severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.466,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT/BA, PR/RS, PL/BR), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto a doação de retorno da AIXMOBIL a Arlindo Bonete é de apenas R$ 1.064,00, e a ESSENT aparece doando R$ 400,00 a um vereador da BA em 2020 e recebendo R$ 2.649,50 de um deputado do RS em 2018. A diferença de ordens de grandeza e a mistura de anos/partidos sem nexo aparente justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.162,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PT, PDT; 2018, 2020, 2022) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor que fecha o loop é dominado por R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de R$ 100 a R$ 1.364 — uma diferença de duas ordens de grandeza. A ESSENT aparece como origem e destino final, recebendo R$ 4.500 de Paola Loureiro Carvalho, mas o elo de retorno a ela não está detalhado nas transações listadas. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.259,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, PRD/RS 2018), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, o elo de maior valor (R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018) é uma despesa de campanha presidencial, e o retorno à ESSENT se dá por um valor muito menor (R$ 224), o que não configura devolução expressiva. A doação de R$ 100 de João Roberto a Bolsonaro é irrisória e o restante da cadeia não fecha um ciclo financeiro relevante entre os mesmos atores.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.588,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, REPUBLICANOS/SC 2018), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou a um candidato de outro partido, e a ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo de campanhas diferentes. Embora valores menores possam ser coincidências, a combinação de loop fechado, entidades sem relação partidária clara e o volume da despesa justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.136,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PSDB/SP 2018, PL/BR 2018-2022) sem coligação ou vínculo partidário comum aparente, o que dificulta explicar o loop como mera movimentação interna de um mesmo grupo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL representa quase a totalidade do montante do ciclo, enquanto as demais transações são de R$ 100 a R$ 1.234. Esse desequilíbrio e a presença de uma empresa de contabilidade recebendo doação e pagando despesa a um candidato de outro estado/partido justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.517,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PR, PDT, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 1.264,00 à campanha de Sonia Pacheco (PR), que pagou R$ 2.500,00 à ESSENT JUS, que doou R$ 400,00 a João Santana (PDT), que doou R$ 1,00 a Bolsonaro. O retorno final é irrisório, mas a assimetria de valores e a ausência de nexo partidário/coligação entre os elos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.318,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PCDOB/AC, PDT/BA, PL/BR) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 1.364,00 à Maria Perpétua (PCDOB/AC), e esta pagou despesas à ESSENT JUS, que doou a João Roberto (PDT/BA), que doou R$ 1,00 a Bolsonaro. O valor de R$ 1,00 na doação de João Roberto a Bolsonaro é atípico e fecha o loop de forma artificial, merecendo checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.837,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, PSDB/RS 2018-2024), o que dificulta uma explicação por coligação única, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) é despesa de campanha, enquanto a doação de R$ 1,00 de João Roberto a Bolsonaro é simbólica e a doação de R$ 400 da Essent a João Roberto é pequena. O elo que fecha o ciclo é a despesa de Gilberto à Essent (R$ 5.744), que pode ser serviço contábil real, e a doação da AIXMOBIL a Gilberto (R$ 340) é de baixo valor. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como claramente bizarro nem como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.973,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário ou coligação declarada: uma empresa de contabilidade doa a um vereador da BA, que doa R$ 1 ao presidente, cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um vice-prefeito do MDB no RS, que paga despesas à mesma contabilidade. O elo mais chamativo é a assimetria: a campanha presidencial paga R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, mas a AIXMOBIL aparece doando apenas R$ 50 a Ricardo Santos Gomes, e a ESSENT recebe R$ 2.170,28 de despesas de Ricardo enquanto doa R$ 400 a João Roberto. Não há explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário que cubra essa cadeia heterogênea de partidos (PL, PDT, MDB) e empresas de ramos distintos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.902,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PDT, PL, Solidariedade) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado. O valor que fecha o loop é uma despesa de campanha de R$ 184.352,21 paga por Bolsonaro à AIXMOBIL, compatível com gasto de campanha presidencial, enquanto as demais transações são de baixo valor (R$ 100 a R$ 1.000). A doação de R$ 100 de um vereador do PDT a Bolsonaro em 2022 é atípica, mas não configura, por si só, um padrão inexplicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.751,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PP/RS 2018, PL/BR 2018-2022), o que enfraquece a hipótese de simples trânsito dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas e magnitudes muito díspares — de R$ 1,00 a R$ 184 mil — e a maior parte do valor (R$ 184.352,21) é uma despesa de campanha presidencial a uma empresa de mobilidade, sem relação evidente com as demais pontas. Não há um fato único e concreto que force a leitura de 'bizarro', nem um padrão legítimo claro que explique todo o encadeamento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.022,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum (PDT, PSD, PL) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário. Além disso, a maior transação (R$ 184.352,21 de Bolsonaro para a AIXMOBIL) é cerca de 4.600 vezes maior que a doação que fecha o ciclo (R$ 100 de João Roberto para Bolsonaro), gerando uma assimetria de ordens de grandeza dentro da mesma cadeia. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.977,81
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA, PDT/GO, PL/BR) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar como um ciclo fechado de doações e despesas. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 40, R$ 60, R$ 164,60 e R$ 1,00). A cadeia termina retornando à ESSENT, que também aparece doando a um vereador do PDT na Bahia, sugerindo uma conexão que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 196.257,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1 a R$ 184 mil) e as transações parecem ser doações e despesas rotineiras de campanha, sem um elo claro que caracterize um loop fechado e suspeito. A diferença de partidos e a ausência de um padrão de valores similares tornam o caso ambíguo, sem um fato concreto que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 186.806,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares e entidades de partidos diferentes, mas cada elo tem explicação simples: uma empresa de contabilidade doou a um candidato e recebeu pagamento de despesa de outra campanha; um candidato do PDT fez doação de R$ 1,00 ao candidato do PL; e a maior transação é uma despesa de campanha presidencial com uma empresa de serviços. Não há repetição sistemática, valores equivalentes de ida e volta, nem ramo de atividade incompatível que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.807,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PL, PDT) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do PDT e recebe despesas de um deputado do PT, enquanto um candidato do PL paga quantia muito superior à mesma empresa de mobilidade que doou ao deputado do PT. A assimetria de valores (R$ 184 mil vs. R$ 2,5 mil) e a mistura de partidos sem coligação comum dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O fato de a empresa ESSENT aparecer como doadora e também recebedora de despesas na cadeia merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.328,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PDT-BA, PSL-RS, PL-BR) sem coligação comum evidente, o que dificulta uma explicação simples por aliança partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam apenas alguns milhares de reais. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de campanha e depois doando para um candidato de outro partido/estado, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.698,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PDT/BA 2020, PL/RJ 2022, PL/BR 2018-2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e dispersos, e a maior transação (R$ 8.297,34) é um pagamento de campanha a uma empresa de contabilidade, serviço compatível com a atividade. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 588.826,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PSB, PRTB, PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS, enquanto a ESSENT JUS aparece doando apenas R$ 27.402,00 a Rodrigo Rollemberg (PSB) em 2018, anos antes. O elo de volta é uma doação de R$ 160.000,00 de Pablo Marçal (PRTB) a Bolsonaro (PL) em 2022, partidos que não eram coligados naquele pleito, e há ainda um elo de R$ 5,00 entre pessoas físicas que parece ruído, mas não desfaz o ciclo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 437.422,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 27,4 mil à campanha de Rodrigo Rollemberg (PSB) em 2018 e depois recebeu R$ 400,4 mil da campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, sem partido ou coligação em comum entre os envolvidos. O elo intermediário é uma pessoa física (Wagner França de Oliveira) que recebeu R$ 9,6 mil como despesa da campanha de Rollemberg e doou R$ 1,00 à campanha de Bolsonaro, valor irrisório que não explica a conexão. O retorno financeiro à ESSENT é cerca de 15 vezes maior que sua doação inicial, e o ramo de contabilidade não tem relação óbvia com o serviço prestado a uma campanha presidencial, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 188.102,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a Rodrigo Rollemberg (PSB) em 2018, e depois recebeu pagamento de despesa de Joe Carlo Viana Valle (PDT) em 2022. As transações ocorrem em anos diferentes e partidos diferentes, mas a empresa de contabilidade pode ter prestado serviços a ambas as campanhas, o que explicaria os fluxos. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 162.332,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB e PDT) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou conta partidária. Porém, a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que pode ser um prestador de serviços com relação comercial legítima com as campanhas. Os valores são modestos e as transações são poucas, sem um fato concreto que destoe claramente do padrão.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 164.452,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSB, PSDB, PDT) sem coligação comum declarada. A ESSENT doa R$ 27,4 mil a Rodrigo Rollemberg (PSB) em 2018 e, em 2022, recebe R$ 35,7 mil de Joe Carlo Viana Valle (PDT) como despesa de campanha, completando o loop. O elo entre partidos distintos e a coincidência de a empresa doadora ser também fornecedora pagã justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 558.952,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PSB/DF) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, exceto pela despesa de R$ 525 mil de Rodrigo Sobral Rollemberg para a direção estadual, que parece ser uma contribuição partidária típica. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que haja um esquema fechado no mesmo ano.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 557.332,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSB-DF) e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos. A empresa ESSENT aparece doando a um candidato e recebendo um valor irrisório (R$ 2,18) de outro, mas o grosso do fluxo (R$ 525 mil) é uma despesa de campanha de Rodrigo Rollemberg à direção partidária em 2022, ano em que ele não consta como candidato. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas a combinação de doações da mesma empresa a um candidato e pagamento de despesa a outro, com valores muito díspares, deixa a situação sem explicação simples evidente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 467.831,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSB e PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a sequência. Além disso, há uma diferença de ordens de grandeza entre as transações: a despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro com a Essent Jus é muito superior às demais (R$ 27.402,00 e R$ 4.000,00), e o retorno à empresa fecha o loop. Esses dois fatores — ausência de elo partidário e salto de valor — justificam uma checagem humana para entender a real natureza da movimentação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.481,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41,4 mil, mas as transações listadas não fecham um loop direto entre as mesmas pessoas: há elos intermediários (Neiva Salete) e nomes de empresas ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO vs ESSENT JUS). As conexões partidárias existem (PSDB/PSD no RS), o que permite explicar parte do fluxo como rede de aliados, mas o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade via despesa de campanha chama atenção. Faltam dados para saber se é ressarcimento, prestação de serviço real ou coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 248.938,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PSD) e empresas prestadoras de serviços contábeis/tecnológicos que aparecem tanto como doadoras quanto como fornecedoras de campanhas, o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria grande de valores: as despesas somam milhões, enquanto as doações que fecham o loop são de apenas R$ 100, R$ 200 e R$ 500, sugerindo que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de dados, mas ainda assim merece checagem humana pela coincidência de nomes e pela presença de empresas doadoras que também são fornecedoras.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.748,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 21,7 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSD e PSDB), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A empresa ESSENT é do ramo contábil e aparece tanto doando quanto recebendo pagamento de despesa, o que pode ser explicado por prestação de serviços contábeis a campanhas. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramo ou ciclo curto) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.929,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSD) e uma empresa de contabilidade que recebeu R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro em 2022, enquanto há doações de valores muito menores entre os demais elos. A assimetria de valores e a presença de uma empresa de contabilidade como elo de um ciclo político-partidário sem coligação comum chamam atenção. Não é possível afirmar irregularidade, mas o conjunto foge do padrão de doações entre aliados do mesmo grupo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.965,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, MDB) e valores baixos (R$ 11.965,82 no total), mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há uma empresa de contabilidade (ESSENT) que aparece tanto doando quanto recebendo de campanhas, o que pode ser apenas relação comercial normal. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.672,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,6 mil no total) e entidades que compartilham partidos (PSDB/PSD) e atuação no RS, o que poderia ser explicado por relações políticas rotineiras. Porém, a cadeia fecha um loop entre uma empresa de contabilidade e campanhas que a contrataram, com transações em anos distintos, o que impede descartar coincidência ou mero ressarcimento sem uma checagem mais detida. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito alto, ramo incompatível), mas também não é um padrão claramente legítimo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 102.638,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSDB e PSD), sem coligação comum evidente entre todos os envolvidos. O valor que retorna à ESSENT (R$ 40.138,05) é praticamente idêntico ao que ela doou (R$ 1.000,00) mais o que circulou, e a maior transação da cadeia é uma despesa de campanha de Eduardo Leite (PSDB) a Neiva Dalchiavon, que por sua vez doou a Nelson Marchezan (PSDB) — um caminho que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o encadeamento empresa→candidato→candidato→fornecedor→empresa com partidos distintos justifica olhar de perto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.583,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um único esquema coordenado. As transações têm valores modestos e naturezas variadas (doação, despesa), e a maior parte do valor total (R$ 41.400,00) é uma despesa de Eduardo Figueiredo a Joel Vargas da Silva, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível descartar coincidência ou fluxo legítimo entre campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.616,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 21,6 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários no RS (PSDB e PSD), o que poderia ser explicado por alianças locais ou prestação de serviços contábeis. No entanto, a cadeia fecha com uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha e recebendo doações de volta, sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou apenas coincidência. Não há um fato concreto que destoe de forma clara (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é possível descartar a estranheza do loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.590,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PP) e uma empresa de contabilidade, com valores baixos (R$ 12.590 no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024. O elo de fechamento é um pagamento de R$ 240 de um vereador do PP a uma empresa de contabilidade, o que é compatível com despesa contábil rotineira, e não com devolução de recursos. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não há uma explicação única e clara para o encadeamento todo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 44.331,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha e depois recebe pagamentos de outra campanha da mesma cadeia, com valores que não batem (doa R$ 1.000 e recebe R$ 28.981,30). Além disso, há um salto temporal: transações de 2018 e 2024 misturadas no mesmo loop, e o elo 'ADRIANO TACCA' aparece apenas como intermediário em 2024, sem partido declarado. A soma de R$ 44,3 mil não é alta, mas a combinação de empresa doadora que depois é fornecedora da mesma cadeia e a mistura de anos justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.405,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, UNIÃO) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir um loop estranho. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são baixos (R$ 12.405 no total), compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como um ciclo fechado no mesmo ano ou valores muito acima do padrão.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.229,55
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas as duas campanhas envolvidas são de partidos diferentes (PSD e PT), o que enfraquece a explicação por coligação ou conta partidária comum. Além disso, a ESSENT aparece com dois nomes/CNPJs distintos (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE), sugerindo possível confusão cadastral ou elo não esclarecido. O valor de R$ 6.864,00 doado pela AIXMOBIL a Claudir é a maior ponta do ciclo e não tem justificativa óbvia no conjunto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.546,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSD e PSDB) e UFs distintas (RS e PB), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações são de naturezas variadas (doação de empresa, despesa de campanha com fornecedor), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.465,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PSD-RS e PP-RR) sem coligação ou vínculo partidário comum identificado. A maior transação é uma doação de R$ 11.140,00 da AIXMOBIL para o candidato Hiran, enquanto as demais somam valores muito menores (R$ 1.000, R$ 41,15 e R$ 284,75), criando uma assimetria de duas ordens de grandeza dentro do mesmo loop. O retorno à ESSENT se dá por despesas de campanha de Hiran, mas a conexão entre a empresa de contabilidade e os demais elos não é autoexplicável. Isso justifica uma checagem humana para entender se há relação real entre as partes ou se é apenas coincidência de prestação de contas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 48.403,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, PSD) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 48,4 mil no total) e a maior transação é um pagamento de R$ 45 mil da campanha de Manuela D'Ávila a uma empresa de contabilidade, serviço compatível com a atividade. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o encadeamento entre campanhas de partidos distintos merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.810,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,8 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades incluem empresas de contabilidade/serviços e candidatos de partidos distintos (PSD e PSDB), sem vínculo explícito entre todos. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado), mas também não há explicação simples e óbvia para o encadeamento exato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.122,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doações e despesas) e valores desiguais. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PSD/PSDB no RS), o que poderia explicar conexões, mas a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga por Eduardo, e a AIXMOBIL doa e recebe despesa de Paula, sugerindo possível relação comercial. Sem mais contexto sobre os serviços prestados e a cronologia exata, não há um fato isolado que destoe claramente a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.722,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PL) e UFs distintas (RS, MG), o que dificulta explicar tudo como mera coincidência de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 26,7 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. A empresa ESSENT aparece com nomes ligeiramente diferentes (INOVACAO vs JUS) e há uma despesa de R$ 11,4 mil da campanha de Ione à ESSENT em 2024, que pode ser prestação de serviços contábeis, mas não há detalhamento do objeto. Faltam elementos para afirmar padrão legítimo ou para apontar um fato claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.411,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PPS, PSD, PSDB) e UFs distintas (MG, RS), o que dificulta explicar por uma única coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 17,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), com a maior parte sendo despesas de campanha, não doações diretas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como um valor muito acima do resto ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.604,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e envolvem partidos distintos (PSD e PSDB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação (R$ 16.000,00 de Marcus Vinicius para José Antonio Porto) é cerca de 57 vezes maior que a soma das demais, e o retorno final à ESSENT é de apenas R$ 282,49, tornando o 'loop' pouco crível como mera coincidência contábil. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.202,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e UFs diferentes (PSD-RS e PSB-PB), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.236,30
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.833,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade (ESSENT) e uma de serviços (AIXMOBIL), além de dois políticos de partidos diferentes (PSD e PC do B), todos no RS em 2018/2022. As transações são de baixo valor (R$ 16,8 mil no total) e a maior parte são despesas de campanha com serviços contábeis, o que é comum. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem coligação declarada nos dados merece uma olhada humana para descartar coincidência ou erro de classificação.