severidade média5 nósIA: bizarroR$ 152.697,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 144.916,00 para a campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e, no mesmo ano, recebe R$ 206,48 de Bruna Rodrigues (PSB) e R$ 2.275,00 em 2022 — valores muito menores, mas que fecham um loop com candidatos de partidos diferentes (PSOL, PSB, PCdoB). A diferença de ordem de grandeza entre a doação da empresa e os pagamentos de volta, somada à ausência de coligação/partido comum entre os envolvidos, dificulta uma explicação simples de mesma chapa ou repasse partidário. O caso merece checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 199.004,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente nos dados. A ESSENT doa R$ 144.916 à campanha de Manuela (PSOL) em 2020 e, dois anos depois, recebe R$ 38.088 como despesa da campanha de Pretto (PT), o que configura retorno de dinheiro à mesma empresa que doou. O elo intermediário (Felipe Rispoli Leal) recebe despesa da campanha de Manuela e depois doa a Pretto, criando uma cadeia fechada entre pessoas de partidos distintos. Esse vai-e-vem entre doador e fornecedor de campanhas de legendas diferentes merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.627,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 50 a R$ 144.916) e anos diferentes (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o campo PCdoB/PSOL no RS, o que poderia explicar conexões entre militantes, mas a empresa ESSENT aparece tanto como doadora de grande valor quanto como fornecedora paga por uma das campanhas, sem que se saiba o serviço prestado. Não há um fato único e gritante que justifique priorização imediata, mas também não é possível descartar sem checar a natureza dos vínculos e dos serviços.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 156.537,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 144.916,00 para Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020, enquanto recebe pagamentos de despesas de campanhas do PC do B (Luciane Pereira da Silva) nos mesmos anos. As demais entidades são todas do PC do B, exceto Manuela (PSOL), e há uma doação de R$ 500,00 de Joseane (PC do B) para Silvana (PC do B) em 2018, além de uma despesa de R$ 4.000,00 da campanha de Manuela para Joseane em 2020. O valor doado pela ESSENT é de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 144.916,00 vs. valores entre R$ 50,00 e R$ 6.825,00), e a empresa aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços para campanhas do mesmo grupo, o que dificulta uma explicação simples de coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 151.697,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e quatro candidatas de partidos diferentes (PSB, PSOL, PC do B), sem coligação única evidente. A ESSENT doa R$ 144.916,00 à Manuela D'Ávila em 2020 e, no mesmo ano, recebe R$ 206,48 de Bruna Rodrigues e R$ 2.275,00 em 2022 — valores muito desproporcionais entre si. Além disso, Manuela paga R$ 4.000,00 a Joseane, que doa R$ 50,00 a Silvana, que doa R$ 250,00 a Bruna, fechando o loop. A combinação de partidos distintos, valores díspares e o retorno de recursos à empresa doadora justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 241.391,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por serviços contábeis/comunicação prestados entre campanhas, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 253.236,62
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent) e campanhas de partidos distintos (PSOL e PDT), sem coligação comum aparente. A Essent doa R$ 144,9 mil à campanha de Manuela (PSOL) em 2020 e, no mesmo ano, recebe R$ 150,62 de despesa da campanha de Valério (PDT), valor irrisório que não explica a conexão. Além disso, a campanha de Manuela paga R$ 92,5 mil à Casa de Criação, que não aparece doando nem recebendo de ninguém no loop, e o elo de volta à Essent se dá por um valor ínfimo, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 241.585,99
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSOL e PDT), sem coligação comum evidente. A ESSENT doa R$ 144.916,00 à campanha de Manuela Pinto Vieira D'Avila (PSOL) em 2020 e, no mesmo ano, recebe R$ 1.949,99 como despesa da campanha de Oliverio de Vargas Rosado (PDT), que por sua vez recebeu R$ 1.000,00 de Darci Pompeo de Mattos (PDT) em 2018. O retorno financeiro à ESSENT é pequeno, mas a presença de uma empresa de contabilidade doando para uma campanha e recebendo pagamento de outra, em partidos distintos, dificulta a explicação por mera coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 242.119,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL e PDT) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis/de marketing entre campanhas e empresas do ramo, sem um fato isolado que destoe. Não há um elo claramente anômalo (como empresa sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 240.076,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PDT, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem um elo claramente anômalo (como uma empresa doando milhões e recebendo quase o mesmo de volta). Faltam dados sobre a relação entre as empresas e os candidatos para afirmar que há algo além de um