severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.494,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doa para um candidato do NOVO e recebe pagamento de despesa de um vereador do PL, partidos diferentes, mas todos em Porto Alegre/RS no mesmo ano (2020). O valor total é baixo (R$ 26,5 mil) e a empresa de contabilidade pode ter relação profissional com as campanhas, o que explicaria os fluxos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou ramo totalmente alheio), mas a presença de partidos distintos no ciclo impede descartar de imediato como coincidência partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 66.470,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou a um candidato do NOVO e recebeu pagamentos de uma candidata do REPUBLICANOS, além de repasses do diretório municipal do NOVO. As quantias são modestas (R$ 66,4 mil no total) e os fluxos podem ser explicados por serviços contábeis prestados a campanhas e doações partidárias rotineiras. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.104,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a ambos, com valores compatíveis com honorários contábeis. As transações ocorrem no mesmo ano eleitoral (2020) e podem refletir doações partidárias, pagamentos por serviços e ressarcimentos dentro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 34.444,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do mesmo partido (NOVO/RS) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a ambas, com valores compatíveis com honorários contábeis. As doações da empresa a Juan (R$ 25.174) e a despesa de Elida com a mesma empresa (R$ 277,51) são de ordens de grandeza distintas e não sugerem retorno do dinheiro doado. O fluxo partido->candidata->empresa->candidato->partido é típico de uma cadeia de serviços contábeis e repasses partidários, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.621,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (NOVO-RS) ou prestadores de serviço contábil, o que é um padrão comum em campanhas. As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 200 a R$ 25 mil), sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio de grande monta. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser ressarcimento ou contratação de serviços contábeis, mas não há elementos suficientes para afirmar que foge do rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 428.494,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, o elo de maior valor (R$ 400.419,38) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro à ESSENT JUS, que é compatível com contratação de serviços contábeis, e os demais valores são pequenos ou de doações típicas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a mistura de partidos e anos impede descartar o alerta de imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.477,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 28,4 mil no total) e transações de anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do fluxo é compatível com doações partidárias e despesas de campanha entre filiados do NOVO no RS, e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é um padrão comum. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas a presença de uma empresa no início e no fim da cadeia merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 48.435,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 25.174,00 ao candidato Juan Savedra e recebe de volta R$ 6.747,95 do candidato Camilo Poulsen, ambos do NOVO/RS, mas em anos diferentes (2020). A soma das doações da empresa aos dois candidatos (R$ 40.187,00) é quase igual ao total que retorna à empresa via despesa de campanha (R$ 6.747,95) mais a despesa de Juan à direção estadual (R$ 1.500,00), formando um loop fechado com valores expressivos. Embora ambos sejam do mesmo partido, a empresa de contabilidade não tem relação óbvia com serviços de campanha, e o fluxo de ida e volta em curto período merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 427.804,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e uma empresa privada, o que dificulta a explicação por mera coincidência partidária. A maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à ESSENT JUS, que também doou para Juan Cesar Buhler Savedra (NOVO), criando um vínculo financeiro direto entre campos opostos. Além disso, há um salto de escala: a doação de R$ 100 de Lizaine a Bolsonaro contrasta com o pagamento milionário da campanha à mesma empresa, sugerindo que o loop pode não ser apenas um artefato de baixa relevância.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.851,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas ligadas ao partido NOVO no RS, e os valores são modestos (R$ 28,8 mil no total). A empresa ESSENT aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de uma campanha, o que pode ser relação comercial legítima de contabilidade eleitoral. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas o fechamento do ciclo em anos diferentes (2018-2022) e a mistura de doações e despesas justificam uma checagem humana para confirmar se há vínculo real entre as operações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.623,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao partido NOVO no RS, o que é um padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 29,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sugerindo movimentações normais de campanha, como doações entre correligionários e pagamentos a fornecedores. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. Portanto, não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 31.506,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 25.174,00 a um candidato do NOVO (Juan Savedra) e depois recebe R$ 432,47 de volta de uma candidata do REPUBLICANOS (Mariana Pimentel), que por sua vez recebeu R$ 3.000,00 de outro candidato do NOVO (Pio Cervo). O elo entre Mariana (REPUBLICANOS) e os demais (NOVO) não tem partido ou coligação em comum declarada, e a empresa de contabilidade aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga, o que foge do padrão simples de repasse partidário. O valor total é baixo, mas a direção do fluxo (empresa doa → candidato → outro candidato → empresa recebe) justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 119.671,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao partido NOVO no RS, e a maior parte do fluxo passa pela direção estadual do próprio partido, o que é um padrão legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos. A empresa ESSENT aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, o que pode ser coincidência de prestação de serviços contábeis, mas o fato de o ciclo fechar exatamente na mesma empresa merece uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.011,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do partido NOVO no RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores compatíveis entre si (R$ 2,5 mil a R$ 25 mil por transação). As doações entre candidatos do mesmo partido/coligação e o pagamento a um fornecedor de contabilidade são padrões comuns em prestações de contas eleitorais. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.291,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (NOVO-RS) e a direção estadual do próprio partido, além de uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. As transações são de baixo valor (R$ 50 mil no total), distribuídas em anos diferentes (2020 e 2022), e os fluxos podem ser explicados por doações de aliados, repasses partidários e pagamentos por serviços contábeis. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores incompatíveis.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.783,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação de mesma coligação. Porém, a empresa ESSENT aparece como doadora e também como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser um padrão legítimo de contratação. Os valores são modestos e as transações estão espalhadas no tempo, sem um elo claro e imediato que configure um loop fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.276,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 32 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Juan Cesar Buhler Savedra e Brunno Messina Ramos de Oliveira são ambos do NOVO/RS, e a Essent Jus Contabilidade aparece doando a Juan e recebendo despesa de Leonardo Granzotto (PL/SC). Não há um fato isolado que destoe — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço —, mas a presença de uma empresa de contabilidade no centro do loop e a mistura de partidos diferentes (NOVO e PL) impedem uma explicação automática por mesma coligação. O caso fica no meio: pode ser prestação de serviços contábeis rotineira entre campanhas, mas merece uma olhada humana para confirmar a natureza das despesas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.557,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades ao longo de 2018-2024, com valores modestos (R$ 37,5 mil no total) e transações espaçadas no tempo, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários claros (NOVO/RS) entre Juan, Brunno e a direção estadual, e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é um padrão comum. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a cronologia exata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.391,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 25.174 para a campanha de Juan Savedra e, na mesma eleição de 2020, recebe R$ 6.747,95 em despesas da campanha de Camilo Poulsen — ambos do NOVO/RS. O elo de fechamento é frágil: a ligação entre Juan Savedra e Fábio Ostermann se dá via João Victor Miranda da Silva, que não é identificado como candidato nem como fornecedor, e a transação de R$ 5.000 de Savedra para Miranda ocorre em 2022, enquanto as demais são de 2020. A soma de R$ 37.391,95 é modesta, mas o retorno de recursos da campanha para a mesma empresa que doou a outro candidato do partido merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 46.999,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PDT, PSDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por coligação ou repasse partidário. A maior transação é um pagamento de R$ 40.138,05 da campanha de Nelson Marchezan Junior (PSDB) à ESSENT JUS, enquanto a ESSENT JUS doou apenas R$ 400 à campanha de João Roberto (PDT), e este doou R$ 1 a Bolsonaro (PL). O valor de R$ 1 é atipicamente baixo e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas do ciclo justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.941,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, PDT) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 6.864,00 ao candidato Claudir Nespolo (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação aparente. O retorno final à ESSENT (R$ 3.324,40) via despesa de Claudir Nespolo fecha o loop, mas a empresa ESSENT aparece com nome ligeiramente diferente (ESSENT INOVACAO CONTABIL vs. ESSENT JUS CONTABILIDADE), o que pode ser erro de cadastro ou indício de confusão. O conjunto de fatos dificulta uma explicação simples e justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.050,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PDT, REDE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. O valor que fecha o loop é dominado por uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de R$ 100 a R$ 49.240 — uma diferença de três ordens de grandeza. Além disso, a empresa ESSENT aparece com nome ligeiramente diferente (INOVACAO vs JUS) e recebe despesas de um vereador do RS, sem relação partidária ou geográfica evidente com os demais. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 210.258,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores muito díspares, sem um elo claro entre elas. A maior parte do valor (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto a doação de R$ 100 de João Roberto a Bolsonaro é simbólica e não explica o retorno à ESSENT. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não há um padrão comum evidente que explique o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.253,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, REDE/DF 2018, PL/BR 2018-2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 6.114,00 a André Rodolfo de Lima (REDE/DF), criando um elo indireto entre campanhas sem relação aparente. Além disso, há uma doação de R$ 1,00 de João Roberto Jardelino de Santana a Bolsonaro em 2022, valor atípico que fecha o ciclo de forma artificial. Esses fatos, somados à ausência de explicação simples (mesma coligação, conta partidária, ressarcimento), justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.762,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PDT, Republicanos) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam apenas alguns milhares de reais, e a doação de R$ 1,00 de João Roberto a Bolsonaro é um valor atípico que fecha o loop de forma artificial. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.177,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PP/RR 2018, PL/BR 2018-2022) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 11.140,00 a Hiran (PP/RR), e a ESSENT aparece tanto doando a João Roberto (PDT/BA) quanto recebendo despesa de Hiran. O elo de volta a ESSENT via despesa de Hiran (R$ 284,75) fecha o ciclo, mas o volume e a diversidade de atores dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.428,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/2020, PT/2018, PL/2018/2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas as transações são de eleições distintas e valores muito díspares. A maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doou R$ 1,2 mil a Fontana (PT), e o elo de volta é uma despesa de R$ 3,3 mil de Fontana à ESSENT. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a mistura de partidos opostos e anos diferentes num ciclo fechado merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.314,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA, PDT/RS, PL/BR), sem coligação comum evidente. O elo dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 1.360,00 a Enio Bacci (PDT), criando uma assimetria de duas ordens de grandeza. A doação de R$ 1,00 de João Roberto a Bolsonaro é um valor atípico que, embora irrelevante financeiramente, chama atenção por fechar artificialmente a cadeia. O conjunto justifica checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.952,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL, PP, PDT; BR, RS, BA) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto as demais pontas do ciclo são valores muito menores (R$ 70, R$ 400, R$ 1 e R$ 129,13), gerando assimetria de ordens de grandeza. Além disso, a empresa ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente distintos (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE), o que merece conferência humana para confirmar se é a mesma pessoa jurídica.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.938,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, MISSÃO/SC 2018), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e suspeito. O maior valor (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha presidencial a uma empresa de mobilidade, o que pode ter explicação legítima, mas o conjunto não permite afirmar se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.839,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PSL/PB 2018, PL/BR 2018-2022) sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A transação dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 70,00 a Sérgio Moniz, que pagou R$ 15,99 à Essent Jus, que doou R$ 400,00 a João Santana, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro — valores desproporcionais entre si e sem explicação simples. O fechamento do ciclo com valores tão díspares e entre pessoas sem vínculo partidário comum justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.956,48
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, AGIR/MG 2018), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para a AIXMOBIL em 2018) é uma despesa de campanha, não uma doação, e o retorno à ESSENT se dá por valores pequenos e em anos distintos, sem ciclo curto e fechado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.698,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/BA 2020, PT/RS 2018-2022, PL/BR 2018), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 de doação de João Roberto a Bolsonaro, R$ 184 mil de despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL) e as transações ocorrem em anos distintos, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados públicos. Não há um fato concreto e isolado que caracterize ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores no mesmo período.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.121,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT, PL, 2018-2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação, mas os valores são muito desproporcionais e as transações parecem independentes. A maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que não se conecta diretamente às demais doações de pequeno valor. Não há um fato único e concreto que caracterize um ciclo fechado e suspeito, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.531,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PPS/DF 2018, PL/BR 2018-2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00, R$ 400,00, R$ 1.276,97, R$ 7.501,00 e R$ 184.352,21) e a maior transação é uma despesa de campanha presidencial a uma empresa de serviços, sem indício de retorno do dinheiro à cadeia. Não há um fato concreto que configure ciclo fechado com valores equivalentes ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.901,66
