhas ou doações entre candidatos. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro, como valores muito acima do mercado ou relações sem explicação aparente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.112,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent) que doa R$ 144,9 mil à campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e depois recebe pagamentos de serviços contábeis das campanhas de Bruna Rodrigues (R$ 2,2 mil em 2022 e R$ 206 em 2020). As demais transações do loop são de valores muito baixos (R$ 15, R$ 700, R$ 4 mil) e ligam pessoas físicas de partidos diferentes (PCdoB, PSB, PSOL), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. O elo mais chamativo é a doação de R$ 144,9 mil da Essent a Manuela, mas isso pode ser uma doação empresarial legal (permitida até 2020) e não há indício de retorno equivalente à empresa. Sem mais contexto sobre a relação comercial entre as partes, não dá para dizer que é claramente rotineiro nem claramente estranho.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 164.597,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PSB, PSOL, PC do B) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum declarada. A maior transação é uma doação de R$ 144.916,00 da ESSENT JUS para Manuela D'Ávila, enquanto as demais movimentações são de ordens de grandeza muito menores (R$ 200 a R$ 2.275), o que torna o loop assimétrico e difícil de explicar como mero acaso. Além disso, a ESSENT aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora paga por outra campanha do ciclo, misturando papéis de financiadora e prestadora de serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 152.027,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020 e recebeu de volta despesas de campanhas de Bruna Rodrigues (PSB) em 2020 e 2022, totalizando R$ 248.148,00. As duas candidatas são de partidos diferentes (PSOL e PSB), mas ambos integram a mesma federação/coligação de esquerda no RS, o que pode explicar a circulação de recursos entre campanhas aliadas. O valor de ida e volta é da mesma ordem de grandeza, e a empresa presta serviços contábeis, ramo compatível com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas o ciclo fechado entre poucas entidades e a diferença de partidos justificam uma checagem humana para confirmar se há relação contratual legítima.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.142,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PCdoB, PSB, PSOL) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. A maior parte do volume (R$ 144,9 mil) é uma doação da empresa ESSENT à Manuela D'Ávila, e as demais transações são de baixo valor, compatíveis com serviços contábeis e doações entre candidatos. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não se pode descartar completamente sem uma análise mais detalhada das relações societárias e partidárias.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 198.244,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, PSB) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir um loop estranho. Porém, os valores são muito díspares (R$ 144,9 mil de uma empresa para uma candidata, R$ 15 mil de despesa, R$ 3,8 mil de despesa para a mesma empresa) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2026), sem um encadeamento temporal claro que configure um ciclo fechado e coordenado. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é um padrão comum e legítimo no financiamento eleitoral. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante (como valores idênticos ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos partidários e a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 169.697,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas candidatas de partidos diferentes (PSOL e PSB), sem coligação ou partido comum que explique a circulação. A ESSENT doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila em 2020, enquanto a campanha de Bruna Rodrigues pagou à mesma ESSENT apenas R$ 22.750,00 em 2022 — valores de ordens de grandeza muito distintas. Além disso, a doação de R$ 15.000,00 de Manuela a Luís Rodrigo Goulart, que por sua vez doou à Bruna Rodrigues, insere um intermediário sem vínculo partidário declarado, dificultando a explicação por mera coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 162.617,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou R$ 144,9 mil à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020 e recebeu de volta apenas R$ 20,6 mil e R$ 2,3 mil em despesas de campanhas de Bruna Rodrigues (PSB) em 2020 e 2022 — valores muito desproporcionais. As demais transações são de baixo valor (R$ 100 a R$ 150) e ligam pessoas de partidos diferentes (PSOL, PSB, PC do B), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Por outro lado, a empresa presta serviços contábeis a campanhas, o que pode explicar os pagamentos de volta, e os valores pequenos entre candidatas podem ser doações pessoais rotineiras. Não há um fato isolado que destrave a explicação simples, mas também não há um indício forte o bastante para afirmar 'bizarro' sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 160.707,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 144,9 mil de uma empresa para Manuela, R$ 15 mil de Manuela para um intermediário, R$ 477 de um doador para Josué e R$ 313 de Josué para a mesma empresa), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. As entidades têm partidos diferentes (PSOL e PC do B) e anos distintos (2020 e 2024), sem coligação comum evidente. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não há um padrão legítimo claro que explique a cadeia inteira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 152.112,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 144,9 mil de uma empresa para Manuela D'Ávila, R$ 4 mil dela para Jean, R$ 15 de Jean para Giovani, R$ 700 de Giovani para Bruna e R$ 2,3 mil de Bruna para a Essent) e se estende por anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades são de partidos distintos (PSOL, PCdoB, PSB), mas todos do campo da esquerda no RS, e a Essent é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, explicando os pagamentos de Bruna a ela. O único elo que chama atenção é a doação de R$ 144,9 mil da Essent para Manuela, mas isso é compatível com doação empresarial legal da época, não com um retorno circular. Não há um fato concreto que justifique priorização humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 153.797,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSB, PSOL, PPL) e uma empresa de contabilidade, com valores e anos variados. A maior transação é uma doação de R$ 144.916,00 da empresa ESSENT JUS para Manuela D'Ávila em 2020, enquanto as demais somam valores muito menores e ocorrem em anos distintos. Não há um padrão claro de retorno do dinheiro à empresa ou de coordenação entre as campanhas que justifique um alerta forte, mas também não é possível descartar coincidência ou relações legítimas sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.187,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PCDEB, PSB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024). A maior parte do fluxo é explicável por serviços contábeis prestados a campanhas e doações entre candidatos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 155.077,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 155 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (PSOL, PC do B, PCDOB), com transações espaçadas entre 2020 e 2024. A ESSENT é uma empresa de contabilidade que prestou serviços à campanha de Daiana (R$ 1.661,25) e doou à Manuela, o que é compatível com relação comercial e doação legal. O elo Manuela -> Célia Chaves -> Dilce -> Daiana pode ser explicado por repasses dentro de um mesmo grupo político, sem indício de ciclo fechado artificial.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 152.897,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 144.916,00 para a campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) e, na mesma cadeia, recebe pagamentos de despesas da campanha de Bruna Rodrigues (PSB), que por sua vez recebeu doações de Celia Chaves — pessoa que também aparece como fornecedora/beneficiária de despesa da campanha de Manuela. Embora valores menores possam ser honorários contábeis, a empresa doar quantia vultosa a uma campanha e depois ser paga por outra campanha da mesma cadeia, com uma pessoa física intermediando recursos, não tem explicação simples por coligação ou conta partidária. O fato de a empresa de contabilidade estar nas duas pontas do ciclo e o valor da doação ser uma ordem de grandeza superior às demais transações justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.577,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 1.000 a R$ 4.000) entre candidatas de partidos aliados (PSOL, PC do B) no RS, o que é compatível com doações entre correligionários e pagamentos a uma mesma empresa de contabilidade. A única transação de maior valor (R$ 144.916,00) é uma doação da ESSENT JUS à Manuela D'Ávila, mas a empresa aparece apenas como doadora, não como beneficiária final do ciclo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 157.487,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent) que doa para uma campanha do PSOL e recebe pagamentos de despesas de campanhas do PC do B, além de uma doação entre candidatas do PC do B. As entidades não compartilham partido/coligação em todas as etapas, mas a empresa presta serviços contábeis, o que é uma despesa comum de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.647,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e recebeu de volta R$ 22.750,00 em despesas de Bruna Rodrigues em 2022, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores de retorno são muito menores que a doação inicial. As entidades são de partidos distintos (PSOL, PSB, PC do B), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária, mas também não há um padrão claro de devolução ou ressarcimento. O sinal não apresenta um fato agudo que justifique priorização imediata, mas a combinação de uma empresa doadora que também é fornecedora de campanhas do mesmo campo político merece uma checagem humana mais detalhada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 151.577,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020 e depois recebeu R$ 1.661,25 como despesa da campanha de Daiana Silva dos Santos (PCdoB) em 2022. As demais transações são de valores baixos e podem ser explicadas por doações entre pessoas físicas e prestação de serviços contábeis. Não há um fato concreto que destoe do padrão de mercado ou que configure um ciclo fechado