Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PSD/RS e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos entre candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 900 a R$ 3.720) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSD-RS), o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos e compatíveis com contribuições e gastos típicos de campanhas municipais/estaduais, sem salto de ordem de grandeza. A maior transação (R$ 215.000) é uma despesa de Jairo Jorge à direção estadual, valor razoável para uma campanha de prefeito. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e entidades do mesmo partido (PSD-RS), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação interna. As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos, sem indício de desproporção ou de empresa sem relação com o serviço. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar com certeza que se trata de mera coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSD-RS), o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários entre candidatos da mesma sigla. Os valores são compatíveis com contribuições e despesas típicas de campanha, sem indício de empresa doadora recebendo de volta montante equivalente. A diferença de nomes (VALDIR FLORISBAL JUNG/JULG) parece erro de grafia, não entidade distinta. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação intrapartidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSD no RS, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são modestos e compatíveis com contribuições e gastos típicos de campanhas municipais, sem salto de ordem de grandeza. A presença de Arno Francisco Dorneles, provável parente da candidata Tais Dornelles Marques, também se explica por apoio familiar rotineiro em campanhas locais.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 350 a R$ 215.000) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos variados (PSD, MDB) e a única transação de grande porte é uma despesa de Jairo Jorge à direção estadual do PSD, compatível com repasse partidário rotineiro. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSD-RS) no mesmo ano eleitoral (2020): um candidato a prefeito, uma candidata a vereadora e a direção estadual do partido. A maior parte do valor (R$ 215.000) é uma despesa do candidato a prefeito para a direção estadual, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, e o restante são doações e despesas de valores baixos entre pessoas da mesma chapa/partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação intrapartidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSD-RS, o que é compatível com o fluxo normal de repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são modestos e as transações ocorrem todas em 2020, sem indício de empresa fornecedora alheia ao ramo ou de valor muito acima do padrão. A menção a 'VALDIR FLORISBAL JUNG' e 'VALDIR FLORISBAL JULG' parece erro de grafia, não entidade distinta. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 350 a R$ 215.000) e entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, Republicanos), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação é uma despesa de Jairo Jorge (PSD) para a direção estadual do próprio partido, padrão comum de repasse partidário, e as demais somas são pequenas. Sem detalhamento dos contratos e da relação entre os envolvidos, não há um fato único que caracterize anomalia clara.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-RS): a direção estadual repassa recursos a uma candidata a vereadora, que paga despesa a um terceiro, que doa a um candidato a prefeito do mesmo partido, que por sua vez tem despesa com a própria direção estadual. Esse tipo de movimentação entre campanhas e órgão partidário da mesma sigla é padrão comum em prestações de contas, podendo refletir repasses estatutários, ressarcimentos ou rateio de despesas. Os valores são modestos e compatíveis entre si, sem salto de ordem de grandeza que destoe. Não há elemento concreto que fuja do roteiro partidário usual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 entidades, todas ligadas ao PSD no Rio Grande do Sul, e os valores são modestos (R$ 2.450,00 no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta valor equivalente, nem fornecedor com ramo estranho ao serviço. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSD-RS) no mesmo ano eleitoral de 2020, o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha dentro de uma mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.000, R$ 30.860, R$ 215.000 e R$ 1.094), sem um retorno de valor equivalente ao que saiu, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado para devolução. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-RS) no mesmo ano eleitoral de 2020: uma doação da direção estadual para a candidata Priscila Machado, uma despesa dela para Delton Santos da Silva, uma doação deste para Jairo Jorge da Silva e uma despesa de Jairo para a direção estadual. Esse tipo de fluxo é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e pagamentos a fornecedores/militantes do mesmo partido, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doadora recebendo de volta montante equivalente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSD-RS): a direção estadual, o candidato a prefeito Jairo Jorge da Silva e a vereadora Priscila Machado. As transações são de valores modestos (R$ 900 a R$ 215.000) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O elo 'ONESIMO SOARES CURTO' aparece apenas como doador e fornecedor, sem partido informado, mas o valor de R$ 2.500 pago por Priscila a ele é irrisório perto do total. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (MDB) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum de doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 22.600 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações intrapartidárias, mas a menção a uma entidade sem nome ('41042042004') e a um fornecedor com nome ligeiramente diferente ('CLODOVEU ANTONIO RIGOTTO' vs 'CLODOREU ANTONIO RIZZOTTO') gera incerteza sobre a cadeia exata.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação em eleições sobrepostas, o que é compatível com doações e despesas dentro de um mesmo grupo político. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.124,52 no total) e transações de anos diferentes, incluindo um pagamento de despesa de campanha de 2018 que pode ser ressarcimento ou prestação de serviços. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor de ramo estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente políticos do MDB do Rio Grande do Sul, com doações de valores modestos (R$ 1.000 a R$ 4.000) entre candidatos do mesmo partido, o que é comum em alianças estaduais. A maior transação (R$ 108.974,00) é uma despesa de campanha de Carlos Antonio Burigo para a eleição de José Ivo Sartori em 2018, provavelmente serviços prestados ou repasse de recursos, e não uma doação de volta. O loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro de uma mesma coligação partidária ao longo de vários anos, sem valores atípicos ou fornecedores fora de contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do MDB do Rio Grande do Sul (Sartori, Burigo, Gremelmaier), o que é compatível com repasses internos de campanha ou apoio mútuo entre aliados. A única entidade de partido diferente é Ana Claudia (UNIÃO), mas o valor que ela doa a Sartori (R$ 500) é irrisório perto dos R$ 108.974 pagos por Burigo à campanha de Sartori. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima), então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 4.000) e a maior transação é uma despesa de campanha de R$ 108.974,00 paga por Carlos Burigo à campanha de José Ivo Sartori em 2018, o que pode ser um repasse de recursos ou despesa compartilhada. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano com valores equivalentes, nem fornecedor com ramo estranho ao serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (MDB) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum de doações e repasses entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O valor total (R$ 216 mil) não é exorbitante e a maior transação é uma despesa de campanha a um fornecedor sem nome identificado, o que impede avaliar se há algo atípico. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado para justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são pessoas físicas do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação repassando recursos entre campanhas. Os valores são modestos (R$ 211 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre correligionários, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do mercado.
IA · deepseek-flash Todas as quatro entidades são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (RS), e as transações são doações entre candidatos do mesmo campo político, o que é um padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 6.000) e as doações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo recursos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 1.000 a R$ 6.000 por transação) e em anos eleitorais distintos. Doações entre correligionários e repasses internos de campanha são padrões comuns e legítimos, e o valor total de R$ 15 mil não é atípico. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao MDB do Rio Grande do Sul, e o ciclo inclui repasses internos do partido (Direção Municipal/Comissão Provisória), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 24.680 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo nem de fornecedor com ramo incompatível.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e o fluxo de valores é pequeno (R$ 18.690 no total) e distribuído ao longo de vários anos (2018 a 2024). O padrão é compatível com doações entre correligionários do mesmo partido e com um pagamento de despesa a um fornecedor (ADORALVO ANTONIO SCHIO) que também aparece como doador de outro membro do grupo. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB no Rio Grande do Sul (candidatos e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 830 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2024, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 29 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários (MDB) entre alguns agentes, o que poderia explicar doações e despesas dentro de uma mesma coligação ou grupo político. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do MDB do RS (Sartori e Melo) e pessoas físicas, com valores baixos (R$ 26,7 mil no total) e transações em anos distintos (2018 e 2024). As doações de pessoas físicas a campanhas e os pagamentos de campanhas a pessoas físicas são operações comuns, e a conexão partidária entre os dois candidatos oferece uma explicação simples para o loop. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 31,5 mil no total) e todos os três políticos nomeados são do MDB do RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. As transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop imediato, e os valores individuais são pequenos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas físicas sem partido listadas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do MDB do RS (Sartori, Biolchi e Schmitz), o que torna plausível uma rede de aliados do mesmo partido. As duas entidades intermediárias sem partido/cargo informado (Patricia e Diolena) recebem despesas de campanha e depois doam a outros candidatos, o que pode ser prestação de serviço ou repasse, mas não há dados suficientes para afirmar que é rotineiro ou estranho. Os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 20 mil) e distribuídos em anos diferentes, sem um fato concreto que destoe do padrão.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jose Ivo Sartori e Marcio Della Valle Biolchi) são do mesmo partido (MDB/RS), o que oferece uma explicação plausível de articulação política. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não são equivalentes, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 20.000). Três das entidades são do MDB/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas as duas pessoas físicas intermediárias (Patrícia e Ricardo) não têm partido ou cargo informado, dificultando avaliar se há relação legítima. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas (José Ivo Sartori e Márcio Biolchi), ambas do MDB/RS, o que é compatível com repasses internos de partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 27 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto, então não há um fato concreto que force uma checagem prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (MDB) e atuam no RS, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou reembolsos internos. Os valores são modestos (R$ 31 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um padrão de ida e volta imediata. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentações entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação nos mesmos anos (2014/2018), o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 20.000) e as transações incluem doações e despesas típicas de campanha, como pagamento a uma pessoa física (PATRICIA DE FATIMA PORTA SARDÁ) que aparece como doadora e fornecedora. O ciclo fechado pode ser explicado por circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem indício de anomalia grave.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 36,5 mil no total) e pessoas físicas, não empresas ou fornecedores. Há vínculos partidários parciais (Sartori e Biolchi são do MDB/RS), mas o elo final (Marcio Antonio da Silva, UNIÃO) e as intermediárias sem partido declarado quebram a explicação por simples mesma coligação. As transações estão espalhadas entre 2018 e 2020, com tipos mistos (doação e despesa), o que enfraquece a leitura de ciclo fechado e coordenado.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do MDB/RS (José Ivo Sartori e Marcio Della Valle Biolchi) e duas pessoas físicas sem partido identificado, com valores modestos (R$ 29 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por doações e despesas de campanha dentro do mesmo campo político, mas a ausência de vínculo partidário explícito para as duas pessoas físicas e o fechamento do ciclo impedem uma conclusão definitiva. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre estranhos), mas também não é um padrão claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PL) e valores heterogêneos, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há elos sem partido/coligação em comum. O valor mais alto (R$ 100 mil de José Ivo Sartori para Giovani Cherini) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e o elo de volta a Miguel Bianchini é de apenas R$ 33,48 mil. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, mas também não é um padrão rotineiro óbvio de mesma coligação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (MDB, PL) e valores que não são equivalentes entre as pontas (R$ 70 mil de uma campanha para um candidato, R$ 100 mil de um governador para um deputado federal, R$ 50 mil de despesa, R$ 100 mil de volta). Não há um único fato que destoe de forma gritante, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. As transações podem ser explicadas por repasses dentro de uma mesma coligação ou por despesas de campanha usuais, mas a existência de um ciclo fechado entre pessoas de partidos distintos justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.500 a R$ 132.700). A maior transação é uma despesa de campanha de José Ivo Sartori com a Speed Promocional, empresa de brindes, o que é compatível com o ramo. As demais movimentações são doações de valores baixos entre pessoas físicas, algumas sem partido declarado, e não formam um ciclo fechado no mesmo período eleitoral.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, o que torna plausível que o ciclo resulte de doações e despesas entre aliados do mesmo partido, inclusive em anos eleitorais distintos. Os valores são modestos (R$ 15.690 no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos, sem concentração temporal que sugira um esquema de lavagem. O pagamento final a ADORALVO ANTONIO SCHIO, que também aparece como doador de José Ivo Sartori, pode ser um ressarcimento ou compra de fornecedor comum, sem indício de anormalidade.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em 2018 e 2020, período eleitoral em que são comuns doações e despesas entre candidatos da mesma coligação/partido. O fluxo principal é uma despesa de R$ 108.974,00 da campanha de Carlos Antonio Burigo para a de José Ivo Sartori, valor que destoa dos demais, mas compatível com serviços de campanha de maior porte. O ciclo se fecha com valores menores (R$ 500 a R$ 6.478), sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade.