severidade média5 nósIA: plausívelR$ 203.952,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 1.000 a R$ 1.478) entre candidatos da mesma sigla em 2018/2020, o que é compatível com doações internas de aliados e repasses partidários. A maior transação (R$ 108.974) é uma despesa da campanha de Burigo para a campanha de Sartori, valor que destoa das demais, mas pode ser explicada como repasse de recursos de campanha majoritária dentro da mesma coligação. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 203.452,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são pessoas físicas com vínculos partidários claros: três são do MDB/RS (Sartori, Burigo e Moyses) e uma é do UNIÃO/RS (Ana Claudia), partido que em 2018 estava coligado ao MDB no Rio Grande do Sul. As transações são de baixo valor (R$ 500 a R$ 1.478) e concentradas em 2018, ano em que Sartori disputou o governo e Burigo foi candidato a deputado estadual, o que é compatível com doações entre aliados da mesma coligação. O único valor alto (R$ 108.974) é uma despesa de Burigo para a campanha de Sartori, o que é padrão comum de transferência de recursos dentro de uma coligação majoritária. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 204.452,47
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação em pleitos coincidentes (2018/2020), o que é compatível com doações e repasses internos de aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 1.500) e o fluxo principal é uma despesa de campanha de Carlos Burigo para a eleição de José Ivo Sartori, não um retorno de dinheiro ao doador original. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 212.952,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e o fluxo ocorre majoritariamente em 2018, ano de eleição estadual em que José Ivo Sartori era candidato a governador. O padrão é compatível com repasses entre campanhas aliadas da mesma coligação/partido, incluindo doações de candidatos a candidatos e despesas pagas pela campanha majoritária a fornecedores/campanhas. O ciclo fechado é curto, mas a coincidência de partido, estado e ano eleitoral oferece explicação simples e legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 208.452,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação em pleitos coincidentes (2018/2020), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 108.974) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado pela circulação de recursos dentro da mesma coligação/partido, não havendo um fato concreto que destoe do padrão comum.
severidade média5 nósR$ 10.000,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.590,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, REPUBLICANOS) e uma empresa, o que à primeira vista dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, com a maior parte do fluxo passando por uma direção partidária estadual, o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.054,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 25 mil no total) e entidades de partidos diferentes (UNIÃO e MDB), mas o elo central é a Direção Estadual/Distrital, que recebeu R$ 23 mil de José Ivo Sartori e repassou R$ 254,71 a Leonardo Alex Stephan — padrão comum de repasse partidário. As demais transações são doações e despesas de baixo valor entre candidatos do RS em anos distintos (2018 e 2022), sem indicar um esquema fechado ou desproporcional. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósR$ 29.454,71
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.043,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores baixos (R$ 1.000 a R$ 10.000), típicos de doações entre candidatos do mesmo partido (MDB) no RS. Não há um encadeamento temporal curto nem valores atípicos que sugiram um loop artificial; a maioria das entidades é do MDB, o que explica a circulação de recursos dentro do mesmo grupo político. A presença de um candidato do DEM (MATEUS) em 2016 e 2022 não chega a ser um fato que dificulte a explicação simples, dado o contexto de alianças locais.
severidade média5 nósR$ 849.140,00
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 864.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB no Rio Grande do Sul (Sartori, Melo, Fernanda e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos e dispersos ao longo de 2018-2024, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O elo 'sem nome' e a direção municipal são entidades partidárias, não empresas privadas de ramo alheio, o que enfraquece a leitura de ciclo fechado suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 841.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do MDB no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo (R$ 830 mil) é uma despesa de campanha de Sebastião Melo para a direção municipal do próprio partido, padrão comum de repasse partidário. As demais transações são doações de valores baixos (R$ 1 mil a R$ 5 mil) entre candidatos da mesma sigla, compatíveis com apoio mútuo dentro do partido. O ciclo se fecha, mas os valores e a coincidência partidária oferecem explicação simples e legítima.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 862.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas filiados e a direção municipal do MDB de Porto Alegre, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 600 a R$ 1.000) e um repasse de R$ 830 mil do prefeito à direção municipal, compatível com repasses partidários rotineiros. As doações entre candidatos da mesma sigla e o retorno via direção municipal são padrão comum em campanhas coligadas, sem indício de empresa privada devolvendo valor expressivo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 865.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB do Rio Grande do Sul (Sartori, Melo, Moysés e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 865 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O maior fluxo é a despesa de R$ 830 mil de Sebastião Melo para a direção municipal, valor compatível com repasses partidários rotineiros. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.405,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 33,4 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (PTB e MDB), com transações espaçadas entre 2018 e 2024. As setas podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha, sem um fato isolado que destoe. Não há indício claro de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor fora do ramo, nem valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósR$ 72.695,00
severidade média5 nósR$ 73.395,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas em anos distintos (2018, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de partida. As entidades principais incluem dois políticos do MDB/RS e um do PL/RS, sem coligação explícita que explique tudo, mas também sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). A soma de R$ 12.000 é baixa e compatível com movimentações rotineiras de campanha, então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.900,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos do partido entre candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 7.500 por transação) e a cadeia envolve direções municipais e comissões provisórias, estruturas partidárias típicas. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano nem de empresa com ramo estranho ao serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 17.800, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas em anos diferentes (2018 e 2022) e valores que não retornam exatamente à origem. As entidades compartilham partidos (UNIÃO e MDB) e atuam no mesmo estado (RS), o que pode explicar movimentações entre aliados, mas a ausência de nomes para duas entidades e a mistura de anos dificultam uma conclusão. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 22.200,00
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 865.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao MDB do Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 2 mil a R$ 6 mil) entre candidatos do mesmo partido, além de repasses da direção municipal. O elo mais expressivo é a despesa de R$ 830 mil de Sebastião de Araujo Melo à direção municipal, que é justamente o tipo de transferência partidária comum (contribuição estatutária, fundo partidário, cessão de estrutura). Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação interna de uma coligação municipal.
severidade média5 nósR$ 10.500,00
severidade média5 nósR$ 29.707,34
severidade média5 nósR$ 30.407,34
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 103.292,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e uma direção municipal do MDB, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do fluxo é de uma direção municipal para candidatos, padrão comum de repasse partidário. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.934,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 0,44 a R$ 79.300,90) e anos variados (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e cargos distintos, mas todas atuam no RS, e a direção municipal do MDB aparece como intermediária em várias transações, o que pode ser padrão partidário legítimo. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 100.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento que force uma checagem imediata, mas também não se pode descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 98.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 98.520 no total) e entidades que compartilham partidos (PL e MDB) e atuação no RS, o que pode ser explicado por repasses internos de coligação ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 62.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (MDB e Republicanos) e valores modestos (R$ 500 a R$ 30.000), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação de R$ 30.000 da direção municipal para Eracildo Guilherme Linck em 2020 é a maior, mas pode ser repasse partidário legítimo. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, nem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 55 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são pequenos e compatíveis com repasses partidários rotineiros. Há vínculos partidários parciais (MDB e Republicanos) e a direção municipal do MDB aparece como intermediária, o que é um padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.582,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 36.582 no total) e entidades que compartilham partidos (MDB/PSDB) e atuação no RS, o que poderia ser explicado por repasses internos de coligação ou ressarcimentos. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e a cadeia inclui uma pessoa sem partido identificado (CAUANA LOUISE SCHNEIDER DA ROSA), dificultando afirmar que se trata de um loop intencional ou de mera coincidência. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado), mas também não é possível descartar a necessidade de checagem manual.
