severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 186.374,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro da mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 520, R$ 2, R$ 184.352,21 e R$ 1.500) e as transações não formam um fluxo circular claro de retorno do mesmo montante. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre as pessoas, não há um fato concreto que caracterize um padrão anômalo evidente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 346.882,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (REPUBLICANOS, PRTB, PL) e uma empresa, sem coligação comum aparente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que anos antes havia doado R$ 520,00 a Júlio Cesar Ribeiro; o elo de volta é uma doação de R$ 160.000,00 de Pablo Marçal a Bolsonaro em 2022. A diferença de ordem de grandeza e a mistura de anos e partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósR$ 186.873,21
severidade média4 nósR$ 186.373,21
severidade média4 nósR$ 186.873,21
severidade média4 nósR$ 185.453,21
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 345.355,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 500 a R$ 184 mil) e as transações parecem desconexas no tempo, sem um fluxo financeiro coerente que caracterize um loop real. Não há um fato concreto e nomeável que justifique priorização imediata, mas também não é claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 188.403,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: a campanha presidencial de Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doou apenas R$ 500 a Fábio Ramalho; este pagou R$ 3.000 a Viviane Matos, que pagou R$ 550 a Laís Bueno, que doou R$ 1 a Bolsonaro. As conexões entre Fábio (PL), Viviane (UNIÃO) e Laís são de valores baixos e podem ser despesas de campanha comuns (ex.: serviços, material), sem indicar retorno do dinheiro ao doador original. O elo mais relevante é o pagamento de Bolsonaro à AIXMOBIL, mas isso é compatível com contratação de serviços pela campanha, não com um loop de devolução.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.862,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 10 a R$ 184 mil) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha de Jair Bolsonaro à AIXMobil, empresa que também doou a um candidato do mesmo partido (PL), padrão comum de fornecedor que apoia aliados. As demais conexões são de baixo valor e cruzam partidos diferentes (PL e União), sem indicar um esquema claro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.653,21
IA · deepseek-flash O loop envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, CIDADANIA, UNIÃO) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. No entanto, os valores são muito díspares: a maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam menos de R$ 10 mil, e não há informação sobre a natureza dos serviços prestados pela AIXMOBIL que permita avaliar se o ciclo é artificial ou apenas reflexo de relações comerciais e doações pulverizadas. Sem dados adicionais sobre vínculos societários, contratos ou coincidência temporal, não é possível classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 186.653,21
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.853,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 em despesas da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 500,00 a Fábio Augusto Ramalho dos Santos (PL/MG). Em 2022, a campanha de Fábio pagou R$ 5.000,00 a José Amaro Alves de Azevedo, que também doou R$ 1,00 a Bolsonaro. Embora os valores sejam díspares e as transações ocorram em anos diferentes, o encadeamento fecha um ciclo entre entidades que compartilham o mesmo partido (PL), mas a assimetria entre o grande volume pago à empresa e a pequena doação de volta, além da participação de um doador de valor irrisório, justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média5 nósR$ 355.859,21
severidade média4 nósR$ 186.153,21
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 189.853,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 100, R$ 500, R$ 184.352,21) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham o partido PL, o que oferece uma explicação plausível para parte das movimentações, mas a empresa AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesas de campanha, sem que os fatos permitam avaliar se há relação indevida. Não há um fato concreto que force a conclusão de 'bizarro', nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 186.853,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum: JAIR BOLSONARO (PL) paga R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doa R$ 500 a FABIO RAMALHO (PL), que paga R$ 2.000 a VANDERLINO TUDEIA JUNIOR (PT do B), que doa R$ 1 a JAIR BOLSONARO. A disparidade de ordens de grandeza (R$ 184 mil vs. R$ 1) e a presença de um vereador de partido distinto no ciclo dificultam a explicação por mera coincidência de coligação ou repasse partidário. Vale checagem humana para entender a natureza dos pagamentos e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.023,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um fluxo coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21), compatível com pagamento de serviços, e as demais são valores pequenos (R$ 500, R$ 120, R$ 1.050) que podem ser doações ou ressarcimentos isolados. Não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não há um padrão legítimo claro que explique todo o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 191.853,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 500, R$ 1, R$ 1.843,52 e R$ 7.000) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. As entidades têm vínculos partidários (PL) e a empresa AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, o que pode ser explicado por contratação de serviços de mobilidade. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, mas a combinação de uma empresa que recebe pagamento de campanha e doa para outro político do mesmo partido merece uma checagem humana para confirmar se há relação comercial real.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 186.353,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 500 a Fábio Augusto Ramalho dos Santos (PL/MG), que por sua vez pagou R$ 1.500 a Jornane Sena da Silva, a qual doou R$ 1 a Bolsonaro em 2022. Apesar de todos os personagens com mandato serem do PL, a empresa no centro do loop não tem vínculo partidário declarado e o valor que entra na cadeia é uma ordem de grandeza maior que os demais, o que dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento. O retorno final de R$ 1 é irrisório, mas a passagem por uma empresa fornecedora da própria campanha merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 185.857,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações estão em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: R$ 184.352,21 de despesa da campanha de Bolsonaro à AIXMobil, R$ 1.000,00 de despesa de Fábio Augusto a Erly Simplício, R$ 500,00 de doação de Erly Simplício a Bolsonaro e R$ 500,00 de doação da AIXMobil a Fábio Augusto. A conexão partidária (PL) entre Bolsonaro e Fábio Augusto é um elo legítimo, mas a AIXMobil é uma empresa e o elo com Erly Simplício não tem partido/cargo informado, o que impede descartar coincidência ou explicar o loop como mero repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.365,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PT, PL, PROS; 2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples circulação dentro da mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à Aixmobil em 2018) é uma despesa de campanha, e as demais são valores pequenos, sem indício de que o dinheiro tenha retornado de fato ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas eleitorais, mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o sinal como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.923,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PT, AVANTE, PL; 2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas: uma doação simbólica de R$ 1,00 e uma despesa de R$ 184 mil da campanha presidencial a uma empresa que depois doa a uma candidata de outro partido. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços ou vínculos societários, não há um fato único que caracterize um padrão claramente anômalo ou claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.773,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário rotineiro. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de baixíssimo valor (R$ 10 a R$ 2.995), gerando assimetria de ordens de grandeza dentro da cadeia. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora da campanha de Sofia Cavedon (PT) em 2018 e depois como fornecedora da campanha de Bolsonaro (PL) no mesmo ano, sem relação partidária evidente entre as campanhas. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.448,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 2.995,00 a uma candidata do PT em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 como despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) — valor 61 vezes maior que a doação. Além disso, a cadeia conecta partidos opostos (PT e PL) e inclui um elo sem nome (48470406000), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. O salto de ordem de grandeza e a mistura de campos políticos distintos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósR$ 194.754,21
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.572,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PL e PT) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto a doação de volta da empresa à candidata do PT é de apenas R$ 220,00, e há ainda um pagamento de R$ 3.000,00 da candidata a Tássio Rafael da Silva, que doou R$ 0,01 a Bolsonaro. A assimetria de valores e a mistura de partidos adversários dificultam uma explicação rotineira e justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.858,21
