severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 186.676,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e uma empresa, mas os valores são muito assimétricos: a maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações somam centavos ou valores modestos. A doação de R$ 1.662,77 da AIXMOBIL a Pauderney Avelino e a despesa de R$ 660,00 de Pauderney a Elane Cristina não formam um ciclo financeiro relevante. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços da AIXMOBIL ou vínculos entre os envolvidos, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 200.793,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações/despesas de R$ 1 mil a R$ 5 mil, e há um elo frágil (doação de R$ 1 de José Aleixo a Bolsonaro). Não há um fato único e contundente que caracterize ciclo fechado entre os mesmos atores sem vínculo partidário, mas a combinação de partidos diferentes e a assimetria de valores justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 201.102,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (AIXMOBIL), um candidato a senador (Hiran, PP-RR) e a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), sem coligação ou partido comum entre Hiran e Bolsonaro. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto a AIXMOBIL doou R$ 11.140,00 a Hiran e este pagou R$ 5.600,00 a um terceiro que doou R$ 10,00 a Bolsonaro — valores de ordens de grandeza muito diferentes e conexões indiretas que dificultam uma explicação simples. O loop envolve pessoas e empresas sem vínculo partidário declarado nos dados, justificando checagem humana.
severidade média5 nósR$ 209.494,21
severidade média5 nósR$ 209.502,21
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 197.493,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e uma empresa privada, sem coligação comum declarada que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que no ano anterior havia doado R$ 11.140,00 ao senador Hiran (PP) — valores e direções que não se encaixam num padrão rotineiro de repasse partidário. O elo intermediário é uma pessoa física (José Carlos Bezerra Pacheco) com transações de valor irrisório (R$ 1,00 e R$ 2.000,00), o que torna o fechamento do loop ainda menos trivial. Vale checagem humana para entender a relação entre as partes e a natureza dos serviços prestados pela AIXMOBIL.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 201.493,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PP/RR 2018-2022 e PL/BR 2018-2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores díspares. A ligação JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL (R$ 184 mil em despesas) e AIXMOBIL -> HIRAN (R$ 11 mil em doação) não fecha um ciclo direto entre os mesmos atores no mesmo pleito. Sem mais contexto sobre a relação comercial entre Bolsonaro e Aixmobil, não há fato concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 197.293,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 11.140,00 a Hiran Manuel (PP-RR) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) — valor 16 vezes maior que a doação de saída. As entidades não compartilham partido ou coligação declarada, e a diferença de magnitude entre a doação e o pagamento recebido não se explica por mera coincidência de aliados. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 221.643,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSB e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circularidade. A AIXMOBIL doou R$ 25.790,00 a João Azevedo Lins Filho em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro, valor sete vezes maior e sem relação aparente com o serviço prestado. O elo entre João Azevedo e Bolsonaro se dá por uma despesa de R$ 11.500,00 a Luiz Antônio Gomes Monteiro, que doou apenas R$ 1,00 a Bolsonaro, tornando a cadeia ainda mais opaca. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 371.662,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: uma empresa (AIXMOBIL) doa a um senador do PSB em 2018, enquanto no mesmo ano a campanha presidencial de Bolsonaro (PL) paga R$ 184 mil à mesma empresa, e em 2022 Pablo Marçal (PRTB) doa R$ 160 mil a Bolsonaro. Não há coligação, partido ou vínculo declarado que explique a coincidência de a mesma empresa receber despesa de uma campanha e doar a outra, com valores de ordens de grandeza diferentes. O elo de R$ 2 mil de Flavio Boanerges para Marçal e o pagamento de R$ 1,5 mil do senador ao mesmo Flavio completam um circuito fechado que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 214.643,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa (AIXMOBIL) doa R$ 25.790 a um senador do PSB, que paga R$ 4.500 a um intermediário, que doa R$ 1 a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184.352 à mesma empresa. O elo mais frágil é a doação de R$ 1 de José Roberto de Lima Araújo a Bolsonaro, valor irrisório que serve apenas para fechar o loop, e a empresa AIXMOBIL aparece nas duas pontas (recebendo da campanha de Bolsonaro e doando ao senador do PSB). A diferença de magnitude (R$ 184 mil pagos pela campanha vs. R$ 25 mil doados pela empresa) e a ausência de vínculo partidário entre os personagens dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.958,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1.405,00 à campanha de Wilson Witzel (PMB), que por sua vez pagou R$ 2.200,00 a Silvio Ferreira Cardeal, que em 2022 doou R$ 1,00 a Bolsonaro. A diferença de ordem de grandeza entre o valor que sai da campanha de Bolsonaro para a empresa e o que retorna via doações é um fato concreto que dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 192.173,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1.405,00 à campanha de Wilson Witzel (PMB), que por sua vez pagou R$ 6.415,00 a Carlos Rogério M. Cerqueira, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro em 2022. Embora os valores sejam desproporcionais e o elo final seja irrisório, a existência de um ciclo fechado entre campanhas de partidos diferentes (PL e PMB) e uma empresa fornecedora chama atenção. Não há coligação ou vínculo partidário declarado que explique naturalmente a sequência, justificando checagem humana.
severidade média5 nósR$ 350.562,21
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 349.952,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes (PT, PTC, PRTB, PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 4.590,00 a Carlos Zarattini (PT), criando uma ligação indireta entre campos opostos. Além disso, há um salto de escala: a doação de R$ 160.000,00 de Pablo Marçal a Bolsonaro (2022) é duas ordens de grandeza maior que as demais transações do loop, e a doação de R$ 10,00 de Adilson Ferreira a Marçal (2024) parece desproporcional. Esses fatos dificultam uma explicação simples por coincidência de coligação ou ressarcimento e justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.947,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PTC) e anos distintos, o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que no mesmo ano de 2018 doou R$ 4.590,00 a Carlos Zarattini (PT), criando uma ligação indireta entre adversários políticos. Além disso, há uma doação de R$ 5,00 de Adilson Ferreira (PTC) a Bolsonaro, valor irrisório que não se conecta naturalmente ao restante da cadeia. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.652,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 4.590,00 a Carlos Zarattini (PT), criando uma ligação indireta entre adversários políticos. Além disso, há uma doação de R$ 10,00 de Luciana Paes Perpetua a Bolsonaro, valor irrisório que destoa do restante e sugere possível erro de registro ou elo frágil. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 286.373,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos e cargos distintos (Bolsonaro/PL e Ciro/PSDB) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circularidade. A AIXMOBIL aparece como fornecedora de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doadora de Ciro, o que fecha um loop de recursos entre adversários políticos. Além disso, o valor pago por Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184 mil) é cerca de três vezes maior que a doação da empresa a Ciro (R$ 58,5 mil), e a cadeia termina com uma despesa de Ciro a Henrique Cesar Pinheiro, que doou a Bolsonaro em 2022 — um encadeamento que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.512,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário/coligação declarado: uma empresa (AIXMOBIL) doa R$ 2.150 a um vereador do PP, que paga R$ 1.000 a Denilson Galeano, que doa R$ 1.000 a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184.352,21 à mesma AIXMOBIL. O valor que retorna à empresa é ~86x maior que o que ela doou, e a assimetria de partidos/cargos/anos (PP-MS 2018/2024 vs PL-BR 2018/2022) dificulta explicar como mera coincidência de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento da campanha presidencial à AIXMOBIL e a ligação com o vereador.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.103,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (AIXMOBIL) e campanhas de partidos diferentes (PP e PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Bolsonaro para a AIXMOBIL em 2018, enquanto a empresa doou apenas R$ 2.150,00 ao vereador Odilon em 2018 — assimetria de duas ordens de grandeza. O elo de volta se dá por uma despesa de R$ 600,00 de Odilon a Ewerton, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro, valores irrisórios que não explicam o fluxo principal. A combinação de ciclo fechado, partidos distintos e valores desproporcionais justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 347.112,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e esferas diferentes (PP/vereador, PL/presidente, PRTB/presidente) e uma empresa, sem coligação ou comitê comum que explique a circulação. A maior transação é uma doação de R$ 160 mil de Pablo Marçal a Jair Bolsonaro em 2022, enquanto a empresa AIXMOBIL aparece recebendo R$ 184 mil de despesa da campanha de Bolsonaro em 2018 e doando R$ 2,15 mil a um vereador do PP em 2018. O elo entre esses eventos é indireto e atravessa anos e partidos distintos, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.403,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PP, PDT, PL), mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, exceto o pagamento de R$ 184 mil da campanha presidencial à AIXMOBIL em 2018. Não há um encadeamento claro de curto prazo ou valores equivalentes que configure um loop fechado típico; a maioria das conexões parece indireta e possivelmente coincidente. Faltam detalhes sobre a natureza dos serviços da AIXMOBIL e a relação entre os doadores para avaliar se há algo além de movimentações rotineiras.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 356.602,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos completamente distintos (vereador do PP em MS, presidente do PL, presidente do PRTB e uma empresa), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora de Odilon em 2018 e como fornecedora da campanha de Bolsonaro no mesmo ano, fechando o loop por caminhos que não são típicos de repasses partidários. O valor total de R$ 356 mil e a presença de uma empresa privada no meio de doações entre candidatos de siglas diferentes justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 347.726,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos muito distintos (PL, PCdoB, PATRIOTA, PRTB) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem coligação ou conta partidária comum que explique a cadeia. Chama atenção que uma empresa (AIXMOBIL) receba R$ 184 mil de despesa da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doe R$ 1,3 mil à campanha de Maria Perpétua (PCdoB), que depois paga R$ 2 mil a João Gomes (PATRIOTA), que doa R$ 10 a Pablo Marçal (PRTB), que por sua vez doa R$ 160 mil a Bolsonaro em 2022. O elo de maior valor (R$ 160 mil de Marçal a Bolsonaro) não tem relação partidária ou coligação declarada com os demais, e a diferença de magnitude entre as transações dificulta uma explicação simples de ressarcimento ou coincidência.
severidade média5 nósR$ 193.967,21
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 187.721,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PCdoB, PSDB) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: a campanha de Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doou R$ 1.364,00 à Maria Perpétua, que pagou R$ 2.000,00 a José Armonio, que doou R$ 5,00 a Bolsonaro — fechando o loop com valores desproporcionais. A diferença de duas ordens de grandeza entre a maior transação e as demais, somada à ausência de vínculo partidário entre os atores, justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 213.639,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PL e PT) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas no tempo, sem um fluxo claro de retorno do dinheiro. Não há um fato concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, como valores equivalentes ou proximidade temporal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 216.339,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT e PL) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto a doação da AIXMOBIL a Nabil Bonduki (PT) em 2020 é de R$ 27 mil. O elo de volta a Simão Chiovetti (PT) se dá por doação de Nabil (R$ 4 mil) e uma despesa de R$ 700 a Daniel da Costa, que doou R$ 0,01 a Bolsonaro. Não há um fluxo circular claro e concentrado no tempo, e os valores não retornam de forma expressiva ao ponto de origem; a conexão entre os polos é tênue e pode ser coincidência de registros públicos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 194.890,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 9.838,00 à campanha de Simão Pedro Chiovetti (PT) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 como despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) — um fluxo de saída da campanha presidencial para a empresa quase 19 vezes maior que a doação feita por ela. Além disso, a cadeia fecha com uma despesa de R$ 700,00 da campanha de Chiovetti para Daniel da Costa, que aparece como doador de R$ 0,01 à campanha de Bolsonaro, valores residuais que não explicam a conexão. Não há partido ou coligação em comum entre PT e PL que justifique o ciclo, e a assimetria de valores e a presença de uma empresa privada no meio do loop pedem checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.903,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 4.050,00 à campanha de Fadi Fayez Faraj em 2018 e depois recebeu R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro no mesmo ano, valor 45 vezes maior que a doação inicial. Além disso, em 2022, a campanha de Fadi Faraj pagou R$ 1.500,00 a Jaidilene Moura Pinheiro, que também aparece doando R$ 1,00 a Bolsonaro, fechando um elo entre pessoas sem partido/coligação declarados em comum. A assimetria de valores e a presença de uma empresa no meio do ciclo justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.912,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 4.050,00 à campanha de Fadi Faraj em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro — valor 45 vezes maior que a doação de entrada. Não há partido ou coligação em comum declarado entre Fadi Faraj (UNIÃO) e Bolsonaro (PL) que explique naturalmente o fluxo, e a assimetria entre o que a empresa deu e o que recebeu justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.769,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 14,7 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores desproporcionais entre si, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A ligação entre Bolsonaro (PL) e Anete Pizzimenti (PRTB) via direção nacional do PRTB pode ser explicada por repasses partidários ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há elemento claro que justifique priorização humana nem que permita descartar o sinal como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.247,68
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades e R$ 14.247,68, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. A maior parte do fluxo é compatível com doações partidárias rotineiras e despesas de campanha, sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores milionários ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.887,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, PROS) e uma empresa de soluções financeiras, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. A doação de R$ 10.000 de Bolsonaro à direção nacional em 2018 e a doação de R$ 4.146,68 da direção nacional a Anete em 2022 não se conectam diretamente no tempo, enfraquecendo a leitura de circularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.445,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, AVANTE) e uma empresa de soluções financeiras, o que à primeira vista poderia sugerir um loop fechado. No entanto, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), quebrando a ideia de um ciclo curto e coordenado. Além disso, a doação de R$ 0,01 de José Augusto para Bolsonaro é um valor simbólico que não caracteriza movimentação relevante. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas eleitorais comuns, mas a presença de uma empresa de serviços financeiros no meio da cadeia merece uma checagem manual para descartar intermediação atípica.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.295,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 10 a R$ 10.000) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PRTB e PL), mas a conexão via RINOBOX e a direção nacional do PRTB não é claramente explicável por um padrão comum. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 13.813,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PRTB, PROS) e uma empresa de soluções financeiras, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA aparece como doadora de um candidato e também como fornecedora de outro, o que não é típico de uma empresa do setor financeiro. Além disso, o valor de R$ 10.000,00 pago por JAIR BOLSONARO à Direção Nacional em 2018 é de outra ordem de grandeza e de ano diferente, dificultando a explicação de um simples ressarcimento ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.371,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, AVANTE) e uma empresa de soluções financeiras, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal claro. A doação de R$ 0,01 de José Augusto para Jair Bolsonaro é atípica, porém pode ser um registro simbólico ou erro de lançamento. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como um valor muito acima do padrão ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.221,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são baixos e as transações podem ser explicadas por doações normais entre aliados, repasses partidários ou pagamentos a fornecedor. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.698,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, PROS) e uma empresa (Rinobox), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 13,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação óbvia) nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.256,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, AVANTE) e uma empresa de soluções financeiras, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022). A doação de R$ 0,01 de José Augusto para Jair Bolsonaro é atípica, porém pode ser um erro de lançamento ou registro simbólico. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.106,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário direto. Porém, os valores são baixos (R$ 13.106,22 no total) e há transações que podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados, sem um fato isolado que destoe drasticamente. Não há um único elemento que obrigue uma checagem humana imediata, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.036,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário no mesmo pleito. Porém, os valores são pequenos e as transações podem refletir doações e despesas rotineiras entre campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão legítimo claro nem para apontar um indício específico que justifique priorização.
severidade média5 nósR$ 27.782,13
severidade média5 nósR$ 27.681,13
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.978,24
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PODE, PL, PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem fragmentos desconexos, sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual com base apenas nestes dados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.956,24
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PODE, PSC, PL e PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de uma coligação ou repasse partidário comum. Porém, os valores são baixos e as transações podem ser explicadas por doações isoladas entre candidatos e repasses partidários rotineiros, sem um fato concreto que destoe. Não há como afirmar que o ciclo é artificial ou meramente coincidência apenas com esses dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 175.185,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE, PRTB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações listadas não formam uma cadeia direta e sequencial entre as mesmas entidades no mesmo período; há elos faltantes e valores desproporcionais (ex.: R$ 160 mil de Pablo Marçal a Bolsonaro vs. R$ 1 mil de Eduardo Silva a Marçal). Não há um fato concreto que, isoladamente, torne o caso inexplicável por padrões comuns de movimentação partidária ou doações entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 177.244,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 160 mil de Marçal a Bolsonaro vs. R$ 28 de Maria Antônia a Marçal) e as transações parecem desconexas, sem um fluxo claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.217,85
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por coligação ou repasse partidário comum. Porém, os valores são baixos (R$ 17,2 mil no total) e as transações parecem fragmentos de movimentações mais amplas, sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.