severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.382,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos variados (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 100, R$ 22, R$ 1.000, R$ 360, R$ 12.000) e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre pessoas físicas e campanhas, sem um elo claro de direcionamento. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.135,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (PL, AVANTE, DEM, PRTB) e em anos diferentes, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, a transação de maior valor (R$ 12.000,00) é uma despesa da campanha presidencial de Bolsonaro para Thiago Loureiro Dayrell Costa, que não aparece como entidade do loop, enquanto o retorno a Bolsonaro é uma doação de apenas R$ 15,00 de Mirian Rossbach. Essa assimetria e a falta de conexão partidária entre os elos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.622,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são relativamente baixos (R$ 14.622 no total) e as transações podem ser doações entre pessoas físicas ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe claramente. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.562,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos variados (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem pontuais, sem um padrão claro de retorno financeiro significativo. Não há um fato concreto que destoe de forma evidente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.830,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos variados (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 14.830 no total) e as transações parecem pulverizadas, sem um elo financeiro robusto que caracterize um loop fechado e relevante. Não há um fato concreto que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.512,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PL, AVANTE, PRTB) e anos variados (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos, as transações são poucas e não há um fato concreto que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível). O conjunto é atípico, mas não permite afirmar que merece priorização sem uma checagem mais detalhada.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 194.433,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à empresa AIXMOBIL, que doou R$ 50,00 a Ricardo Santos Gomes (MDB), cuja campanha pagou R$ 10.000,00 a Elaine Maria Chaves Krieger, que por sua vez doou R$ 31,00 à campanha de Bolsonaro. A diferença de ordens de grandeza entre os valores e a presença de pessoas de partidos distintos (PL e MDB) num ciclo fechado dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 185.883,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha presidencial (Jair Bolsonaro, PL) pagando R$ 184.352,21 à empresa AIXMOBIL, que doou R$ 30,00 a Aleksander Palitot (PRD), que por sua vez pagou R$ 1.500,00 a Paulo Eduardo, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro. As entidades não compartilham partido ou coligação declarada, e o valor que sai da campanha presidencial é ordens de grandeza maior que os demais elos, sem explicação simples de mesma agremiação ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento à AIXMOBIL e a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 201.374,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor que retorna à empresa (R$ 184.352,21 pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL) é cerca de 3.686 vezes a doação que a própria AIXMOBIL fez a Bruno Cavalcanti (R$ 500), uma assimetria de ordem de grandeza que merece checagem. Além disso, a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PSDB e recebendo despesa de campanha do PL, sem relação partidária evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 209.862,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB em 2018, PL em 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 500 a R$ 184 mil) e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. O maior fluxo (Jair Bolsonaro -> Aixmobil, R$ 184 mil em 7 despesas) pode ser gasto de campanha com fornecedor, e a doação de R$ 500 da Aixmobil a Bruno Cavalcanti é pequena e possivelmente coincidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 203.235,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de baixo valor. Sem mais contexto sobre a relação entre AIXMOBIL e os demais, não há um fato único que caracterize um loop fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.237.247,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PSB, PL, CIDADANIA) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem relação partidária óbvia que explique a cadeia. O valor pago por Alckmin à direção estadual (R$ 1.000.100,00) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora de Alckmin e fornecedora de Bolsonaro, fechando o ciclo. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.236.348,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação única. Porém, os valores são muito díspares e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto e isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 287.669,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou a um candidato e depois recebeu pagamentos de campanha de outro, sem relação partidária evidente. Além disso, há uma diferença de ordens de grandeza entre as transações: R$ 2.200 de doação de um vereador a Bolsonaro contra R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL, e R$ 100 mil de despesa de Alckmin à direção partidária. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 296.157,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), mas as transações não formam um loop fechado no mesmo ano ou contexto: a maior parte ocorre em 2018, com uma doação isolada de R$ 10,00 em 2022. Os valores são díspares e as conexões entre as entidades não são diretas (ex.: Romário doa a Bolsonaro, mas Bolsonaro paga à AIXMOBIL, que doa a Alckmin). Não há um fato único que destoe de padrões comuns de movimentação partidária, mas também não é possível descartar coincidência ou explicar completamente sem mais dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 289.530,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PSB, PL; 2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação, mas as transações são de naturezas distintas (doações pequenas, despesas de campanha e uma doação empresarial) e não formam um fluxo direto e fechado de retorno de recursos. Os valores são muito díspares (R$ 9,22 a R$ 184 mil) e a maior parte da movimentação é de despesas, não de doações circulares. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop suspeito, nem elementos suficientes para descartá-lo como coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.436.926,47
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre campanhas de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa, sem coligação comum evidente. Chama atenção a assimetria de valores: uma doação de R$ 1,00 de Keed Worley a Jair Bolsonaro em 2022 e uma despesa de R$ 1.250.000,00 de Alckmin a Ataídes Oliveira em 2018, que não aparece como entidade do loop. A cadeia envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou a Alckmin e recebeu despesas de Bolsonaro, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 396.847,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSB, PL, PSDB) e uma empresa, mas os valores e anos não formam um loop fechado e coerente: a maior parte do fluxo (R$ 200 mil de Alckmin para Vander Masson em 2018 e R$ 184 mil de Bolsonaro para Aixmobil em 2018) não retorna diretamente ao ponto de origem, e a doação de R$ 10 de Romário a Bolsonaro em 2022 é irrisória. As conexões entre entidades sem partido/coligação comum e a mistura de anos dificultam uma explicação simples, mas também não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 241.148,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos distintos (PSDB, PSB, PL) e uma empresa, mas os valores são muito desiguais: a maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são de R$ 5.000, R$ 1.795 e R$ 1,00. Não há um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem, e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 241.148,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSB, PL, REPUBLICANOS) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: R$ 1.795,00 de doação da AIXMOBIL a Alckmin, R$ 50.000,00 de despesa de Alckmin a Eduardo Leite, R$ 1,00 de doação de Righetto a Bolsonaro e R$ 184.352,21 de despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL. Não há um encadeamento claro de retorno do mesmo valor ou de ciclo fechado no mesmo período, e as conexões partidárias não são evidentes. Faltam elementos para afirmar que é um padrão rotineiro ou que há um fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.026,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, AVANTE, MDB) e uma empresa privada, sem coligação comum declarada. O valor central é altamente assimétrico: a campanha de Jair Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, enquanto as demais transações do ciclo somam apenas cerca de R$ 9.674,00. A AIXMOBIL, que recebeu o montante principal, também aparece doando R$ 6.254,00 a um candidato do MDB, criando um fluxo de recursos que merece verificação humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.462,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e esferas diferentes (PSD, PSDB, PL) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1,1 mil à campanha de Lucas Redecker. O elo de volta é uma despesa de campanha paga a uma empresa que também aparece como doadora na cadeia, o que não é o padrão usual de doação entre aliados. A diferença de magnitude (R$ 184 mil saindo vs. R$ 1,1 mil voltando) e a mistura de anos e cargos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósR$ 187.102,21
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.153,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, compatível com despesa de campanha, e a doação de R$ 1,00 de José Paulo Ferreira a Bolsonaro é irrelevante. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentações eleitorais, mas a cadeia fechada merece verificação humana por precaução.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 184.938,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes, mas a maior parte do valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, fornecedora de serviços, o que é uma relação comercial comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 265, R$ 305, R$ 15,22 e R$ 1,00) e podem ser doações ou ressarcimentos entre campanhas, sem indicar um fluxo circular relevante. O loop parece ser um artefato da agregação de dados, não um padrão suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 187.168,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: a maior transação (R$ 184.352,21) é um pagamento de despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações pequenas (R$ 10, R$ 250, R$ 305, R$ 1.000). As entidades têm vínculos partidários ou de mesma base (PSL/PL em SC), e o fluxo pode ser explicado por repasses partidários, doações entre aliados e pagamento de fornecedor, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem relação. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.924,21
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PL, PATRIOTA, MISSÃO) e uma empresa privada, sem coligação comum evidente. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 305,00 a Edupercio Pratts, enquanto as demais transações são de valores irrisórios (R$ 1,00 a R$ 265,00). Essa assimetria de ordens de grandeza e a mistura de partidos sem vínculo claro justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.209,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de R$ 100 a R$ 550,71. As pequenas doações entre João Ernesto Koch, Eduardo Pratts e direções partidárias são compatíveis com movimentação rotineira dentro de um mesmo campo político em SC, e o pagamento à AIXMOBIL pode ser despesa de campanha por serviços prestados. Não há um fato concreto que torne a cadeia inexplicável por padrões comuns de financiamento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.123,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, MISSÃO) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 700 vezes maior que as demais transações do loop, todas entre R$ 100 e R$ 305, e a empresa AIXMOBIL aparece tanto como fornecedora de Bolsonaro quanto doadora de Edupercio Pratts, fechando o ciclo. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 199.659,21
IA · deepseek-flash O loop envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 184.352,21) é um pagamento de despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de R$ 1.500,00, R$ 305,00 e até R$ 1,00. As entidades compartilham vínculos partidários (PSL/PL) e o fluxo pode ser explicado por doações e despesas rotineiras dentro do mesmo campo político, sem um ciclo fechado e simétrico que sugira devolução de recursos. Não há um fato concreto que fuja do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 187.159,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares e anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. O grosso do dinheiro (R$ 184.352,21) é despesa da campanha presidencial de Bolsonaro em 2018 com a AIXMOBIL, fornecedora de serviços, enquanto as demais transações são doações de valores baixos (R$ 1,00, R$ 305,00, R$ 2.500,00) em anos distintos. As conexões entre as entidades passam por direções partidárias e por um doador individual de R$ 1,00, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato concreto que fuja do explicável.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.987,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum declarada: a campanha presidencial de Bolsonaro (PL) pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doou R$ 625,00 a José Régis (CIDADANIA), que pagou R$ 5.000,00 a José Adailson, que doou R$ 10,00 a Bolsonaro. O elo mais forte é o pagamento de grande valor da campanha presidencial a uma empresa que depois aparece doando a um candidato de outro partido, sem relação óbvia entre eles. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 185.978,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 625,00 ao candidato José Regis Barros Cavalcante (Cidadania-AL), sem partido/coligação em comum evidente. Em 2022, a campanha de José Regis pagou R$ 1.000,00 a Ruth Nascimento Azevedo, que no mesmo ano doou R$ 1,00 a Bolsonaro, fechando um loop de 4 entidades. A diferença de magnitude entre o valor que sai da campanha presidencial e o que retorna é enorme, e a conexão entre uma empresa de serviços/participações e uma campanha de outro partido/estado não tem explicação simples nos dados. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.557,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos distintos (PT, PL, NOVO) e anos variados (2018 a 2026), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT), criando um fluxo cruzado entre campos políticos opostos. Além disso, a ELEGIS recebe despesa de Fortunati em 2026 e doa R$ 2.040,00 a Paulo Gabriel Lombardi de Oliveira (NOVO) em 2024, fechando o loop com valores e tempos que dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou ressarcimento.
severidade média5 nósR$ 190.656,88
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.296,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, Republicanos) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018 é mais de 500 vezes maior que a doação de R$ 1,00 de Mário Lúcio a Bolsonaro em 2022, e a doação de R$ 3.109,00 da AIXMOBIL a José Alberto Reus Fortunati (PT) em 2018 conecta uma empresa que recebeu da campanha de Bolsonaro a um candidato de outro partido. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
severidade média5 nósR$ 188.046,57
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 208.741,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, Republicanos) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT), criando um fluxo de recursos entre campos políticos opostos. Além disso, há uma doação de R$ 1,00 de Evaristo Pinheiro Righetto a Bolsonaro, valor atípico que reforça a necessidade de checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 210.171,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PSDB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que já havia doado R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT) em 2018, criando um fluxo cruzado entre campos políticos opostos. Além disso, há um salto de ordem de grandeza entre as demais transações (R$ 1.000 a R$ 21.000) e essa despesa, sem que o ramo da AIXMOBIL esteja descrito. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 253.462,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que também doou para José Alberto Reus Fortunati (PT) no mesmo ano, criando um vínculo direto entre lados opostos. Além disso, a doação de R$ 100 de Celso Bassani Barbosa (PSDB) a Bolsonaro (PL) em 2022 é um valor atípico e simbólico dentro de um loop de R$ 253 mil. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 229.665,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e esferas diferentes (REPUBLICANOS/SP e PL/BR) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circularidade. A AIXMOBIL doou R$ 15.312 a Hugo do Prado Santos em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro — valor uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. O elo final (Hugo do Prado Santos pagando despesa a Carlos Francisco da Costa em 2024) fecha o loop sem relação aparente com os demais, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 203.165,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (REPUBLICANOS, PP, PL) e uma empresa, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares (de R$ 1,00 a R$ 184 mil). A maior parte do fluxo (R$ 184 mil) é uma despesa da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 15 mil a Hugo do Prado em 2018, mas não há conexão temporal ou de valor que feche um ciclo claro. Sem mais contexto sobre vínculos societários ou contratuais, não há um fato específico que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 360.197,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (REPUBLICANOS/SP 2018, PL/BR 2018 e 2022, PRTB/BR 2022/2024), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia inteira. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 15.312,00 a Hugo do Prado Santos, fechando o loop. O elo Pablo Marçal -> Bolsonaro (R$ 160.000,00 em 2022) e o retorno via AIXMOBIL não têm relação óbvia entre si, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 350.880,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades com valores e anos dispersos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do valor (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou R$ 500 a Giovani Cherini em 2018, e há doações pequenas entre candidatos de partidos diferentes (PL e PRTB). Não há um fato único e gritante que exija checagem imediata, mas a combinação de sentidos e anos distintos também não permite descartar de plano.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.797,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PP) e uma empresa privada, sem coligação comum declarada que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: a campanha de Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doou apenas R$ 500 a Giovani Cherini, enquanto o restante do ciclo soma valores muito menores. Além disso, há um elo intermediário (CLEOFAS RODRIGO DIEDRICH MOSER) que recebeu despesa de Cherini e doou a Leocir Weiss, mas não aparece como entidade nomeada no resumo, dificultando a checagem automática.
severidade média5 nósR$ 196.003,21
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 186.653,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as magnitudes são incompatíveis: a campanha de Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL em 2018, enquanto a AIXMOBIL doou apenas R$ 500,00 a Giovani Cherini no mesmo ano. Além disso, a doação de R$ 1,00 de Pedro Frigo (PP) a Bolsonaro (PL) em 2022 e a despesa de R$ 1.800,00 de Cherini (PL) a Frigo (PP) são valores atípicos e envolvem partidos diferentes, dificultando a explicação por mera coincidência de coligação. O loop merece checagem humana para entender a real relação entre as partes e a origem dos recursos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.203,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 a R$ 184.352,21) e as transações podem ser despesas e doações rotineiras entre campanhas e fornecedores. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como um retorno exato de valor ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 185.853,21
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 192.853,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos dispersos: a campanha de Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL em 2018, a AIXMOBIL doou R$ 500 a Giovani Cherini no mesmo ano, Cherini teve despesa de R$ 8.000 com Idair Moschen em 2022, e Moschen doou R$ 1 a Bolsonaro em 2022. As conexões entre os elos são tênues (valores muito díspares, anos diferentes) e não há evidência de que as transações se relacionem entre si. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não dá para descartar coincidência ou padrão legítimo.