encadeamento contábil rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 243.361,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PDT, MDB) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A ESSENT (contabilidade) aparece doando R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e, no mesmo ano, recebendo R$ 225,00 de despesa de Sérgio de Souza — o que fecha um loop com valores de ordens de grandeza muito distintas. A sequência de doações e despesas entre campanhas de partidos distintos, sem justificativa contratual aparente, merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 165.447,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e recebeu de volta R$ 20.648,00 e R$ 2.275,00 de despesas de campanhas de Bruna Rodrigues em 2020 e 2022. As duas candidatas são de partidos diferentes (PSOL e PSB), mas ambas do RS, e a empresa presta serviços contábeis, o que poderia explicar os pagamentos como despesas legítimas. O elo intermediário é Ivandro Rodrigo Morbach, que recebeu R$ 18.000,00 de Manuela e doou R$ 50,00 a Bruna, valores desproporcionais entre si. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.202,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PCDOB, PSB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024). A maior parte do fluxo é explicável por serviços contábeis prestados a campanhas e doações entre candidatos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 153.142,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou R$ 144,9 mil à campanha de Manuela D'Ávila em 2020 e depois recebeu pagamentos por serviços contábeis de Bruna Rodrigues (R$ 20,6 mil em 2020 e R$ 227,5 mil em 2022). As demais transações (doações de Luís Filipe Eich a Giovani Culau, doação de Culau a Bruna e despesa de Manuela com Eich) são de valores muito menores e não fecham um ciclo direto entre as mesmas partes. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de contratação de contabilidade ou de doações entre aliados, mas a coincidência de a doadora ser também prestadora de serviços para outra campanha do ciclo merece uma checagem humana para confirmar se há relação contratual legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 148.307,25
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PSOL, PC do B e PCDOB) no Rio Grande do Sul, o que é compatível com doações e despesas entre aliados. O valor dominante é a doação de R$ 144.916,00 da ESSENT para Manuela D'Ávila, enquanto as demais transações são de baixa expressão (R$ 30 a R$ 1.661,25), típicas de ressarcimentos ou apoios mútuos. A ESSENT aparece como fornecedora de serviços contábeis de uma campanha e doadora de outra, padrão comum no financiamento eleitoral. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço prestado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 148.277,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito desiguais: a maior parte (R$ 144.916,00) é uma doação da ESSENT a Manuela, enquanto as demais transações somam apenas R$ 3.361,25. As conexões entre Manuela (PSOL), Eder (PC do B) e Daiana (PC do B) podem ser explicadas por alianças de esquerda no RS, e a ESSENT é uma empresa de contabilidade que pode ter prestado serviços à campanha de Daiana. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas o ciclo fechado com valores pequenos entre campanhas aliadas merece uma checagem humana para confirmar se as despesas e doações têm respaldo documental.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.202,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PCdoB, PSB, PSOL) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024). A maior parte do volume é uma doação de R$ 144,9 mil da empresa ESSENT à Manuela, e não há retorno significativo da campanha para a empresa. O elo entre Manuela e Giovani via Naiade Salinos Teles é indireto e de baixo valor, não configurando um ciclo fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 165.612,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PSB, PCdoB) e uma empresa de contabilidade, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 144,9 mil) é uma doação da empresa ESSENT JUS à candidata Manuela, e os demais elos são valores pequenos (R$ 700, R$ 15, R$ 206, R$ 2.275) que podem ser ressarcimentos ou pagamentos rotineiros de serviços contábeis. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como um retorno quase idêntico à empresa doadora ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 200.644,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, PSB) e uma empresa de contabilidade, com transações em anos distintos (2020 e 2022). A maior parte do valor (R$ 144.916,00) é uma doação da empresa ESSENT à Manuela, e o restante são valores pequenos entre candidatos e pagamentos à empresa. Não há um padrão claro de retorno do dinheiro à mesma campanha ou de valores desproporcionais que caracterize um loop fechado e suspeito, mas a presença de partidos distintos e a diferença temporal tornam a explicação simples menos óbvia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 151.074,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) e depois recebeu R$ 697,80 de Everton Gimenis (PT) como despesa de campanha. Os demais elos são de valores muito menores (R$ 3.861,00 e R$ 1.600,00) e podem ser explicados por serviços contábeis prestados a diferentes campanhas no mesmo período eleitoral. Não há um fato isolado que destoe do padrão de uma empresa de contabilidade atuando em várias campanhas, mas o fechamento do ciclo com valores tão díspares merece uma checagem humana para confirmar a natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 154.907,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 154,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 144,9 mil) é uma doação da ESSENT a Manuela em 2020, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 9 mil. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL, PC do B) e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é compatível com atividade profissional. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas aliadas e uma empresa de contabilidade justifica uma checagem humana para confirmar se há relação contratual legítima.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 159.447,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 144,9 mil à campanha de Manuela D'Ávila (PSOL) em 2020 e depois recebeu pagamentos de campanhas de Bruna Rodrigues (PSB) e da própria Manuela. As duas candidatas são de partidos diferentes (PSOL e PSB), mas ambos integram a mesma federação/coligação de esquerda no RS, o que pode explicar a circulação de recursos. Os valores recebidos pela ESSENT (R$ 2,3 mil e R$ 2,2 mil) são muito inferiores à doação feita, e a maior transação (R$ 12 mil de Manuela para Fabiane) não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar alerta, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 165.637,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 165,6 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre Manuela (PSOL), Dilce (PC do B) e Daiana (PC do B), mas a empresa ESSENT aparece como doadora e depois como fornecedora paga por Daiana, sem que se saiba o serviço prestado. O valor pago à ESSENT (R$ 1.661,25) é muito inferior à doação que ela fez (R$ 144.916,00), o que não configura retorno significativo. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a relação entre as pessoas físicas para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 163.947,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas candidatas de partidos diferentes (PSOL e PSB), sem coligação ou partido comum que explique a ligação. A ESSENT doou R$ 144.916,00 à campanha de Manuela D'Ávila em 2020, enquanto a campanha de Bruna Rodrigues pagou à mesma empresa valores bem menores (R$ 2.275,00 em 2022 e R$ 206,48 em 2020), e ainda há um repasse de R$ 16.500,00 da campanha de Manuela para uma terceira pessoa (Ana Maria) que doou à campanha de Bruna. A assimetria entre o valor doado pela empresa e o valor que retorna a ela via despesas de campanha, somada à ausência de vínculo partidário claro entre as candidatas, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 161.211,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro candidatos do PSOL/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos dispersos (2018 a 2022). A maior transação é uma doação de R$ 144,9 mil da ESSENT JUS para Manuela D'Ávila em 2020, e as demais são despesas de campanha de baixo valor entre candidatos do mesmo partido. Não há um fato agudo que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é possível descartar que os repasses entre candidatos e a contratação da mesma empresa mereçam uma olhada mais de perto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.953,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PSOL, PC do B) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com doações entre candidatos e pagamentos a uma empresa de contabilidade, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não é um padrão trivial de mesma chapa.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 159.583,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 159 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PT e PSOL), mas há conexões plausíveis: a ESSENT é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, e as transações entre Manuela e Marcos Luis Avila Nunes podem ser despesas de campanha. O elo de 2026 (doação de Marcos Luis a Miguel) e a despesa de Miguel a Everton em 2022 não têm explicação óbvia, mas também não configuram um padrão claramente anômalo. Faltam informações sobre a relação entre as pessoas e a natureza dos serviços para concluir se é um loop suspeito ou apenas coincidências de rede.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 151.677,25
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e quatro políticos do RS, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. O ponto que chama atenção é a ESSENT doar R$ 144.916,00 à Manuela D'Ávila em 2020 e, dois anos depois, receber R$ 1.661,25 da campanha de Daiana Silva dos Santos — valores de ordens de grandeza muito diferentes dentro da mesma cadeia. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de campanha e depois como fornecedora paga por outra campanha da mesma rede, o que merece checagem humana sobre a real natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 156.587,40
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e quatro pessoas físicas, sendo que a empresa doa R$ 144.916,00 para Manuela D'Ávila (PSOL) e depois recebe de volta R$ 24.640,00 e R$ 682.500,00 de Luciane Pereira da Silva (PC do B) como despesas de campanha. As demais entidades são todas do PC do B (Silvana, Luciane e Pedro), mas Manuela é do PSOL, partido diferente, o que quebra a explicação simples de mesma coligação/partido. Além disso, a ESSENT aparece tanto como doadora de valor alto quanto como fornecedora paga por campanhas, configurando um fluxo circular entre doadora e fornecedora que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.747,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSB, PSOL, PC do B) em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por coligação única. Por outro lado, a empresa ESSENT é fornecedora de contabilidade e recebeu pagamentos de campanhas, o que é um padrão legítimo, e os valores são modestos (R$ 100 a R$ 144 mil), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.916,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PTB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem uma coligação ou conta partidária comum que explique a sequência. A ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora de uma campanha e, ao mesmo tempo, como fornecedora paga por outra campanha em valor muito superior (R$ 28.981,30 contra R$ 270,00), o que foge do padrão de simples repasse partidário. A cadeia fecha um loop com valores e tipos de transação heterogêneos, justificando uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.799,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são muito díspares (de R$ 1,00 a R$ 40.138,05) e há elos frágeis, como a doação de R$ 1,00 de Calegari a Bolsonaro, que não sustentam um fluxo circular típico. Sem mais contexto sobre a relação entre as empresas e os candidatos, não há um fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.741,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSL, PL e PT) e anos diferentes (2018 e 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 6.864,00 ao candidato do PT, Claudir Nespolo, criando um elo entre campos opostos. Além disso, a ESSENT (empresa) aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outro, fechando o loop com valores e sentidos que não se explicam por mera coincidência de coligação. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.850,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, REDE) e uma empresa de contabilidade que doa para um candidato e depois recebe despesas de outro, sem relação partidária evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que não tem relação aparente com o serviço prestado e destoa das demais transações (R$ 200, R$ 850, R$ 100, R$ 492,40). A soma fecha um loop de R$ 186.850,12, mas a assimetria de valores e a mistura de partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 210.058,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSL, PL, PSDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a doação de R$ 100 de Marcos Calegari a Bolsonaro contrasta com os R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL e os R$ 24 mil doados pela AIXMOBIL a Cássio Lima, sugerindo que o 'loop' pode ser apenas um artefato de agregação de transações díspares. Merece checagem humana para verificar se há relação real entre as partes ou se é mera coincidência de nomes em bases públicas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.053,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e esferas diferentes (PSL, PL, REDE) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 200, R$ 6.114, R$ 100, R$ 385,86), e a AIXMOBIL também doou R$ 6.114 a André Rodolfo de Lima, que por sua vez pagou despesas à ESSENT, que doou a Marcos Fantineli Calegari, que doou a Bolsonaro. A combinação de ciclo fechado, valores díspares e ausência de vínculo partidário/coligação declarado entre os atores justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.562,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, Republicanos) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de outro, sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 100 a R$ 520), o que justifica checagem humana. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade no centro de doações e despesas, padrão que merece verificação sobre a real natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.977,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PP) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais somam centavos ou poucos milhares, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados. Não há um fato concreto e específico que configure um ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores no mesmo período.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.228,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PSL/PL e PT) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesas de outro, sem relação partidária evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que doou R$ 1.285,00 a Henrique Fontana (PT), criando um fluxo cruzado entre adversários. A diferença de magnitude e a mistura de tipos (doação vs. despesa) entre campos políticos distintos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.114,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PDT, PSL, PL) e inclui uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesas de outro elo da cadeia. O valor mais chamativo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que é cerca de 1.300 vezes maior que a doação de R$ 136,00 da AIXMOBIL a Enio Bacci, sugerindo que a AIXMOBIL pode ter sido fornecedora da campanha presidencial e não apenas doadora. A doação de R$ 1,00 de Marcos Calegari a Bolsonaro é atípica e não explica sozinha o loop, mas a combinação de partidos distintos e a assimetria de valores justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.752,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSL, PL, PP) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de outro, sem coligação comum evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que é uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações do loop (que somam cerca de R$ 400). A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo de um vereador do PP, o que não tem relação óbvia com o serviço prestado.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.738,58
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas as magnitudes são incompatíveis: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam apenas R$ 1.386,37. Além disso, a doação de R$ 1,00 de Marcos Fantineli Calegari a Bolsonaro em 2022 é um valor atípico que não explica a conexão com o restante da cadeia. Esses fatos dificultam uma explicação simples de coincidência entre campanhas aliadas e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.639,20
IA · deepseek-flash O loop fecha entre entidades sem partido/coligação comum clara: uma empresa (AIXMOBIL) doa R$ 70 a um candidato do PSL/PB, que paga despesa de R$ 15,99 a uma contabilidade (Essent Jus), enquanto a campanha de Bolsonaro paga R$ 184.352,21 à mesma AIXMOBIL. O valor pago por Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior a todas as outras transações da cadeia (R$ 70, R$ 200, R$ 1 e R$ 15,99), e a empresa que recebe esse montante também aparece doando para um candidato do PSL, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.756,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSL, PL, AGIR) e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 100 a R$ 2.000), e a AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como recebedora na cadeia. A ligação ESSENT INOVAÇÃO CONTÁBIL LTDA / ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA sugere possível confusão de entidades, mas o desenho circular com valores díspares merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.498,62
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PSL, PL, PT), sem coligação comum aparente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 1.880,00 a Jeferson Oliveira Fernandes (PT), criando um elo indireto entre campos opostos. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e fornecedora de serviços contábeis para o mesmo candidato, o que merece checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.921,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PDT) e em anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.098,00 a Tarcísio Zimmermann (PDT) — valores e partidos sem conexão óbvia. Já a doação de R$ 100,00 de Marcos Calegari a Bolsonaro é irrisória e pode ser ruído, mas o conjunto merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.331,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PPS) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a doação de R$ 1,00 de Marcos Calegari a Jair Bolsonaro contrasta com a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, e a doação de R$ 7.501,00 da AIXMOBIL a Luciano Leiro é seguida por despesas de R$ 1.276,97 de Leiro à ESSENT. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.701,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são de ordens de grandeza muito diferentes: a maior transação (R$ 184.352,21 de Jair Bolsonaro para AIXMOBIL) domina o total, enquanto as demais somam centavos ou poucos milhares. As conexões entre as entidades são fracas e dispersas no tempo (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não há uma explicação simples e única que amarre todas as pontas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.847,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSL-RS, PL-BR, PRD-RO) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam centavos ou poucos milhares, e a AIXMOBIL aparece doando R$ 30,00 a um vereador de Rondônia. O fechamento do loop com valores tão díspares e atores desconexos justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.779,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, REDE) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de outro, sem coligação comum evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de R$ 100 a R$ 200, uma diferença de três ordens de grandeza. A doação de R$ 1,00 de Marcos Calegari a Bolsonaro em 2022 é atípica e não se conecta naturalmente ao restante da cadeia. Esses fatos, somados ao ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado, justificam uma checagem humana.