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PSD/RS 2018, PL/BR 2018-2022) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.100 a Lucas Bello Redecker, enquanto a ESSENT aparece doando R$ 400 a um vereador da BA e recebendo R$ 48,45 de Lucas. O ciclo fechado entre pessoas e empresas sem relação partidária clara e a disparidade de valores justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.047,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PDT, PRD) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de valores muito menores (R$ 30 a R$ 400), gerando uma diferença de ordens de grandeza. Além disso, a empresa ESSENT aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo despesa de outro, fechando o loop de forma não trivial. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.979,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, REDE/DF 2018, PL/BR 2018-2022) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 100 a Olavo Batista da Silva (REDE/DF), enquanto as demais transações são de valores muito menores (R$ 100 a R$ 400). A diferença de ordem de grandeza e a ausência de conexão partidária clara entre os elos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.471,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PT, PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha de Bolsonaro (2018) com a AIXMOBIL, que depois doou um valor pequeno a Nestor Schwertner (PT), mas sem relação direta com a ESSENT. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por serviços contábeis ou doações pontuais, não configurando um loop fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.657,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PP/MT 2018, PL/BR 2018-2022), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações ocorrem em anos diferentes, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo pleito. O elo mais forte é a despesa de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que doou R$ 6,7 mil a Nilson, mas isso não fecha um ciclo suspeito por si só.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.694,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT, PL, 2018-2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse partidário, mas os valores são muito díspares: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais pontas são doações e despesas de pequeno porte. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza acima do resto, ciclo curto e fechado entre aliados) que justifique priorizar uma checagem humana. O conjunto é atípico o suficiente para não ser descartado, mas os fatos disponíveis não permitem afirmar que seja rotineiro nem genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.381,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes (PDT/2020, PSDB/2018, PL/2018-2022), o que enfraquece a hipótese de simples trânsito dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações ocorrem em anos distintos, de modo que o 'loop' pode ser artefato de como o sistema encadeia doações e despesas ao longo do tempo. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço) que justifique priorizar sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.453,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PSB 2018, PL 2018/2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 1.795,00 a Alckmin — valores de ordens de grandeza muito diferentes dentro do mesmo loop. A doação de R$ 100,00 de um vereador do PDT a Bolsonaro em 2022 é um elo frágil que não sustenta a cadeia, mas o conjunto merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 211.914,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, PSB/PB 2018-2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos (R$ 1,00 a R$ 184 mil) e as transações ocorrem em anos diferentes, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação temporal ampla. Não há um fato único e concreto que caracterize ciclo fechado e suspeito no mesmo pleito.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.316,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PDT e PL) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL, enquanto as demais somam apenas alguns milhares de reais, e a doação de R$ 1,00 de João Roberto a Bolsonaro é um valor atípico que merece checagem. Esses fatos concretos justificam um humano olhar com mais atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.948,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, PT/RS 2018), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 de doação de João Roberto a Bolsonaro contra R$ 184 mil de despesa de Bolsonaro à Aixmobil) e as transações ocorrem em anos distintos, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados. Não há um fato concreto e específico que caracterize ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores no mesmo período.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 200.545,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PDT) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por coligação ou repasse partidário. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 6.500 a R$ 9.537,50), e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato do PC do B. A soma desses fatos justifica uma checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 205.432,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PT/RS 2018, PL/BR 2018-2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 de um vereador a Bolsonaro, R$ 202 mil de despesa de Paim a uma contabilidade) e as transações ocorrem em anos diferentes, sem um fluxo financeiro coerente que caracterize um loop real. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é um padrão rotineiro claramente explicável.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.914,26
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PDT e PL) e uma empresa de contabilidade que doou a um candidato e depois recebeu despesa de outro, sem coligação comum evidente. A transação dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 100 a um vereador do PL, valor irrisório perto do total. A cadeia fecha com valores muito díspares e conexões partidárias cruzadas, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.674,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB/BA, PDT/BA, PL/BR), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas as transações são de anos diferentes e valores muito díspares. O elo mais forte é o pagamento de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, que doou apenas R$ 3,7 mil a Jutahy no mesmo ano, sem ciclo curto e fechado. Não há um fato único e concreto que configure padrão anômalo claro, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas.