severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 31.271,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas figuras do PSOL do Rio de Janeiro em 2018: Talíria Petrone recebeu doações de Flávio Serafini (R$ 22.271,14) e pagou a ele uma despesa de R$ 9.000,00. A diferença de valores e a direção das transações são compatíveis com repasses entre aliados do mesmo partido, como cessão de recursos ou ressarcimento de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há indício de empresa de ramo alheio nem de retorno quase idêntico do valor doado.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 298.874,66
IA · deepseek-flash O fluxo é majoritariamente de mão única: a direção municipal do PSOL repassou R$ 295.698,36 à candidata Maria de Lourdes do Carmo (do mesmo partido) em 6 doações ao longo de 2020 e 2024. O retorno é uma única despesa de R$ 3.176,30, valor cerca de 93 vezes menor, compatível com ressarcimento de gasto ou devolução de sobra. Não há ciclo fechado de valores equivalentes nem entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 109.642,36
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção municipal do PSOL-RJ repassando doações à candidata Mônica Suzana da Silva Cunha, filiada ao mesmo partido, e esta devolvendo um valor menor como despesa à mesma direção. Esse tipo de movimentação entre candidato e órgão partidário é comum em campanhas eleitorais, podendo representar repasses estatutários, ressarcimentos ou devolução de sobras. O valor devolvido (R$ 4.500,00) é bem inferior ao recebido (R$ 105.142,36), o que não configura um ciclo fechado de valor equivalente.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 177.924,99
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção municipal do PSOL-RJ e um candidato do mesmo partido (Emanuel Dias de Alencar, PSOL), padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor de retorno (R$ 1.420,59) é muito pequeno frente à doação recebida (R$ 176.504,40), compatível com devolução de sobra ou ressarcimento de despesa. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 100.434,44
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: a empresa BG Studios doou R$ 92.504,00 à campanha de Francisco Rodrigues de Alencar Filho (PSOL-RJ) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu de volta R$ 7.930,44 como despesa paga pela mesma campanha. Não há coligação/partido em comum entre uma empresa privada e o candidato, e o retorno de recursos da campanha para o próprio doador no mesmo exercício é um fato que foge ao padrão de doação eleitoral comum. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a motivação do fluxo de volta.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 15.000 entre Francisco Rodrigues de Alencar Filho (PSOL-RJ) e Joaquim Alcides Toledo Ribeiro, com doações de ida e despesas de volta em anos variados (2018-2022). Não há informação sobre partido/coligação de Joaquim, cargo ou vínculo entre eles, o que impede avaliar se é relação política legítima ou algo a checar. O valor é baixo e o fluxo não é instantâneo, mas a ausência de contexto sobre a segunda entidade deixa o caso sem elementos decisivos.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 27.996,60
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: a empresa BG Studios doou R$ 25.944,00 à campanha de Renata da Silva Souza e, no mesmo ano de 2018, recebeu de volta R$ 2.052,60 como despesa paga pela mesma campanha. Embora o valor de retorno seja bem menor que a doação, a coincidência de a mesma empresa doadora ser também fornecedora pagã da mesma candidata no mesmo exercício merece checagem humana. Não há informação de coligação ou relação partidária que explique naturalmente esse fluxo circular.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.039,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo entre Daniel Araujo Valenca (PT-RN) e Hélio Miguel Santos Bezerra, mas as transações são de anos diferentes (2020 e 2024) e os valores não são equivalentes: Daniel recebeu R$ 989,00 de Hélio em 2020 e pagou a ele R$ 2.000,00 no mesmo ano e R$ 8.050,00 em 2024. Isso é compatível com uma relação de prestação de serviços ou ressarcimento ao longo do tempo, não com um loop fechado de curto prazo. Como não há indício de que os valores retornem de forma idêntica ou próxima, o padrão é explicável por uma relação comercial ou de apoio político entre as partes.
severidade alta2 nósR$ 10.842,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 16.390,38
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, uma delas o próprio candidato, com valores modestos (R$ 16,4 mil no total). A maior parte do fluxo é doação de Daniel Vieira Nunes para a campanha de Flávio Serafini ao longo de vários anos (2018-2026), e a única saída é uma despesa de R$ 1,5 mil paga pela campanha a Daniel em 2018 — provavelmente um reembolso ou pagamento por serviço. Não há indício de empresa, fornecedor estranho ou valor fora de escala; o padrão é compatível com relação política/eleitoral rotineira.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 20.084,76
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA) doou R$ 18.613,00 para a campanha de FLAVIO ALVES SERAFINI (PSOL) e, no mesmo ano de 2018, recebeu de volta R$ 1.471,76 como despesa paga pela mesma campanha. Embora o valor de retorno seja menor que o doado, a existência de fluxo financeiro nos dois sentidos entre a mesma campanha e a mesma empresa no mesmo ano eleitoral é um fato concreto que foge ao padrão comum de doação unilateral e merece checagem humana. Não há informação de vínculo partidário ou coligação que explique a reciprocidade.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 28.924,48
IA · deepseek-flash O loop envolve o próprio diretório estadual do PSOL/RJ e um candidato do mesmo partido, com valores da mesma ordem de grandeza (R$ 13,4 mil recebidos e R$ 15,4 mil pagos) ao longo de 2018 e 2022. Esse tipo de movimentação é compatível com repasses partidários e despesas de campanha reembolsadas ao diretório, padrão comum dentro da mesma legenda. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou salto de valor que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósR$ 10.007,00
severidade alta2 nósR$ 10.615,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 32.170,24
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma candidata do PSOL e uma única empresa (BG Studios Tecnologia), com o dinheiro saindo da empresa como doação para a campanha e voltando da campanha para a mesma empresa como despesa no mesmo ano de 2018. O valor que retorna (R$ 2.197,24) é pequeno frente à doação recebida (R$ 29.973,00), mas a coincidência de mesma contraparte nos dois sentidos, sem coligação ou vínculo partidário conhecido entre elas, justifica uma checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um padrão que foge do fluxo típico de doação ou de despesa isolada.
severidade alta2 nósR$ 10.514,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas físicas com nomes muito semelhantes (MICHELE A. TUZZI e MICHELE DE ALMEIDA TUZZI VIANNA), sugerindo possível identidade comum ou vínculo familiar, mas não há partido/coligação declarado para a segunda entidade. O valor de ida (R$ 4.000,00 em doações) é bem menor que o de volta (R$ 15.000,00 como despesa paga pela campanha), uma assimetria que merece checagem. A ausência de informações partidárias sobre a segunda entidade impede descartar como simples coincidência de mesma coligação.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 19.000 de doação e R$ 1.200 de despesa) e em anos diferentes (2020 e 2024). A doação de uma pessoa física para campanha é lícita e comum, e a despesa de valor pequeno paga pela campanha ao doador pode ser um reembolso ou pagamento por serviço. Não há indício de empresa, fornecedor estranho ou valor desproporcional que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas a prefeito em Goiás, de partidos diferentes (PSB e SOLIDARIEDADE), com doações em sentidos opostos em anos distintos (2020 e 2024). Os valores são modestos (R$ 16.000 e R$ 1.200) e não há indício de coligação comum ou de empresa fornecedora envolvida. Não há fato concreto que destoe do padrão de doações entre candidatos, mas também não há explicação simples e direta para o retorno do dinheiro.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e em direções opostas: em 2022 Wellington pagou despesas a Edney (R$ 19.600), e em 2024 Edney doou R$ 1.000 a Wellington. Não há informação sobre partido ou coligação de Edney, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2022, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência. O valor doado em 2024 é modesto e não fecha o montante pago antes, enfraquecendo a ideia de 'dinheiro que volta'. Faltam elementos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 19.200,30
IA · deepseek-flash As duas entidades compartilham o mesmo sobrenome (Tolentino de Matos), indicando provável vínculo familiar, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), não num ciclo curto e fechado. Os valores são modestos (R$ 100,30 a R$ 11.300,00) e compatíveis com doações entre parentes em campanhas diferentes. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza destoante.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Ines Nany Rodrigues da Silva recebeu R$ 3.000 de Luiz Sergio da Silva e, na mesma eleição de 2022, pagou R$ 15.000 a ele como despesa de campanha. Não há informação de partido ou coligação comum entre eles que explique a troca de recursos, e o valor pago de volta é cinco vezes maior que a doação recebida. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 54.161,00
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção nacional do próprio partido (SOLIDARIEDADE) e uma candidata filiada a esse mesmo partido, o que é um padrão legítimo e comum de repasse de recursos partidários a candidatas. Os valores são modestos (R$ 36,3 mil de doação e R$ 17,8 mil de despesa) e a despesa pode ser um ressarcimento ou devolução de sobra, não havendo indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 60.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção nacional do SOLIDARIEDADE repassando R$ 45.000 a um candidato do REPUBLICANOS e o candidato pagando R$ 15.000 de volta à mesma direção nacional, no mesmo ano de 2024. Repasses de direção partidária a candidatos e despesas pagas a direção partidária são movimentações típicas de campanha, e o valor de retorno é menor que o recebido, compatível com ressarcimento ou devolução de sobra. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 200.005,27