IA · deepseek-flash O loop envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1.005,00 a Ademir Camilo Prates Rodrigues (AGIR-MG), que em 2022 pagou R$ 2.500,00 a Gilmar Baldow Burmann, o qual doou R$ 1,00 a Bolsonaro. Apesar dos valores pequenos nas pontas, a presença de uma empresa contratada pela campanha presidencial doando para um candidato de outro partido/estado e o ciclo fechado entre pessoas sem coligação comum em 2018/2022 justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 200.358,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum: Jair Bolsonaro (PL) pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL em 2018, a AIXMOBIL doou R$ 1.005,00 a Ademir Camilo (AGIR) no mesmo ano, e Ademir Camilo pagou R$ 15.000,00 a Marcelo Macedo Lucio em 2022, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro em 2022. A diferença de magnitude entre a despesa de Bolsonaro e a doação da AIXMOBIL, somada à ausência de vínculo partidário declarado entre os envolvidos, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O valor de R$ 184 mil pago a uma empresa que depois doa a um candidato de outro partido merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 345.777,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, AGIR, PRTB) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A AIXMOBIL recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1.005,00 a Ademir Camilo, que por sua vez pagou despesa a Aline Barbosa Roque, que em 2024 doou a Pablo Marçal, que em 2022 doou R$ 160.000,00 a Bolsonaro — fechando o loop. O elo temporal de 2018 a 2024 e a mistura de partidos sem vínculo aparente justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 187.990,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PDT e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação é uma despesa de campanha de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que depois doou para Tarcísio (2018), e as demais transações são de valores baixos ou irrelevantes (R$ 0,02). Não há um fato único e claro que configure um loop fechado e suspeito, como valores equivalentes ou ciclo curto entre os mesmos atores.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 193.032,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 7.460,00 para Fátima Cleide Rodrigues da Silva (PT-RO), que por sua vez pagou despesa a João Alves Galvão, que em 2022 doou para Bolsonaro. A ligação entre uma empresa fornecedora de uma campanha presidencial e uma candidata de outro partido/estado, no mesmo ano, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O valor recebido pela empresa é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, e o retorno posterior via doação a Bolsonaro fecha um circuito indireto que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 192.313,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 7.460,00 para Fátima Cleide (PT), que por sua vez pagou despesa a Luciano de Jesus, que em 2022 doou R$ 1,00 a Bolsonaro. A ligação entre AIXMOBIL e a campanha de Bolsonaro é de fornecedor (despesa), não de doador, e a doação da empresa a uma candidata de partido adversário no mesmo ano quebra a explicação por mesma coligação ou conta partidária. O valor de R$ 184 mil pago a uma única empresa e o retorno via doação a candidata de outro campo político justificam checagem humana.
severidade média5 nósR$ 366.066,21
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 191.763,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as magnitudes são muito desiguais: a campanha de Jair Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL em 2018, enquanto a AIXMOBIL doou apenas R$ 6.706,00 ao candidato Nilson Leitão no mesmo ano. Além disso, há uma doação de R$ 5,00 de Janaina Steffany de Oliveira a Bolsonaro em 2022, sem relação partidária ou coligação evidente com os demais. A assimetria entre o valor que sai da campanha presidencial e o que retorna à cadeia, somada à participação de uma pessoa física sem vínculo claro, justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 193.164,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou conta partidária comum que explique a cadeia. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações (R$ 6.706,00 e R$ 2.100,00), e a empresa AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PP no mesmo ano em que recebeu da campanha presidencial do PL. Isso configura um loop fechado com valores desproporcionais e sem vínculo partidário evidente, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 192.058,31
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (AIXMOBIL), um deputado do PP e a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), sem coligação/partido comum evidente entre Nilson (PP) e Bolsonaro (PL). A AIXMOBIL doa R$ 6.706 a Nilson em 2018 e, no mesmo ano, recebe R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro — valor 27x maior que a doação de entrada, sem ramo declarado que explique o vínculo. O elo intermediário é uma despesa de R$ 1.000 de Nilson a 'Gustavo F Saraiva Bouret', que depois doa R$ 0,10 a Bolsonaro, valor irrisório que não fecha a lógica do loop. O conjunto tem um fato nomeável (empresa que doa e recebe de volta muito mais da mesma cadeia) que merece checagem humana.
severidade média5 nósR$ 308.977,21
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 230.742,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSDB) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. A AIXMOBIL recebeu R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018 e no mesmo ano doou R$ 24 mil a Cássio Cunha Lima (PSDB), enquanto Cássio doou R$ 20 mil a Pedro Cunha Lima em 2022, configurando um fluxo cruzado entre adversários políticos. O valor total de R$ 230 mil e a presença de uma empresa no meio do ciclo justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 345.432,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, PRTB) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação de recursos. Chama atenção que a maior transação seja uma doação de R$ 160.000,00 de Pablo Marçal (PRTB) para Jair Bolsonaro (PL) em 2022, enquanto a campanha de Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL em 2018, anos antes, e a AIXMOBIL doou apenas R$ 70,00 a um vereador do PT em 2020. A diferença de ordem de grandeza e a mistura de partidos sem conexão aparente justificam uma checagem humana para entender se há relação real ou mera coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.364,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PT, PROS) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018 é cerca de 2.000 vezes maior que as demais transações do loop (R$ 940, R$ 680, R$ 22,22, R$ 369,77). Além disso, a AIXMOBIL aparece como fornecedora de Bolsonaro em 2018 e depois como doadora de Fábio Antônio (PT-GO) em 2020, criando uma conexão indireta entre campanhas de campos opostos. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.921,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PT, AVANTE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. O valor que fecha o loop é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de centavos a R$ 1.260,00, gerando uma assimetria de ordens de grandeza. Além disso, a doação de R$ 0,01 de José Augusto a Bolsonaro é um valor atípico que merece verificação. Esses fatos, em conjunto, justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.771,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PT) e anos distintos, o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de valores muito menores (R$ 940, R$ 10, R$ 100 e R$ 369,77), gerando uma assimetria de três ordens de grandeza. Além disso, a AIXMOBIL aparece como fornecedora de uma campanha presidencial e depois como doadora de um candidato a deputado estadual em Goiás, sem relação partidária evidente. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses vínculos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.374,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/BR, MDB/RO, UNIÃO/RO) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações do loop são de R$ 100 a R$ 2.772, e o retorno final ao ponto de partida é de apenas R$ 100. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 185.762,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 400 a um candidato do MDB em Rondônia, que depois pagou R$ 1.000 a Walter Alves de Souza, o qual doou R$ 10 a Bolsonaro em 2022. Não há partido ou coligação comum entre Bolsonaro (PL) e Williames (MDB), e o valor pago pela campanha à empresa é cerca de 4.600 vezes maior que a doação de volta, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O conjunto merece checagem humana para entender a relação entre a empresa e as campanhas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.582,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e uma empresa, sem coligação ou vínculo partidário declarado que explique a cadeia. O valor pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.662,77 e R$ 1.566,67), o que foge do padrão de um simples ressarcimento ou coincidência. Além disso, a doação de R$ 1,00 de João Almir da Rocha Aguiar a Bolsonaro, intermediando o ciclo, é um valor atípico que merece checagem. Esses fatos, em conjunto, justificam uma análise humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 198.315,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSD/AM, PL/BR, REPUBLICANOS/AM) sem coligação comum evidente, e a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou à campanha de Pauderney. O elo de fechamento é uma doação de apenas R$ 1,00 de Roberto Sabino a Bolsonaro, valor irrisório que não explica a magnitude do restante da cadeia. A diferença de ordem de grandeza entre as transações e a ausência de vínculo partidário claro entre os atores justificam checagem humana.
severidade média5 nósR$ 347.024,98
severidade média4 nósR$ 186.836,98
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 350.019,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSD, PL, PRTB; 2018, 2022, 2024), sem coligação comum evidente que explique a cadeia. Chama atenção a empresa AIXMOBIL ter doado a Pauderney Avelino em 2018 e, no mesmo ano, recebido R$ 184 mil em despesas da campanha de Jair Bolsonaro, fechando o loop. Além disso, há uma doação de R$ 160 mil de Pablo Marçal a Bolsonaro em 2022, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo, o que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 188.167,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais forte é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 1.662,77 a Pauderney Avelino (PSD), que por sua vez pagou despesa de R$ 2.133,00 a Antônio Carmo de Lima (PSB), que doou R$ 20,00 a Bolsonaro. A diferença de ordens de grandeza e a ausência de relação partidária/coligação entre os elos justificam checagem humana.