e suspeito, mas a diferença de partidos e a intermediação de terceiros sem vínculo partidário claro impedem uma explicação totalmente automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 161.916,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para Manuela (PSOL) e recebe despesas de Juliano (PC do B), partidos diferentes, mas ambos de esquerda no RS. Os valores são modestos (R$ 1,6 mil a R$ 144,9 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; a ligação via empresa de contabilidade é plausível para prestação de serviços eleitorais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 156.596,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020, enquanto recebe R$ 180,00 de despesa da campanha de Wagner Pacheco (PC do B) e aparece como elo de uma cadeia que passa por Juliano Roso (PC do B). As transações ocorrem em anos e partidos diferentes, e os valores são de ordens de magnitude distintas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato único e concreto que force uma checagem, mas também não há uma explicação simples e completa (mesma coligação, conta única do partido) que cubra toda a cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 150.671,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PC do B, PSDB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal claro. A maior parte do volume (R$ 144,9 mil) é uma doação da ESSENT JUS para Manuela, e as demais transações são de baixo valor, podendo ser despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral, mas também não é possível afirmar que seja um ciclo rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 159.416,00
IA · deepseek-flash O loop envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 144,9 mil à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020, enquanto a mesma campanha pagou R$ 10,5 mil a Adriano Marcelo Silva Santos, que doou R$ 1,5 mil à Stela Farias (PT) em 2024, e Stela pagou R$ 2,5 mil à ESSENT em 2018. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Além disso, a empresa de contabilidade pode ter relação profissional legítima com as campanhas, e as doações entre pessoas físicas de partidos distintos (PSOL e PT) são comuns em alianças estaduais. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 181.916,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para Manuela (PSOL) e recebe despesas de Juliano (PC do B), partidos distintos, mas ambos de esquerda no RS. Os valores são modestos (R$ 181,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; a ligação via empresa de contabilidade é plausível para prestação de serviços. Faltam elementos para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 176.596,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PC do B) e uma empresa de contabilidade, o que poderia sugerir conexão, mas os valores e anos são dispersos e não formam um loop claro de retorno financeiro à origem. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem e destino final, porém as transações listadas mostram uma ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA, com nome similar mas não idêntico, e não há transação direta de WAGNER PACHECO para a ESSENT INOVACAO. Sem mais detalhes sobre a relação entre as entidades e a natureza dos serviços, não é possível classificar como bizarro ou plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 170.671,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PC do B, PSDB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma doação de R$ 144.916,00 da ESSENT JUS para Manuela, mas não há retorno desse valor à empresa; o fechamento do ciclo se dá por uma despesa de apenas R$ 255,00 em 2024. Sem mais contexto sobre a relação entre as pessoas e a empresa, não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de prestação de contas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 172.916,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020 e recebeu de volta apenas R$ 3.000,00 como despesa da campanha de David Almansa Bernardo (PT), valores de ordens de grandeza muito diferentes. As demais transações são de pequeno porte (R$ 6.900,00 e R$ 100,00) e ligam candidatos de partidos distintos (PT e PSOL), sem coligação explícita nos dados. O loop existe formalmente, mas a assimetria de valores e a presença de uma empresa de contabilidade como doadora dificultam tanto descartar como confirmar um padrão suspeito.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 151.516,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) e depois recebeu R$ 3.000,00 de despesa da campanha de David Almansa (PT), enquanto a campanha de Manuela pagou R$ 3.500,00 a Thales Crescencio Wisinski Machado, que por sua vez doou R$ 100,00 a David Almansa. As entidades não compartilham partido ou coligação declarada, e o valor doado pela empresa é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia. Isso configura um loop fechado com assimetria de valores que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 158.371,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. A ESSENT doa R$ 144.916,00 à campanha de Manuela (PSOL) e depois recebe R$ 3.000,00 como despesa da campanha de David (PT), enquanto Laura (PT) doa R$ 6.900,00 a David. O elo de retorno é pequeno, mas a presença de uma empresa privada no centro de um loop partidário heterogêneo merece checagem humana.