severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.152,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do MDB/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.131,52 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações partidárias rotineiras, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 231.932,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do MDB do Rio Grande do Sul (José Ivo Sartori, Carlos Burigo e Márcio Biolchi), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos de despesas dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 2,3 mil a R$ 108,9 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 221.452,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 221 mil, com dinheiro saindo de José Ivo Sartori para Marcio Biolchi, voltando para Sartori, indo para Carlos Burigo e retornando como despesa à campanha de Sartori. Embora todos sejam do MDB/RS, o fluxo circular entre campanhas do mesmo partido em anos distintos (2018 e 2022) e a presença de uma empresa sem nome na cadeia dificultam uma explicação simples de repasse partidário rotineiro. O valor de R$ 108.974,00 pago por Burigo à campanha de Sartori é uma ordem de grandeza acima das demais transações, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 218.452,47
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e despesas de campanha. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.184,52 no total) e não há indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo. O fluxo 'CARLOS ANTONIO BURIGO -> ELEIÇÃO 2018 JOSÉ IVO SARTORI' como despesa é atípico, mas pode ser ressarcimento ou pagamento por serviço de campanha, não configurando por si só anomalia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 222.452,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses e doações entre aliados do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 2.222,45 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com movimentações rotineiras de campanha. O ciclo fechado pode ser explicado por doações mútuas e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 220.452,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do MDB do Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 2.204,52 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um padrão claro de devolução de grande monta. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre campanhas da mesma sigla, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 218.952,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação em eleições sobrepostas (2014-2024), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.189,52 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos, sem um padrão de ida-e-volta imediata. A maior transação (R$ 108.974,00) é uma despesa de campanha de Carlos Burigo para a eleição de José Ivo Sartori em 2018, o que pode ser gasto compartilhado ou repasse de estrutura, não necessariamente um retorno disfarçado. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre correligionários do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 245.152,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação em eleições sobrepostas (2014-2026), o que é compatível com um ciclo de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 6,4 mil a R$ 108,9 mil) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um padrão de devolução rápida ou de valor desproporcional. O loop pode ser explicado por repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma coligação, não havendo um fato concreto que destoe desse padrão.
severidade média5 nósR$ 218.552,47
severidade média5 nósR$ 221.952,47
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 216.952,47
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com histórico de candidaturas no mesmo período (2018/2022), o que é compatível com um ciclo de doações e despesas dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 108.974) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado por repasses entre aliados, ressarcimentos de campanha ou pagamentos a fornecedores da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 212.807,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 212,8 mil, mas as transações listadas não fecham um loop claro: há doações de Sartori a Burigo em 2022, despesas de Burigo à campanha de Sartori em 2018 e uma doação de Sartori a Nádia em 2018, sem que os valores e anos se encaixem num ciclo fechado. As entidades compartilham partidos (MDB e PL) e atuam no mesmo estado (RS), o que permite explicar parte das movimentações como alianças ou repasses partidários. Faltam dados sobre a empresa sem nome e sobre os elos que fechariam o ciclo, impedindo tanto descartar como confirmar estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 214.952,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do MDB do RS (Sartori, Burigo, Melo), o que é compatível com repasses internos de campanha ou devoluções de sobra. Porém, há uma entidade sem nome (empresa) e uma doação de Nadia Gerhard (PL) para Sebastião Melo (MDB) em 2020, que não se encaixa no mesmo partido. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é totalmente explicável pela mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.700,00
IA · deepseek-flash Todas as quatro entidades são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários do mesmo partido ao longo do tempo. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, mas sim uma cadeia que se estende por vários anos. Isso não configura, por si só, um padrão anômalo que exija priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.900,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários do mesmo partido ao longo do tempo. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 10.000) e as transações não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, mas sim uma cadeia de relações partidárias recorrentes. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas todas filiadas ao MDB no RS, o que é um padrão comum em movimentações dentro do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 20 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018 a 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 63.300,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 54.536,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 54,5 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PSOL/PT) e temporais (2018-2024), o que permite explicar a movimentação como repasses entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos por serviços. A empresa Pague Junto recebeu despesa de campanha e fez doação a um candidato do PT, mas não há indício de que o valor de volta seja desproporcional ou que o ramo da empresa seja incompatível. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 60.653,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. A empresa PAGUE JUNTO aparece como fornecedora de Guilherme Boulos em 2018 e como doadora de Douglas Belchior no mesmo ano, o que pode indicar relação comercial legítima, mas o elo final (Luiz Emmanuel Pinto doando a Boulos em 2024) não tem explicação óbvia nos dados. Não há um fato único e contundente que caracterize ciclo fechado e suspeito, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas de partidos distintos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 170.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre candidatos do PT de SP e uma empresa sem nome, com valores que variam de R$ 300 a R$ 150.000. A maioria das entidades compartilha partido (PT) e estado (SP), o que é um padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 167.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas, com valores e anos variados. As entidades identificadas são todas do PT de SP, o que pode indicar movimentação dentro do mesmo grupo político, mas a ausência de nomes para duas entidades e a diferença de anos (2020 e 2022) dificultam a interpretação. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 65.891,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 65,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e entre pessoas de partidos distintos (PT e PSOL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma doação de R$ 44.992,00 da empresa PAGUE JUNTO para DOUGLAS BELCHIOR em 2018, enquanto as demais somam valores muito menores, e a cadeia fecha com DOUGLAS pagando despesa a CLAYTON (R$ 12.000) em 2022, sem explicação simples para o retorno. A presença de empresas de tecnologia/consultoria como intermediárias e a diferença de magnitude entre os elos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 62.186,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 62 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e entre partidos distintos (PT e PSOL), o que enfraquece a explicação por coligação ou conta partidária comum. O ponto mais chamativo é a empresa PAGUE JUNTO ter doado R$ 44.992 a DOUGLAS BELCHIOR em 2018 e, no mesmo ano, recebido R$ 132,02 de PAULO ROBERTO BUFALO (PSOL), criando um elo direto e de mão dupla entre uma empresa e uma campanha. Além disso, há um pagamento de R$ 12.000 de DOUGLAS para CLAYTON, ambos com sobrenome BELCHIOR, o que sugere relação familiar e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.055,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13.055 no total) e pessoas com vínculos partidários distintos (PT e PSOL), mas há laços familiares entre Douglas e Clayton Belchior, o que pode explicar a transferência de R$ 12.000 em 2022. As demais transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores pequenos, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe do comum a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.842,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento direto e imediato. As entidades têm partidos variados (PT, PSOL) e não há evidência de coligação comum ou relação contratual entre todas. O valor total é baixo e não há indício de preço fora do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de tecnologia intermediando doações e despesas merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.285,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PT, PSOL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação de recursos. A empresa PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA. aparece simultaneamente como doadora de R$ 9.743,00 para Hemerson Casado Gama (PSDB) e como fornecedora de Douglas Elias Belchior (PT), que a pagou R$ 1.188,64, criando uma via de mão dupla entre campanhas de partidos adversários. O fechamento do loop com valores e anos variados (2018 e 2022) não tem explicação simples por ressarcimento ou sobra de campanha, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 124.995,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza distintas: a empresa Pague Junto doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018, enquanto Douglas Belchior pagou apenas R$ 1.188,64 à mesma empresa no mesmo ano. A conexão de volta a Boulos se dá por uma despesa de R$ 1.150,00 com Annibal Moraes em 2024, que por sua vez doou R$ 12,00 a Douglas em 2018. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e os vínculos partidários (PSOL e PT) são de campos aliados, o que não é incomum. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.097,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSOL) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são modestos (R$ 29 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação da empresa PAGUE JUNTO à candidata THAIS (R$ 20,2 mil) seguida de despesa de DOUGLAS à mesma empresa (R$ 1,2 mil) não configura retorno significativo, e a doação de NELSON a DOUGLAS (R$ 300) é irrisória. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações eleitorais comuns, mas a presença de partidos distintos e uma empresa intermediando recursos impede uma explicação totalmente trivial.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 491.376,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que doou R$ 317 mil à campanha de Marina Silva (REDE) em 2018 e recebeu R$ 1,1 mil de despesa da campanha de Douglas Belchior (PT) no mesmo ano, mas as transações não formam um loop fechado claro: a doação de R$ 10 de Luiza de Oliveira a Douglas e a despesa de R$ 14 mil de Marina a Luisa de Oliveira Dias são valores e entidades que não se conectam diretamente. A diferença de partidos (REDE e PT) e a ausência de vínculo explícito entre as campanhas dificultam uma explicação simples, mas os valores e a natureza das transações (doação empresarial e despesa de campanha) são compatíveis com movimentações eleitorais rotineiras. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 37.721,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e REDE) e uma empresa de tecnologia que aparece nos dois sentidos da cadeia: recebe R$ 1.188,64 de despesas da campanha de Douglas (PT) e doa R$ 25.934,00 para a campanha de José Gustavo (REDE). O elo de fechamento é um pagamento de R$ 8.000,00 da campanha de José Gustavo a 'LUCIANA MINAMI', que não é a mesma pessoa da doadora inicial 'LUCIANA AKI MINAMI' que doou R$ 300,00 a Douglas, mas o nome parcialmente coincidente e o ciclo curto entre 2018 merecem checagem. Não há coligação/partido comum evidente entre os dois candidatos que explique naturalmente o fluxo, e a empresa intermediária recebendo e doando valores de ordens de grandeza diferentes é um fato concreto que justifica um humano olhar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.190,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 77 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e valores pequenos, típicos de despesas de campanha. As entidades incluem duas empresas de tecnologia/coordenação e três políticos de partidos distintos (PT e PSOL), sem coligação comum evidente. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; o loop pode ser coincidência de prestação de contas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.003,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PSOL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações têm valores modestos e tipos variados (doação e despesa), sem um elo que se destaque como anômalo. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não há um padrão comum claro que explique todo o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.755,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21.755,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários entre Douglas (PT) e os demais (PSOL), o que não é suficiente para explicar o loop, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. Sem informações adicionais sobre a relação entre as pessoas e a empresa, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósR$ 11.673,22
severidade média4 nósR$ 23.410,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.419,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PP, PSL) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são muito baixos (R$ 100 a R$ 12.000) e a maior transação é uma despesa de campanha presidencial a um fornecedor, que pode ser serviço ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.755,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos muito distintos (PL, PDT, PP) e anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem fragmentadas, sem um elo financeiro robusto que caracterize um loop claro de recursos. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como um fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais.
severidade média5 nósR$ 27.958,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.754,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos variados (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são pequenos (R$ 23.754,59 no total) e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre pessoas físicas e campanhas, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.970,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a campanha presidencial de Bolsonaro paga R$ 12.000 a Thiago Loureiro Dayrell Costa, mas o elo seguinte é uma doação de apenas R$ 1.000 de Jesiel J. da Silva a Bolsonaro, e o restante do ciclo gira em torno de R$ 1.000. Essa combinação de atores desconexos e valores díspares dificulta uma explicação simples e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.495,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre pessoas físicas e campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento suficiente para afirmar que é rotineiro nem para destacar como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 174.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos e cargos diferentes (PL, AVANTE, PRTB), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito assimétricos: a doação de R$ 160 mil de Pablo Marçal a Bolsonaro em 2022 é o único montante relevante, enquanto as demais transações são de R$ 1 mil a R$ 12 mil, podendo ser ressarcimentos ou apoios pontuais. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como empresa doando milhões e recebendo de volta), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível' sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.822,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são relativamente baixos e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre pessoas físicas e campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há indício claro de irregularidade, mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.652,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020 a 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 12.000 da campanha presidencial de Bolsonaro para Thiago Loureiro Dayrell Costa, que não aparece como candidato ou fornecedor identificado, enquanto as demais transações giram em torno de R$ 1.000 a R$ 1.600. Essa assimetria de valor e a ausência de elo partidário tornam o loop atípico e merecedor de checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.262,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e cargos/anos desconexos, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 12.000,00 da campanha presidencial de Bolsonaro para Thiago Loureiro Dayrell Costa é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 1.000, R$ 22, R$ 1.000, R$ 240), o que foge do padrão do loop. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.082,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Chama atenção que uma despesa de R$ 12.000 da campanha presidencial de Bolsonaro (2022) vá para Thiago Loureiro Dayrell Costa, que no mesmo ano doou R$ 1.000 a Daniel Borja (AVANTE), o qual em 2024 doou R$ 1.000 a Pablo Marçal (PRTB), que em 2022 pagou despesa a Abimael José dos Santos, o qual em 2022 doou R$ 22,22 a Bolsonaro. O elo de maior valor (R$ 12.000) saindo de uma campanha presidencial para um ator que depois aparece doando a um vereador de outro partido e estado merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.130,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre pessoas físicas e campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento claro que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 19.300 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre pessoas físicas e prestação de serviços de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.665,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre pessoas físicas e campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento claro que justifique priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.982,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por repasses internos. Além disso, há uma assimetria grande de valores: uma despesa de R$ 12.000,00 da campanha presidencial de Bolsonaro para Thiago Loureiro Dayrell Costa, enquanto as demais transações do ciclo são de R$ 22,00 a R$ 1.000,00. Esses dois fatores, somados ao fechamento do ciclo em anos diferentes, justificam uma checagem humana.