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção nacional do próprio partido do candidato (SOLIDARIEDADE) repassando recursos a um candidato filiado, o que é um padrão comum e legítimo de financiamento partidário. O retorno é de apenas R$ 5,27, valor irrisório que parece ser uma despesa administrativa ou ressarcimento, não um fluxo financeiro relevante. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou de valores desproporcionais.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 189.000,00
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção nacional do próprio partido (SOLIDARIEDADE) e uma candidata filiada a esse mesmo partido, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O retorno de R$ 30.000 da candidata à direção nacional é compatível com devolução de sobra de campanha ou ressarcimento de despesa, prática prevista na prestação de contas. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário nem valores desproporcionais.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Carlos Eduardo Fernandez Soares e Felipe Michel, com valores modestos (R$ 9.000 doados em 2022 e R$ 10.000 pagos como despesa em 2020). Não há informação sobre partido ou coligação de Carlos Eduardo, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo (ex.: mesma coligação, prestação de serviços de campanha). O loop em si não é suficiente para caracterizar algo bizarro, mas também não permite descartar coincidência ou relação comercial rotineira.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 10.000 de Sérgio Ricardo Siqueira para Felipe Michel e uma despesa de R$ 2.000 de Felipe Michel para Sérgio Ricardo Siqueira, ambos em 2020. Não há informação sobre partido ou coligação de Sérgio, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento comum ou algo atípico. O valor total é baixo e o fluxo de volta é menor que o de ida, padrão compatível com pagamento por serviço. Sem mais contexto, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,3 mil no total) e pessoas com sobrenome comum (Teixeira da Silva), o que pode indicar parentesco ou apenas coincidência. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os partidos são distintos (REPUBLICANOS e PODE), mas não há informação sobre coligação ou vínculo entre EDMUNDO MARQUES CANDIDO e os demais. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 40.750,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 40.750 entre Roberto Monteiro Soares (PC do B) e Mario de Aquino Borges, com doação em 2022 e despesas em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Mario, nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços de campanha) ou algo que mereça checagem. O valor não é absurdamente alto e o intervalo de dois anos entre as movimentações enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas e valores modestos (R$ 10.000 de doação em 2022 e R$ 6.500 de despesa em 2024), em anos diferentes. Não há informação sobre partido ou coligação de Mauro Sergio Siqueira Ferreira, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo ou se é mera coincidência. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como rotineiro nem como estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (VANTOIL MEDEIROS MARTINS e JALES LINS DE OLIVEIRA) e R$ 18.000 no total, com doação de Jales a Vantoil (R$ 13.000 em 2020 e 2026) e despesa de Vantoil a Jales (R$ 5.000 em 2020). Não há informação sobre partido de Jales nem sobre a natureza do serviço/despesa, o que impede avaliar se é ressarcimento, prestação de serviço ou repasse interno de campanha. O valor é baixo e o intervalo entre as transações é longo, mas o fechamento do ciclo entre as mesmas duas pessoas sem contexto de coligação ou vínculo partidário explícito merece uma olhada rápida.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 34.148,22
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo curto entre duas pessoas físicas em 2024: Felipe doa R$ 26.505,00 a Pablo e Pablo paga R$ 7.643,22 a Felipe como despesa. Não há informação sobre partido/coligação de Felipe nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão comum (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor é modesto e a diferença entre doação e despesa é grande, mas sem contexto adicional não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Gerciano de Lima Luz e Zenir Ramos Nolasco) com transações em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem que os fatos informem partido ou coligação de Zenir. O valor total é baixo (R$ 13.000) e a diferença entre doação recebida e despesa paga pode ter explicações rotineiras, como ressarcimento ou apoio mútuo entre aliados. Não há elemento concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.212,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSDB e SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 14,2 mil no total) e as transações estão espaçadas no tempo, sem um padrão claro de ida-e-volta imediata. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é um caso trivialmente explicável.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 492.165,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: Sostenes Silva Cavalcante (PL/RJ) e a campanha de Samuel Lima Malafaia em 2018. O candidato recebeu R$ 42.165,00 em doações e devolveu R$ 450.000,00 como despesa à mesma campanha, um fluxo de retorno quase 11 vezes maior que o de entrada, sem que os fatos expliquem a natureza do serviço ou a existência de coligação/partido comum. Esse desequilíbrio e o ciclo fechado justificam checagem humana.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.466,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas (Roosevelt Barreto Barcelos, Adejair Sanches de Aguiar e Angela Cristina de Oliveira Carneiro de Alcântara), com valores modestos (R$ 12.466,80 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). Roosevelt e Adejair são ambos do PRD/RJ, o que dá uma explicação simples para parte do fluxo (aliados partidários), mas Angela não aparece filiada a partido nos dados e o retorno a Roosevelt fecha o ciclo sem que se saiba a relação entre ela e os demais. Não há um fato agudo que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre estranhos), mas também não dá para descartar como rotina sem saber quem é Angela e por que ela devolveu recursos a Roosevelt.
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 27.159,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas são candidatos de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e a terceira (Rafael dos Santos Martins) aparece apenas como doador e fornecedor. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 25.000,00 de doação, R$ 200,00 de despesa e R$ 159,64 de doação), sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um loop intencional ou de mera coincidência entre campanhas.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 26.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 250, R$ 200 e R$ 800) e podem refletir doações e despesas rotineiras entre conhecidos ou prestadores de serviço. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 29.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária imediata. Porém, os valores são pequenos (R$ 2.500, R$ 2.000 e R$ 2.500) e as transações podem ser explicadas por doações entre conhecidos ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor muito acima do padrão.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 46.118,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PL e Solidariedade) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 25 mil, R$ 16 mil e R$ 5,1 mil) e as transações são de naturezas diferentes (doação e despesa), o que também é compatível com relações políticas rotineiras entre candidatos da mesma região. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 28.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em anos e cargos diferentes (2018 e 2020), com valores pequenos (R$ 2.500, R$ 800 e R$ 2.500) e partidos distintos (PL e Solidariedade), sem coligação comum evidente. As transações são de naturezas variadas (doação e despesa) e não há um padrão claro de retorno do mesmo valor ou de fornecedor estranho ao ramo. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 32.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas ligadas por sobrenome (Daniela Mote de Souza Carneiro e Wagner dos Santos Carneiro) e o mesmo partido REPUBLICANOS no RJ, o que é compatível com movimentação entre aliados/campanhas da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.000 e R$ 30.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem indicar um loop fechado de curto prazo. O retorno de R$ 1.000 de Wagner para Paulo Roberto pode ser ressarcimento ou despesa ordinária de campanha.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 50.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (REPUBLICANOS/RJ) e têm sobrenome em comum (CARNEIRO), sugerindo vínculo familiar ou de grupo político. As transações são doações mútuas em anos diferentes (2020 e 2022), com valores da mesma ordem de grandeza (R$ 30 mil e R$ 20 mil), o que é compatível com apoio financeiro recíproco entre aliados do mesmo campo. Não há ciclo curto e fechado no mesmo ano nem indício de fornecedor estranho ao ramo.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 193.911,30
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre duas pessoas com o mesmo sobrenome (DANIELA MOTE DE SOUZA CARNEIRO e WAGNER DOS SANTOS CARNEIRO), ambos do REPUBLICANOS/RJ, e uma gráfica em recuperação judicial. A doação de R$ 30.000 de Daniela para Wagner em 2020 é seguida de perto por R$ 3.476 em despesas de Wagner com a APEL GRAFICA, mas o valor que retorna à cadeia é uma ordem de grandeza menor que o doado, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado. Ainda assim, o vínculo familiar aparente, o partido comum e o fato de a gráfica estar em recuperação judicial são elementos que merecem checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 22.610,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o diretório nacional do próprio partido (DEM) repassando recursos a uma candidata filiada ao DEM em 2020, e parte do valor retornando como despesa da campanha. Esse tipo de fluxo entre direção partidária e candidato da mesma legenda é comum em repasses de campanha e ressarcimentos, e os valores são modestos (R$ 16,7 mil de doação e R$ 5,9 mil de despesa). Não há indício de fornecedor sem relação, valor fora de escala ou entidade alheia à coligação.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 17.004,36
IA · deepseek-flash O fluxo é majoritariamente de mão única: o diretório nacional do DEM doou R$ 17.000,00 à candidata Kelli Christina Pereira Naves (DEM-MG) em 2020, e a candidata teve uma despesa de apenas R$ 4,36 com o diretório nacional. O retorno é ínfimo (0,026% do valor doado) e compatível com um reembolso ou acerto contábil de pequeno valor, não com um ciclo de devolução de recursos. A coincidência de partido (DEM) entre doador e candidata é o padrão esperado em repasses partidários.