severidade média4 nósR$ 435.851,60
severidade média4 nósR$ 436.551,60
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.190,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas todas filiadas ao MDB no RS, o que é um padrão comum em movimentações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 24.190 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Portanto, os fatos não apontam claramente para algo bizarro nem para uma explicação totalmente rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 222.647,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do MDB do RS, o que é compatível com alianças partidárias legítimas e repasses internos. Os valores são modestos (R$ 2.226,47 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações e despesas entre correligionários, mas a cadeia fechada merece uma olhada rápida para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 214.702,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do MDB e PSD no RS, com valores que variam de R$ 250 a R$ 108.974, e há transações em anos distintos (2018 e 2022). A maior parte das movimentações ocorre dentro de uma mesma eleição (2018) e pode ser explicada por repasses entre aliados ou despesas de campanha, mas a doação de R$ 10.000 de José Ivo Sartori para Carlos Antonio Burigo em 2022, fora do ciclo eleitoral de 2018, e a existência de entidades sem nome identificado, impedem uma conclusão clara. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 212.952,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com cargos e anos que se sobrepõem (2018, 2022), o que é compatível com um ciclo de doações e despesas dentro de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 108.974) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de retorno exato ou de enriquecimento. O loop parece refletir a circulação normal de recursos entre campanhas aliadas, não um indício que exija priorização humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 219.952,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas quatro delas são candidatos do MDB do Rio Grande do Sul, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 2.199,52 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 222.452,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 elos, sendo que o elo de maior valor (R$ 108.974,00) é uma despesa paga por Carlos Antonio Burigo à campanha de José Ivo Sartori em 2018, não uma doação de volta. Os demais valores são modestos e compatíveis com repasses entre candidatos do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 217.452,47
IA · deepseek-flash O loop envolve quatro entidades, mas três delas são políticos do MDB do Rio Grande do Sul (Sartori, Burigo e Alceu Moreira), o que é compatível com repasses e despesas entre aliados da mesma coligação. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não são absurdamente díspares, embora a despesa de R$ 108.974,00 paga por Burigo à campanha de Sartori em 2018 seja a maior do conjunto. Não há um fato isolado que fuja completamente do padrão de movimentação entre correligionários, mas o ciclo fechado e a presença de uma empresa sem nome na cadeia justificam uma checagem manual para confirmar a natureza dos vínculos.
severidade média5 nósR$ 224.452,47
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 218.452,47
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em 2018 e 2022, período em que compartilharam campanhas e coligações. O fluxo principal é de uma campanha majoritária (José Ivo Sartori) repassando recursos a candidatos proporcionais do mesmo partido, o que é prática comum de coordenação partidária. O ciclo fechado pode ser explicado por doações e despesas entre aliados da mesma coligação, sem indicar necessariamente irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 227.952,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do MDB do Rio Grande do Sul, e o fluxo de recursos entre candidatos da mesma coligação/partido é comum em campanhas eleitorais. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.279,52 no total) e transações de doação e despesa que podem ser repasses internos ou ressarcimentos. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósR$ 236.952,47
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 212.452,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (MDB) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum em coligações e repasses internos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 108.974), sem indício de desproporção ou de empresa com ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 314.452,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 314 mil, mas as transações listadas mostram valores e anos dispersos (2018 e 2022), sem um encadeamento claro e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários entre José Ivo Sartori e Carlos Antonio Burigo (ambos MDB/RS), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses internos ou ressarcimentos. Já a relação com Giovani Cherini (PL) e as entidades sem nome não permite concluir se há um padrão legítimo ou algo que mereça checagem, faltando dados sobre a natureza das entidades e a cronologia exata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 211.952,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.119,52 no total) e três dos quatro elos são entre pessoas físicas do MDB/RS ou entre uma campanha e uma candidata, o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação. O único elo que chama atenção é a despesa de R$ 108.974,00 paga por CARLOS ANTONIO BURIGO à campanha de JOSÉ IVO SARTORI em 2018, valor muito superior às demais transações da cadeia, mas isso pode ser simplesmente uma despesa de campanha estadual repassada à campanha majoritária. Não há elemento claro que force uma checagem humana, nem dados suficientes para descartar o sinal.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 212.952,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo grupo político, o que é um padrão comum e legítimo de repasses entre aliados. Os valores são relativamente baixos e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop envolve doações mútuas e despesas de campanha, compatível com ressarcimentos e apoio financeiro dentro da mesma coligação.